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From left to right: Heather Witham – Royal Commission Manager, Nicholas HUNT – CEO William Angliss Institute, Hon Ken Wyatt AM, MP, Maggie Beer, Yvie Webley – CEO Altura Learning and Lynn James, CEO Maggie Beer Foundation. We’re excited to announce that we’ll be working with Maggie Beer Foundation (MBF) & William Angliss Institute to create online training dedicated to aged care ... Altura forged partnerships with well-known historical architects to carefully craft a plan that would emphasize the work of William E. Porter and Arthur Benton. Unfortunately, some of the best laid plans go awry. As a not-for-profit Member owned Credit Union, we take the funds of our owners, our Members, very seriously. Jack William Altura 1903 - 1982. Henry Altura 1898 - 1979. Bernard (Barney) Altura 1907 - 1985. Rosaria Altura 1887 - 1951. Concetta Altura 1890 - Unknown. Israel Leib (Leon) Altura 1876 - 1945. Hersch (Herman) Altura 1879 - 1943. Chana (Clara) Altura 1877 - 1963. Otto Altura 1883 - 1951. Moses Marcus Altura Quão alto é William Singe? 182 cm / 6 ft 0 in (altura) Quando nasceu William Singe? 02 Julho 1992: Quão velho é William Singe em 2020? 28 anos (idade) Onde estava nascermos William Singe? Forestville, Australia (local de nascimento) Apelidos: William: Signo do zodíaco: Caranguejo: Patrimônio líquido: $ 3.000.000 Find the William Monahan company page in Altura , MN . Look for more businesses with the D&B Business Directory at DandB.com. William Franklyn-Miller wiki, detalhes e estatísticas / profile, idade, peso, altura, sinal do zodíaco Altura Communication Solutions, with offices nationwide, is one of Avaya’s largest authorized Diamond Business Partners and a leading provider of communication-enabled solutions and managed services to enterprises. RECENT POSTS. For-Profit Companies Can Now Benefit from Procurement Vehicles August 27, 2020; Alturia Farm is an event venue near Richmond, VA located in King William VA. Alturia Farm specializes in farm and barn weddings and special events. William Levy Estatura, Altura, Edad, Esposa, Hijos, Novia, Biografia. by Marathi.TV Editorial Team; Nov 20, 2019 Jun 11, 2020; William Levy Biografia y Wikipedia Información. William Levy es un actor y modelo cubano que se nacionalizó Americano. Su nombre completo es William Gutiérrez Levy. Academia.edu is a platform for academics to share research papers.

Dartanyon Williams Altura, Peso, Valor neto, Años, Wiki, Quién, Instagram, Biografía

2020.09.28 12:44 cdroid7 Dartanyon Williams Altura, Peso, Valor neto, Años, Wiki, Quién, Instagram, Biografía

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2020.09.25 13:44 cdroid7 Celeste Williams Altura, Peso, Valor neto, Años, Wiki, Quién, Instagram, Biografía

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2020.09.19 15:44 cdroid7 Chris Williams Altura, Peso, Valor neto, Años, Wiki, Quién, Instagram, Biografía

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2020.09.17 12:44 cdroid7 Kamaal Williams Altura, Peso, Valor neto, Años, Wiki, Quién, Instagram, Biografía

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2020.09.14 10:44 cdroid7 Archie Williams Altura, Peso, Valor neto, Años, Wiki, Quién, Instagram, Biografía

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2020.09.05 15:44 cdroid7 William H. Hastie Altura, Peso, Valor neto, Años, Wiki, Quién, Instagram, Biografía

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2020.09.04 11:44 cdroid7 Ashley Nicole Williams Altura, Valor neto, Años, Wiki, Quién, Hechos, Biografía

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2020.07.25 05:31 altovaliriano [Tradução] Os Outros confundiram Waymar Royce com um Stark

Texto original: https://www.reddit.com/asoiaf/comments/9qvrsy/spoilers_extended_the_killing_of_a_range
Autor: u/JoeMagician
Título original: The Killing of a Ranger
[…] Esta é a versão reescrita da minha teoria de 2015, A Cold Death in the Snow: The Killing of a Ranger, com algumas seções novas e conclusões mais bem explicadas, além de um bom e velho tinfoil. E significativamente menos citações, adequações nos spoilers e menos texto em negrito. Eu queria fazer um vídeo da teoria e não estava satisfeito com a versão original, então aqui está uma versão nova e aprimorada como um bônus.
O vídeo completo está aqui, se você preferir assistir, e a versão em podcast aqui, se você preferir ouvir, bem como pode ser encontrada no Google Play e no iTunes.
Aproveite!

Os Três Patrulheiros

Um dos eventos menos compreendidos em ASOIAF acontece exatamente no capítulo de abertura da saga. Waymar Royce, um fidalgo do Vale, e os dois patrulhieros Will e Gared estão perseguindo selvagens saqueadores na Floresta Assombrada. Antes que possamos nos localizar, Waymar é emboscado pelos demônios de gelo conhecidos como Os Outros. Waymar pronuncia sua famosa e incrivelmente foda frase "Dance comigo, então" e começa o duelo. Waymar segura as pontas até que o Outro acerta um golpe, depois zomba do patrulheiro e, finalmente, a espada de Wamyar se quebra contra a lâmina de gelo. Um fragmento perfura o olho de Waymar e o grupo de Outros que se aproxima, cerca-o e mata-o com golpes coordenados. Para piorar, Waymar é reanimado como uma criatura e massacra seu ex-companheiro Will. O outro irmão deles, Gared, escapa do ataque e foge para o Sul até ser capturado em uma fortaleza perto de Winterfell e executado por Ned Stark em razão de ter desertado da Patrulha.
É um prólogo que deixa o leitor com muitas perguntas não respondidas sobre o que acabou de ler. Por que esses patrulheiros foram atacados e por tantos outros? Onde estavam seus servos mortos-vivos que eles normalmente usam para matar? E por que eles estavam duelando com Waymar Royce em particular, um guarda de nenhuma nota em particular em sua primeira missão? Primeiro, vejamos o histórico de Waymar.
Sor Waymar Royce era o filho mais novo de uma Casa antiga com herdeiros demais. Era um jovem atraente de dezoito anos, olhos cinzentos, elegante e esbelto como uma faca. Montado em seu enorme corcel de batalha negro, o cavaleiro elevava-se bem acima de Will e Gared, montadosem seus garranos de menores dimensões. Trajava botas negras de couro, calças negras de lã, luvas negras de pele de toupeira e uma cintilante cota de malha negra e flexível por cima de várias camadas de lã negra e couro fervido. Sor Waymar era um Irmão Juramentado da Patrulha da Noite havia menos de meio ano, mas ninguém poderia dizer que não se preparara para a sua vocação. Pelo menos no que dizia respeito ao guarda-roupa.
(AGOT, Prólogo)
Segundo as informações que recebemos, Waymar foi o terceiro filho do formidável "Bronze" Yohn Royce, lorde de Pedrarruna e da casa Royce. Ninguém sabe ao certo por que Waymar escolheu se juntar à Patrulha. Sendo filho de um Senhor, ele poderia se casar em uma Casa menor e obter suas próprias propriedades, tornar-se um cavaleiro de torneios, visitar Essos e lutar como um mercenário se quisesse. Poderia fazer quase tudo. Em vez disso, escolheu se juntar à Patrulha da Noite. E Waymar é muito bonito, Sansa Stark se apaixonou por ele à primeira vista:
Foi hóspede em Winterfell quando o filho foi para o Norte vestir o negro – tinha uma tênue lembrança de ter se apaixonado perdidamente por Sor Waymar.
(AFFC, Alayne I)
Gared e Will são um pouco menos ilustres. Will é um caçador furtivo apanhado por Lord Mallister e escolheu a Muralha em vez de perder a mão. Gared ingressou na Patrulha quando menino e é patrulheiro há quarenta anos. Senhor comandante Mormont fala muito bem deles.
Mormont pareceu quase não ouvi-lo. O velho aquecia as mãos no fogo.
Enviei Benjen Stark em busca do filho de Yohn Royce, perdido em sua primeira patrulha. O rapaz Royce estava verde como a grama de verão, mas insistiu na honra de seu próprio comando, dizendo que lhe era devido enquanto cavaleiro. Não desejei ofender o senhor seu pai e cedi. Enviei-o com dois homens que considerava dos melhores que temos na Patrulha. Mas fui tolo.
(AGOT Tyrion III)

A Missão

Agora que estamos mais familiarizados com esses patrulheiros, vamos abordar a explicação mais simples: que foi um encontro acidental entre os Outros e os patrulheiros. Talvez os Outros estivessem viajando pela floresta para se encontrar com Craster e acidentalmente encontraram três patrulheiros. Faz sentido. Os Outros e os patrulheiros são inimigos históricos. No entanto, existem grandes problemas nisso. O primeiro é quando Royce e companhia alcançam suas presas, os saqueadores já foram transformados em criaturas.
Prestou atenção à posição dos corpos?
Will encolheu os ombros.
Um par deles está sentado junto ao rochedo. A maioria está no chão. Parecem caídos.
Ou adormecidos – sugeriu Royce.
Caídos – insistiu Will. – Há uma mulher numa árvore de pau-ferro, meio escondida entre os galhos. Uma olhos-longos – ele abriu um tênue sorriso. – Assegurei-me de que não conseguiria me ver. Quando me aproximei, notei que ela também não se movia – e sacudiu-se por um estremecimento involuntário.
Está com frio? – perguntou Royce.
Um pouco – murmurou Will. – É o vento, senhor.
O jovem cavaleiro virou-se para seu grisalho homem de armas. Folhas pesadas de geada suspiravam ao passar por eles, e o corcel de batalha movia-se de forma inquieta.
Que lhe parece que possa ter matado aqueles homens, Gared? – perguntou Sor Waymar com ar casual, arrumando o longo manto de zibelina.
Foi o frio – disse Gared com uma certeza férrea. – Vi homens congelar no inverno passado e no outro antes desse, quando eu era pequeno.
Waymar, porém, percebe algo errado na avaliação de Gared. Está quente demais para a estação, tanto que o Muralha está derretendo ou "chorando".
Se Gared diz que foi o frio… – começou Will.
Você fez alguma vigia nesta última semana, Will?
Sim, senhor – nunca havia uma semana em que ele não fizesse uma maldita dúzia de vigias.
Aonde o homem queria chegar?
E em que estado encontrou a Muralha?
Úmida – Will respondeu, franzindo a sobrancelha. Agora que o nobre o fizera notar, via os fatos com clareza. – Eles não podem ter congelado. Se a Muralha está úmida, não podem. O frio não é suficiente.
Royce assentiu.
Rapaz esperto. Tivemos alguns frios passageiros na semana passada, e uma rápida nevasca de vez em quando, mas com certeza não houve nenhum frio suficientemente forte para matar oito homens adultos.
Os saqueadores morrem congelados com o tempo quente demais. Como leitores, sabemos que os Outros têm controle sobrenatural sobre o frio, indicando que eles são os assassinos. E então, quando Waymar e Will voltam, descobrem que os corpos desapareceram.
O coração parou em seu peito. Por um momento, não se atreveu a respirar. O luar brilhava acima da clareira, sobre as cinzas no buraco da fogueira, sobre o abrigo coberto de neve, sobre o grande rochedo e sobre o pequeno riacho meio congelado. Tudo estava como estivera algumas horas antes.
Eles não estavam lá. Todos os corpos tinham desaparecido.

A Armadilha

O curioso Waymar morde a isca e a armadilha foi ativada. Will, de seu ponto estratégico em cima de uma árvore, vê seus predadores desconhecidos emergirem da floresta. (AGOT, Prólogo)
Uma sombra emergiu da escuridão da floresta. Parou na frente de Royce. Era alta, descarnada e dura como ossos velhos, com uma carne pálida como leite. Sua armadura parecia mudar de cor quando se movia; aqui era tão branca como neve recém-caída, ali, negra como uma sombra, por todo o lado salpicada com o escuro cinza-esverdeado das árvores. Os padrões corriam como o luar na água a cada passo que dava.
Will ouviu a exalação sair de Sor Waymar Royce num longo silvo. [...]
Emergiram em silêncio, das sombras, gêmeos do primeiro. Três… quatro… cinco… Sor Waymar talvez tivesse sentido o frio que vinha com eles, mas não chegou a vê-los, não chegou a ouvi-los. Will tinha de chamá-lo. Era seu dever. E sua morte, se o fizesse. Estremeceu, abraçou a árvore e manteve o silêncio.
Os Outros armaram uma armadilha para esses patrulheiros e a puseram em ação, não foi um encontro casual. Eles estão apenas tentando matar todos os membros da Patrulha da Noite que puderem? Eu não acredito nisso. Will e Waymar são mortos na Floresta Assombrada, mas o terceiro corvo, Gared, consegue escapar dos Outros. Ele corre para o sul até ser pego pelos Starks e decapitado por Lorde Eddard por deserção.
Há seis Outros não feridos, camuflados e ansiosos para matar ali mesmo com ao menos dez criaturas (incluindo Waymar e Will) e eles deixam de perseguir Gared. Matá-lo seria fácil e rápido, e ainda assim eles não o fazem. Isso não aconteceria se eles estivesse apenas tentando empilhar corpos de patrulheiros.

Claro que Craster está envolvido

A única conclusão que resta é que todo o cenário não era uma armadilha para três homens da Patrulha da Noite, e sim uma armadilha para um patrulheiro em particular: Waymar Royce. Ele é escolhido pelos Outros para um duelo individual por sua vida. Mas por quê? Waymar não é nada de especial na Patrulha. Enquanto isso, Gared e Will são veteranos nas terras além da Muralha. Eles seriam os maiores prêmios, taticamente falando. Como os Outros sequer poderiam saber como procurar por Waymar?
Me perdoará por isso, se tiver lido minhas outras teorias, mas mais uma vez, a resposta é Craster. Waymar, Will e Gared passaram pelo menos uma noite na fortaleza de Craster enquanto rastreavam os selvagens saqueadores.
Lorde Mormont disse:
Ben andava à procura de Sor Waymar Royce, que tinha desaparecido com Gared e o jovem Will.
Sim, desses três me lembro. O fidalgo não era mais velho do que um destes cachorros. Orgulhoso demais para dormir debaixo do meu teto, aquele, com seu manto de zibelina e aço negro. Ainda assim, minhas mulheres ficaram de olho grande – olhou de soslaio a mais próxima das mulheres. – Gared disse que iam caçar salteadores. Eu lhe disse que com um comandante assim tão verde era melhor que não os pegassem. Gared não era mau para um corvo.
(ACOK Jon III)
Observa-se aqui que Craster só fala sobre Gared e Waymar, não sobre Will. E Will é um patrulheiro veterano, alguém que Craster provavelmente já conheceria, mas é deixado de fora. Craster lembra Waymar com riqueza de detalhes, concentrando-se em suas roupas finas e boa aparência. Craster se concentrou muito em Waymar, mas quando perguntado sobre para onde os patrulheiros estavam indo quando partiram, Craster responde (ACOK Jon III):
Quando Sor Waymar partiu, para onde se dirigiu?
Craster encolheu os ombros:
Acontece que tenho mais que fazer do que tratar das idas e vindas dos corvos.
Craster não tem coisas melhores para fazer, seus dias giram em torno de ficar bêbado e ser um humano terrível para com suas "esposas". E ele se contradiz, alegando não ter interesse nos patrulheiros ao mesmo tempo que discorre em detalhes sobre Royce. Dado o relacionamento muito próximo de Craster com os Outros (organizando um acordo em que ele dá seus filhos em troca de proteção), esse encontro casual foi o que deu início à cadeia de eventos que levaram à morte de Waymar. Craster viu algo importante em Waymar Royce, algo em que os Outros prestaram muita atenção e agiram de maneira dramática.

A aparência de um Stark

Vamos analisar rapidamente o que Craster poderia ter aprendido. Com suas próprias palavras, ele percebe que Waymar é de alto nascimento. Não é uma informação particularmente valiosa, existem muitos patrulheiros e membros da Patrulha bem nascidos e os Outros não criaram armadilhas individuais para eles até onde sabemos.
Ele poderia ter ficado sabendo que Waymar era da Casa Royce e do Vale. Não há outros homens dos Royces na Patrulha, mas há outro patrulheiro chamado Tim Stone, do Vale. Tim sobrevive à Grande Patrulha e ainda está vivo no final do Festim dos Corvos, então essa parece uma explicação improvável. Talvez ser Royce tenha feito os Outros ficarem atentos. Os Royces tem sangue de Primeiros Homens, uma casa antiga que remonta às brumas da história. Talvez algum tipo de rancor?
Existe algo em seu comportamento? Waymar é altivo e autoconfiante, repele as pessoas com uma atitude de superioridade. Isso aborreceu Craster, mas duvido que os Outros chegariam em força para acalmar um leve aborrecimento do gerente de fábrica de bebês. O quanto eles demonstram interesse em Waymar implica que o que Craster disse a eles foi uma informação suculenta e importante que o atraiu de forma intensa. O que nos resta é a aparência de Waymar (AGOT, Prólogo):
Era um jovem atraente de dezoito anos, olhos cinzentos, elegante e esbelto como uma faca.
Olhos cinzentos, esbeltos, graciosos. Esta é uma descrição que é usada apenas um capítulo depois com um personagem muito famoso (AGOT, Bran I):
Podia-se ver em seus olhos, Stark – os de Jon eram de um cinza tão escuro que pareciam quase negros, mas pouco havia que não vissem. Tinha a mesma idade que Robb, mas os dois não eram parecidos. Jon era esguio e escuro, enquanto Robb era musculoso e claro; este era gracioso e ligeiro; seu meio-irmão, forte e rápido.
Waymar se parece com Jon Snow. Os outros membros conhecidos da Casa Royce que não ficaram grisalhos (Myranda Royce e seus "espessos cachos cor de avelã" e Albar Royce e seus "ferozes suíças negras") têm cabelo preto ou marrom. É lógico que Waymar tambémteria dada a predominância de cabelos escuros nas famílias. A arte oficial dos fundos dos calendários confirma isso, com GRRM aprovando os cabelos pretos de Waymar. Mas Craster não conhece Jon Snow no momento, então por que a comparação importa? A resposta vem da primeira interação de Craster com Jon Snow (ACOK, Jon III):
Quem é este aí? – Craster perguntou, antes que Jon pudesse se afastar. – Tem o ar dos Stark.
É o meu intendente e escudeiro, Jon Snow.
Quer dizer então que é um bastardo? – Craster olhou Jon de cima a baixo. – Se um homem quer se deitar com uma mulher, parece que a devia tomar como esposa. É o que eu faço – enxotou Jon com um gesto. – Bom, corre a cuidar do seu serviço, bastardo, e vê se esse machado está bom e afiado, que não tenho serventia para aço cego.
Craster de relance reconhece Jon corretamente como tendo a aparência de um Stark. Ele não fala isso de novo com mais ninguém que conhece nos capítulos que aparece, ninguém menciona isso depois, é a única vez que Craster diz que alguém se parece com uma família em particular. Ele sabe que aparência os Starks devem ter, e isso é confirmado por outros personagens. Uma de suas características definidoras, mencionadas muitas vezes, são os olhos cinzentos.
Catelyn lembrando Brandon Stark (AGOT, Catelyn VII):
E seu prometido a olhou com os frios olhos cinzentos de um Stark e lhe prometeu poupar a vida do rapaz que a amava.
Jaime Lannister lembrando Ned Stark na época da rebelião (ASOS, Jaime VI):
Lembrou-se de Eddard Stark, percorrendo a cavalo todo o comprimento da sala do trono de Aerys, envolto em silêncio. Só seus olhos tinham falado; olhos de senhor, frios, cinzentos e cheios de julgamento.
Theon lembrando qual deveria ser a aparência de Arya. (ADWD, Fedor II)
Arya tinha os olhos do pai, os olhos cinzentos dos Stark. Uma garota da idade dela podia deixar o cabelo crescer, adicionar uns centímetros à altura, ver os seios aumentarem, mas não podia mudar a cor dos olhos.
Tyrion Lannister reconhece Jon como tendo a aparência Stark também (AGOT, Tyrion II):
O rapaz absorveu tudo aquilo em silêncio. Possuía o rosto dos Stark, mesmo que não tivesse o nome: comprido, solene, reservado, um rosto que nada revelava.
Pelo reconhecimento correto de Craster e dos monólogos internos de Tyrion e Catelyn, parecer um verdadeiro "Stark" significa que você deve ter olhos cinzentos, cabelos castanhos escuros ou pretos e um rosto longo e solene. Waymar Royce tem três destas quatro características. No entanto ele poderia ter todas, se você considerar o rosto de seu pai um indicativo do aspecto do rosto de Waymar (AFFC, Alayne I):
Os últimos a chegar foram os Royce, Lorde Nestor e Bronze Yohn. O Senhor de Pedrarruna era tão alto quanto Cão de Caça. Embora tivesse cabelos grisalhos e rugas no rosto, Lorde Yohn ainda parecia poder quebrar a maior parte dos homens mais novos como se fossem gravetos nas suas enormes mãos nodosas. Seu rosto vincado e solene trouxe de volta todas as memórias de Sansa do tempo que passara em Winterfell.
O mesmo rosto solene que você procuraria em um Stark. Seu rosto até a lembra de Winterfell e, presumivelmente, de seu pai. Acredito que foi isso que Craster viu em Waymar e que ele alertou os Outros a respeito. Ele tinha visto alguém que se parece muito com um Stark, de alto nascimento e jovem. Isso se encaixa em um perfil importante para os Outros, pois eles entram em ação, preparando sua armadilha para Waymar. Infelizmente, Waymar não é um Stark de verdade, mas ele parece próximo o suficiente para enganar Craster e os Outros.

O Royce na Pele de Lobo

No entanto, Craster não está totalmente errado sobre Waymar ser parecido com um Stark. Os Starks e Royces se casaram recentemente. Beron Stark, tetravô de Jon, casou-se com Lorra Royce. E sua neta, Jocelyn Stark, filha de William Stark e Melantha Blackwood, casou-se com Benedict Royce, dos Royces dos Portões da Lua. Via Catelyn descobrimos onde no Vale seus filhos se casaram:
O pai do seu pai não tinha irmãos, mas o pai dele tinha uma irmã que se casou com um filho mais novo de Lorde Raymar Royce, do ramo menor da casa. Eles tiveram três filhas, todas as quais casaram com fidalgos do Vale. Um Waynwood e um Corbray comc erteza. A mais nova... pode ter sido um Templeton, mas...
(ASOS Catelyn V)
Este é o ramo errado da casa Royce, no entanto, suas filhas todas se casaram com outras famílias nobres, tornando possível que o sangue Stark chegasse, através de casamentos políticos, ao ramo principal da família e Waymar. Sabemos muito pouco sobre a árvore genealógica Royce para além dos membros atuais, nem sabemos o nome ou a casa da esposa de Yohn Royce.
No meu vídeo The Wild Wolves: The Children of Brandon Stark , proponho que Waymar seja realmente um bastardo secreto dos Stark na casa Royce. Há uma quantidade razoável de conexões entre o Lobo Selvagem e Waymar, particularmente sua coragem e sua busca por aventura. Se essa teoria fosse verdadeira, fortaleceria o raciocínio por trás do ataque dos Outros a Waymar, pois ele pode ser um Stark em tudo menos no nome. Você pode imaginar que, enquanto Waymar, Will e Gared estavam andando pela Floresta Assombrada, os Outros seguiam silenciosamente, inspecionando Waymar de longe e ficando excitados por terem encontrado quem procuravam. Talvez eles pudessem sentir o cheiro do sangue do lobo nele.
É minha conclusão que Waymar Royce foi morto pelos Outros por engano, devido às informações incorretas de seu batedor de reconhecimento Stark (Craster). Waymar foi morto por não ser o cara certo. Mas a partir da armadilha e da situação que os Outros criaram, podemos descobrir quem eles esperavam encontrar.

O teste e o ritual

Primeiro, eles montam uma armadilha elaborada usando criaturas para enganar os patrulheiros. A partir disso, podemos concluir que eles esperavam que seu alvo fosse muito cauteloso e inteligente. Caso contrário, eles poderiam simplesmente encontrá-los à noite e se esgueirar para matar. Eles acreditavam que precisavam prender os Stark que estavam caçando.
Segundo, o número de Outros que aparecem. Seis outros aparecem, uma grande quantidade deles para uma disputa que ser espadachins aparentemente experientes. Mais tarde na história, os Outros apenas enviam um para matar pelo menos três membros da Patrulha da Noite, mas Sam o mata com uma adaga de obsidiana. Para Waymar, eles enviam seis. Se você quer alguém para assistir ao duelo, você envia um ou dois extras. Outros cinco implicam que a pessoa que você duelará terá muito sucesso. Você está prevendo que essa pessoa provavelmente matará vários Outros antes que a luta termine. Eles o temem e o respeitam. No entanto, eles descobrem que essas suposições não são verdadeiras. Primeiro, eles verificam a espada de Waymar quando ele a levanta, quase que temendo-a.
Sor Waymar enfrentou o inimigo com bravura.
Neste caso, dance comigo.
Ergueu a espada bem alto, acima da cabeça, desafiador. As mãos tremiam com o peso da arma, ou talvez devido ao frio. Mas naquele momento, pensou Will, Sor Waymar já não era um rapaz, e sim um homem da Patrulha da Noite. O Outro parou. Will viu seus olhos, azuis, mais profundos e mais azuis do que quaisquer olhos humanos, de um azul que queimava como gelo. Will fixou-se na espada que estremecia, erguida, e observou o luar que corria, frio, ao longo do metal. Durante um segundo, atreveu-se a ter esperança.
Quando estão certos de que a espada não está prestes a explodir em chamas como Luminífera, eles seguem em frente e testam suas habilidades com a lâmina.
Então, o golpe de Royce chegou um pouco tarde demais. A espada cristalina trespassou a cota de malha por baixo de seu braço. O jovem senhor gritou de dor. Sangue surgiu por entre os aros, jorrando no ar frio, e as gotas pareciam vermelhas como fogo onde tocavam a neve. Os dedos de Sor Waymar tocaram o flanco. Sua luva de pele de toupeira veio empapada de vermelho.
O Outro disse qualquer coisa numa língua que Will não conhecia; sua voz era como o quebrar do gelo num lago de inverno, e as palavras, escarnecedoras.
(AGOT, Prólogo):
O Outro acerta um golpe, e você quase pode dizer o que ele está dizendo. "Esse cara não deveria ser um lutador incrível?" Então eles executam outro teste
Quando as lâminas se tocaram, o aço despedaçou-se.
Um grito ecoou pela noite da floresta, e a espada quebrou-se numa centena de pedaços, espalhando os estilhaços como uma chuva de agulhas. Royce caiu de joelhos, guinchando, e cobriu os olhos. Sangue jorrou-lhe por entre os dedos.
Os observadores aproximaram-se uns dos outros, como que em resposta a um sinal. Espadas ergueram-se e caíram, tudo num silêncio mortal.
Era um assassinato frio. As lâminas pálidas atravessaram a cota de malha como se fosse seda. Will fechou os olhos. Muito abaixo, ouviu as vozes e os risos, aguçados como pingentes.
(AGOT, Prólogo)
O sinal da morte de Waymar é que sua espada se quebra no frio. Eles esperam que Waymar tenha uma espada que resista a seus ataques frios, pelo menos de aço valiriano. Quando sua espada não o resiste, eles estão convencidos de que Waymar não é quem eles querem e o matam.
Vale a pena prestar muita atenção em quão estranhos esses comportamentos são baseados em como os Outros atacam, como evidenciado mais adiante na história. Em seu ataque ao Punho dos Primeiros Homens, não há Outros à vista, eles usam exclusivamente criaturas. Da mesma forma, eles usam criaturas para expulsar Sam e Gilly do motim na fortaleza de Craster. Quando Sam mata um com sua adaga de obsidiana, apenas um Outro considera uma luta fácil encarar três homens da Patrulha da Noite. Na tentativa de matar Jeor Mormont e Jeremy Rykker, esta missão é dada a duas criaturas sozinhas.
Eles operam como fantasmas, matando nas sombras em sua camuflagem gelada e deixando seus fantoches fazerem seu trabalho sujo. Mas aqui eles abandonam totalmente seu comportamento furtivo. Isso implica que isso foi incrivelmente importante para eles, e a organização parece um ritual ou cerimônia de algum tipo.
Há mais uma coisa em que os Outros têm seus olhos treinados. Depois que Waymar recebe seu ferimento, seu sangue começa a escorrer para a luva e depois sangra abertamente do lado dele. O que está acontecendo até agora pode ser apenas um caso de identificação incorreta de Stark por Craster. Esse detalhe, no entanto, nos dá uma imagem muito diferente. Isso nos diz que eles estão procurando Jon Snow sem saber o nome dele. Deixe-me explicar.
No final de A Dança dos Dragões, Jon é morto por seus irmãos da Patrulha da Noite e sente o frio da morte sobre ele. No programa de TV, Jon é ressuscitado por Melisandre praticamente a mesma pessoa que ele era, com algumas cicatrizes retorcidas. O mesmo vale para Beric Dondarrion, cujos próprios retornos da morte servem como preparação para Jon. Em uma entrevista à Time Magazine, George conta uma história muito diferente sobre como o corpo de Beric funciona.
[…] o pobre Beric Dondarrion, que serviu de prenúncio [foreshadowing] de tudo isso, toda vez que ele é um pouco menos Beric. Suas memórias estão desaparecendo, ele tem todas aquelas cicatrizes, está se tornando cada vez mais hediondo, porque ele não é mais um ser humano vivo. Seu coração não está batendo, seu sangue não está fluindo em suas veias, ele é uma criatura [wight], mas uma criatura animado pelo fogo, e não pelo gelo, e agora estamos voltando a toda essa coisa de fogo e gelo.
Isso é parecido com o que o personagem conhecido como Mãos-Frias diz a Bran, que tem isso a dizer sobre sua própria versão dos mortos-vivos e como seu corpo se saiu.
O cavaleiro olhou as mãos, como se nunca as tivesse notado antes.
Assim que o coração para de bater, o sangue do homem corre para as extremidades, onde engrossa e congela. – Sua voz falhava na garganta, tão fina e fraca como ele. – As mãos e os pés incham e ficam negros como chouriço. O resto dele torna-se branco como leite.
(ADWD, Bran I)
O que estão nos mostrando é que, após a ressurreição, os corpos dessas pessoas estão sendo mantidos em um estado de animação suspensa. Eles não bombeiam mais sangue, raramente precisam de comida ou sono, podem até não envelhecer. Quando o sangue bombeia quente do flanco de Waymar, os Outros podem ver que ele não está morto-vivo, como Jon provavelmente estará nos próximos livros.
Some todos esses indícios. Eles estavam procurando por uma espada que fosse resistente à sua magia, certamente aço valiriano como a espada Garralonga que Jon Snow empunha. Eles querem um jovem de cabelos escuros, longos traços faciais e olhos cinzentos de um Stark. Novamente um sinal fúnebre para Jon Snow. Eles querem alguém cujo sangue não flua mais quente. Isso nos dá um indício de que, no futuro, Jon estará sendo procurado por ele; passada sua morte e ressurreição na Muralha.

Um destino escrito em gelo e fogo

Como poderia ser assim? Como os Outros poderiam saber quem é Jon, como ele é e por que ele é importante para eles? A chave para o mistério é o fato de que os Outros foram feitos pelos Filhos da Floresta, e toda a linguagem simbólica e descritiva ao seu redor indica que eles vêm e extraem poderes dos Bosques. E sabemos o que isso significa: visão verde e sonhos verdes. Ou visão de gelo. Semelhante ao que vemos em personagens como Bran, Jojen, Melisandre, Cara-Malhada e muito mais. Acesso a um mundo de sonhos sem tempo com características altamente simbólicas. Como exemplo, é assim que Jojen interpreta Bran em seus sonhos.
Os olhos de Jojen eram da cor do musgo, e às vezes, quando se fixavam, pareciam estar vendo alguma outra coisa. Como acontecia agora.
Sonhei com um lobo alado preso à terra por correntes de pedra cinza – ele disse. – Era um sonho verde, por isso soube que era verdade. Um corvo estava tentando quebrar suas correntes com bicadas, mas a pedra era dura demais, e seu bico só conseguia arrancar lascas.
(ACOK, Bran IV)
A natureza incerta do mundo dos sonhos verdes torna perfeitamente compreensível como os Outros poderiam confundir Waymar com Jon. Eles podem tê-lo visto apenas em flashes, seu rosto obscurecido, seu nome desconhecido, seu período exato incerto. Lembre-se de quantos problemas os Targaryens, valirians, Melisandre e muitos outros tentaram adivinhar quando o Príncipe prometido chegaria, interpretando a estrela que sangrava e o nascimento em meio a sal e fumaça "criativamente" ao longo de sua história. Os Outros podem estar fazendo a mesma coisa com quem vêem no futuro, e há um sonho em particular que pode aterrorizá-los. O sonho de Jon.
Flechas incendiárias assobiaram para cima, arrastando línguas de fogo. Irmãos espantalhos caíram, seus mantos negros em chamas. Snow, uma águia gritou, enquanto inimigos escalavam o gelo como aranhas. Jon estava com uma armadura de gelo negro, mas sua lâmina queimava vermelha em seu punho. Conforme os mortos chegavam ao topo da Muralha, ele os enviava para baixo, para morrer novamente. Matou um ancião e um garoto imberbe, um gigante, um homem magro com dentes afiados, uma garota com grossos cabelos vermelhos. Tarde demais, reconheceu Ygritte. Ela se foi tão rápido quanto aparecera.
O mundo se dissolveu em uma névoa vermelha. Jon esfaqueava, fatiava e cortava. Atingiu Donal Noye e tirou as vísceras de Dick Surdo Follard. Qhorin Meia-Mão caiu de joelhos, tentando, em vão, estancar o fluxo de sangue do pescoço.
Sou o Senhor de Winterfell – Jon gritou. Robb estava diante dele agora, o cabelo molhado com neve derretida. Garralonga cortou sua cabeça fora.
(ADWD, Jon XII)
Jon vestido com uma armadura de gelo empunhando uma espada flamejante, lutando sozinho contra as hordas de mortos-vivos, matando repetidas vezes sua própria família, entes queridos e irmãos. Essa pessoa seria sem dúvida um problema para os Outros. Ou eles podem ter visto a visão igualmente aterrorizante de Melisandre sobre Jon.
As chamas crepitavam suavemente, e em seu crepitar ela ouviu uma voz sussurrando o nome de Jon Snow. Seu rosto comprido flutuou diante dela, delineado em chamas vermelhas e laranja, aparecendo e desaparecendo novamente, meio escondido atrás de uma cortina esvoaçante. Primeiro ele era um homem, depois um lobo, no fim um homem novamente. Mas as caveiras estavam ali também, as caveiras estavam todas ao redor dele.
(ADWD, Melisandre I)
Jon e Waymar também incorporam traços clássicos do Último Herói, a pessoa que de alguma forma terminou a Longa Noite. Waymar até parece animado quando percebe que os invasores podem ter sido mortos pelos Outros. Conforme a Velha Ama,
[…] o último herói decidiu procurar os filhos da floresta, na esperança de que sua antiga magia pudesse reconquistar aquilo que os exércitos dos homens tinham perdido. Partiu para as terras mortas com uma espada, um cavalo, um cão e uma dúzia de companheiros. Procurou durante anos, até perder a esperança de chegar algum dia a encontrar os filhos da floresta em suas cidades secretas. Um por um os amigos morreram, e também o cavalo, e por fim até o cão, e sua espada congelou tanto que a lâmina se quebrou quando tentou usá-la. E os Outros cheiraram nele o sangue quente e seguiram-lhe o rastro em silêncio, perseguindo-o com matilhas de aranhas brancas, grandes como cães de caça…
(AGOT, Bran IV)
A missão Outros pode ser tão simples quanto garantir que o Último Herói nunca chegue aos Filhos da Floresta novamente, que não haverá salvação para os homens desta vez. Eles também cercaram a caverna de Corvo de Sangue, talvez como mais uma defesa contra o Herói que se aproximava deles. Enquanto os humanos consideram o Último Herói como uma lenda de grandes realizações, para os Outros ele seria o Grande Outro, a versão deles do Rei da Noite. Um demônio que acabou com suas ambições, um monstro com uma espada que os destrói com um toque e é incansável, destemido. Faz sentido que, se pensassem que haviam encontrado essa pessoa, eles trariam um grande número de si mesmos para o duelo. É o medo que os fez ser tão cautelosos com Waymar. Medo de terem encontrado seu verdadeiro inimigo mais uma vez. O demônio da estrela que sangra, um monstro feito de fumaça e sal com uma espada flamejante.
E a pergunta permanece: quando eles finalmente encontrarem essa pessoa, o que farão com ela? Vimos alguém falhar nos testes, que teve uma morte rápida e brutal. E se ocorrer um sucesso? Eles vão matá-lo de novo? Manterão Jon refém? Irão convertê-lo em seu novo rei do inverno? Desfilarão seu corpo eterno na frente de seus exércitos? Ainda podemos descobrir quando os Ventos do Inverno soprarem e o lobo branco finalmente uive.
TL;DR - Waymar foi morto porque Craster o achou muito parecido com um jovem e bem nascido patrulheiro Stark, um perfil que combina com Jon Snow. Os Outros podem até estar procurando especificamente Jon Snow por visões ou sonhos verdes com o mesmo empenho com que o mundo dos vivos está procurando por Azor Ahai e o Príncipe Prometido.
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2020.06.30 00:37 Jerry1014 J Balvin Becomes the First Artist with 10 Videos Over 1 Billion Views

This includes songs as a lead or featured artist:
Mi Gente - 2.7B w/ Willy William
X - 1.8B w/ Nicky Jam
Ay Vamos - 1.6B
Con Altura - 1.4B w/ ROSALÍA
China - 1.3B w/ Anuel Aa, Daddy Yankee, Karol G, Ozuna
Ahora Dice - 1.2B w/ Chris Jeday, Ozuna, Arcángel
I Like It - 1.1B w/ Cardi B, Bad Bunny
No Me Conoce - 1B w/ Jhay Cortez, Bad Bunny
6 AM - 1B w/ Farruko
Otra Vez - 1B w/ Zion & Lennox
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2020.05.08 15:39 geniusdude11 [HIRING] 25 Job Opportunities in Minnesota Right Now!


Company Name Title City
Kaufman Dolowich & Voluck Kaufman Dolowich & Voluck: Chief financial officer Woodbury
AgriVision Equipment Full-Time Diesel Mechanic Position Adrian
AgriVision Equipment Hiring Diesel Mechanics Adrian
Dart Transit Company Truck Driver CDL A Afton
Dart Transit Company Dedicated CDL A Truck Driver Afton
Dart Transit Company Truck Driver CDL A - Dedicated Afton
Riverwood Healthcare Center Radiology Tech Aitkin
Valued Advertiser Commercial-Ag Credit Officer Altura
AgriVision Equipment Full-Time Diesel Mechanic Position Avoca
HCR ManorCare Spiritual Care Coordinator- Hospice- FT Baxter
Prinsco Inc Local CDL A Truck Drivers - Home Daily! Clara City
Keller Williams Realty Real Estate Associate Coon Rapids
Weatherby Healthcare Physician - A Facility in Minnesota Is Seeking a Locums OB/GYN Detroit Lakes
Performance Food Group Class A Delivery Driver East Grand Forks
E. A. Sween Company Sr. Staff Accountant Eden Prairie
submitted by geniusdude11 to Minnesotajobs [link] [comments]


2020.03.13 06:36 RemixBeat Intro [Clean] [12-March-2020]

2 Pac & Outlawz FT. H.E.A.T. – Baby Don’t Cry [Keep Ya Head Up II] [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 5A 94 50 Cent – Irregular Heartbeat [FT. Kidd Kidd, Jadakiss] [Intro-Outro] [DJ Snow] [Clean – 90Bpm] 1A A Boogie Wit Da Hoodie – Me & My Guitar [Intro Clean] 6A 87 Alina Baraz FT. 6LACK – Morocco [Intro Clean] 10A 78 Anders – On Me [Intro Clean] 12A 84 Avoure – World On Fire [Intro Clean] 12A 123 Az FT. Swv – Hey Az [STF! Clean Intro] 10A 93 Bassjackers – All My Life [Lucas & Steve Edit] [Intro Clean] 8A 126 Beck – Sexx Laws [Intro Clean] 1A 134 Blacc Zacc FT. DaBaby – Bang [Intro Clean] 8A 158 Blondie – Call Me [HH Clean Intro] 7A 142 Bob Marley & The Wailers – Three Little Birds [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 11B 148 BROHUG – Party Out [Intro-Outro] [DJ Snow] [Clean – 125Bpm] 6A Bryce Vine FT. Jeremih – Baby Girl [Intro-Outro] [DJ Snow] [Clean – 107Bpm] 6A BTS – My Time [Intro Clean] 6B 100 Cash Out – Ain’t Adding Up [Intro-Outro] [DJ Snow] [Clean – 98Bpm] 9A Chelsea Cutler – Sad Tonight [Intro Clean] 9B 105 Choppa FT. Master P – Choppa Style [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 3A 100 Daft Punk FT. Pharrell Williams – Get Lucky [HH Clean Intro] 10A 116 D’Angelo – Brown Sugar [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 9A 83 Dazz Band – Let It Whip [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 8A 132 Demi Lovato – I Love Me [Intro Clean] 2B 75 Demi Lovato – I Love Me [Intro Clean] 2B 150 DJ Esco & Doe Boy – Primetime [CK Intro – Clean] 7A 81 DJ Suss-One FT. Flo-Rida, Jamie Drastik – Single For Tonight [No DJ Intro] [Clean] 6A 128 Drea Dury FT. Will.I.Am – Brutal [CK Intro – Clean] 11A 105 Ed Sheeran – Don’t [BeatJunkies Intro] [Clean] 4A 95 Field Mob – Sick Of Being Lonely [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 5A 115 Flo Rida FT. Sia – Wild Ones [CK Intro – Clean] 4A 127 French Montana – Ain’t Worried About Nothin [HH Clean Intro] 3A 64 G Funk Remix x Ava Max – Salt [Dance DJ Intro-Outro] [Clean] 2A 128 Ghost Town DJ’s – My Boo [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 10A 130 Gunna – Skybox [Clean-Cyberkid Intro-Outro] 2A 141 H.E.R. – As I Am [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 9A 88 Ini Kamoze – Here Comes The Hotstepper [Intro Clean] 10A 100 Isley Brothers – Twist & Shout [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 8B 123 Jack Johnson – Better Together [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 8B 110 Jahmiel – Nothing At All [High Rev Riddim] [DJcity Intro] [Clean] 9A 109 James Brown – I Got A Feelin [CK Quantized Edit] CK Intro – Clean 4A 122 James Brown – The Payback [Pt. 1] [CK Quantized Edit] CK Intro – Clean 3A 98 Jennifer Lopez – Get Right [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 10A 97 Jennifer Lopez FT. Fabolous – Get Right [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 9A 97 Jhene Aiko FT. Ab-Soul – One Way St. [Intro Clean] 5B 82 Jodeci – Freek’n You [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 5A 134 Jonas Blue & Paloma Faith – Mistakes [Intro-Outro] [DJ Snow] [Clean – 122Bpm] 12B Joywave – Half Your Age [Intro Clean] 12B 85 Junior M.A.F.I.A. FT. The Notorious B.I.G. – Players Anthem [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 8A 88 Kanye West FT. Syleena Johnson – All Falls Down [Intro Clean] 1A 91 Keanu Silva – Have You Never Been Mellow [Intro Clean] 3A 128 Kesha FT. Will.I.Am – Crazy Kids [HH Clean Intro] 6A 128 Keys & Krates – Dum Dee Dum [DEFRA Dum Dee Bells Edit] [Clean Intro] 9A 100 Keys & Krates – Dum Dee Dum [HH Clean Intro] 9A 80 Kito FT. AlunaGeorge – Alone With You [CK Intro – Clean] 4A 104 Lady Gaga – Stupid Love [Intro Clean] 6B 118 Leven Kali – 12345 [Get Real] [Intro Clean] 1A 82 Lil Baby & Young Thug – We Should [CK Intro – Clean] 8A 84 Lil Baby & Young Thug – We Should [Intro Clean] 8A 83 Lil Baby FT. Gunna – Heatin Up [DJcity Intro] [Clean] 12A 130 LiyahChanel – Icy Down [Intro Clean] 3A 130 Ludacris – Southern Hospitality [Intro-Outro Edit] [DJ Marty] [Clean – 95Bpm] 10A Mabel – Boyfriend [Intro-Outro] [DJ Snow] [Clean – 100Bpm] 10A Maroon 5 – One More Night [CK Intro – Clean] 4A 93 Martin Ikin – Get Hype [Orig. Mix] [Intro-Outro] [DJ Snow] [Clean – 124Bpm] 10A Mary J. Blige – Just Fine [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 9A 123 Mavado – Way We Roll [C-LeCTA SkI Intro Edit] [Clean] 6B 136 Megan Thee Stallion – Ain’t Equal [Intro Clean] 6A 100 Megan Thee Stallion – Savage [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 2A 84 Megan Thee Stallion FT. Gunna – Stop Playing [DJcity Intro] [Clean] 1B 113 Megan Thee Stallion FT. Kehlani – Hit My Phone [Intro Clean] 10A 108 Megan Thee Stallion FT. Normani – Diamonds [Bpm Supreme Break Intro] [Clean Extended] 1A 94 Megan Thee Stallion Vs. Gucci Mane – Captain Hook [R-You Break Intro] [Clean Extended] 2A 82 Nelly FT. Dani Stevenson – Hot In Herre [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 9A 107 Nelly FT. Dani Stevenson – Hot In Herre [DJ Rukus Intro Edit] [Super Clean] 9A 107 Nicki Minaj FT. Lil Wayne Vs. Ice Cube – Rich Sex [R-You Break Intro] [Clean Extended] 9A 147 Ol’ Dirty Bastard FT. Raekwon Method Man & Macy Gray – Intoxicated [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 3A 88 Prince – When Doves Cry [HH Clean Intro] 8A 127 Puff Daddy FT. R. Kelly – Satisfy You [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 3A 87 Ray LaMontagne – You Are The Best Thing [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 6A 85 Rich Rubillar x G Herbo – PTSD [Intro Clean] 1A 119 Rosalia – Con Altura [S7ein Intro] [Clean] 3A 98 Ruff Ryders FT. Eve – What You Want [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 8A 91 Rygin King – One Time [C-LeCTA SkI Intro Edit] [Clean] 11A 137 Sech FT. Bad Bunny – Ignorantes [DJ Ricky Intro-Outro] [Clean] 2A 96 Shanique Marie – iLove [Intro Clean] 8A 130 Shyne FT. Barrington Levy – Bad Boyz [DJ Jay Intro] [Clean] 1A 83 T.R.U., 2 Chainz & Skooly – Virgil Discount [Bpm Supreme Break Intro] [Clean Extended] 12A 118 Teejay – Attention [C-LeCTA SkI Intro Edit] [Clean] 12B 137 The Goodfellas x Bad Bunny – Pero Ya No [Intro Clean] 12A 148 The Goodfellas x Blueface – Holy Moly [Intro Clean] 6B 124 The Goodfellas x Demi Lovato – I Love Me [Intro Clean] 2B 150 Trophy Eyes – Figure Eight [Intro Clean] 1A 83 UGK FT. OutKast – International Players Anthem [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 10A 156 Usher FT. Ludacris & Lil Jon – Yeah [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 6A 105 Van Morrison – Brown Eyed Girl [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 9B 75 Wiz Khalifa FT. DJ Mustard – Bammer [DJ Rukus Intro Edit] [Clean] 9A 102 Yarbrough & Peoples – Don’t Stop The Music [CK Quantized Edit] CK Intro – Clean 2A 99 Zach Zoya – Slurpee [DJcity Intro] [Clean] 2A 143

DOWNLOAD: remixdj1.blogspot.com
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2020.02.25 00:25 arroteileis Esses dias alguém aqui postou um lista de maiores brasileiros de todo o tempo e resolvi tentar uma própria

Listas são sempre polêmicas porque alguém sempre vai reclamar e isso as torna interessantes. Pensei então em criar a minha própria com 10 nomes e usar critérios bem delimitados:
Tentando mesclar ambos eu cheguei no seguinte resultado e não necessariamente em ordem de importância:
  1. Carmem Mirada (Nascida em Portugal mas radicada no Brasil, Carmem Miranda era tecnicamente e legalmente brasileira. Não só isso, ela sozinha - não tinha marketing poderoso, nem empresariado - e sendo mulher e na década de 40, foi responsável por transmitir e difundir no mundo a identidade cultural brasileira da época. Até hoje é o único caso verdadeiro de artista solo nacional com carreira internacional de fato.)
  2. Vital Brasil (O trabalho do médico e imunologista com venenos de cobras alcançaram renome internacional. Foi ele quem descobriu as especificações dos soros antiofídicos e a criação do soro polivalente usado até hoje. Também foi o criador do Instituto Butantan. Sem sombra de dúvidas um dos mais relevantes cientistas brasileiros.)
  3. Hélio Gracie (O atleta e artista marcial representa aqui toda a família Gracie. Ele é o principal idealizador do BJJ - Brazilian Jiu Jitsu - uma variação a tradicional arte japonesa que pode ser considerada um aperfeiçoamento. Se você entrar em uma academia de Jiu-Jitsu em algum lugar do planeta certamente será da modalidade BJJ, já que ela hoje forma uma das bases do UFC. Aliás, o UFC foi criado justamente para comprovar a eficiência da modalidade enquanto defesa pessoal e só depois virou essa gigante marca do esporte. Se não todos, a maioria esmagadora do atletas de UFC treinam o BJJ e a família tem academias espalhadas por vários países.)
  4. Pelé (Pelé dispensa apresentações. O maior futebolista do seu tempo e um dos maiores atletas de todos os tempos. Se você perguntar a alguém aleatoriamente o que ela sabe sobre o Brasil, em outro país, o futebol certamente será mencionado e Pelé é o maior expoente brasileiro da modalidade.)
  5. Carlos Chagas (Cientista, médico, pesquisador, sanitarista, bacteriologista e por aí vai. Chagas é o único cientista na história da medicina a ter descrito sozinho e completamente uma doença infecciosa, a doença de Chagas. Foi diversas vezes laureado com prêmios de instituições do mundo inteiro, sendo as principais como membro honorário da Academia Brasileira de Medicina e doutor honoris causa da Universidade de Harvard e Universidade de Paris.
  6. Santos Dumont (Dumont não é internacionalmente reconhecido como o inventor do avião e esse título oficial lhe foi tirado à muito tempo, antes de vocês "dumonista" terem nascido. Contudo, talvez o título de patrono da aviação ainda lhe seja devido, já que ele difundiu a ideia da aviação, fez isso em Paris, capital cultural de seu tempo e o Demoiselle significou um avanço considerável para a aviação naquele tempo. O único playboy Brasileiro a ter usado, até hoje, muito dinheiro e tempo livre para algo produtivo. Ele também curtia chapéu Panamá e eu também.)
  7. Oswaldo Cruz (Cientista, médico, sanitarista e pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil. Fundou em 1900 o Instituto Soroterápico Federal, no Rio de Janeiro, transformado em Instituto Oswaldo Cruz, respeitado internacionalmente.)
  8. Tom Jobim (O compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro é considerado o maior expoente de todos os tempos da música popular brasileira pela revista Rolling Stones e um dos criadores e principal força do movimento da bossa nova. Tom foi um dos destaques do Festival de Bossa Nova do Carnegie Hall, em Nova York, em 1962. No ano seguinte compôs, com Vinícius, um dos maiores sucessos e possivelmente a canção brasileira mais executada no exterior: Garota de Ipanema.)
  9. Ruy Barbosa, "O Águia de Haya" (Polímata brasileiro tendo se destacado principalmente como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador. Foi um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo e atuou na defesa do federalismo, do abolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais. Em 1907 Ruy foi à Conferência da Haia atendendo ao convite do então ministro das Relações Exteriores, Barão do Rio Branco, sendo esta a sua consagração mundial. Sobre isso escreveu o jornalista William Thomas Stead: "As duas maiores forças pessoais da Conferência foram o Barão Marschall da Alemanha, e o Dr. Barbosa, do Brasil… Todavia ao acabar da conferência, Dr. Barbosa pesava mais do que o Barão de Marschall". Na Conferência, foi discutida a criação de uma corte de justiça internacional permanente, da qual participariam apenas as grandes potências - Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos, com a proposta de criar um Tribunal de Arbitramento. Ruy Barbosa não se intimidou, enfrentando os defensores daquela proposta e argumentou em seu discurso, que selecionar para aquele Tribunal, países com maior poderio militar, iria estimular uma corrida armamentista, e o curso político mundial seria direcionado para a guerra, o que contrariaria os objetivos daquela Conferência de Paz. Além disso, Ruy defendeu a tese de que, ante a ordem jurídica internacional, todas as nações são iguais e soberanas. A imprensa internacional destacou a brilhante atuação do jurista, "homem franzino, de pouco mais de um metro e meio de altura", cuja brilhante participação na Conferência "fomentou a imaginação popular no Brasil, onde foi transformado em uma espécie de herói imbatível".)
  10. Machado de Assis (Negro, maior escritor da literatura brasileira e muito mais. Machado de Assis influenciou e influencia uma plêiade de escritores, sociólogos, historiadores, intelectuais em geral e artistas pelo Brasil e pelo mundo. Foi um dos maiores expoentes da difusão do estilo realista no Brasil e considerado por especialistas contemporâneos um dos precursores do modernismo. Sua obra também atinge a literatura estrangeira. Autores como John Barth e Donald Barthelme anunciaram terem sido influenciados por ele. A Ópera Flutuante, escrito pelo primeiro dos dois, foi influenciado pela técnica de "jogar livremente com as ideias" de Tristram Shandy e de Memórias Póstumas de Brás Cubas. O mesmo romance de Barth foi comparado por David Morrell com Dom Casmurro, onde ambos os personagens principais dos dois livros são advogados, chegam a pensar em suicídio e a comparar a vida a uma ópera, e vivem transtornados num triângulo amoroso. Isaac Goldberg traduziu o poema "Viver" para o inglês e sofreu influência de Machado em sua obra; sua visão de mundo pode ser comparada com a mesma visão de que tinha Machado de Assis. Susan Sontag, por sua vez, recebeu direta influência machadiana logo em seu primeiro romance. Em 2011, ao ser entrevistado por The Guardian, Woody Allen listou Memórias Póstumas de Brás Cubas como um dos cinco livros que mais impactaram em sua vida como cineasta e escritor cômico.)
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2019.10.10 19:39 simonekama Dj para festa profissional. Como escolher corretamente?

Dj para festa profissional. Como escolher corretamente?
Confira as dicas que o Baladas SP oferece na escolha do melhor Dj para festa, que tenha som de festa e iluminação para festa de casamento, aniversário ou festa de 15 anos.
Confira as dicas que o Baladas SP oferece na escolha do melhor Dj, que tenha som e iluminação para qualquer tipo de evento em SP. Quando você vai contratar um Dj profissional para sua festa, tanto casamento, aniversário, festa de 15 anos e evento corporativo, você precisa pensar nos seguintes aspectos:

Dj para festa com Profissionalismo.

Escolha um Dj que seja pontual e que tenha tudo preparado de forma antecipada para evitar constrangimentos.
Nada pior que um Dj que chega atrasado, que não se preocupa com o trabalho, ou que talvez, nem compareça a seu evento. Prefira escolher profissionais com bom histórico de festas.

Dj som iluminação completos.

Pergunte sempre antes se o Dj profissional possui som de festa, se tem iluminação e qual irá levar no dia do evento. Deixe já tudo programado.
O Baladas SP DJs está preparado para atender sua festa com competência, profissionalismo e muita animação! A função do DJ é animar a festa e proporcionar momentos inesquecíveis aos convidados.
O ponto chave do nosso serviço de DJ para Festa é oferecer um serviço que transformará por completo sua festa. Contamos com nossa ampla experiência na área para entregar um serviço qualificado e à sua altura. Se o que deseja e procura é um DJ para Festa acima da média, o Baladas SP DJs é sua melhor escolha.

Repertório.

O Dj que for contratar precisa ter repertório amplo, não só para as músicas que você determinou antes, mas ter também alguma variação caso surja alguma pequena mudança no andamento do evento.

Repertório de um Dj festa retrô flashback:

Pra dar início a esse assunto, quero que saiba que pra todos os itens citados nesse artigo, o Baladas SP Djs está pronto pra atender e fazer da sua festa, a melhor de todos os tempos!

Anos 60:

No Brasil tivemos: Os “Anos Dourados” onde surgiram três grandes estilos musicais: a bossa nova (com Tom Jobim e Vinícius de Moraes), as músicas sociais dos festivais (músicas como: Disparada, Travessia, A Banda, Alegria Alegria) e o rock da jovem guarda (o ritmo ie ie ie de Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Vanderleia). No mundo temos: O som da Motown (com Jackson’s Five, Diana Ross, Lionel Richie, Marvin Gaye, Steve Wonder e entre outros); A música soul, com grupos como The Supremes, The Temptations, James Brown e Aretha Franklin; O “Surfing Music” (com Beach Boys); O Rock and Roll ganha popularidade (Elvis Presley); Surgem fenômenos britânicos como o conjunto The Monkees, The Rollings Stones e The Beatles – que em 1967 lançam aquele que é considerado o melhor álbum da história: Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band; Surgem músicas de protesto, com Bob Dylan, Joan Baez entre outros. Em 1969 ocorre o Festival de Woodstock, nos EUA, com apresentações ao vivo de Jimi Hendrix, Janis Joplin, Creedence Clearwater Revival, The Who, Sly and Family Stone, Carlos Santana, entre outros lendários do rock clássico.

Anos 70:

Foi a última década do período classic rock. É também conhecida como a “Era da Discoteca“, devido ao surgimento da disco music. Surgiu também nesta década o movimento punk.

A era Disco:

Um estilo de música extremamente dançável e popular até hoje! Inicialmente ouvido em casas noturnas, chamadas de discotecas, onde os dançarinos eram atraídos por música mecânica pré-gravada e incessante iluminação altamente elaborada.
Foi uma era marcada por artistas nacionais, como:
  • ABBA
  • Bee Gees
  • Donna Summer
  • Olivia Newton-John
  • Barry White
E diversos outros artistas que um Dj festa retrô flashback precisa ter.
Tivemos também o rock muito bem lembrado nos anos 70, com bandas como:
  • Dire Straits
  • Eric Clapton
  • Queen
  • Kiss
E outro estilo que faz muito sucesso em festas anos 70, é o Soul e Black Music.
Muitos artistas fizeram sucesso na época também como:
  • Chic
  • Jimmy Bo Horne
  • Tim Maia
  • The Gap Band
  • James Brown
Temos a seu dispor uma estrutura de primeira linha que nos dá todas as condições de oferecer o DJ para Festa que superará todas as suas expectativas. O feedback positivo sempre constante apenas confirma a alta qualidade dos nossos serviços. Trabalhamos com muita dedicação, sempre com o intuito de fazer da sua experiência com nosso DJ para Festa a mais agradável e satisfatória possível.

Dj para casamento:

Equipamentos de baixa qualidade e DJ para Casamento que não estão capacitados para o trabalho são alguns dos transtornos que podem levar muita dor de cabeça aos noivos. É devido a isso que recomendamos que você analise o DJ para Casamento com antecedência e conheça-o pessoalmente para trocar uma ideia sobre como você deseja que ele trabalhe no dia do evento.

Possuímos Dj para festa retrô flashback especializados em anos 60 e 70.

Anos 80:

A primeira metade dos anos 80 trouxe o sucesso das bandas Góticas na Inglaterra. Se destacaram bandas como The Cure e The Smiths.
Nos EUA, por sua vez, a primeira metade dos 80 foi caracterizada principalmente pela ascensão do Rock New Wave, uma vertente mais “Pop” e não tão pesada e agressiva.
Na segunda metade da década, houve uma maior diversificação dos gêneros, onde se difundiu o Flash House, Miami e entre outros.
Muitos artistas fizeram sucesso como:
  • Michael Jackson
  • Madonna
  • Kenny Loggins
  • Cyndi Lauper
  • George Michael
  • Pet Shop Boys
No Brasil, o estilo Trash e o Rock também estiveram muito vivos com bandas como:
  • RPM
  • Legião Urbana
  • Paralamas do Sucesso

Os anos 80 são mais uma década na qual o nosso Dj para festa retro flashback sabe tudo e mais um pouco. Vamos para os anos 90…

Anos 90:

Essa é uma época em que fizeram sucesso diversos estilos:
  • Grunge Rock
  • Trash
  • House Music
  • Miami Music
  • Funk Music
  • Lambada
  • Sertanejo
  • Pagode
  • Romântico
  • Pop Boys Band
  • R&B
Para uma festa Flashback, existem alguns estilos que o Dj para festa retrô flashback considera mais dançante e animado. Vamos deixar alguns exemplos de artistas que costumam empolgar mais a pista de dança:
  • Snap
  • Corona
  • Depeche Mode
  • Whitney Houston
  • Dj Bobo
  • Shakira
  • Double You
  • Ace Of Base

Anos 00:

Hoje, os anos 2000 já são considerados Flashback e tanto de nós olhamos pra isso e pensamos: “Como passou rápido!”
Pois é, os Anos 00 também tiveram diversos estilos musicais dividindo holofotes, porém, assim como nos anos 90, o Dj para festa retrô flashback considera alguns mais dançantes e animados.
Exemplos:
  • Daft Punk
  • Benny Benassi
  • Gigi D`Agostino
  • Magic Box
  • Lasgo
  • Spice Girls
Como você pode ver, um Dj festa retrô flashback precisa ter amplo conhecimento do que tocar em sua festa Flash e com certeza o Baladas SP Djs, são a melhor escolha.

Outros estilos musicais:

Possuímos equipe de Djs especializados em festas de casamentos e repertório variado com mais de 50.000 músicas em vários ritmos musicais como os clássicos dos anos 70,80,90, Flash Back, Rock, Pop, Eletrônica, Raggae, Disco, Regional, Atual, Ambiente, Rap, Latina, Jazz, Étnica, Country, Popular, Brasileira, Fado, Hip Hop, Samba, Jazz, Tango, Axé, New Age (Enya), Black , MPB, Sertanejo, Gospel, Funk, Valsa, Dance Music, Forro, Lambada, Pagode, Xote entre outros.
O grande diferencial da Fort Music, é a viagem musical de ritmos e músicas para que o seu evento seja inesquecível e agradável a todos os convidados contando sempre com o profissionalismo e carisma de nossos DJ’s.

Repertório com os melhores artistas sertanejos:

  • Zé Neto & Cristiano
  • Jorge & Mateus
  • Gusttavo Lima
  • Henrique & Juliano
  • Luan Santana
  • Felipe Araújo
  • Vini & Lucas
  • Matheus Minas & Leandro
  • Edson & Henrique
  • Maria Cecília & Rodolfo
  • Thaeme & Thiago
  • Fernando & Sorocaba
  • João Neto & Frederico
  • Bruno & Marrone
  • Ph & Michel
  • Marília Mendonça
  • Breno & Caio Cesar
  • Maiara & Maraísa
  • Simone & Simaria
  • Pedro & Benício
  • Yasmin Santos
  • Fabio Cesar & Adriano
  • Jads & Jadson
  • Tião Carreiro
  • Wesley Safadão
  • Cleber & Cauan
  • Day & Lara
  • Juliano Cezar
  • Trio Bravana
  • Gabriel Gava
  • Aviões do Forró
  • Rio Negro & Solimões
  • Matogrosso & Matias
  • Mano Walter
  • Cesar Menotti & Fabiano
  • Humberto e Ronaldo
  • Chitãozinho & Xororó
  • Leonardo, Eduardo Costa, O Cabaré
  • Lucas Lucco

Nosso Dj para festa tem também de A a Z quando o assunto é pagode:

A

  • Adryana Ribeiro
  • Alexandre Pires
  • André Silva

B

  • Barbeirinho do Jacarezinho
  • Belo (cantor)
  • Beto Jamaica

C

  • Bruno Cardoso
  • Chrigor

D

  • Dhema
  • Dilsinho

F

  • Fabinho Mello
  • Ferrugem (cantor)

G

  • Gustavo Lins

I

  • Igor Kannário

J

  • Joel Teixeira
  • Jorge Aragão

L

  • Leandro Lehart
  • Luiz Carlos (cantor)

M

  • Márcio Art
  • Márcio Victor
  • Mumuzinho

N

  • Netinho de Paula
  • Nílton Campolino

P

  • Péricles (cantor)

R

  • Rodriguinho (cantor)

S

  • Salgadinho (cantor)

T

  • Thiaguinho
  • Toninho Geraes

V

  • Vavá (cantor)

W

  • Wagner Dias Bastos

X

  • Xanddy
  • Xande de Pilares

Nosso Dj para festa tem as melhores bandas de Rock e Pop:

  1. Led Zeppelin
  2. The Beatles
  3. Pink Floyd
  4. The Jimi Hendrix Experience
  5. Van Halen
  6. Queen
  7. The Eagles
  8. Metallica
  9. U2
  10. Bob Marley and the Wailers
  11. The Police
  12. The Doors
  13. Stone Temple Pilots
  14. Rush
  15. Genesis
  16. Prince and the Revolution
  17. Yes
  18. Earth Wind and Fire
  19. The Bee Gees
  20. The Rolling Stones
  21. The Beach Boys
  22. Soundgarden
  23. The Who
  24. Steely Dan
  25. James Brown and the JBs
  26. AC/DC
  27. Fleetwood Mac
  28. Crosby, Stills, Nash and Young
  29. The Allman Brothers
  30. ZZ Top
  31. Aerosmith
  32. Cream
E continua nossa lista completa do dj som iluminação. 033. Bruce Springsteen & The E Street Band 034. The Grateful Dead 035. Guns ‘N Roses 036. Pearl Jam 037. Boston 038. Dire Straits 039. King Crimson 040. Parliament Funkadelic 041. Red Hot Chili Peppers 042. Bon Jovi 043. Dixie Chicks 044. Foreigner 045. David Bowie and The Spiders From Mars 046. The Talking Heads 047. Jethro Tull 048. The Band 049. The Beastie Boys 050. Nirvana 051. Rage Against The Machine 052. Sly and the Family Stone 053. The Clash 054. Tool 055. Journey 056. No Doubt 057. Creedence Clearwater Revival 058. Deep Purple 059. Alice In Chains 060. Orbital 061. Little Feat 062. Duran Duran 063. Living Colour 064. Frank Zappa and the Mothers of Invention 065. The Carpenters 066. Audioslave 067. The Pretenders 068. Primus 069. Blondie 070. Black Sabbath 071. Lynyrd Skynyrd 072. Sex Pistols 073. Isaac Hayes and the Movement 074. R.E.M. 075. Traffic 076. Buffalo Springfield 077. Derek and the Dominos 078. The Jackson Five 079. The O’Jays 080. Harold Melvin and the Blue Notes 081. Underworld 082. Thievery Corporation 083. Motley Crue 084. Janis Joplin and Big Brother and the Holding Company 085. Blind Faith 086. The Animals 087. The Roots 088. The Velvet Underground 089. The Kinks 090. Radiohead 091. The Scorpions 092. Kansas 093. Iron Maiden 094. Motorhead 095. Judas Priest 096. The Orb 097. The Cure 098. Coldplay 099. Slayer 100. Black Eyed Peas
Todas essas, e muitas mais são as bandas e grupos que estão no repertório do nosso Dj para festa.

Artistas EDM que nosso Dj som iluminação possui:

TOP 100 DJS
  1. Martin Garrix
  2. Dimitri Vegas & Like Mike
  3. Hardwell
  4. Armin van Buuren
  5. David Guetta
  6. Tiësto
  7. Don Diablo
  8. Afrojack
  9. Oliver Heldens
  10. Marshmello
  11. Steve Aoki
  12. R3HAB
  13. Alok
  14. W&W
  15. Avicii
  16. DVBBS
  17. Lost Frequencies
  18. KSHMR
  19. Vintage Culture
  20. Eric Prydz
  21. Skrillex
  22. Fedde Le Grand
  23. Ummet Ozcan
  24. DJ Snake
  25. Quintino
  26. Vinai
  27. Nervo
  28. Headhunterz
  29. Angerfist
  30. Bassjackers
  31. The Chainsmokers
  32. Kygo
  33. Timmy Trumpet
  34. Vini Vici
  35. Wolfpack
  36. Alan Walker
  37. Blasterjaxx
  38. Danny Avila
  39. Kura
  40. Calvin Harris
  41. Axwell /\ Ingrosso
  42. Diplo
  43. Nicky Romero
  44. Zedd
  45. Alesso
  46. Tujamo
  47. Yellow Claw
  48. Cat Dealers
  49. ATB
  50. Diego Miranda
  51. Above & Beyond
  52. Jeffrey Sutorious (ex-Dash Berlin)
  53. Carl Cox
  54. Martin Jenssen
  55. Paul van Dyk
  56. Will Sparks
  57. Claptone
E continua a lista do nosso Dj para festa: 58. Steve Angello 59. deadmau5 60. Robin Schulz 61. Richie Hawtin 62. Florian Picasso 63. Swedish House Mafia 64. Jay Hardway 65. Miss K8 66. Mike Williams 67. Andrew Rayel 68. Mariana BO 69. Radical Redemption 70. Brennan Heart 71. Swanky Tunes 72. MATTN 73. Carta 74. Aly&Fila 75. Ferry Corsten 76. Da Tweekaz 77. Breathe Carolina 78. KO:YU 79. Adam Beyer 80. Daddy’s Groove 81. Mosimann 82. Tchami 83. NGHTMRE 84. DJ L 85. Wildstylez 86. Marco Carola 87. Cedric Gervais 88. MaRLo 89. Deorro 90. Andy C 91. Solomun 92. Lucas & steve 93. Markus Schulz 94. Bobina 95. Paul Kalkbrenner 96. Alison Wonderland 97. Nina Kraviz 98. Rave Republic 99. Carl Nunes 100. Slander

Para casamento, seja flexível em relação as músicas.

Existem algumas pessoas que tem um gosto muito específico para certo estilo de música e desgosto para outras, mas é nessa hora que você deve pensar nos convidados presentes também.
Em uma festa de casamento há pessoas de todas as idades e com diversos gostos. É importante que a maioria tenha seu momento para dançar e escutar seu estilo favorito.
Portanto se você não gosta de um estilo que é muito popular, principalmente os que estão nas grandes mídias, pense duas vezes em proibir o Dj som iluminação de tocar.

O Dj para festa do Baladas SP tem quanto tempo de experiência?

Estamos há mais de 15 anos nesse ramo, como uma das mais importantes empresas do segmento. Se busca pelo o que há de melhor e mais moderno quando se trata de Dj para festas, tanto corporativa, como social ( festa de 15 anos, casamentos, aniversários, etc ).

Clientes do Dj para festa.

A melhor parte vem agora! Quem são os clientes que esta pessoa atende?
Os clientes estão cada dia mais exigentes. E você?
Quer contratar qualquer coisa ou quer algo bem organizado, estruturado, com experiencia no mercado, que tem suporte durante o evento…
OU quer contratar o ZEZINHO DA ESQUINA que só Deus sabe o que vai acontecer?
Por saber desta exigência do mercado, principalmente a minha por perfeição, eu investi em aquisição de equipamentos desde 1999 até o final de 2015. Consegui acumular, alem da experiência, vários equipamentos para atender desde uma simples festa em casa até uma festa realizada na rua.

Um Dj para festa do Baladas SP toca de tudo na minha festa ?

Temos o DJ que atenderá todas suas necessidades, adaptando-se às suas preferências e gostos, sobretudo para oferecer o que há de melhor em DJ para Festa. Para que sua festa esteja completa, temos uma variada lista de músicas, dos mais diversos estilos musicais.

Um Dj para festa do Baladas SP possui dj som iluminação?

O BALADAS SP possui todo o know how que você precisa para contratar com segurança um serviço de DJ. Além de ampla experiência, oferecemos todos os equipamentos de som e iluminação necessários para desempenharmos um serviço com excelência.
Nossa estrutura de excelência nos dá todas as condições de entregar um serviço que fará da sua experiência conosco a mais agradável possível. Aliando um ótimo Preço DJ para Casamento com nosso serviço da mais alta qualidade, tornamo-nos uma das mais conceituadas empresas. Não tenha dúvidas, o feedback positivo dos nossos clientes ratifica a qualidade dos nossos serviços, Se quer o melhor Preço DJ para Casamento, aqui é o seu lugar.
Entre em contato conosco e adquira o mais qualificado Dj para sua festa ou evento, o excelente Preço DJ para Casamento é exatamente o que você precisa.

Sem espaço?

Eventos pequenos geralmente são realizados em espaços limitados, interferindo no tamanho da pista de dança do DJ, consequentemente você terá que escolher uma estrutura pequena. Como uma Cabine do DJ com uma pista de dança ideal de 4×4 ou até 3×3 fazendo com que sua festa tenha espaço para os convidados dançarem sem atrapalhar o layout de outros elementos do salão.

Salões Médios

Já para espaços médios temos mais opções, como a trave grande, possibilitando uma montagem mais aprimorada talvez com uma cortina de LED ao fundo do DJ, um painel de alta resolução, ou até mesmo uma estrutura formato em T se prolongando até a pista de dança.

Vocês possuem algum Site para eu poder verificar fotos do Dj som iluminação?

Conheça nosso Dj para Festa profissional do BALADAS SP DJS.
Trabalhamos com foco total em nossos clientes, priorizando entender a fundo os gostos musicais e os objetivos com seu evento, garantindo assim momento único e inesquecível!
Sinta-se à vontade e tranquilo para contratar um Dj profissional, com som de festa e iluminação de qualidade.

DICAS DO DJ para festa:

Noivos e aniversariantes: NÃO SAIAM DA PISTA DE DANÇA! Os convidados querem estar aonde vocês estiverem. E se for na pista de dança, perfeito.
Uma dica que costuma dar certo é: peça aos amigos mais próximos que escolham uma música para tocar no dia (e não deixe de garantir que ela condiz com o estilo de repertório escolhido). Na hora que escutarem suas músicas sugeridas, vão se acabar na pista, além de se sentirem mega queridos e homenageados. Isso costuma funcionar para não deixar a pista vazia.
Combine com aquele seu amigo dançarino e despachado, de puxar a galera com várias coreografias fáceis de copiar. O pessoal adora essa interação.

Além do Dj som iluminação, o Baladas SP oferece a montagem de um flyer de festa pra você.

Envie um convite especial em formato de flyer de festa para seus convidados acharem o máximo!
Nós disponibilizamos isso pra você.

Formas de pagamento:

Oferecemos pagamento via Banco do Brasil, Itaú ou Pagseguro Uol para facilitar a contratação.

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2019.10.08 16:04 Frocharocha Concrete Genie Reviews Roundup

📷
Game Information
Game Title: Concrete Genie
Platforms:
Trailers:
Developer: Pixel Opus
Publisher: Sony Interactive Entertainment
Review Aggregator:
OpenCritic - 78 average - 75% recommended - 40 reviews
Critic Reviews
ACG - Jeremy Penter - Buy
"An amazing experience if a bit of a gameplay-lite title"
Attack of the Fanboy - William Schwartz - 4 / 5 stars
Concrete Genie has a great score and impressive art direction which leave you absolutely jaw-dropped at times. It's a short game though, and that feels even more so when the game goes away from its core strengths and barrels towards the finish line with lackluster combat sequences.
COGconnected - James Paley - 88 / 100
It’s a short, steel rail line, but one that leads directly to halcyon summers and lingering sorrow. In other words, I highly recommend Concrete Genie.
Critical Hit - Brad Lang - 8.5 / 10
Concrete Genie is a short, deeply moving expression of creativity and life. Despite embracing some generic mechanics towards the end, Concrete Genie is a bold, passionate game that bears one of the most stunning aesthetics I've seen all year
Daily Star - Rebecca Nicol - 5 / 5 stars
Pixleopus has made a triumphant return and from your very first brush stroke, you’ll be so swept away by the colour, story, and ingenuity unlike anything else out there.
Destructoid - Chris Carter - 8 / 10
Sometimes it's okay to just unwind with a lower-stakes adventure, and that's where Concrete Genie comes in. It might not be on a lot of Game of the Year lists, sell as well as other open world games, or even be referred to as a "classic" in the years to come. But I'll never forget it. Go in with an open mind and a few caveats.
EGM - Josh Harmon - 4 / 10
Concrete Genie's painting tech impresses at first and its heart is certainly in the right place, but the game ultimately proves too aimless to support its already brief running time. Adorning the city in landscapes of your own creation quickly loses its luster as you realize that what you create lacks meaningful interactivity. Even the jarring addition of combat midway through doesn't do much to counter the sense that Pixelopus couldn't find a way to build out a full game around a simple gameplay idea.
Echo Boomer - David Fialho - Portuguese - Liked-a-lot
Concrete Genie is an adorable and emotional journey that twists the platformer genre with some interesting gameplay mechanics.
Eurogamer - Imogen Beckhelling - Recommended
A small, perfectly formed adventure
Explosion Network - Dylan Blight - 10 / 10
I love this game, its characters, charm and the beautiful world that let me not just feel like an artist but become one. Concrete Genie has a warmth to it and I felt like the team at Pixel Opus put their hearts into this and the story and themes don’t come off forced, cheap, or playing the same old-tune we’ve heard before, but instead, real and honest. For all that, Concrete Genie is one of the year's best games and a special gem every PS4 owner should play.
Game Rant - 4 / 5 stars
Concrete Genie is a gorgeous game with a heartwarming story that marks yet another great PlayStation 4-exclusive game.
Game Revolution - Michael Leri - 3.5 / 5 stars
Nothing is particularly extraordinary nor is any one aspect less than solid but there’s a commitment to the vision here that had modest and realistic goals. Concrete Genie paints within its humble parameters and still makes a lovely piece of art even if it isn’t The Starry Night.
GameMAG - Russian - 6 / 10
Concrete Genie could be called a cute and socially important game that touches on the theme of ecology, but in fact it is an example of dull game with a bright concept.
GameZone - Cade Onder - 7.5 / 10
Even though Concrete Genie frequently fails to meet the heights of its gameplay potential, it's the kind of game that I'm glad Sony is pushing as a small but strong exclusive for PS4. It sets itself apart from all the other games coming this fall both in its sense of positivity and lush beauty making it a welcome pallet cleanser.
Gameplanet - Billy Atman - 8 / 10
Concrete Genie is a wonderful game for younger gamers. From its stunning graphics and art style to the heartwarming story of childhood and the effects we can have on others, the game delivers its message beautifully. I just wish it could have been a bit longer. It's definitely a bit simple for adults, but if you're looking for the perfect game to play with your kids, I can't recommend it highly enough. It's one of the most lovely little adventures I've been on this year.
GamesRadar+ - 4.5 / 5 stars
Concrete Genie takes you on a uniquely heartwarming journey teeming with creativity and charm that will capture your imagination.
Gaming Nexus - Eric Hauter - 10 / 10
Concrete Genie is one of the best games of this generation—an experience that expands the parameters of what video games can be. By embracing values like artistry, empathy, and beauty, this is a title that will appeal to gamers that might be feeling a bit world-weary, bringing color to a world that has been feeling a bit gray lately. If you have ever wondered why video games have to be so violent and dehumanizing, then do the industry a favor and support this game. And lest I forget to mention: Concrete Genie is a lot of fun to play.
GamingTrend - Nathan Anstadt - 70 / 100
Concrete Genie, much like its main character Ash, is good-natured and warm, but also a bit flat and one-note. The game, in spite of a late-game gameplay pivot, never truly manages to engage beyond its admittedly charming painting mechanic.
Glitched Africa - Marco Cocomello - 8.5 / 10
Concrete Genie is a short but sweet adventure. Its painting features are easy to master and extremely fun to use and there was nothing more satisfying than bringing the town of Denska back to life one district at a time. Do I wish it was a little bit longer? Yes, but the time I spent with the game was enjoyable and I will most likely go back and collect all the other goodies and paint every single wall available.
God is a Geek - Chris White - 8 / 10
Concrete Genie has some stunning visuals when you're free to paint, and the story is interesting enough to keep you playing until the end.
Hardcore Gamer - Kyle LeClair - 4.5 / 5
Concrete Genie could have simply been a game about painting and creating virtual pets that you can interact with and it still would have been a fantastic little game.
Hobby Consolas - Daniel Quesada - Spanish - 82 / 100
A pleasant and artistic adventure that invites us to think about many levels of the human condition. It loses part of its punch in the final act, though.
IGN - By Joe Skrebels - 8 / 10
Short and very sweet, Concrete Genie is a spellbinding experiment in player creativity.
IGN Italy - Diego Cinelli - Italian - 7 / 10
Concrete Genie is a little and charming experience, that makes you feel again the joy of staring, like a child, at a blank page, armed with few brushes and colours, with absolutely no worries in mind.
LevelUp - Pedro Pérez Cesari - Spanish - 6.7 / 10
It is clear that PixelOpus believes a lot in his project and that it was born out of sacrifice, dedication and love for art. Unfortunately, Concrete Genie is far from reaching the heights that so much effort would deserve and seems to be destined to pass unoticed. With that said, it has the potential to touch the heart of those who love drawing more than anything else.
Metro GameCentral - 5 / 10
A peculiarly underdeveloped riff on Jet Set Radio that never manages to find anything interesting to do with any of its many gameplay mechanics and story ideas.
New Game Network - Alex Varankou - 77 / 100
Concrete Genie is a charming and wholesome adventure that makes up for its rather ordinary gameplay with striking art and personable creatures.
PSX Brasil - Leonardo Cidreira - Portuguese - 90 / 100
Pixelopus' effort and dedication to create a project as ambitious and reflective as Concrete Genie, highlight the true potential of this small studio within Sony. It is certainly an experience that will please everyone, regardless of age, thanks to its captivating story, and its enjoyable gameplay, that encourages our creativity. Even with its short duration, it's a great title and a nice addition to the PlayStation 4 exclusive games list.
PlayStation Galaxy - May Alturas - 8 / 10
Overall, Concrete Genie is such a great medium for educating children on the effects of being a bully and practicing their virtuoso skills at the same time. Parents won't have any problems with language nor content. Casual gameplay that will make you blissful most of the time. A Storyline that will keep you wanting to discover more, not just the characters back story but what happens eventually when you save Denska. I am displeased with that glitched pathway and awkward parkour movement but overall I still enjoyed the game and I understand loud and clear the message it wants to shout to its audience.
PlayStation Universe - Laddie Simco - 9.5 / 10
Concrete Genie is a unique action adventure game that proves that the brush is mightier than the bully. The game addresses the subject of bullying through the eyes of Ash, a boy who is the latest victim of teenage thugs who destroy Ash's sketch book and scatter it throughout the now abandoned town of Denska. As you recover the pages you discover that almost every area of the rundown town becomes a blank canvas for Ash's paintings to come alive…literally.
PowerUp! - Leo Stevenson - 8.8 / 10
There's a lot to love in Concrete Genie. If you enjoy story-driven, action-adventure games with a powerful connection to artwork then you'll definitely enjoy this game.
Press Start - Josh Lack - 9 / 10
Concrete Genie paints an impressive picture with delightful gameplay and heart warming characters. it's a great way to spend a few hours unleashing your creativity.
Push Square - Stephen Tailby - 7 / 10
Concrete Genie is a warm, joyful experience that embraces creativity in a unique way. Painting your way through Denska is effortlessly fun, and the genies that help Ash through his adventure are delightful. While this main thrust of the game is well realised, combat feels like an afterthought, as it's stashed away right at the end. This and a couple of smaller issues hold the game back from greatness, but taken as a whole, this is definitely worth playing -- and pretty as a picture, too.
Shacknews - Ozzie Mejia - 7 / 10
It's not a masterpiece, but Concrete Genie is still a fine piece of art.
Spaziogames - Italian - 7.9 / 10
Concrete Genie is a charming and creative experience with great 'artistic' ideas, but annoying fights and adventure moments.
Stevivor - Steve Wright - 8.5 / 10
Despite the gimmicks, Concrete Genie is beautiful, endearing, charming and simply adorable.
The Games Machine - Gabriele Barducci - Italian - 8.6 / 10
Concrete Genie is small but ambitious work. A beautiful story of courage, friendship with excellent feelings. The gameplay blends perfectly with all the artistic aspects, cured to the details.
TheSixthAxis - Dominic Leighton - 8 / 10
Relaxed and thoughtful, beautiful and moving, Concrete Genie is a delightfully different game that plays out like an interactive animated movie with bags of character.
Twinfinite - Keenan McCall - 4 / 5
Concrete Genie has outstanding design and a style which bring the game to life, and keep it from fading into the background alongside every other game on the market.
Video Chums - A.J. Maciejewski - 7.8 / 10
Concrete Genie is one of the most imaginative games ever created.
VideoGamer - Colm Ahern - 7 / 10
At times, Concrete Genie can be a little too pleasant, which makes the action-packed conclusion really jarring. Still, the contrast between Ash's fantasy and his reality is truly stunning.
WellPlayed - Kieron Verbrugge - 9.5 / 10
Concrete Genie is a shining example of what games and studios are capable of when tackling underrepresented issues, and it does so in a way that's vibrant, creative and above all – incredibly fun
Worth Playing - Chris "Atom" DeAngelus - 7.5 / 10
Alas, Concrete Genie is far less than the sum of its parts. A strong early game is lost by a bizarre late-game twist that undoes a lot of the charm. If it had just focused on the genies or had been about combat from the start, Concrete Genie would be a much more cohesive experience. Instead, the game has a lot of good moments but ends on a particularly dissatisfying note. There's still a lot to enjoy, but the flaws stand out as brightly as the strengths.
Thanks to u/DaasthePenetrator and Opencritic!
submitted by Frocharocha to PS4 [link] [comments]


2019.10.08 07:59 DaasthePenetrator Concrete Genie - Review Thread

Game Information

Game Title: Concrete Genie
Platforms:
Trailers:
Developer: Pixel Opus
Publisher: Sony Interactive Entertainment
Review Aggregator:
OpenCritic - 78 average - 77% recommended - 53 reviews

Critic Reviews

ACG - Jeremy Penter - Buy
"An amazing experience if a bit of a gameplay-lite title"
Attack of the Fanboy - William Schwartz - 4 / 5 stars
Concrete Genie has a great score and impressive art direction which leave you absolutely jaw-dropped at times. It's a short game though, and that feels even more so when the game goes away from its core strengths and barrels towards the finish line with lackluster combat sequences.
CGMagazine - Zubi Khan - 7.5 / 10
Concrete Genie is the latest exclusive title to hit the PlayStation 4 from Pixel Opus. The game follows Ash as he restores his hometown of Denska back to life with the power of paint.
COGconnected - James Paley - 88 / 100
It’s a short, steel rail line, but one that leads directly to halcyon summers and lingering sorrow. In other words, I highly recommend Concrete Genie.
Critical Hit - Brad Lang - 8.5 / 10
Concrete Genie is a short, deeply moving expression of creativity and life. Despite embracing some generic mechanics towards the end, Concrete Genie is a bold, passionate game that bears one of the most stunning aesthetics I've seen all year
Daily Star - Rebecca Nicol - 5 / 5 stars
Pixleopus has made a triumphant return and from your very first brush stroke, you’ll be so swept away by the colour, story, and ingenuity unlike anything else out there.
Destructoid - Chris Carter - 8 / 10
Sometimes it's okay to just unwind with a lower-stakes adventure, and that's where Concrete Genie comes in. It might not be on a lot of Game of the Year lists, sell as well as other open world games, or even be referred to as a "classic" in the years to come. But I'll never forget it. Go in with an open mind and a few caveats.
Digitally Downloaded - Harvard L. - 3.5 / 5 stars
Concrete Genie is a game with a positive message that’s ultimately held back by its execution. While I appreciate Sony’s efforts to let its in-house studios experiment with smaller titles, I’m just not sure that this one will be remembered as fondly as the other PS4 indie exclusives.
EGM - Josh Harmon - 4 / 10
Concrete Genie's painting tech impresses at first and its heart is certainly in the right place, but the game ultimately proves too aimless to support its already brief running time. Adorning the city in landscapes of your own creation quickly loses its luster as you realize that what you create lacks meaningful interactivity. Even the jarring addition of combat midway through doesn't do much to counter the sense that Pixelopus couldn't find a way to build out a full game around a simple gameplay idea.
Echo Boomer - David Fialho - Portuguese - Liked-a-lot
Concrete Genie is an adorable and emotional journey that twists the platformer genre with some interesting gameplay mechanics.
Eurogamer - Imogen Beckhelling - Recommended
A small, perfectly formed adventure
Explosion Network - Dylan Blight - 10 / 10
I love this game, its characters, charm and the beautiful world that let me not just feel like an artist but become one. Concrete Genie has a warmth to it and I felt like the team at Pixel Opus put their hearts into this and the story and themes don’t come off forced, cheap, or playing the same old-tune we’ve heard before, but instead, real and honest. For all that, Concrete Genie is one of the year's best games and a special gem every PS4 owner should play.
Game Rant - Dalton Cooper - 4 / 5 stars
Concrete Genie is a gorgeous game with a heartwarming story that marks yet another great PlayStation 4-exclusive game.
Game Revolution - Michael Leri - 3.5 / 5 stars
Nothing is particularly extraordinary nor is any one aspect less than solid but there’s a commitment to the vision here that had modest and realistic goals. Concrete Genie paints within its humble parameters and still makes a lovely piece of art even if it isn’t The Starry Night.
GameMAG - Russian - 6 / 10
Concrete Genie could be called a cute and socially important game that touches on the theme of ecology, but in fact it is an example of dull game with a bright concept.
GameSpot - Hope Corrigan - 7 / 10
Bring life and love back to a desolate town with the help of your paintbrush and some really fun parkour.
GameZone - Cade Onder - 7.5 / 10
Even though Concrete Genie frequently fails to meet the heights of its gameplay potential, it's the kind of game that I'm glad Sony is pushing as a small but strong exclusive for PS4. It sets itself apart from all the other games coming this fall both in its sense of positivity and lush beauty making it a welcome pallet cleanser.
Gameplanet - Billy Atman - 8 / 10
Concrete Genie is a wonderful game for younger gamers. From its stunning graphics and art style to the heartwarming story of childhood and the effects we can have on others, the game delivers its message beautifully. I just wish it could have been a bit longer. It's definitely a bit simple for adults, but if you're looking for the perfect game to play with your kids, I can't recommend it highly enough. It's one of the most lovely little adventures I've been on this year.
Gamers Heroes - Johnny Hurricane - 8 / 10
Concrete Genie can be summed up in just one word: charming. It may not be game of the year material, but it does provide an experience that players will look back at fondly.
GamesRadar+ - Heather Wald - 4.5 / 5 stars
Concrete Genie takes you on a uniquely heartwarming journey teeming with creativity and charm that will capture your imagination.
Gaming Nexus - Eric Hauter - 10 / 10
Concrete Genie is one of the best games of this generation—an experience that expands the parameters of what video games can be. By embracing values like artistry, empathy, and beauty, this is a title that will appeal to gamers that might be feeling a bit world-weary, bringing color to a world that has been feeling a bit gray lately. If you have ever wondered why video games have to be so violent and dehumanizing, then do the industry a favor and support this game. And lest I forget to mention: Concrete Genie is a lot of fun to play.
GamingBolt - Billy Givens - 8 / 10
Concrete Genie is held back slightly by its reluctance to trust us with more freedom of creation, and its third act combat feels somewhat out of place. Still, it still manages to do a wonderful job of giving players a reason to explore its eerie and beautiful town and interact with its colorful genies, and its narrative is successful in merging two very different tones to tell a tale that bounces admirably between somber and lighthearted.
GamingTrend - Nathan Anstadt - 70 / 100
Concrete Genie, much like its main character Ash, is good-natured and warm, but also a bit flat and one-note. The game, in spite of a late-game gameplay pivot, never truly manages to engage beyond its admittedly charming painting mechanic.
Glitched Africa - Marco Cocomello - 8.5 / 10
Concrete Genie is a short but sweet adventure. Its painting features are easy to master and extremely fun to use and there was nothing more satisfying than bringing the town of Denska back to life one district at a time. Do I wish it was a little bit longer? Yes, but the time I spent with the game was enjoyable and I will most likely go back and collect all the other goodies and paint every single wall available.
God is a Geek - Chris White - 8 / 10
Concrete Genie has some stunning visuals when you're free to paint, and the story is interesting enough to keep you playing until the end.
Hardcore Gamer - Kyle LeClair - 4.5 / 5
Concrete Genie could have simply been a game about painting and creating virtual pets that you can interact with and it still would have been a fantastic little game.
Hobby Consolas - Daniel Quesada - Spanish - 82 / 100
A pleasant and artistic adventure that invites us to think about many levels of the human condition. It loses part of its punch in the final act, though.
IGN - Joe Skrebels - 8 / 10
Short and very sweet, Concrete Genie is a spellbinding experiment in player creativity.
IGN Italy - Diego Cinelli - Italian - 7 / 10
Concrete Genie is a little and charming experience, that makes you feel again the joy of staring, like a child, at a blank page, armed with few brushes and colours, with absolutely no worries in mind.
IGN Spain - Luis López Zamorano - Spanish - 7.4 / 10
An indi game aimed at the adolescent public that has a good finish and remarkable artistic section. It's short and it can be repetitive until its last quarter, but you can enjoy during its few 6-8 hours.
LevelUp - Pedro Pérez Cesari - Spanish - 6.7 / 10
It is clear that PixelOpus believes a lot in his project and that it was born out of sacrifice, dedication and love for art. Unfortunately, Concrete Genie is far from reaching the heights that so much effort would deserve and seems to be destined to pass unoticed. With that said, it has the potential to touch the heart of those who love drawing more than anything else.
Metro GameCentral - 5 / 10
A peculiarly underdeveloped riff on Jet Set Radio that never manages to find anything interesting to do with any of its many gameplay mechanics and story ideas.
New Game Network - Alex Varankou - 77 / 100
Concrete Genie is a charming and wholesome adventure that makes up for its rather ordinary gameplay with striking art and personable creatures.
Nexus - 8.7 / 10
Concrete Genie is an excellent example of what happens when passionate developers pour creativity and originality into their games.
PSX Brasil - Leonardo Cidreira - Portuguese - 90 / 100
Pixelopus' effort and dedication to create a project as ambitious and reflective as Concrete Genie, highlight the true potential of this small studio within Sony. It is certainly an experience that will please everyone, regardless of age, thanks to its captivating story, and its enjoyable gameplay, that encourages our creativity. Even with its short duration, it's a great title and a nice addition to the PlayStation 4 exclusive games list.
PlayStation Galaxy - May Alturas - 8 / 10
Overall, Concrete Genie is such a great medium for educating children on the effects of being a bully and practicing their virtuoso skills at the same time. Parents won't have any problems with language nor content. Casual gameplay that will make you blissful most of the time. A Storyline that will keep you wanting to discover more, not just the characters back story but what happens eventually when you save Denska. I am displeased with that glitched pathway and awkward parkour movement but overall I still enjoyed the game and I understand loud and clear the message it wants to shout to its audience.
PlayStation Universe - Laddie Simco - 9.5 / 10
Concrete Genie is a unique action adventure game that proves that the brush is mightier than the bully. The game addresses the subject of bullying through the eyes of Ash, a boy who is the latest victim of teenage thugs who destroy Ash's sketch book and scatter it throughout the now abandoned town of Denska. As you recover the pages you discover that almost every area of the rundown town becomes a blank canvas for Ash's paintings to come alive…literally.
PowerUp! - Leo Stevenson - 8.8 / 10
There's a lot to love in Concrete Genie. If you enjoy story-driven, action-adventure games with a powerful connection to artwork then you'll definitely enjoy this game.
Press Start - Josh Lack - 9 / 10
Concrete Genie paints an impressive picture with delightful gameplay and heart warming characters. it's a great way to spend a few hours unleashing your creativity.
Push Square - Stephen Tailby - 7 / 10
Concrete Genie is a warm, joyful experience that embraces creativity in a unique way. Painting your way through Denska is effortlessly fun, and the genies that help Ash through his adventure are delightful. While this main thrust of the game is well realised, combat feels like an afterthought, as it's stashed away right at the end. This and a couple of smaller issues hold the game back from greatness, but taken as a whole, this is definitely worth playing -- and pretty as a picture, too.
SECTOR.sk - Tomáš Kuník - Slovak - 8 / 10
It is fun to bring your paintings to life and use them to save small fishing town of Denska. Just try it.
Shacknews - Ozzie Mejia - 7 / 10
It's not a masterpiece, but Concrete Genie is still a fine piece of art.
Spaziogames - Marcello Paolillo - Italian - 7.9 / 10
Concrete Genie is a charming and creative experience with great 'artistic' ideas, but annoying fights and adventure moments.
Stevivor - Steve Wright - 8.5 / 10
Despite the gimmicks, Concrete Genie is beautiful, endearing, charming and simply adorable.
The Games Machine - Gabriele Barducci - Italian - 8.6 / 10
Concrete Genie is small but ambitious work. A beautiful story of courage, friendship with excellent feelings. The gameplay blends perfectly with all the artistic aspects, cured to the details.
TheSixthAxis - Dominic Leighton - 8 / 10
Relaxed and thoughtful, beautiful and moving, Concrete Genie is a delightfully different game that plays out like an interactive animated movie with bags of character.
Twinfinite - Keenan McCall - 4 / 5
Concrete Genie has outstanding design and a style which bring the game to life, and keep it from fading into the background alongside every other game on the market.
Video Chums - A.J. Maciejewski - 7.8 / 10
Concrete Genie is one of the most imaginative games ever created.
VideoGamer - Colm Ahern - 7 / 10
At times, Concrete Genie can be a little too pleasant, which makes the action-packed conclusion really jarring. Still, the contrast between Ash's fantasy and his reality is truly stunning.
WellPlayed - Kieron Verbrugge - 9.5 / 10
Concrete Genie is a shining example of what games and studios are capable of when tackling underrepresented issues, and it does so in a way that's vibrant, creative and above all – incredibly fun
Worth Playing - Chris "Atom" DeAngelus - 7.5 / 10
Alas, Concrete Genie is far less than the sum of its parts. A strong early game is lost by a bizarre late-game twist that undoes a lot of the charm. If it had just focused on the genies or had been about combat from the start, Concrete Genie would be a much more cohesive experience. Instead, the game has a lot of good moments but ends on a particularly dissatisfying note. There's still a lot to enjoy, but the flaws stand out as brightly as the strengths.
ZTGD - Anthony Mann - 8.5 / 10
Concrete Genie is a wonderful experience with a strong message of kindness and forgiveness. Anyone wanting a fairly short, wholesome experience will find a lot to love here.
Thanks, OpenCritic!
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2019.07.19 20:35 RadfemXX__ El legado duradero de Florynce Kennedy, luchadora feminista negra

VARIAS DECADAS DESPUÉS de los trastornos políticos de la década de 1960, muy pocas personas reconocen el nombre de la activista y activista feminista negra Florynce "Flo" Kennedy (1916-2000). Sin embargo, durante finales de los años sesenta y setenta, Kennedy fue la feminista negra más conocida del país. Al informar sobre el surgimiento del movimiento de mujeres, los medios de comunicación cubrieron su membresía temprana en la Organización Nacional de Mujeres (NOW), su liderazgo en innumerables protestas en el teatro de guerrillas y su trabajo como abogada ayudando a derogar las leyes restrictivas del aborto en Nueva York. De hecho, la feminista negra Jane Galvin-Lewis y las feministas blancas Gloria Steinem y Ti-Grace Atkinson reconocen a Kennedy por ayudar a educar a una generación de mujeres jóvenes sobre el feminismo en particular y sobre la organización política radical en general.
Sin embargo, el activismo de Kennedy está marginado o completamente borrado de la mayoría de las historias del feminismo de la "segunda ola". Esas raras referencias a Kennedy usualmente la destacan como una de las pocas mujeres negras en el movimiento de mujeres. Kennedy es un ejemplo significativo de la exclusión de los organizadores feministas negros clave de la mayoría de los eruditos feministas en el movimiento: la eliminación de su papel crítico habla de las formas en que la literatura feminista no ha visto a las mujeres negras como progenitoras del feminismo contemporáneo.
En respuesta a tal efecto histórico, este artículo resucita la contribución política de Kennedy al radicalismo de los años sesenta y descubre una política y práctica feminista negra que no solo estaba conectada al movimiento feminista dominante sino que también estaba estrechamente relacionada con la lucha del Poder Negro. Desafía las rígidas dicotomías entre el Poder Negro y los movimientos de mujeres e ilumina la centralidad del feminismo negro y Flo Kennedy para ambos movimientos.
Kennedy afirmó que ella podía "entender mejor el feminismo [y el sexismo] debido a la discriminación contra los negros". Su trabajo en los movimientos negros revela que el movimiento del poder negro es una fuerza significativa en la configuración de las luchas feministas contemporáneas.
La beca del movimiento feminista anterior ignora o subestima las conexiones entre el Poder Negro y las luchas feministas. Los estudios de feministas negras independientes y los movimientos feministas predominantemente blancos citan el aumento de la masculinidad que mantuvo al feminismo y al Poder Negro divididos. No se equivocan al hacerlo, pero posicionar a Black Power como una influencia principalmente antagónica pasa por alto lo que el movimiento podría decirnos sobre cómo las feministas negras y blancas entendieron la liberación y la revolución.
Conectar a las feministas negras y blancas con organizaciones como el Black Panther Party y las Black Power Conferences nos dice mucho sobre cómo las feministas trabajaron para reconstruir la sociedad en la que vivían. Si bien algunos estudios recientes han ayudado a ampliar nuestra comprensión de la relación del movimiento Black Power con el feminismo, todavía hay mucho por entender acerca de las formas en que el movimiento Black Power estuvo conectado al radicalismo feminista. Sostengo que el ejemplo de Kennedy nos obliga a ver cómo las feministas negras y blancas absorbieron las estrategias y teorías que se entendieron que se originaron en las luchas de Black Power.
Florynce Kennedy fue simultáneamente una feminista negra y una activista de Black Power que forjó alianzas entre los movimientos mayormente blancos de feministas y de Black Power durante la posguerra que la historiadora feminista negra Paula Giddings llama la "década masculina".
La década de 1960 fue testigo de un aumento creciente de los llamamientos políticos a la masculinidad negra, ya que muchos radicales del Poder Negro exigieron que las mujeres negras asumieran un papel auxiliar para los hombres negros y dirigieran su energía hacia la familia. Kennedy, como otras feministas negras, criticó estas normas de género anticuadas. A pesar de sus críticas a Black Power y su estrecha relación con la lucha feminista, Kennedy continuó trabajando dentro del movimiento Black Power como abogada y activista.
Muchos defensores de Black Power también criticaron el movimiento de mujeres predominantemente blancas, argumentando que el feminismo era divisivo, racista y una desviación. Los organizadores de Black Power a menudo acusaban a las feministas negras de simplemente imitar las directivas feministas blancas. Sin embargo, Kennedy sostuvo que un movimiento dedicado a terminar con la opresión sexista era vital tanto para las mujeres como para los hombres. Trabajó en organizaciones feministas predominantemente blancas (como NOW y el Movimiento 17 de octubre) durante las décadas de los sesenta y setenta y en organizaciones feministas negras independientes (como la Organización Nacional de Feministas Negras y Mujeres Negras Unidas para la Acción Política) en los años setenta y ochenta.
Años más tarde, Kennedy comentó lo que muchos vieron como la incompatibilidad entre sus diversos lugares políticos, y señaló que a pesar de su estrecha relación con el movimiento feminista y las feministas blancas, los organizadores de Black Power nunca la obligaron a "separarse ... como feminista del movimiento negro". "Esto se debió en parte a que el feminismo que propugnaba estaba profundamente arraigado en las teorías de la lucha del Poder Negro, en particular su compromiso de acabar con la supremacía blanca y el imperialismo.
Además, como muchos otros radicales, veía al movimiento Black Power como el movimiento de vanguardia de la era. Su trabajo dentro de organizaciones feministas blancas enfatizaba el racismo desafiante. Gran parte del activismo y la escritura de Kennedy ejemplifican cómo maniobraba entre lo que la mayoría de los observadores y eruditos contemporáneos ven como movimientos de oposición inherente, en un intento de extender el Poder Negro fuera de los círculos del Poder Negro a espacios principalmente feministas blancos.
La mitad de los años sesenta fue un momento decisivo tanto para el poder negro como para los movimientos de mujeres. Organizaciones de derechos civiles como SNCC y CORE comenzaron a promover estrategias nacionalistas negras. A través de los esfuerzos de estas y otras organizaciones, el movimiento Black Power comenzó a ocupar el escenario nacional y eclipsó al movimiento por los derechos civiles como líder de la lucha por la libertad de los negros.
Este período fue igualmente crucial para el movimiento de mujeres predominantemente blancas. NOW se fundó en 1966, y varios capítulos locales y grupos de estudio y organizaciones de mujeres surgieron en todo el país poco después. El rápido crecimiento de ambos movimientos forzó cambios en la relación entre las organizaciones radicales y liberales de la posguerra: en 1967, tanto las defensoras del poder negro como las feministas intentaban definir nuevas agendas y repensar sus vínculos con la lucha más amplia de la posguerra. Surgieron oportunidades para las alianzas entre los dos.

El radicalismo temprano de Florynce Kennedy

Nacido en 1916 en Kansas City, Missouri, Kennedy fue criada por padres de clase trabajadora que enseñaron a sus hijas a desafiar a la autoridad blanca en todo momento. En 1942, Kennedy se mudó de Kansas City a Nueva York, donde encontró orientación política para las lecciones que había aprendido a los pies de sus padres iconoclastas.
A la edad de 26 años, Kennedy llegó a Nueva York con la esperanza de beneficiarse de las pocas oportunidades de guerra que ahora están abiertas para los afroamericanos y las mujeres. El ambiente intelectual y político de la ciudad era un escape de la monotonía del mercado laboral no calificado de Kansas City, donde ella había trabajado como operadora de ascensores y doméstica. Fue en el medio político y social de la ciudad de Nueva York, mientras estudiaba en la Universidad de Columbia y en su Facultad de Derecho, y luego como una abogada en ciernes, Kennedy alcanzó la madurez política.
Aunque el trabajo y las clases de Kennedy le dejaron poco tiempo para la organización política, aprovechó al máximo las corrientes radicales de Columbia y se inscribió en cursos sobre socialismo y comunismo. También se movió a través de los movimientos sociales de la ciudad, asistiendo a los discursos de Adam Clayton Powell en Harlem y los mítines del candidato presidencial del Partido Progresista Henry Wallace, y leyendo vorazmente literatura antiimperialista y antirracista. La experiencia de Kennedy entre la avalancha de mujeres, en su mayoría blancas, que ingresaron en la Universidad de Columbia durante la Segunda Guerra Mundial, y que no pudieron ser admitidas después de la guerra, la llevaron a conectar la opresión de las mujeres blancas y los negros. Comenzó a ver una alianza de los dos como una fuerza que podría aprovecharse contra la hegemonía masculina blanca.
Cuando Kennedy se graduó de la Escuela de Derecho de Columbia en 1951, se convirtió en una de las pocas mujeres negras que ejercen la abogacía en la ciudad. En 1954, abrió su propia empresa en defensa de los derechos de los artistas negros (como Billie Holiday) que habían sido atacados en función de la importancia política de su trabajo. A principios y mediados de la década de 1960, Kennedy comenzó a trabajar con organizaciones de derechos civiles (los miércoles en Mississippi); organizaciones izquierdistas blancas (Partido Mundial de los Trabajadores); y organizaciones nacionalistas negras (Organización de la Unidad Afroamericana). Publicó una columna semanal en Queens Voice, un periódico local de Black, y presentó "Opinions", un programa político de 30 minutos en la radio WLIB.

El racismo es "mortal": el movimiento del poder negro debería liderar

Mientras Kennedy abogaba por terminar con todas las formas de opresión, en última instancia, creía que el racismo daba forma a las relaciones de poder de los Estados Unidos y, por lo tanto, era la prueba de fuego para la democracia estadounidense. Al igual que los líderes de Black Power y otros radicales negros como Malcolm X, Ella Baker y WEB Dubois, Kennedy creía que el racismo afectaba cada problema social importante: la explotación del trabajo, la vigilancia de las trabajadoras sexuales, el abuso de las minorías sexuales y la opresión de las mujeres. Un grupo.
Con frecuencia, Kennedy utilizó el término "niggerización" como sinónimo de opresión, una estrategia retórica destinada a obligar a las personas oprimidas a comprender cómo se podrían implementar técnicas racistas contra todas las personas oprimidas. Aunque Kennedy entendió que las opresiones estaban interconectadas, argumentó que "el racismo siempre será peor que el sexismo hasta que encontremos feministas baleadas en la cama como [las panteras negras] Mark Clark y Fred Hampton". Y al igual que otros líderes del Poder Negro y algunos izquierdistas blancos, argumentó eso porque los negros comenzaron esta revolución "y pasaron más tiempo en las líneas del frente, el movimiento del Poder Negro tenía un derecho moral al estado de vanguardia dentro de la lucha más amplia.
Aunque Kennedy privilegió los movimientos de liberación negra y la opresión racial, ella aún argumentó que no importaba qué opresión era más letal: todos "dolían como locos". En su opinión, la mejor estrategia era conquistar todas las formas de explotación. Kennedy creía que un ataque constante y constante contra todas las formas de opresión desde una variedad de frentes organizacionales ayudó a acelerar el cambio revolucionario. La teoría de Kennedy sobre la opresión desafiante ayuda a explicar por qué trabajó en una amplia gama de organizaciones y movimientos a lo largo de su carrera política.
Su teoría sobre la opresión desafiante también ayuda a explicar su relación con las organizaciones de izquierdas blancas, específicamente feministas blancas. Mientras trabajaba en espacios de izquierda predominantemente blancos, ella exigió que los activistas blancos se enfocaran en acabar con el racismo y apoyar la lucha del Poder Negro. Con frecuencia instruyó a los radicales blancos sobre la importancia de entender cómo circulan el poder y la fuerza en los Estados Unidos:
"Si pruebas las vallas de esta sociedad y te atreves a influir en la dirección de esta, saben que te refieres a negocios por el grado en que te identificas con la revolución negra ... Si quieres comunicar absolutamente la profundidad de tu determinación de derribar". esta sociedad que está comprometida con el racismo, luego indica la determinación de frustrar el racismo con una coalición con la lucha revolucionaria negra ".

La Conferencia del Poder Negro

Cuando SNCC y CORE comenzaron a popularizar el término "Poder Negro" en 1966, Kennedy dio la bienvenida a las ambiciones de los jóvenes radicales. Esperaba que pudieran aprovechar el potencial revolucionario de la afirmación del Poder Negro de que los negros constituían una sola comunidad dentro de los Estados Unidos y, por lo tanto, tenían derecho a cambiar las relaciones de poder.
Durante la primavera y el verano de 1967, Kennedy asistió a las sesiones de planificación de la Conferencia Black Power celebradas en Newark. Junto a los líderes de Black Power, como Omar Ahmed, Nathan Wright y Amiri Baraka, ella desarrolló talleres, invitó a delegados negros de los Estados Unidos y del extranjero, y ayudó a crear un plan de publicidad.
La rebelión de Newark que se produjo solo días antes de la reunión ayudó a virtualmente triplicar las tiradas de inscripción de la proyección inicial de 400 participantes. Desde el 20 de julio hasta el 24 de julio de 1967, más de 1,000 personas negras acudieron a Newark. La rebelión y los numerosos negros que descendieron en la convención obligaron a los organizadores a utilizar el concepto de Black Power como herramienta para el cambio revolucionario.
Para Kennedy, la conferencia de Newark y las siguientes Conferencias sobre el Poder Negro fueron importantes porque enfatizaron el uso del poder colectivo por parte de los negros para desafiar el racismo y el imperialismo estadounidenses. A través de estas conferencias, Kennedy definió más completamente su pensamiento sobre el poder y la capacidad de las personas oprimidas para usar la fuerza de su grupo. Ella abogó por una forma de pluralismo del Poder Negro representado por líderes tan diversos como Malcolm X (después de su separación de la Nación del Islam), Adam Clayton Powell y Nathan Wright.
Los pluralistas del Poder Negro argumentaron que Estados Unidos estaba monopolizado por el poder blanco, que históricamente había servido para evitar que los afroamericanos se liberaran; para que los negros desafiaran este opresivo monopolio, necesitaban avanzar hacia una posición de fuerza comunitaria. La mayoría de los pluralistas creían que podían transferir su solidaridad racial y su poder al poder de decisión nacional y local. Sostuvieron que, como resultado, los negros, la nación y el mundo se transformarían para mejorar.
Kennedy no atribuyó a ningún otro movimiento tanto potencial para ilustrar las contradicciones de la democracia estadounidense y, por lo tanto, a la hora de articular los principios democráticos no solo para los negros, sino para todos. Al igual que muchos otros radicales, vio el desarrollo del poder chicano, nativo americano y femenino como una consecuencia esperada del énfasis de Black Power en la liberación y la autodeterminación.
Como co-facilitador (junto con Ossie Davis) del taller de medios de la conferencia, Kennedy usó la sesión para discutir estrategias para desafiar a los medios, destacando la importancia de compartir información táctica a través de líneas de movimiento. No mucho después de que comenzara el taller, Kennedy fue interrumpida por una conmoción en la parte posterior de la sala. La reina madre Moore estaba de pie exigiendo que se les pidiera a dos intrusos blancos que estaban sentados en la última fila que se fueran.
Moore, que había fundado el Comité de Reparaciones en 1962, era una voz poderosa en los círculos nacionalistas negros. Su voz bramó por toda la habitación: "¡Estas mujeres blancas tienen que salir! ¡Esta reunión es solo para negros! ”Los activistas sentados en las primeras filas se dieron vuelta para ver a las feministas blancas y miembros de NOW, Ti-Grace Atkinson y Peg Brennan, encogiéndose en sus asientos mientras Moore estaba sobre ellos.
Desde el escenario, Kennedy salió rápidamente en su defensa: “¡Estos son mis invitados! ¡No invito a las personas a algún lugar y luego les digo que se vayan! "Pero a Moore ya los demás asistentes no les importaba a quiénes eran las invitadas, solo querían que salieran. El movimiento del Poder Negro iba a ser diferente a la lucha por los derechos civiles, donde se alentaba directamente la participación de los blancos. En contraste, Black Power promovió la política negra independiente, y la participación de los blancos en la conferencia amenazó con interrumpir este objetivo.
A medida que la discusión entre Kennedy y Moore se intensificó, la sala se tensó y los cuerpos comenzaron a levantarse de sus asientos. Atkinson recuerda a alguien en la multitud que amenaza con matar a Kennedy por traer a las mujeres blancas a la Conferencia del Poder Negro. "Haz lo que tienes que hacer", respondió Kennedy. "He vivido mi vida".
Otro invitado no deseado en la sala escapó de la indignación centrada en Atkinson y Brennan. El agente del FBI que monitoreaba a Kennedy en la conferencia notó cómo se hizo más fuerte y más beligerante mientras "dirigía la blasfemia contra los negros presentes, y se negó a pedirle a los blancos presentes que se fueran".
Temerosa de lo que podría suceder a continuación, Brennan "salió de allí rápido". Cuando Kennedy vio que Brennan se iba, le ordenó a Atkinson que "se quedara donde está". Temblorosa, Atkinson se congeló, sin atreverse a abandonar su silla. Para su sorpresa, Moore y sus partidarios finalmente cedieron. Kennedy y los otros facilitadores regresaron a sus presentaciones con Atkinson escuchando en silencio, mirándose los pies.
Años más tarde, Atkinson describió su decisión de asistir a la conferencia como "loca". Sin embargo, ella estaba profundamente agradecida por la oportunidad que Kennedy le brindó para presenciar el movimiento del Poder Negro durante sus años de formación. Escuchar a activistas negros trazar estrategias y formular resoluciones de talleres "transformó" su creciente política feminista. Atkinson comentó:
“Ella siempre estaba tratando de unirlo y [tengo que decirlo] de muchas maneras, tal vez fue una mala idea, torpe o difícil. Pero, es por eso que personas como yo realmente se transformaron no solo en términos de política en general, sino a causa de mi feminismo. Profundizó todo ".
Kennedy comenzó a ayudar a las feministas blancas a aprender del movimiento Black Power cuando se unió al capítulo de NOW en Nueva York solo ocho meses antes de la Conferencia de Black Power. Con frecuencia invitó a jóvenes feministas como Atkinson, Brennan y Anselma Dell'Olio a Black Power y a las reuniones y marchas en contra de la guerra de Vietnam.
Atkinson recuerda cómo Kennedy quería que las jóvenes feministas fueran testigos de "un grupo de personas en transición y en evolución". La confrontación en el taller de la conferencia revela mucho sobre el valor que Kennedy asignó a las feministas blancas que aprenden de la lucha del Poder Negro y se convierten en un brazo adicional. En la batalla por derrotar al estado represivo.

“Estábamos observando y copiamos”

Solo unas pocas semanas después, Kennedy y otros delegados de Black Power Conference asistieron a la primera convención de la Conferencia Nacional para Nuevas Políticas (NCNP) en Chicago del 31 de agosto de 1967 al 1 de septiembre de 1967. Los organizadores blancos de la conferencia especialmente esperaban que la reunión Uniría el poder negro y los movimientos de derechos civiles con los liberales blancos y los movimientos de paz radicales.
Frustrados por el hecho de que la conferencia no incluyera a los negros en la etapa inicial de planificación, algunos delegados negros salieron y anunciaron su propia convención. La mayoría, quienes se quedaron, formaron su propio Black Caucus y exigieron apoyo para las resoluciones de la Conferencia de Newark, la organización de comités de "civilización blanca" en comunidades blancas para eliminar el racismo, apoyo para todas las guerras de liberación nacional en todo el mundo y 50% de poder de voto en todos. comités
Si bien muchos organizadores blancos apoyaron estas demandas, surgió un gran debate sobre la provisión del 50%, dado que los negros conformaban solo el 15-20% de los delegados. La mayoría de los reporteros de noticias y algunos izquierdistas blancos consideraron que la aceptación de las demandas les da a los negros una ventaja injusta y antidemocrática. Sin embargo, para los conferenciantes del Black Caucus, era importante que las personas negras que lucharon en las líneas del frente y enfrentaran la peor parte de los ataques del estado recibieran un poder significativo en el liderazgo del movimiento.
En un ensayo publicado en Islamic Press International News Gram, Kennedy desafió a los "delegados disidentes" ya los reporteros que argumentaron que dar a los negros el 50% de los votos significaba que los activistas blancos tenían "lamer las botas", afirmando que "la gente blanca no "No se lame las botas cuando hacen una buena alianza, señor racista". El "ascenso constructivo del poder negro puede ser la única esperanza que tiene Estados Unidos", explicó. Los organizadores como Kennedy, Jim Forman y H. Rap ​​Brown querían que la izquierda blanca entendiera que para ser aliados efectivos antirracistas, los activistas blancos en el NCNP tenían que comprender la importancia de la autodeterminación negra.
La protesta del Black Caucus proporcionó un marco para que las feministas entendieran cómo organizarse por separado, inspirando a las mujeres a crear su propia agenda que desafiara la hegemonía del liderazgo masculino, tanto en la convención como en el nuevo movimiento de izquierda en general.
Participantes como Kennedy, Jane Adams (SDS), Shulamith Firestone, Ti-Grace Atkinson y Jo Freeman (SCLC) habían participado activamente en organizaciones o grupos de estudio que discutían la liberación de las mujeres y que a menudo también trabajaban en derechos civiles y / o nuevos movimientos de izquierda. La mayoría de estas mujeres asistieron al Taller de Mujeres de NCNP. Sin embargo, algunos sintieron que sus líderes se enfocaron más en desafiar la guerra que en enfrentar la opresión sexista.
Según Freeman, ella y Firestone se quedaron despiertos toda la noche, creando nuevas resoluciones que tomaron una postura más directa contra la opresión de las mujeres. Siguiendo el ejemplo del Black Caucus, exigieron el 51% de los votos de la convención, argumentando que las mujeres representaban el 51% de la población. También insistieron en que la convención apoya la igualdad total de las mujeres en la educación y el empleo, condena a los medios de comunicación masivos por perpetuar los estereotipos de las mujeres, se une a varias luchas de liberación y reconoce que la mayoría de las mujeres negras están doblemente oprimidas.
Las mujeres amenazaron con atar la conferencia con mociones de procedimiento si sus resoluciones no se debatían en el piso de la convención. Los organizadores de la conferencia finalmente concedieron y agregaron las resoluciones de las mujeres a la agenda. Sin embargo, William Pepper, director ejecutivo de NCNP, despidió rápidamente a las mujeres cuando llegó el momento de leer sus resoluciones.
Frustradas, varias mujeres corrieron hacia el micrófono e intentaron hacer oír sus resoluciones. En un movimiento infame, Pepper le dio a "Shulie [Firestone] una palmadita en la cabeza y dijo: 'Muévete, niña, tenemos más temas importantes que hablar aquí que la Liberación de la Mujer'". Este incidente vino a representar la "génesis" del radical. Movimiento de liberación predominantemente de mujeres blancas.
Kennedy había acogido con satisfacción la creación de un Taller para Mujeres e insistió en que la opresión de las mujeres se abordara en el piso de la convención. De hecho, al mismo tiempo que Freeman y Firestone escribían sus resoluciones, Kennedy estaba en su habitación de hotel entrenando a Atkinson para que escribiera y difundiera una declaración que abordara las conexiones entre sexismo, racismo e imperialismo. Cada noche, Kennedy regresaba a la habitación y compartía sus experiencias con Black Caucus con Atkinson y otras feministas blancas de NOW. Atkinson notó que Kennedy tenía una "profunda ... influencia ... en algunos de nosotros ... estábamos observando y copiamos" la estrategia del Black Caucus.
Años después, Atkinson y Brennan recordaron que Kennedy les ayudó a comprender la importancia de apoyar a otros movimientos sociales como parte de su política feminista. Atkinson describió cómo Kennedy impulsó a las feministas blancas a apoyar los movimientos negros porque para "Flo, [fue] fue realmente fundamental ... expandir la comprensión y el apoyo".
Kennedy vio la organización feminista en la conferencia como el tipo de préstamo práctico de tácticas de movimiento que debían llevarse a cabo entre los organizadores. Tanto Kennedy como Atkinson esperaban que las participantes (en su mayoría blancas) del Taller para Mujeres siguieran luchando para acabar con el racismo, el sexismo y el imperialismo después de abandonar la conferencia.
La declaración que Kennedy dirigió a Atkinson para escribir enfatizó las luchas que los negros estaban librando en la conferencia y en todo el país, describiendo la opresión racial como el problema más "justificable de inmediato". Pero la declaración fue un paso más allá al argumentar que "la discriminación contra los negros debería recordarnos la discriminación que afecta a las mujeres".
Usando estadísticas de la declaración de propósitos de NOW, Atkinson y Kennedy descartaron la idea popular de que las mujeres no eran un grupo oprimido. Instaron a las participantes del Taller de Mujeres a seguir el liderazgo del Caucus Negro y presionar por su propia liberación.
A través de una lista detallada de sugerencias para la "acción inmediata", Atkinson y Kennedy enfatizaron las conexiones entre la opresión específica de las mujeres y la responsabilidad de las mujeres de apoyar a los movimientos sociales en general. Llamaron especialmente la atención sobre el hecho de que las mujeres no eran solo blancas. La declaración también repitió los puntos de Kennedy de que las mujeres deberían entender su "poder de compra" como consumidoras y "hacer cumplir sus demandas sobre los medios de comunicación, las empresas y el gobierno irresponsables"; participar en todas las actividades que afectan a la comunidad; y “asumir el liderazgo en autodeterminación para mujeres y niños”.
Sin embargo, fue una de las últimas sugerencias que subrayó más plenamente la comprensión de Kennedy sobre las formas en que las mujeres blancas deberían participar en la organización feminista. Como mantuvieron las feministas, sostuvo Kennedy, su política exigía que fueran tanto antirracistas como antiimperialistas, y que estuvieran firmemente unidas con estas luchas:
“Las mujeres de la Nueva Política deben asumir su responsabilidad política apoyando activamente las protestas como las que se oponen al proyecto y las de las comunidades negras. Este apoyo se debe demostrar activamente mediante la protesta contra las actividades policiales delictivas y la comparecencia en los procedimientos de la sala de tribunal [sic] que involucran a los defensores del proyecto, los manifestantes negros o los acusados. Las mujeres deben aumentar su apoyo a quienes soportan la carga real de sus compromisos morales declarados ".
Con el cierre del NCNP, Kennedy regresó a Nueva York, donde continuaría vinculando el feminismo, el antirracismo y el antiimperialismo como miembro de NOW.

AHORA y el poder negro

Aunque NOW se fundó en Washington, DC en 1966, el capítulo de Nueva York fundado en enero de 1967 se convirtió rápidamente en el ala más grande y activa. Kennedy junto con las feministas negras Shirley Chisholm y Pauli Murray y las feministas blancas Kate Millet y la presidenta nacional de NOW, Betty Friedan, fueron todas las primeras miembros de NOW.
Kennedy se unió al grupo con el objetivo de trabajar con mujeres y hombres en temas que afectan a todas las mujeres. Para ella, eso significaba no solo desafiar la discriminación sexista en el trabajo y las leyes reproductivas represivas, sino también protestar por la guerra de Vietnam y luchar por la liberación de los negros. Estaba especialmente centrada en las feministas blancas que apoyaban el movimiento Black Power.
Tanto Kennedy como Atkinson se inspiraron en el éxito del Black Caucus al aprobar sus resoluciones en el NCNP y querían continuar la discusión de la conferencia sobre Black Power en casa. Con esto en mente, Atkinson sugirió que se realice un panel en la reunión de AHORA en noviembre para discutir la relación de Black Power con el movimiento de mujeres. Kennedy y Atkinson invitaron a los organizadores de la Conferencia Newark Black Power, Nathan Wright y Omar Ahmed, así como a Betty Shabazz y una delegada del Comité Negro de NCNP, Verta Mae Smart-Grosvenor.
Las actas del capítulo de la reunión brindan ideas extrañas sobre lo que algunas feministas blancas sacaron de la discusión. Junto al nombre de cada orador, la secretaria de NOW describió brevemente la afiliación del orador al movimiento Black Power y registró las impresiones generales de su presentación. Para el líder de Black Power, Nathan Wright, ella escribió burlonamente lo que creía que era la suma total de su charla: "¡Tú me estás presionando!"
La mímica bastarda del dialecto negro ilustra las maneras desdeñosas en que algunas feministas blancas vieron a Black Power y sus preocupaciones, al no desafiar su propio racismo. Además, proporciona información sobre la cultura organizativa represiva de NOW y las luchas de poder interpersonales y racistas que plagarían a la organización.
Aunque el liderazgo de NOW no estaba interesado en el panel de "Poder Negro y Mujeres", Friedan todavía esperaba que Atkinson pudiera ser un activo para la junta directiva del grupo. Ella veía a Atkinson como un protegido que eventualmente superaría su curiosidad sobre el Poder Negro y el radicalismo de los sesenta que Kennedy había provocado. Friedan confiaba en que el "acento de la línea principal y el buen aspecto rubio de Atkinson sería perfecto ... para recaudar dinero" de otras mujeres blancas. Con estas esperanzas en mente, Friedan votó por Atkinson para asumir la presidencia del capítulo de AHORA en Nueva York.
No pasó mucho tiempo antes de que ella lamentara su decisión. En unos meses, Friedan se cansó de los continuos intentos de Kennedy y Atkinson de radicalizarse AHORA. Ella vio la fascinación de Atkinson por el radicalismo militante como un obstáculo potencial para el crecimiento del movimiento feminista y también fue muy crítica con el nuevo movimiento de liberación de las mujeres.
Para el verano de 1968, grupos como New York Radical Women y Cell 16 organizaban protestas y grupos de estudio desafiando las ideas tradicionales sobre la condición de mujer. Friedan creía que estas mujeres "hippies" tomaban prestados demasiado del Poder Negro y los nuevos movimientos de izquierda y "debido a que habían cortado sus ojos políticos sobre las doctrinas de la guerra de clases aplicadas al problema de la raza, trataron de adaptar demasiado literalmente la ideología de Guerra de clases y raza a las situaciones de las mujeres ".
Así, según Friedan, las feministas radicales como Atkinson socavaron el movimiento de mujeres con sus ideas abstractas del separatismo de las mujeres, "manhat" y "guerra sexual". Esta insistencia en dividir las preocupaciones feministas "legítimas" del interés de las feministas radicales en el Poder Negro y la nueva El radicalismo de izquierda plagó el capítulo de Nueva York AHORA. El conflicto llegó a un punto crítico durante la reunión de miembros del 17 de octubre de 1968.

Formando el movimiento del 17 de octubre

La tensión entre el liderazgo nacional de NOW y las feministas radicales en el capítulo de Nueva York había crecido constantemente desde el panel "Black Power and Women". Se agudizó después de que Atkinson y Kennedy tomaron la causa de Valerie Solanas. Solanas fue la autora del Manifiesto de SCUM [Sociedad para Cortar Hombres] y le disparó a Andy Warhol porque ella afirmó que la había estafado.
Ese verano Kennedy accedió a representar a Solanas. Ella y Atkinson intentaron pintar a Solanas como una feminista radical que tomaba las armas contra la opresión sexista. Friedan estaba enfurecido de que ellas y otras feministas de NOW se estaban alineando con esta causa o con el radicalismo en general.
Mientras tanto, las feministas más radicales de NOW estaban discutiendo formas de transformar la organización para que luchara no solo por "poner a las mujeres en posiciones de poder" sino por "destruir las posiciones de poder". Friedan trató de evitar que los "locos" tomen el control La organización votando en contra de la reelección de Atkinson a la presidencia.
Friedan creía que Atkinson sabía que no la reelegirían, y que, en un esfuerzo por frustrar lo inevitable, "presentó una propuesta para abolir el cargo de presidente y la elección democrática de oficiales ... que permitiría a los 'locos' hacerse cargo y manipular las decisiones, sin rendir cuentas a la membresía ”. Atkinson, por otro lado, recordó su propuesta de reestructurar la presidencia como un esfuerzo para ayudar a AHORA a ser más eficiente y para mantener el ritmo del modelo participativo de liderazgo que era una filosofía común que circulaba En negro y nuevos movimientos de izquierda.
Unos días antes de la reunión de miembros de NOW, un pequeño grupo de feministas radicales se reunieron en el departamento de Atkinson para discutir cómo podrían impulsar al capítulo en una nueva dirección y resolver el creciente faccionalismo. Algunas de las mujeres incluso amenazaron con abandonar la organización si no aprobaban su moción de presidentes rotativos.
En el día de la reunión de miembros, Atkinson permaneció en silencio mientras Kennedy y otros "instaron a un experimento en democracia participativa". Kennedy recuerda que la discusión fue muy polémica cuando algunos de los líderes de NOW comenzaron una letanía de "abucheos y silbidos" como las feministas radicales. Presentaron sus ideas. No en vano, la moción para crear una presidencia rotativa fue derrotada.
Atkinson abandonó la reunión suponiendo que sus compañeras feministas cumplirían su amenaza original de renunciar. Ella fue a su casa y escribió una carta para renunciar a NOW y un comunicado de prensa que criticaba a NOW por "abogar por la jerarquía de oficinas" y por no entender que "la lucha contra las relaciones de poder desiguales entre hombres y mujeres exige luchar contra el poder desigual en todas partes". Pronto se dio cuenta de que "Fue el único que renunció". Atkinson recordó que Friedan estaba "conmocionado porque ... [ella] pensó que todas las mujeres jóvenes se iban a ir con [yo]". Alentada por este descubrimiento, Friedan procedió a hacer declaraciones públicas que describían cómo Atkinson se fue ahora solo.
Kennedy nunca había prometido irse AHORA si la votación era derrotada. Tenía la intención de quedarse aunque no estaba satisfecha con el resultado de la reunión. Pero una vez que Friedan publicó declaraciones que ridiculizaban a Atkinson como marginal e insignificante para el movimiento de mujeres, ella cambió su curso y renunció de inmediato. "Vi la importancia de un movimiento feminista", dice, "y me quedé allí porque quería hacer todo lo posible para mantenerlo vivo, pero cuando vi lo retardado que era AHORA, pensé: 'mi Dios, quién necesita ¿esta?'"
La carta de renuncia de Kennedy enumera muchas razones para abandonar AHORA, en particular el hostigamiento de las feministas radicales que intentaron empujar a la organización en una dirección más progresista. Kennedy estaba indignada por el racismo de Friedan y su fracaso en apoyar la liberación de los negros y los movimientos contra la guerra. Kennedy sostuvo que ella no era el tipo de activista que luchó por el control de una organización y en momentos como estos, recordó haber pensado: "No puedo perder mi tiempo en esta mierda" y, a menudo, se fue y estableció una [nueva ] comité ".
Atkinson y Kennedy fueron los únicos dos miembros que renunciaron oficialmente a NOW, formando un nuevo grupo feminista radical, el Movimiento 17 de Octubre (llamado así por el día que Atkinson se fue AHORA). La historia del Movimiento 17 de octubre ocupa un lugar destacado en el nacimiento de la lucha feminista radical predominantemente blanca y se cita comúnmente como un ejemplo de la división entre el feminismo liberal y radical, o entre las generaciones mayores y más jóvenes de feministas blancas.
Falta de esta historia que a menudo se cuenta es la centralidad de la feminista negra Flo Kennedy y su liderazgo para ayudar a las jóvenes feministas a adoptar una visión más amplia del feminismo. De hecho, el Movimiento 17 de octubre reflejó la preocupación de Kennedy de que el movimiento feminista se concentre en las conexiones entre sexismo, imperialismo y racismo. Atkinson a menudo describió el Movimiento 17 de octubre como "una coalición de acción del movimiento estudiantil, el movimiento de mujeres y el movimiento negro" y decidió acabar con todas las formas de opresión.
Si bien el fracaso de NOW en ver el feminismo en términos más integrales ayudó a impulsar la creación del Movimiento 17 de octubre y el feminismo radical, Kennedy se mantuvo firme en el otro extremo, ayudando a empujar a las jóvenes feministas blancas hacia una praxis feminista negra interseccional que centraba la atención en Black Power. .
La historia de cómo Black Power y Flo Kennedy influyeron directamente en el movimiento feminista radical en su mayoría blanco nos ayuda a mover el feminismo negro y Black Power fuera de los márgenes de la segunda ola de la historia del movimiento feminista y acercarnos a su centro. Mientras que el Movimiento 17 de octubre cambiaría su nombre a The Feminist y perdería gran parte de su agenda ideológica antirracista, y por lo tanto todos sus miembros negros, sus orígenes ofrecen una ventana a un momento en que las feministas blancas radicales intentaron crear una feminista negra. praxis interseccional.
Como fundadora del movimiento feminista radical, Kennedy insistió en que el movimiento está a la altura de su título "radical" al mirar más allá de un enfoque limitado en la opresión de las mujeres blancas. Su historia también demuestra que si bien los movimientos y las organizaciones de los años sesenta a menudo levantaban muros, esos límites (especialmente durante el período incipiente) eran mucho más porosos de lo que los estudiosos han reconocido previamente.
Florynce Kennedy fue una fuerza importante en la fertilización cruzada de ideas de movimiento y la forja de importantes alianzas políticas. Ella entendió que "si estás luchando por la Liberación de la Mujer o ... la Liberación Negra, estás luchando contra los mismos enemigos". Su objetivo final era que las organizaciones y los activistas se enfocaran en derrotar lo que ella argumentaba que era el verdadero opresor: "el genocida sexista racista". establecimiento."
submitted by RadfemXX__ to FeminismoRadical [link] [comments]


2019.04.25 14:47 MogwaiInjustice Days Gone review roundup

Game Information

Game Title: Days Gone
Platforms:
Trailers:
Publisher: Sony Interactive Entertainment
Review Aggregator:
OpenCritic - 71 average - 47% recommended

Critic Reviews

ACG - Jeremy Penter - Wait for Sale

Video Review - Quote not available

Areajugones - Juan Linares - Spanish - 7.5 / 10
Sadly, Days Gone ends up as a failure regarding the attempt of creating one of the best survival games in the market. Despite of the fact that it is a fun game, it has far too many errors to be considered a must-have title. The story is inconsistent, the missions tend to become repetitive and there are a lot of problems regarding stability as well as bugs that, all in all, make this one of the weakest exclusive game to be found on the PlayStation 4.
Attack of the Fanboy - William Schwartz - 4 / 5 stars
Days Gone offers a dangerous and desolate world full of bad things and bad people. if you're willing to put up with some shortcomings the reward is one of the best open-world zombie apocalypse games to date.
CGMagazine - Preston Dozsa - 6.5 / 10
Days Gone is an above average open-world game that is brought down by a weak first act, poor shooting, and a lot of technical issues.
COGconnected - Paul Sullivan - 80 / 100
Is it an excellent open world game? Not quite. Is it worth playing? Oh yeah. The gorgeous and well-built environment is a treat, and the mechanical twists on the Sony’s first party formula make Days Gone a nice spring surprise.
Critical Hit - Alessandro Barbosa - 6.5 / 10
Days Gone has moments where it reveals its brilliance, but they're buried under a litany of uninteresting and repetitive missions and numerous technical issues.
Daily Dot - AJ Moser - 2 / 5 stars
The apocalypse has never been more aimless than in Days Gone
Daily Star - Rebecca Stow - 5 / 5 stars
Post-apocalyptic Oregon is clearly a place developer Bend Studio have thought a lot about, and crafted with tremendous amounts of care and attention to detail.
Destructoid - Chris Carter - 6 / 10
Days Gone ups the open world survival ante but doesn't have enough cash to pay for the rest of the rounds of betting, making it one of the weirdest AAA releases in recent memory. If enough people buy it, its stronger moments will likely be immortalized in YouTube videos for years to come. Yet, most people will probably remember it as the open world zombie game that didn't bring much mechanically to the table. With some tweaks to the pacing, it could have reconciled its warm, frank look at humanity and been something special.
Digital Trends - Steven Petite - 2.5 / 5 stars
Days Gone is a generic open world zombie fest riddled with tedium and performance issues.
Digitally Downloaded - Harvard L. - 4 / 5 stars
For its strengths and its faults, I kept finding myself drawn back to the game’s evocative narrative all the way through.
EGM - Josh Harmon - 5.5 / 10
Derivative and beset by astounding technical problems, Days Gone is a rare misfire among Sony's first-party efforts. While the core fantasy of surviving in a world overrun with infected occasionally shines through, Bend Studio doesn't deliver nearly enough compelling moments to justify the long slog it takes to see this mediocre story through to its end.
Easy Allies - Brandon Jones - 7.5 / 10
Standing out from the ravenous zombie genre, Days Gone brings a lot of heart and massive open-world freaker hordes. It's ambitious in the length of its campaign and the size of its map, but some things just don't work as they should. *Review Copy Provided by PlayStation
Eurogamer - Malindy Hetfeld - No Recommendation / Blank
A frequently gorgeous, sadly generic open-world game that runs out of steam well before its extended play-time is over.
Gadgets 360 - Rishi Alwani - 6 / 10
As it stands, Days Gone is a flawed PS4 exclusive that delivers less than what we've come to expect from an open-world game in 2019. There's fun to be had here, but it's layered with so much busywork that playing it feels like a chore more often than not.
Game Informer - Matthew Kato - 7.8 / 10
Surviving the zombie throngs can be a thrilling experience, but the story and open-world structure come in second
Game Rant - Anthony Taormina - 4 / 5 stars
Days Gone offers a lot of excitement when facing off against its Freaker hordes as Deacon St. John, but some generic open world elements and gameplay hold it back.
Game Revolution - Jason Faulkner - 4 / 5 stars
The story is a slow-burn, but once you start getting into it, you’ll want to finish the ride.
GamePro - Linda Sprenger - German - 82 / 100
Days Gone delivers gripping survival action in a merciless post-apocalyptic world despite its forgetful story.
GameSpew - Kim Snaith - 9 / 10
Don’t write Days Gone off as “just another generic open world game”; it’s so much more than that.
GameSpot - Kallie Plagge - 5 / 10
Days Gone has its exciting moments, but it fails to say anything interesting or meaningful about its story and characters.
GameZone - Cade Onder - 6.5 / 10
As it stands, Days Gone isn't some abomination but it's not up to par with what we expect from a Sony first party game. It has significant redeemable qualities to be found in its story but still fails to deliver a tight, focused narrative without loads of extra fat or a compelling enough gameplay experience.
Gameblog - Rami Bououd - French - 6 / 10
For sure, Days Gone have a good story and characters that are pleasant to follow. But missions and gameplay are too repetitive, AI is too silly, bugs and freezes too frequent (even on PS4 Pro) to have us considering it as a fully enjoyable game. Too bad.
Gameplanet - Dan Grayson - 7.5 / 10
Days Gone is an ambitious new IP that borrows heavily from its influences. It still maintains its own identity and features some genuinely fun gameplay. It's unfortunately held back by countless technical issues, but if you're willing to tolerate these, the moment to moment gameplay is enjoyable. While there's nothing revolutionary about the game, it's worth a go if you're a zombie fan
GamesRadar+ - Leon Hurley - 3.5 / 5 stars
Days Gone is a keen and engaging open world zombie adventure despite some issues.
Gaming Nexus - Randy Kalista - 8 / 10
It took a few hours to get under my skin. But now that I've gotten into a rhythm with its post-apocalyptic horror-survivalist aspects, Days Gone puts on a good little self-serious road drama.
GamingTrend - Bryan Lawver - 60 / 100
Days Gone features some potentially interesting community-building mechanics and the appeal of a bikers vs. zombies game is hard to ignore, but it never lets its best ideas take center stage. Instead, it focuses on lackluster combat and a repetitive set of missions. It moves along on the kind of momentum that exists almost by default in big open world packed with activities, but I could never get fully engaged, partly due to its dragging pace, scattershot story, off-putting protagonist, and frequent bugs.
Glitched Africa - Marco Cocomello - 8.6 / 10
Even with its snail-pace plot, Days Gone manages to deliver a truly chilling open world experience.
God is a Geek - Chris White - 6.5 / 10
Days Gone has some moments of brilliance, but there're far too may bugs. The hordes improve the game drastically, it's just a shame that a lot of the game suffers in other avenues.
Guardian - Keith Stuart - 3 / 5 stars
This is a game of fun and fury – it’s thrilling at times, but it signifies nothing.
Hardcore Gamer - Kevin Dunsmore - 4 / 5
Like the winding roads of Farewell Wilderness that contain both serenity and danger, Days Gone is a journey with a winding range of emotions.
Hobby Consolas - Álvaro Alonso - Spanish - 87 / 100
Days Gone might be one of the most entertaining survival games we've ever played. It presents a strong narrative and systems that make the game always unpredictable. It may not be a "must have", but it sure is a damn fun video game.
IGN - Lucy O'Brien - 6.5 / 10
Fun in small bursts, but Days Gone's repetition, bland world, and meandering story make for an unremarkable ride.
IGN Middle East - Moustafa Gad - Arabic - 7.7 / 10
There is a lot to be enjoyed in Days Gone – variety in gameplay, large arsenal of weapons, satisfying stealth mechanics, and riding a motorcycle through a vast open-world. But the game takes a beating when it comes to its story, which is an in-cohesive mess with bland storytelling and shallow characters that lack any sort of charisma or real motives.
Merlin'in Kazanı - Ahmet Özçilingir - Turkish - 77 / 100
I played Days Gone, I thought that if Sony Bend Studio had more time to develop this game, it could be something way better than this product, even one of the best games of this generation.
Metro GameCentral - 6 / 10
A peculiarly constructed open world zombie game that sidelines its most unique features in favour of generic action and unengaging storytelling.
New Game Network - Alex Varankou - 66 / 100
Days Gone is a fairly typical open world post apocalyptic survival title that offers a few memorable mechanics and story beats, but is eventually consumed by genre clichés. Poor technical performance further hinders its chances of survival, but perhaps with time that wound will heal.
Next Gen Base - Ben Ward - 8.5 / 10
If you tore chunks out of Dying Light, Far Cry, The Last of Us, Sons of Anarchy and a bunch of other open-world titles then threw them all into a blender, you’d probably end up with something akin to Days Gone. It’s a game with lots to enjoy, a ton of world to explore and some sensational visuals to take in. As seemingly generic as much of it is on first glance, Days Gone opens up to prove that it’s capable of punching its weight in a crowded area of the gaming landscape. A slow start to the story might put some off, and there are still a few technical issues that raise their head on the odd occasion, but there is plenty in here that gives you cause to overlook them. Farewell, Oregon, I had a great time clearing you out of Freaks.
Nexus - Robert de Wit - 8.8 / 10
Overall, Days Gone is an absolutely brutal, rewarding, and phenomenal narrative experience, mixed with great action, and fun gameplay. It's the perfect combination of survival mechanics to make the title more intense, with natural characters, a rewarding storyline, and addictive gameplay.
Oyungezer Online - Yasin İlgün - Turkish - 7 / 10
Did I enjoy playing Days Gone? Yes, but not every minute. I would probably enjoy it much more if there were no technical difficulties that undermine the realism Days Gone was trying to create.
PSX Brasil - Bruno Henrique Vinhadel - Portuguese - 89 / 100
Days Gone may not bring so much originality into a theme already quite spent in the entertainment industry. The similarity with other games is remarkable, but does not overlap with the quality that the title presents. An interesting story, a lively and aggressive world, well-defined protagonist and excellent combat makes the Bend Studio title an excellent choice for owners of a PlayStation 4.
PlayStation Universe - John-Paul Jones - 8 / 10
Though a touch derivative and brought low on occasion by the odd technical issue, Days Gone is a sprawling and handsomely made open-world adventure that contains a surprising amount of heart and ample amounts of violence to match.
Push Square - Sammy Barker - 7 / 10
The story can drift, and the overall package isn’t quite as polished as its PS4 exclusive counterparts – but as far as gaming comfort food goes, you could feast on much worse snacks than this.
SA Gamer - Marko Swanepoel - 7 / 10
Days Gone, when it has moments of clarity, skirts the line of being brilliant. It could have been an instant classic if it weren't for the giant missteps that happened with regards to the story's pacing and some very strange decisions regarding Deacon as a character. With an expansive open-world worth exploring and well-crafted mechanics, Days Gone is an enjoyable ride, but expect to get some bugs in your face.
SECTOR.sk - Tomáš Kuník - Slovak - 8 / 10
Huge and fascinating open-world action-adventure with unique experience and some bugs.
Saudi Gamer - Arabic - 5 / 10
Days Gone is an optimistic start for Bend Studio as a open-world but it is a critical need for more polishing
Screen Rant - Ty Sheedlo - 3 / 5 stars
Days Gone follows every post-apocalypse cue in the book. It does combat, level design, and bike riding well but struggles to overcome a basic story.
Slant Magazine - Steven Scaife - 1.5 / 5 stars
The game meets the baseline level of quality we might expect from a big-budgeted joint, yet it remains a tiresome, empty experience.
Spaziogames - Domenico Musicò - Italian - 8.8 / 10
Days Gone has an astonishing and rich open world with great characters and a lot of quests to accomplish. Bend Studio is finally become great. Sony must be proud.
Spiel Times - Caleb Wysor - 8 / 10
Nothing else quite captures the experience of being hunted by a mammoth horde or finally taking them down with equal parts brain and brawn. Yes, it has its issues, there are some annoyances and oversights, but they aren’t enough to keep me from recommending Days Gone to just about everyone with a PS4.
Stevivor - Steve Wright - 6 / 10
While patches may be able to salvage quite a few of its bugs, there are some questionable design decisions that certainly can’t be fixed as easily.
Telegraph - Tom Hoggins - 5 / 10
Days Gone is a game that is, at once, both so close and so far from being what it could have been. There are certainly things here to enjoy and sufficiently pass the time. Those dusty roads of Oregon being the most prominent, but when that world is so empty and its inhabitants so vacant, it starts to become a real challenge to care.
The Escapist - Riley Constantine - 4 / 5 stars
The zombie apocalypse isn't worth surviving at first glance. Enduring a lifetime of horrible food, abysmal cellular reception, and the constant paranoia associated with living a day-to-death existence sounds overwhelming. Forget about whether or not we can strategically out-sprint an undead horde or can ruthlessly murder other survivors if necessary: the more important question is...
The Games Machine - Marco Ravetto - Italian - 8.2 / 10
Days Gone is a very nice game. It's not original or perfect, but it's really enjoyable from the title screen to the ending credits.
TheSixthAxis - Jim Hargreaves - 6 / 10
There are glimmers of true excellence here; small stretches of Days Gone can be especially fun and polished. However, the assembly of these various parts suffers from the lack of an engaging story, compelling characters, or an open world that feels organic and worth exploring.
TrueGaming - عمر العمودي - Arabic - 7.5 / 10
Days Gone offers a very good action game with its main gameplay and wide world, but it faces the same problems typical to open world game
TrustedReviews - Ryan Jones - 3.5 / 5 stars
Days Gone has a couple of fantastic ideas, including the blockbuster horde battles that offer some of the most heart-pounding zombie spectacles I've seen yet.
Twinfinite - Zhiqing Wan - 3 / 5
Days Gone is an alright first step for Bend Studio. It’s a competent open world game with massive, diverse environments for you to explore, even if there aren’t actually a lot of interesting things to do. It’s also very vanilla, and there just isn’t much substance beneath its glossy surface.
USgamer - Mike Williams - 3.5 / 5 stars
The zombie apocalypse is well-trodden territory and the open-world spin of Days Gone can only differentiate it so much. There's a strong narrative focus, but Deacon St. John doesn't carry that weight as deftly as he could. There are highlights and fun tools available within, but the game doesn't push those forward first, leaving the players to deal with some tedium first. Days Gone is a great foundation for something better though, so hopefully Bend gets the chance to improve upon it.
Unboxholics - Λεωνίδας Στραβάκος - Greek - Worth your time
Days Gone in addition to being an exciting survival adventure, is also a journey into a new, tough world. A world where one's death is the life of another, and the values that once constituted the civilized society have long since collapsed.
VG247 - Kirk McKeand - Unscored
While it’s still slightly better than most recent Xbox One exclusives, Days Gone just isn’t anywhere near the quality of the majority of PS4 first-party releases.
Video Chums - Tyler Hall - 8.8 / 10
Days Gone is an exceptionally refined and gorgeous open-world action adventure game.
VideoGamer - Joshua Wise - 8 / 10
Days Gone is a grim, beautiful B-movie; its action and writing are full of pulpy thrills, and by the end of it, I found myself liking a character called Deacon St. John – an achievement in itself.
Wccftech - Alessio Palumbo - 8.4 / 10
Days Gone puts Bend Studio once again on the map of all PlayStation gamers after many years of oblivion. While it doesn't deliver any meaningful innovations in terms of open world and gameplay mechanics, it's a fun game that sports gorgeous graphics and a surprisingly great story/cast of characters, easily paving the way for a sequel to the stories of Deacon 'the Drifter' St. John. The links above are affiliate links. As an Amazon Associate, Wccftech.com may earn from qualifying purchases.
We Got This Covered - Todd Rigney - 4 / 5 stars
Days Gone overcomes loose controls, familiar mechanics and gameplay loops, and a well-worn setting to tell a very relatable story featuring one of my favorite characters in recent years.
Worth Playing - Redmond Carolipio - 8.5 / 10
Even with all the promotion we're seeing now, Days Gone still carries the aura of a title that could be miscast and possibly overlooked at a glance, like it was for me a few years ago. You don't know until you play, and this stands as one the more pleasant and satisfying surprises of the year for me. It's been a long road to this game, but the ride is worth it.
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2019.04.25 14:04 falconbox Days Gone - Review Thread

Game Information

Game Title: Days Gone
Platforms:
Trailers:
Publisher: Sony Interactive Entertainment
Review Aggregator:
OpenCritic - 71 average - 49% recommended

Critic Reviews

ACG - Jeremy Penter - Wait for Sale

Video Review - Quote not available

Attack of the Fanboy - William Schwartz - 4 / 5 stars
Days Gone offers a dangerous and desolate world full of bad things and bad people. if you're willing to put up with some shortcomings the reward is one of the best open-world zombie apocalypse games to date.
CGMagazine - Preston Dozsa - 6.5 / 10
Days Gone is an above average open-world game that is brought down by a weak first act, poor shooting, and a lot of technical issues.
COGconnected - Paul Sullivan - 80 / 100
Is it an excellent open world game? Not quite. Is it worth playing? Oh yeah. The gorgeous and well-built environment is a treat, and the mechanical twists on the Sony’s first party formula make Days Gone a nice spring surprise.
Critical Hit - Alessandro Barbosa - 6.5 / 10
Days Gone has moments where it reveals its brilliance, but they're buried under a litany of uninteresting and repetitive missions and numerous technical issues.
Daily Dot - AJ Moser - 2 / 5 stars
The apocalypse has never been more aimless than in Days Gone
Daily Star - Rebecca Stow - 5 / 5 stars
Post-apocalyptic Oregon is clearly a place developer Bend Studio have thought a lot about, and crafted with tremendous amounts of care and attention to detail.
Destructoid - Chris Carter - 6 / 10
Days Gone ups the open world survival ante but doesn't have enough cash to pay for the rest of the rounds of betting, making it one of the weirdest AAA releases in recent memory. If enough people buy it, its stronger moments will likely be immortalized in YouTube videos for years to come. Yet, most people will probably remember it as the open world zombie game that didn't bring much mechanically to the table. With some tweaks to the pacing, it could have reconciled its warm, frank look at humanity and been something special.
Digital Trends - Steven Petite - 2.5 / 5 stars
Days Gone is a generic open world zombie fest riddled with tedium and performance issues.
Digitally Downloaded - 4 / 5 stars
For its strengths and its faults, I kept finding myself drawn back to the game’s evocative narrative all the way through.
Easy Allies - Brandon Jones - 7.5 / 10
Standing out from the ravenous zombie genre, Days Gone brings a lot of heart and massive open-world freaker hordes. It's ambitious in the length of its campaign and the size of its map, but some things just don't work as they should. *Review Copy Provided by PlayStation
Eurogamer - Malindy Hetfeld - No Recommendation / Blank
A frequently gorgeous, sadly generic open-world game that runs out of steam well before its extended play-time is over.
Gadgets 360 - Rishi Alwani - 6 / 10
As it stands, Days Gone is a flawed PS4 exclusive that delivers less than what we've come to expect from an open-world game in 2019. There's fun to be had here, but it's layered with so much busywork that playing it feels like a chore more often than not.
Game Informer - Matthew Kato - 7.8 / 10
Surviving the zombie throngs can be a thrilling experience, but the story and open-world structure come in second
Game Rant - Anthony Taormina - 4 / 5 stars
Days Gone offers a lot of excitement when facing off against its Freaker hordes as Deacon St. John, but some generic open world elements and gameplay hold it back.
Game Revolution - Jason Faulkner - 4 / 5 stars
The story is a slow-burn, but once you start getting into it, you’ll want to finish the ride.
GameSpew - Kim Snaith - 9 / 10
Don’t write Days Gone off as “just another generic open world game”; it’s so much more than that.
GameSpot - Kallie Plagge - 5 / 10
Days Gone has its exciting moments, but it fails to say anything interesting or meaningful about its story and characters.
GameZone - Cade Onder - 6.5 / 10
As it stands, Days Gone isn't some abomination but it's not up to par with what we expect from a Sony first party game. It has significant redeemable qualities to be found in its story but still fails to deliver a tight, focused narrative without loads of extra fat or a compelling enough gameplay experience.
Gameblog - Rami Bououd - French - 6 / 10
For sure, Days Gone have a good story and characters that are pleasant to follow. But missions and gameplay are too repetitive, AI is too silly, bugs and freezes too frequent (even on PS4 Pro) to have us considering it as a fully enjoyable game. Too bad.
Gameplanet - Dan Grayson - 7.5 / 10
Days Gone is an ambitious new IP that borrows heavily from its influences. It still maintains its own identity and features some genuinely fun gameplay. It's unfortunately held back by countless technical issues, but if you're willing to tolerate these, the moment to moment gameplay is enjoyable. While there's nothing revolutionary about the game, it's worth a go if you're a zombie fan
GamesRadar+ - Leon Hurley - 3.5 / 5 stars
Days Gone is a keen and engaging open world zombie adventure despite some issues.
Gaming Nexus - Randy Kalista - 8 / 10
It took a few hours to get under my skin. But now that I've gotten into a rhythm with its post-apocalyptic horror-survivalist aspects, Days Gone puts on a good little self-serious road drama.
GamingTrend - Bryan Lawver - 60 / 100
Days Gone features some potentially interesting community-building mechanics and the appeal of a bikers vs. zombies game is hard to ignore, but it never lets its best ideas take center stage. Instead, it focuses on lackluster combat and a repetitive set of missions. It moves along on the kind of momentum that exists almost by default in big open world packed with activities, but I could never get fully engaged, partly due to its dragging pace, scattershot story, off-putting protagonist, and frequent bugs.
Glitched Africa - Marco Cocomello - 8.6 / 10
Even with its snail-pace plot, Days Gone manages to deliver a truly chilling open world experience.
God is a Geek - Chris White - 6.5 / 10
Days Gone has some moments of brilliance, but there're far too may bugs. The hordes improve the game drastically, it's just a shame that a lot of the game suffers in other avenues.
Guardian - Keith Stuart - 3 / 5 stars
This is a game of fun and fury – it’s thrilling at times, but it signifies nothing.
Hardcore Gamer - Kevin Dunsmore - 4 / 5
Like the winding roads of Farewell Wilderness that contain both serenity and danger, Days Gone is a journey with a winding range of emotions.
Hobby Consolas - Álvaro Alonso - Spanish - 87 / 100
Days Gone might be one of the most entertaining survival games we've ever played. It presents a strong narrative and systems that make the game always unpredictable. It may not be a "must have", but it sure is a damn fun video game.
IGN - Lucy O'Brien - 6.5 / 10
Fun in small bursts, but Days Gone's repetition, bland world, and meandering story make for an unremarkable ride.
IGN Middle East - Moustafa Gad - Arabic - 7.7 / 10
There is a lot to be enjoyed in Days Gone – variety in gameplay, large arsenal of weapons, satisfying stealth mechanics, and riding a motorcycle through a vast open-world. But the game takes a beating when it comes to its story, which is an in-cohesive mess with bland storytelling and shallow characters that lack any sort of charisma or real motives.
Merlin'in Kazanı - Ahmet Özçilingir - Turkish - 77 / 100
I played Days Gone, I thought that if Sony Bend Studio had more time to develop this game, it could be something way better than this product, even one of the best games of this generation.
Metro GameCentral - 6 / 10
A peculiarly constructed open world zombie game that sidelines its most unique features in favour of generic action and unengaging storytelling.
New Game Network - Alex Varankou - 66 / 100
Days Gone is a fairly typical open world post apocalyptic survival title that offers a few memorable mechanics and story beats, but is eventually consumed by genre clichés. Poor technical performance further hinders its chances of survival, but perhaps with time that wound will heal.
Next Gen Base - Ben Ward - 8.5 / 10
If you tore chunks out of Dying Light, Far Cry, The Last of Us, Sons of Anarchy and a bunch of other open-world titles then threw them all into a blender, you’d probably end up with something akin to Days Gone. It’s a game with lots to enjoy, a ton of world to explore and some sensational visuals to take in. As seemingly generic as much of it is on first glance, Days Gone opens up to prove that it’s capable of punching its weight in a crowded area of the gaming landscape. A slow start to the story might put some off, and there are still a few technical issues that raise their head on the odd occasion, but there is plenty in here that gives you cause to overlook them. Farewell, Oregon, I had a great time clearing you out of Freaks.
Nexus - Robert de Wit - 8.8 / 10
Overall, Days Gone is an absolutely brutal, rewarding, and phenomenal narrative experience, mixed with great action, and fun gameplay. It's the perfect combination of survival mechanics to make the title more intense, with natural characters, a rewarding storyline, and addictive gameplay.
PSX Brasil - Bruno Henrique Vinhadel - Portuguese - 89 / 100
Days Gone may not bring so much originality into a theme already quite spent in the entertainment industry. The similarity with other games is remarkable, but does not overlap with the quality that the title presents. An interesting story, a lively and aggressive world, well-defined protagonist and excellent combat makes the Bend Studio title an excellent choice for owners of a PlayStation 4.
PlayStation Universe - John-Paul Jones - 8 / 10
Though a touch derivative and brought low on occasion by the odd technical issue, Days Gone is a sprawling and handsomely made open-world adventure that contains a surprising amount of heart and ample amounts of violence to match.
Push Square - Sammy Barker - 7 / 10
The story can drift, and the overall package isn’t quite as polished as its PS4 exclusive counterparts – but as far as gaming comfort food goes, you could feast on much worse snacks than this.
SA Gamer - Marko Swanepoel - 7 / 10
Days Gone, when it has moments of clarity, skirts the line of being brilliant. It could have been an instant classic if it weren't for the giant missteps that happened with regards to the story's pacing and some very strange decisions regarding Deacon as a character. With an expansive open-world worth exploring and well-crafted mechanics, Days Gone is an enjoyable ride, but expect to get some bugs in your face.
SECTOR.sk - Tomáš Kuník - Slovak - 8 / 10
Huge and fascinating open-world action-adventure with unique experience and some bugs.
Saudi Gamer - Arabic - 5 / 10
Days Gone is an optimistic start for Bend Studio as a open-world but it is a critical need for more polishing
Screen Rant - Ty Sheedlo - 3 / 5 stars
Days Gone follows every post-apocalypse cue in the book. It does combat, level design, and bike riding well but struggles to overcome a basic story.
Slant Magazine - Steven Scaife - 1.5 / 5 stars
The game meets the baseline level of quality we might expect from a big-budgeted joint, yet it remains a tiresome, empty experience.
Spaziogames - Domenico Musicò - Italian - 8.8 / 10
Days Gone has an astonishing and rich open world with great characters and a lot of quests to accomplish. Bend Studio is finally become great. Sony must be proud.
Spiel Times - Caleb Wysor - 8 / 10
Nothing else quite captures the experience of being hunted by a mammoth horde or finally taking them down with equal parts brain and brawn. Yes, it has its issues, there are some annoyances and oversights, but they aren’t enough to keep me from recommending Days Gone to just about everyone with a PS4.
Stevivor - Steve Wright - 6 / 10
While patches may be able to salvage quite a few of its bugs, there are some questionable design decisions that certainly can’t be fixed as easily.
The Games Machine - Marco Ravetto - Italian - 8.2 / 10
Days Gone is a very nice game. It's not original or perfect, but it's really enjoyable from the title screen to the ending credits.
TheSixthAxis - Jim Hargreaves - 6 / 10
There are glimmers of true excellence here; small stretches of Days Gone can be especially fun and polished. However, the assembly of these various parts suffers from the lack of an engaging story, compelling characters, or an open world that feels organic and worth exploring.
TrustedReviews - Ryan Jones - 3.5 / 5 stars
Days Gone has a couple of fantastic ideas, including the blockbuster horde battles that offer some of the most heart-pounding zombie spectacles I've seen yet.
Twinfinite - Zhiqing Wan - 3 / 5
Days Gone is an alright first step for Bend Studio. It’s a competent open world game with massive, diverse environments for you to explore, even if there aren’t actually a lot of interesting things to do. It’s also very vanilla, and there just isn’t much substance beneath its glossy surface.
USgamer - Mike Williams - 3.5 / 5 stars
The zombie apocalypse is well-trodden territory and the open-world spin of Days Gone can only differentiate it so much. There's a strong narrative focus, but Deacon St. John doesn't carry that weight as deftly as he could. There are highlights and fun tools available within, but the game doesn't push those forward first, leaving the players to deal with some tedium first. Days Gone is a great foundation for something better though, so hopefully Bend gets the chance to improve upon it.
Unboxholics - Λεωνίδας Στραβάκος - Greek - Worth your time
Days Gone in addition to being an exciting survival adventure, is also a journey into a new, tough world. A world where one's death is the life of another, and the values that once constituted the civilized society have long since collapsed.
VG247 - Kirk McKeand - Unscored
While it’s still slightly better than most recent Xbox One exclusives, Days Gone just isn’t anywhere near the quality of the majority of PS4 first-party releases.
Video Chums - Tyler Hall - 8.8 / 10
Days Gone is an exceptionally refined and gorgeous open-world action adventure game.
VideoGamer - Joshua Wise - 8 / 10
Days Gone is a grim, beautiful B-movie; its action and writing are full of pulpy thrills, and by the end of it, I found myself liking a character called Deacon St. John – an achievement in itself.
Wccftech - Alessio Palumbo - 8.4 / 10
Days Gone puts Bend Studio once again on the map of all PlayStation gamers after many years of oblivion. While it doesn't deliver any meaningful innovations in terms of open world and gameplay mechanics, it's a fun game that sports gorgeous graphics and a surprisingly great story/cast of characters, easily paving the way for a sequel to the stories of Deacon 'the Drifter' St. John. The links above are affiliate links. As an Amazon Associate, Wccftech.com may earn from qualifying purchases.
We Got This Covered - Todd Rigney - 4 / 5 stars
Days Gone overcomes loose controls, familiar mechanics and gameplay loops, and a well-worn setting to tell a very relatable story featuring one of my favorite characters in recent years.
Worth Playing - Redmond Carolipio - 8.5 / 10
Even with all the promotion we're seeing now, Days Gone still carries the aura of a title that could be miscast and possibly overlooked at a glance, like it was for me a few years ago. You don't know until you play, and this stands as one the more pleasant and satisfying surprises of the year for me. It's been a long road to this game, but the ride is worth it.
submitted by falconbox to DaysGone [link] [comments]


2019.04.25 14:03 falconbox Days Gone - Review Thread

Game Information

Game Title: Days Gone
Platforms:
Trailers:
Publisher: Sony Interactive Entertainment
Review Aggregator:
OpenCritic - 71 average - 49% recommended

Critic Reviews

ACG - Jeremy Penter - Wait for Sale

Video Review - Quote not available

Attack of the Fanboy - William Schwartz - 4 / 5 stars
Days Gone offers a dangerous and desolate world full of bad things and bad people. if you're willing to put up with some shortcomings the reward is one of the best open-world zombie apocalypse games to date.
CGMagazine - Preston Dozsa - 6.5 / 10
Days Gone is an above average open-world game that is brought down by a weak first act, poor shooting, and a lot of technical issues.
COGconnected - Paul Sullivan - 80 / 100
Is it an excellent open world game? Not quite. Is it worth playing? Oh yeah. The gorgeous and well-built environment is a treat, and the mechanical twists on the Sony’s first party formula make Days Gone a nice spring surprise.
Critical Hit - Alessandro Barbosa - 6.5 / 10
Days Gone has moments where it reveals its brilliance, but they're buried under a litany of uninteresting and repetitive missions and numerous technical issues.
Daily Dot - AJ Moser - 2 / 5 stars
The apocalypse has never been more aimless than in Days Gone
Daily Star - Rebecca Stow - 5 / 5 stars
Post-apocalyptic Oregon is clearly a place developer Bend Studio have thought a lot about, and crafted with tremendous amounts of care and attention to detail.
Destructoid - Chris Carter - 6 / 10
Days Gone ups the open world survival ante but doesn't have enough cash to pay for the rest of the rounds of betting, making it one of the weirdest AAA releases in recent memory. If enough people buy it, its stronger moments will likely be immortalized in YouTube videos for years to come. Yet, most people will probably remember it as the open world zombie game that didn't bring much mechanically to the table. With some tweaks to the pacing, it could have reconciled its warm, frank look at humanity and been something special.
Digital Trends - Steven Petite - 2.5 / 5 stars
Days Gone is a generic open world zombie fest riddled with tedium and performance issues.
Digitally Downloaded - 4 / 5 stars
For its strengths and its faults, I kept finding myself drawn back to the game’s evocative narrative all the way through.
Easy Allies - Brandon Jones - 7.5 / 10
Standing out from the ravenous zombie genre, Days Gone brings a lot of heart and massive open-world freaker hordes. It's ambitious in the length of its campaign and the size of its map, but some things just don't work as they should. *Review Copy Provided by PlayStation
Eurogamer - Malindy Hetfeld - No Recommendation / Blank
A frequently gorgeous, sadly generic open-world game that runs out of steam well before its extended play-time is over.
Gadgets 360 - Rishi Alwani - 6 / 10
As it stands, Days Gone is a flawed PS4 exclusive that delivers less than what we've come to expect from an open-world game in 2019. There's fun to be had here, but it's layered with so much busywork that playing it feels like a chore more often than not.
Game Informer - Matthew Kato - 7.8 / 10
Surviving the zombie throngs can be a thrilling experience, but the story and open-world structure come in second
Game Rant - Anthony Taormina - 4 / 5 stars
Days Gone offers a lot of excitement when facing off against its Freaker hordes as Deacon St. John, but some generic open world elements and gameplay hold it back.
Game Revolution - Jason Faulkner - 4 / 5 stars
The story is a slow-burn, but once you start getting into it, you’ll want to finish the ride.
GameSpew - Kim Snaith - 9 / 10
Don’t write Days Gone off as “just another generic open world game”; it’s so much more than that.
GameSpot - Kallie Plagge - 5 / 10
Days Gone has its exciting moments, but it fails to say anything interesting or meaningful about its story and characters.
GameZone - Cade Onder - 6.5 / 10
As it stands, Days Gone isn't some abomination but it's not up to par with what we expect from a Sony first party game. It has significant redeemable qualities to be found in its story but still fails to deliver a tight, focused narrative without loads of extra fat or a compelling enough gameplay experience.
Gameblog - Rami Bououd - French - 6 / 10
For sure, Days Gone have a good story and characters that are pleasant to follow. But missions and gameplay are too repetitive, AI is too silly, bugs and freezes too frequent (even on PS4 Pro) to have us considering it as a fully enjoyable game. Too bad.
Gameplanet - Dan Grayson - 7.5 / 10
Days Gone is an ambitious new IP that borrows heavily from its influences. It still maintains its own identity and features some genuinely fun gameplay. It's unfortunately held back by countless technical issues, but if you're willing to tolerate these, the moment to moment gameplay is enjoyable. While there's nothing revolutionary about the game, it's worth a go if you're a zombie fan
GamesRadar+ - Leon Hurley - 3.5 / 5 stars
Days Gone is a keen and engaging open world zombie adventure despite some issues.
Gaming Nexus - Randy Kalista - 8 / 10
It took a few hours to get under my skin. But now that I've gotten into a rhythm with its post-apocalyptic horror-survivalist aspects, Days Gone puts on a good little self-serious road drama.
GamingTrend - Bryan Lawver - 60 / 100
Days Gone features some potentially interesting community-building mechanics and the appeal of a bikers vs. zombies game is hard to ignore, but it never lets its best ideas take center stage. Instead, it focuses on lackluster combat and a repetitive set of missions. It moves along on the kind of momentum that exists almost by default in big open world packed with activities, but I could never get fully engaged, partly due to its dragging pace, scattershot story, off-putting protagonist, and frequent bugs.
Glitched Africa - Marco Cocomello - 8.6 / 10
Even with its snail-pace plot, Days Gone manages to deliver a truly chilling open world experience.
God is a Geek - Chris White - 6.5 / 10
Days Gone has some moments of brilliance, but there're far too may bugs. The hordes improve the game drastically, it's just a shame that a lot of the game suffers in other avenues.
Guardian - Keith Stuart - 3 / 5 stars
This is a game of fun and fury – it’s thrilling at times, but it signifies nothing.
Hardcore Gamer - Kevin Dunsmore - 4 / 5
Like the winding roads of Farewell Wilderness that contain both serenity and danger, Days Gone is a journey with a winding range of emotions.
Hobby Consolas - Álvaro Alonso - Spanish - 87 / 100
Days Gone might be one of the most entertaining survival games we've ever played. It presents a strong narrative and systems that make the game always unpredictable. It may not be a "must have", but it sure is a damn fun video game.
IGN - Lucy O'Brien - 6.5 / 10
Fun in small bursts, but Days Gone's repetition, bland world, and meandering story make for an unremarkable ride.
IGN Middle East - Moustafa Gad - Arabic - 7.7 / 10
There is a lot to be enjoyed in Days Gone – variety in gameplay, large arsenal of weapons, satisfying stealth mechanics, and riding a motorcycle through a vast open-world. But the game takes a beating when it comes to its story, which is an in-cohesive mess with bland storytelling and shallow characters that lack any sort of charisma or real motives.
Merlin'in Kazanı - Ahmet Özçilingir - Turkish - 77 / 100
I played Days Gone, I thought that if Sony Bend Studio had more time to develop this game, it could be something way better than this product, even one of the best games of this generation.
Metro GameCentral - 6 / 10
A peculiarly constructed open world zombie game that sidelines its most unique features in favour of generic action and unengaging storytelling.
New Game Network - Alex Varankou - 66 / 100
Days Gone is a fairly typical open world post apocalyptic survival title that offers a few memorable mechanics and story beats, but is eventually consumed by genre clichés. Poor technical performance further hinders its chances of survival, but perhaps with time that wound will heal.
Next Gen Base - Ben Ward - 8.5 / 10
If you tore chunks out of Dying Light, Far Cry, The Last of Us, Sons of Anarchy and a bunch of other open-world titles then threw them all into a blender, you’d probably end up with something akin to Days Gone. It’s a game with lots to enjoy, a ton of world to explore and some sensational visuals to take in. As seemingly generic as much of it is on first glance, Days Gone opens up to prove that it’s capable of punching its weight in a crowded area of the gaming landscape. A slow start to the story might put some off, and there are still a few technical issues that raise their head on the odd occasion, but there is plenty in here that gives you cause to overlook them. Farewell, Oregon, I had a great time clearing you out of Freaks.
Nexus - Robert de Wit - 8.8 / 10
Overall, Days Gone is an absolutely brutal, rewarding, and phenomenal narrative experience, mixed with great action, and fun gameplay. It's the perfect combination of survival mechanics to make the title more intense, with natural characters, a rewarding storyline, and addictive gameplay.
PSX Brasil - Bruno Henrique Vinhadel - Portuguese - 89 / 100
Days Gone may not bring so much originality into a theme already quite spent in the entertainment industry. The similarity with other games is remarkable, but does not overlap with the quality that the title presents. An interesting story, a lively and aggressive world, well-defined protagonist and excellent combat makes the Bend Studio title an excellent choice for owners of a PlayStation 4.
PlayStation Universe - John-Paul Jones - 8 / 10
Though a touch derivative and brought low on occasion by the odd technical issue, Days Gone is a sprawling and handsomely made open-world adventure that contains a surprising amount of heart and ample amounts of violence to match.
Push Square - Sammy Barker - 7 / 10
The story can drift, and the overall package isn’t quite as polished as its PS4 exclusive counterparts – but as far as gaming comfort food goes, you could feast on much worse snacks than this.
SA Gamer - Marko Swanepoel - 7 / 10
Days Gone, when it has moments of clarity, skirts the line of being brilliant. It could have been an instant classic if it weren't for the giant missteps that happened with regards to the story's pacing and some very strange decisions regarding Deacon as a character. With an expansive open-world worth exploring and well-crafted mechanics, Days Gone is an enjoyable ride, but expect to get some bugs in your face.
SECTOR.sk - Tomáš Kuník - Slovak - 8 / 10
Huge and fascinating open-world action-adventure with unique experience and some bugs.
Saudi Gamer - Arabic - 5 / 10
Days Gone is an optimistic start for Bend Studio as a open-world but it is a critical need for more polishing
Screen Rant - Ty Sheedlo - 3 / 5 stars
Days Gone follows every post-apocalypse cue in the book. It does combat, level design, and bike riding well but struggles to overcome a basic story.
Slant Magazine - Steven Scaife - 1.5 / 5 stars
The game meets the baseline level of quality we might expect from a big-budgeted joint, yet it remains a tiresome, empty experience.
Spaziogames - Domenico Musicò - Italian - 8.8 / 10
Days Gone has an astonishing and rich open world with great characters and a lot of quests to accomplish. Bend Studio is finally become great. Sony must be proud.
Spiel Times - Caleb Wysor - 8 / 10
Nothing else quite captures the experience of being hunted by a mammoth horde or finally taking them down with equal parts brain and brawn. Yes, it has its issues, there are some annoyances and oversights, but they aren’t enough to keep me from recommending Days Gone to just about everyone with a PS4.
Stevivor - Steve Wright - 6 / 10
While patches may be able to salvage quite a few of its bugs, there are some questionable design decisions that certainly can’t be fixed as easily.
The Games Machine - Marco Ravetto - Italian - 8.2 / 10
Days Gone is a very nice game. It's not original or perfect, but it's really enjoyable from the title screen to the ending credits.
TheSixthAxis - Jim Hargreaves - 6 / 10
There are glimmers of true excellence here; small stretches of Days Gone can be especially fun and polished. However, the assembly of these various parts suffers from the lack of an engaging story, compelling characters, or an open world that feels organic and worth exploring.
TrustedReviews - Ryan Jones - 3.5 / 5 stars
Days Gone has a couple of fantastic ideas, including the blockbuster horde battles that offer some of the most heart-pounding zombie spectacles I've seen yet.
Twinfinite - Zhiqing Wan - 3 / 5
Days Gone is an alright first step for Bend Studio. It’s a competent open world game with massive, diverse environments for you to explore, even if there aren’t actually a lot of interesting things to do. It’s also very vanilla, and there just isn’t much substance beneath its glossy surface.
USgamer - Mike Williams - 3.5 / 5 stars
The zombie apocalypse is well-trodden territory and the open-world spin of Days Gone can only differentiate it so much. There's a strong narrative focus, but Deacon St. John doesn't carry that weight as deftly as he could. There are highlights and fun tools available within, but the game doesn't push those forward first, leaving the players to deal with some tedium first. Days Gone is a great foundation for something better though, so hopefully Bend gets the chance to improve upon it.
Unboxholics - Λεωνίδας Στραβάκος - Greek - Worth your time
Days Gone in addition to being an exciting survival adventure, is also a journey into a new, tough world. A world where one's death is the life of another, and the values that once constituted the civilized society have long since collapsed.
VG247 - Kirk McKeand - Unscored
While it’s still slightly better than most recent Xbox One exclusives, Days Gone just isn’t anywhere near the quality of the majority of PS4 first-party releases.
Video Chums - Tyler Hall - 8.8 / 10
Days Gone is an exceptionally refined and gorgeous open-world action adventure game.
VideoGamer - Joshua Wise - 8 / 10
Days Gone is a grim, beautiful B-movie; its action and writing are full of pulpy thrills, and by the end of it, I found myself liking a character called Deacon St. John – an achievement in itself.
Wccftech - Alessio Palumbo - 8.4 / 10
Days Gone puts Bend Studio once again on the map of all PlayStation gamers after many years of oblivion. While it doesn't deliver any meaningful innovations in terms of open world and gameplay mechanics, it's a fun game that sports gorgeous graphics and a surprisingly great story/cast of characters, easily paving the way for a sequel to the stories of Deacon 'the Drifter' St. John. The links above are affiliate links. As an Amazon Associate, Wccftech.com may earn from qualifying purchases.
We Got This Covered - Todd Rigney - 4 / 5 stars
Days Gone overcomes loose controls, familiar mechanics and gameplay loops, and a well-worn setting to tell a very relatable story featuring one of my favorite characters in recent years.
Worth Playing - Redmond Carolipio - 8.5 / 10
Even with all the promotion we're seeing now, Days Gone still carries the aura of a title that could be miscast and possibly overlooked at a glance, like it was for me a few years ago. You don't know until you play, and this stands as one the more pleasant and satisfying surprises of the year for me. It's been a long road to this game, but the ride is worth it.
submitted by falconbox to PS4 [link] [comments]


2019.04.25 13:55 ninjyte Days Gone - Review Thread

Game Information

Game Title: Days Gone
Genre: Action-adventure, survival-horror, zombies, post-apocalyptic, open world, Sam Witwer
Platforms: PlayStation 4
Media: E3 2016 Announce Trailer Gameplay Demo
E3 2017 Trailer Alternate Playthrough Gameplay
E3 2018 'This World Comes For You' Gameplay Demo Hands-On Gameplay
World Video Series: 'Riding the Broken Road' 'The Farewell Wilderness' 'Fighting to Survive'
Sarah & Deacon's Wedding
Story Trailer
'One Bullet' TV Commercial
The World of Days Gone Inside Bend Studio
Gameplay Trailer
Deacon's Bike Infected Predators
Developer: SIE Bend Studio Info
Developer's Headquarters: Bend, Oregon - Home of the world's last Blockbuster Video
Publisher: Sony Interactive Entertainment
Price: $59.99 USD
Release Date: April 26, 2019
More Info: /daysgone Wikipedia Page
Review Aggregator:
OpenCritic - 72 48% Recommended [Cross-Platform] Current Score Distribution
MetaCritic - 72 [PS4]
Flexibly arbitrary list of past games from Bend Studio -
Entry Score Platform, Year, # of Critics
Bubsy 3D 51 GameRankings PS1, 1996, 5 critics
Syphon Filter 90 PS1, 1999, 19 critics
Syphon Filter 2 81 GameRankings PS1, 2000, 29 critics
Syphon Filter 3 73 PS1, 2001, 19 critics
Syphon Filter: The Omega Strain 65 PS2, 2004, 47 critics
Syphon Filter: Dark Mirror 87 PSP, 2006, 58 critics
Syphon Filter: Logan's Shadow 85 PSP, 2007, 41 critics
Resistance: Retribution 81 PSP, 2009, 67 critics
Uncharted: Golden Abyss 80 PSV, 2012, 80 critics
Uncharted: Fight for Fortune 67 PSV, 2012, 25 critics

Reviews


Website/Author Aggregates' Score ~ Critic's Score Quote Platform
Eurogamer - Malindy Hetfeld Unscored ~ Unscored A frequently gorgeous, sadly generic open-world game that runs out of steam well before its extended play-time is over. PS4
VG247 - Kirk McKeand Unscored ~ Unscored While it’s still slightly better than most recent Xbox One exclusives, Days Gone just isn’t anywhere near the quality of the majority of PS4 first-party releases. PS4
ACG - Jeremy Penter Wait for Sale ~ Wait for Sale This is 'Wait for a sale' and I would say that, depending on your technical issues, there's gonna be a lot of people who might want to actually look at this as a 'Deep, deep sale'. It still looks better than a lot of other titles out there, especially even in 2019, because Sony knows how to produce titles and polish them; but the polish here is nowhere near as high as it is in those other games. That doesn't mean it actually doesn't elevate itself above others. PS4
Unboxholics - Λεωνίδας Στραβάκος - Greek Worth your time ~ Worth your time Days Gone in addition to being an exciting survival adventure, is also a journey into a new, tough world. A world where one's death is the life of another, and the values that once constituted the civilized society have long since collapsed. PS4
Daily Star - Rebecca Stow 100 ~ 5 / 5 stars Post-apocalyptic Oregon is clearly a place developer Bend Studio have thought a lot about, and crafted with tremendous amounts of care and attention to detail. PS4
GameSpew - Kim Snaith 90 ~ 9 / 10 Don’t write Days Gone off as “just another generic open world game”; it’s so much more than that. PS4
PSX Brasil - Bruno Henrique Vinhadel - Portuguese 89 ~ 89 / 100 Days Gone may not bring so much originality into a theme already quite spent in the entertainment industry. The similarity with other games is remarkable, but does not overlap with the quality that the title presents. An interesting story, a lively and aggressive world, well-defined protagonist and excellent combat makes the Bend Studio title an excellent choice for owners of a PlayStation 4. PS4
Video Chums - Tyler Hall 88 ~ 8.8 / 10 Days Gone is an exceptionally refined and gorgeous open-world action adventure game. PS4
Spaziogames - Domenico Musicò - Italian 88 ~ 8.8 / 10 Days Gone has an astonishing and rich open world with great characters and a lot of quests to accomplish. Bend Studio is finally become great. Sony must be proud. PS4
Hobby Consolas - Álvaro Alonso - Spanish 87 ~ 87 / 100 Days Gone might be one of the most entertaining survival games we've ever played. It presents a strong narrative and systems that make the game always unpredictable. It may not be a "must have", but it sure is a damn fun video game. PS4
Worth Playing - Redmond Carolipio 85 ~ 8.5 / 10 Even with all the promotion we're seeing now, Days Gone still carries the aura of a title that could be miscast and possibly overlooked at a glance, like it was for me a few years ago. You don't know until you play, and this stands as one the more pleasant and satisfying surprises of the year for me. It's been a long road to this game, but the ride is worth it. PS4
Next Gen Base - Ben Ward 85 ~ 8.5 / 10 If you tore chunks out of Dying Light, Far Cry, The Last of Us, Sons of Anarchy and a bunch of other open-world titles then threw them all into a blender, you’d probably end up with something akin to Days Gone. It’s a game with lots to enjoy, a ton of world to explore and some sensational visuals to take in. As seemingly generic as much of it is on first glance, Days Gone opens up to prove that it’s capable of punching its weight in a crowded area of the gaming landscape. A slow start to the story might put some off, and there are still a few technical issues that raise their head on the odd occasion, but there is plenty in here that gives you cause to overlook them. Farewell, Oregon, I had a great time clearing you out of Freaks. PS4
Wccftech - Alessio Palumbo 84 ~ 8.4 / 10 Days Gone puts Bend Studio once again on the map of all PlayStation gamers after many years of oblivion. While it doesn't deliver any meaningful innovations in terms of open world and gameplay mechanics, it's a fun game that sports gorgeous graphics and a surprisingly great story/cast of characters, easily paving the way for a sequel to the stories of Deacon 'the Drifter' St. John. PS4
The Games Machine - Marco Ravetto - Italian 82 ~ 8.2 / 10 Days Gone is a very nice game. It's not original or perfect, but it's really enjoyable from the title screen to the ending credits. PS4
We Got This Covered - Todd Rigney 80 ~ 4 / 5 stars Days Gone overcomes loose controls, familiar mechanics and gameplay loops, and a well-worn setting to tell a very relatable story featuring one of my favorite characters in recent years. PS4
Attack of the Fanboy - William Schwartz 80 ~ 4 / 5 stars Days Gone offers a dangerous and desolate world full of bad things and bad people. if you're willing to put up with some shortcomings the reward is one of the best open-world zombie apocalypse games to date. PS4
VideoGamer - Joshua Wise 80 ~ 8 / 10 Days Gone is a grim, beautiful B-movie; its action and writing are full of pulpy thrills, and by the end of it, I found myself liking a character called Deacon St. John – an achievement in itself. PS4
PlayStation Universe - John-Paul Jones 80 ~ 8 / 10 Though a touch derivative and brought low on occasion by the odd technical issue, Days Gone is a sprawling and handsomely made open-world adventure that contains a surprising amount of heart and ample amounts of violence to match. PS4
Hardcore Gamer - Kevin Dunsmore 80 ~ 4 / 5 Like the winding roads of Farewell Wilderness that contain both serenity and danger, Days Gone is a journey with a winding range of emotions. PS4
Digitally Downloaded - Harvard L 80 ~ 4 / 5 stars For its strengths and its faults, I kept finding myself drawn back to the game’s evocative narrative all the way through. PS4
Gaming Nexus - Randy Kalista 80 ~ 8 / 10 It took a few hours to get under my skin. But now that I've gotten into a rhythm with its post-apocalyptic horror-survivalist aspects, Days Gone puts on a good little self-serious road drama. PS4
COGconnected - Paul Sullivan 80 ~ 80 / 100 Is it an excellent open world game? Not quite. Is it worth playing? Oh yeah. The gorgeous and well-built environment is a treat, and the mechanical twists on the Sony’s first party formula make Days Gone a nice spring surprise. PS4
Game Rant - Anthony Taormina 80 ~ 4 / 5 stars Days Gone offers a lot of excitement when facing off against its Freaker hordes as Deacon St. John, but some generic open world elements and gameplay hold it back. PS4
Spiel Times - Caleb Wysor 80 ~ 8 / 10 Nothing else quite captures the experience of being hunted by a mammoth horde or finally taking them down with equal parts brain and brawn. Yes, it has its issues, there are some annoyances and oversights, but they aren’t enough to keep me from recommending Days Gone to just about everyone with a PS4. PS4
Game Revolution - Jason Faulkner 80 ~ 4 / 5 stars This is a game that doesn’t innovate or do anything new. Instead, it’s one of the titles you start seeing near the end of a console generation that polishes the ideas that other games have introduced. The story is a slow-burn, but once you start getting into it, you’ll want to finish the ride. PS4
Game Informer - Matthew Kato 78 ~ 7.8 / 10 Surviving the zombie throngs can be a thrilling experience, but the story and open-world structure come in second PS4
Merlin'in Kazanı - Ahmet Özçilingir - Turkish 77 ~ 77 / 100 I played Days Gone, I thought that if Sony Bend Studio had more time to develop this game, it could be something way better than this product, even one of the best games of this generation. PS4
Easy Allies - Brandon Jones 75 ~ 7.5 / 10 Standing out from the ravenous zombie genre, Days Gone brings a lot of heart and massive open-world freaker hordes. It's ambitious in the length of its campaign and the size of its map, but some things just don't work as they should. Written PS4
Mysca - Mysca 75 ~ 75 / 100 Once you get over the initial bump in the road, the rich world of Days Gone is easy to enjoy and can keep you occupied for hours on end. The concept is not groundbreaking, but it’s executed with intent and purpose. Featuring gameplay integrated well enough with its post apocalyptic setting to make it a special experience. PS4
Push Square - Sammy Barker 70 ~ 7 / 10 The story can drift, and the overall package isn’t quite as polished as its PS4 exclusive counterparts – but as far as gaming comfort food goes, you could feast on much worse snacks than this. PS4
TrustedReviews - Ryan Jones 70 ~ 3.5 / 5 stars Days Gone has a couple of fantastic ideas, including the blockbuster horde battles that offer some of the most heart-pounding zombie spectacles I've seen yet. PS4
USgamer - Mike Williams 70 ~ 3.5 / 5 stars The zombie apocalypse is well-trodden territory and the open-world spin of Days Gone can only differentiate it so much. There's a strong narrative focus, but Deacon St. John doesn't carry that weight as deftly as he could. There are highlights and fun tools available within, but the game doesn't push those forward first, leaving the players to deal with some tedium first. Days Gone is a great foundation for something better though, so hopefully Bend gets the chance to improve upon it. PS4
GamesRadar+ - Leon Hurley 70 ~ 3.5 / 5 stars Days Gone is a keen and engaging open world zombie adventure despite some issues. PS4
New Game Network - Alex Varankou 66 ~ 66 / 100 Days Gone is a fairly typical open world post apocalyptic survival title that offers a few memorable mechanics and story beats, but is eventually consumed by genre clichés. Poor technical performance further hinders its chances of survival, but perhaps with time that wound will heal. PS4
CGMagazine - Preston Dozsa 65 ~ 6.5 / 10 Days Gone is an above average open-world game that is brought down by a weak first act, poor shooting, and a lot of technical issues. PS4
Critical Hit - Alessandro Barbosa 65 ~ 6.5 / 10 Days Gone has moments where it reveals its brilliance, but they're buried under a litany of uninteresting and repetitive missions and numerous technical issues. PS4
GameZone - Cade Onder 65 ~ 6.5 / 10 As it stands, Days Gone isn't some abomination but it's not up to par with what we expect from a Sony first party game. It has significant redeemable qualities to be found in its story but still fails to deliver a tight, focused narrative without loads of extra fat or a compelling enough gameplay experience. PS4
IGN - Lucy O'Brien 65 ~ 6.5 / 10 Fun in small bursts, but Days Gone's repetition, bland world, and meandering story make for an unremarkable ride. PS4
GamingTrend - Bryan Lawver 60 ~ 60 / 100 Days Gone features some potentially interesting community-building mechanics and the appeal of a bikers vs. zombies game is hard to ignore, but it never lets its best ideas take center stage. Instead, it focuses on lackluster combat and a repetitive set of missions. It moves along on the kind of momentum that exists almost by default in big open world packed with activities, but I could never get fully engaged, partly due to its dragging pace, scattershot story, off-putting protagonist, and frequent bugs. PS4
Destructoid - Chris Carter 60 ~ 6 / 10 Days Gone ups the open world survival ante but doesn't have enough cash to pay for the rest of the rounds of betting, making it one of the weirdest AAA releases in recent memory. If enough people buy it, its stronger moments will likely be immortalized in YouTube videos for years to come. Yet, most people will probably remember it as the open world zombie game that didn't bring much mechanically to the table. With some tweaks to the pacing, it could have reconciled its warm, frank look at humanity and been something special. PS4
TheSixthAxis - Jim Hargreaves 60 ~ 6 / 10 There are glimmers of true excellence here; small stretches of Days Gone can be especially fun and polished. However, the assembly of these various parts suffers from the lack of an engaging story, compelling characters, or an open world that feels organic and worth exploring. PS4
Gameblog - Rami Bououd - French 60 ~ 6 / 10 For sure, Days Gone have a good story and characters that are pleasant to follow. But missions and gameplay are too repetitive, AI is too silly, bugs and freezes too frequent (even on PS4 Pro) to have us considering it as a fully enjoyable game. Too bad. PS4
Twinfinite - Zhiqing Wan 60 ~ 3 / 5 Days Gone is an alright first step for Bend Studio. It’s a competent open world game with massive, diverse environments for you to explore, even if there aren’t actually a lot of interesting things to do. It’s also very vanilla, and there just isn’t much substance beneath its glossy surface. PS4
Gadgets 360 - Rishi Alwani 60 ~ 6 / 10 As it stands, Days Gone is a flawed PS4 exclusive that delivers less than what we've come to expect from an open-world game in 2019. There's fun to be had here, but it's layered with so much busywork that playing it feels like a chore more often than not. PS4
Stevivor - Steve Wright 60 ~ 6 / 10 While patches may be able to salvage quite a few of its bugs, there are some questionable design decisions that certainly can’t be fixed as easily. PS4
Guardian - Keith Stuart 60 ~ 3 / 5 stars This is a game of fun and fury – it’s thrilling at times, but it signifies nothing. PS4
Screen Rant - Ty Sheedlo 60 ~ 3 / 5 stars Days Gone follows every post-apocalypse cue in the book. It does combat, level design, and bike riding well but struggles to overcome a basic story. PS4
Metro GameCentral - GameCentral 60 ~ 6 / 10 A peculiarly constructed open world zombie game that sidelines its most unique features in favour of generic action and unengaging storytelling. PS4
Digital Trends - Steven Petite 50 ~ 2.5 / 5 stars Days Gone is a generic open world zombie fest riddled with tedium and performance issues. PS4
GameSpot - Kallie Plagge 50 ~ 5 / 10 Days Gone has its exciting moments, but it fails to say anything interesting or meaningful about its story and characters. PS4
Daily Dot - AJ Moser 40 ~ 2 / 5 stars The apocalypse has never been more aimless than in Days Gone PS4
Slant Magazine - Steven Scaife 30 ~ 1.5 / 5 stars The game meets the baseline level of quality we might expect from a big-budgeted joint, yet it remains a tiresome, empty experience. PS4

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2019.02.06 23:47 fidjudisomada Taça de Portugal 2018/9, 1.ª Mão das Meias-Finais: SL Benfica 2-1 Sporting CP

HOUVE FUTEBOL PARA UMA VANTAGEM MAIS LARGA

Segundo dérbi em apenas quatro dias e nova vitória do Benfica com total merecimento (2-1), embora a exibição das águias pedisse e justificasse mais golos, que estiveram para acontecer antes de o Sporting reduzir, já perto do fim, num livre direto. O triunfo leva os encarnados em vantagem para a 2.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal, uma eliminatória que só se fecha em abril.
Com movimentações intensas e também boas (e rápidas) ligações das jogadas, o Benfica cedo tomou conta do duelo. Ao minuto 6, Salvio acelerou na direita, trabalhou o lance e cruzou para a entrada da área, aparecendo Gabriel, com espaço, a disparar de pé esquerdo, mas a errar por pouco nos cálculos da altura, fazendo a bola passar por cima da barra da baliza guardada por Renan.
Decorridos 12 minutos, nova elaboração da equipa benfiquista, com Seferovic a correr com bola pelo corredor central e a decidir-se por um potente remate de pé esquerdo, com a bola a raspar no corpo de um adversário e a fazer vento junto ao poste esquerdo. Cheirava a golo dos encarnados...
Seferovic, com um pequeno toque, deixou a bola ao alcance de Salvio ainda no meio campo defensivo, e depois viu-se o camisola 18 das águias arrancar a toda a velocidade com bola, esticando o ataque na direita, de onde solicitou Pizzi na zona central. O internacional português temporizou e depois entregou a bola para a entrada de Gabriel sobre a esquerda da área, cabendo ao brasileiro canhoto fechar o lance com um remate forte e cuja colocação surpreendeu Renan. Foi o primeiro golo do camisola 8 com o Manto Sagrado e mais uma assistência do "rei" Pizzi.
As águias voltaram a agitar as águas aos 21', com Seferovic a escapar nas costas da linha defensiva do Sporting, para depois fugir do guarda-redes Renan e cruzar com muito perigo, valendo aos verdes e brancos o corte in extremis de Coates.
O melhor que os leões fizeram na etapa inicial foi um contra-ataque (31') em que Bruno Gaspar operou na direita e centrou para um remate de Bruno Fernandes de fora da área, à figura de Svilar, que defendeu de forma incompleta, mas sem problemas de maior, porque Luiz Phellype, que ainda se fez à recarga, estava fora de jogo.
Na reta final do primeiro tempo do dérbi, Jardel, em dificuldades físicas, teve de ceder o lugar, entrando Ferro (38'), mais uma estreia absoluta na equipa principal do Benfica de um talento formado no Caixa Futebol Campus.
Após a pausa para recarregar energias, a equipa benfiquista foi a primeira a desenhar lances de envolvimento na zona de ataque. O Sporting respondeu por intermédio de Wendel aos 57', num momento em que teve uma nesga para furar sobre a esquerda e chutar cruzado para fora. Fortes, as águias voltaram à carga, mostrando acutilância na frente e vontade de ampliar a diferença aos 59', mas o cabeceamento de Rúben Dias foi defendido por Renan, após livre batido por Pizzi pela esquerda.
Rafa foi a jogo aos 61' (substituiu Salvio) e, pouco depois, o Benfica fez mexer o marcador outra vez.
Seferovic, sobre a esquerda, dominou no peito um passe efetuado por Pizzi a partir da ala central, centrou largo, rasteiro, e João Félix apareceu a fazer um centro-remate que levou o esférico a espirrar na perna esquerda de Illori (autogolo) e a encaminhar-se para as malhas (64').
O 3-0 esteve iminente, podia ter surgido no ataque imediato: Seferovic desmarcou-se na esquerda, controlou a bola, cruzou-a para o toque de Grimaldo perto da pequena área, mas o lateral-esquerdo do Benfica não acertou em cheio na bola e esta escaparia pela linha de fundo (66').
Depois de um remate de Wendel na zona central (75') o Benfica retaliou, já com Cervi no lugar de Pizzi (79'), criando nova ocasião de golo, desta feita fruto de uma insistência de Rafa que, da direita para o meio, fez chegar a bola a Grimaldo, na esquerda, onde o defesa chutou rasteiro, mas a rasar o poste contrário (80').
Numa fase em que o Benfica estava próximo do 3-0, o Sporting, num dos poucos remates tentados na segunda parte, reduziu na execução de um livre direto pelo pé direito de Bruno Fernandes.
Os encarnados continuavam na frente da eliminatória, mas queriam mais e ainda procuraram um terceiro golo nos derradeiros instantes. Porém, a bola não tornou a colar-se às malhas da baliza leonina.

BRUNO LAGE: "TIVEMOS MAIS OPORTUNIDADES PARA ACRESCENTAR GOLOS"

Foi com um 2-1 que o Sport Lisboa e Benfica bateu, na noite de quarta-feira, a formação do Sporting CP, numa partida referente à 1.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal. No final de mais um emocionante dérbi, o treinador Bruno Lage analisou as principais incidências, mostrou-se satisfeito com a resposta dada pela equipa e aponta à contínua evolução do seu coletivo.
Vitória dedicada a Chalana
"Não nasci, mas cresci nesta casa e é um percurso do qual me orgulho muito, pela forma como sempre fui tratado ao longo dos anos pelas pessoas… O Benfica é isto! Ultimamente têm nascido muitos jogadores e não me posso esquecer de todos os Benfiquistas que me ajudaram, os ex-jogadores, todas as pessoas que trabalham no Benfica, a crescer aqui dentro, e hoje deixo uma palavra muito especial para o nosso amigo Fernando Chalana. Queremos dedicar-lhe esta vitória."
Análise ao jogo
"Foi uma primeira parte equilibrada, mas a segunda parte foi nossa. Estivemos sempre mais perto de marcar golos, podíamos ter feito mais, tivemos mais duas ou três oportunidades para acrescentar mais um ou dois golos ao 2-0, não conseguimos. Depois é ter a capacidade e a continuidade de termos o nosso jogo mais tempo. Começámos a não ter bola, a pressionar um bocadinho mais na emoção, demos algum espaço ao Sporting e numa transição nasce uma falta e da falta nasce um bom golo. Fica o resultado de 2-1, mas, como disse na antevisão, era um jogo importante porque vinha na sequência de um dérbi e era mais um dérbi, mas não era determinante. Mesmo com o 2-0 o jogo estava em aberto e vamos discutir esta eliminatória em abril."
Diferenças dos últimos dois dérbis
"O Sporting jogou um pouco diferente. Nós tentámos fazer o mesmo jogo de início. O Sporting tentou bloquear-nos a saída à esquerda pelo Gabriel. Quando conseguimos perceber a forma de construir ficámos mais confortáveis no jogo e é esse conforto que, numa transição, nos dá o primeiro golo. As equipas estudaram-se mutuamente, o jogo foi mais equilibrado como previa, porque são duas grandes equipas. A resposta dada após esse primeiro jogo deixa-nos satisfeitos. Voltámos a dar uma boa resposta."
Uma substituição forçada e um reforço ganho
"A segunda parte do dérbi foi diferente, fizemos 30 minutos com enorme qualidade, chegámos com alguma naturalidade ao 2-0 e podíamos ter feito mais golos. Não o fizemos e há ali um período em que começa a haver desgaste, que é normal. O Sporting responde com dois pontas de lança. Precisava de uma substituição, que não foi possível fazer porque já tínhamos feito a substituição do Jardel [saiu na primeira parte]. Perdi uma substituição, mas senti que durante o jogo tínhamos conquistado um jogador [Ferro] e isso também é importante. A vencer por 2-0, podíamos ter um maior controlo do jogo com bola."
"Ainda é cedo para avaliar [a lesão de Jardel]. Estou satisfeito com toda a gente a ainda mais com aquilo que foi a prestação do Ferro. É mais um reforço da nossa equipa. Um facto curioso: o Ferro estreia-se a jogar contra o Luiz Phellype, que já defrontou nesta temporada pela equipa B. O Sporting tem essa capacidade de contratar jogadores ao Paços e o Luiz Phellype é um grande jogador, portanto, porque é que o Ferro também não pode jogar? Nós fizemos acontecer esse confronto, por isso é acreditar no trabalho, acreditar no valor destes jogadores para que na altura certa eles sejam lançados. Tinha dito que os reforços estavam em casa. Estou plenamente satisfeito com aquilo que foi a prestação do Ferro. Deu uma resposta muito positiva. Deus queira que tenhamos aqui mais um central de futuro e que faça uma bonita carreira."
A reconquista dos adeptos
"Sinto que as pessoas se divertem a ver o nosso jogo. Mas tem de ser todos os jogos. Uma equipa como o Benfica e os seus jogadores têm de estar preparados para isso. As pessoas sabem que temos bons jogadores, que querem formar e são uma belíssima equipa, têm de jogar desta maneira para os adeptos apoiarem. É o nosso trabalho. Temos de marcar presença nos jogos, estamos aqui, somos o Benfica e jogamos desta maneira. E assim os adeptos apoiam, como apoiaram os 90 minutos, incansáveis, e isso deixa-nos muito satisfeitos. Hoje, fomos arrastados pela emoção dos adeptos e tem de haver isto: dinâmica e alegria."

Coisas e Loisas

  • Ao 23.º jogo, Gabriel estreia-se a marcar pelo Benfica. Gabriel não marcava há mais de um ano. O último golo tinha sido em janeiro de 2018, pelo Leganés, no Bernabéu, frente ao Real Madrid;
  • 12.ª assistência de Pizzi esta época: é já o seu melhor registo numa temporada nos encarnados. Assistências de Pizzi no Benfica: 2014/15: 8; 2015/16: 11; 2016/17: 11; 2017/18: 10; 2018/19: 12;
  • Brasileiros que marcaram pelo Benfica em dérbis frente ao Sporting: Isaías; Luisão; Geovanni; Wando; César; Lima; William; Valdo; Chiquinho Carlos; David Luiz; Jardel; Sidnei; Ramires; Lima; Jonas; GABRIEL;
  • Aos 21 anos, Ferro estreia-se pela equipa principal do Benfica. Esta época, Ferro já realizou 19 jogos pela equipa B. No total, soma 94 jogos pela equipa B dos encarnados;
  • Há 20 anos que não havia um autogolo no dérbi: em 1998/99, Beto marcou 2 golos na própria baliza (o Benfica venceu 1x2);
  • 2.ª vitória do Benfica sobre o Sporting no espaço de 4 dias. O Benfica venceu 7 dos 8 últimos jogos (todas as competições);
  • Benfica invicto frente ao Sporting há 8 jogos: melhor registo dos encarnados desde o período entre 2009 e 2012, em que também ficou 8 jogos sem perder frente ao rival lisboeta.

Multimédia

Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o CD Nacional na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para a 21.ª rodada da Primeira Liga 2018/9. Quais as perspetivas?

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2018.10.18 22:21 zankoas Kaiserreich Alpha 0.8 'Divided States' is out!

Kaiserreich Alpha 0.8 'Divided States' is out!
0.8 'Divided States' is here! The long awaited US and Central America reworks are now live as well as the fabled Naval Tech Rework. Naturally, we have also fixed plenty of bugs and made many quality of life's changes, including some focus time adjustments. We enjoy you enjoy this taste of things to come as we put our full focus towards the legendary China rework!
The KR4 team
P.S. We are also doing the final part of our move, more information on that here: https://www.reddit.com/Kaiserreich/comments/9iichv/we_are_changing_location/
P.P.S. We’ve open a feedback thread based on some concerns we have, please take a look and keep feedback to that thread rather than in here: https://www.reddit.com/Kaiserreich/comments/9pcvkw/08_divided_states_feedback_thread
Changes
Notable Additions
Added Focus trees to:
Reworked/expanded focus trees of:
Added Events to:
Added Decisions to:
GFX
Music Mod:
As normal the change notes are too long to put here, check the full changes notes out on the wiki here: https://kaiserreich.wikia.com/wiki/KR4_Changelog
We hope you enjoy playing Kaiserreich 0.8 'Divided States' as much as we did making it!
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El hombre no llora - Wilman peña Nueva Bachata 2018 Porque un Hombre no llora SUSCRIBETE 📀Suscríbete Aquí: https://goo.gl/xr4W4y 📀Activa La 🔔... Escucha lo mejor de J Balvin: https://smarturl.it/jbalvinlomejor J BALVIN & WILLY WILLIAM “MI GENTE” https://UMLE.lnk.to/-Rc9DFp Connect with J Balvin: https... MAIS AULAS SOBRE AS PROPRIEDADES DO SOM: ALTURA DO SOM: Grave e Agudo: https://www.youtube.com/watch?v=QvVUb5R-lUk Esse som é grave ou agudo? ohttps://www.yo... Iam Egyptin I love people Follow me in instagram I'm on Instagram as @o.ghazal35. Install the app to follow my photos and videos. https://www.instagram.com/i... WILLY WILLIAM - Ego (Willy William Remix) out now. Download it here: http://apple.co/1OUyS0T Spotify: http://spoti.fi/1YpwCQU Listen to more songs like this ... Now available with english subtitles! Le titre 'Ego' disponible ici: http://apple.co/2yd5BsD - Retrouvez Willy sur ses réseaux sociaux: Facebook: https://www... Stream & Download Willy's new single : https://WillyWilliam.lnk.to/RQT-single Get the album 'Une seule vie' : https://egomusic.lnk.to/willywilliam_uneseulevi... Original Song Credits: Artists - J Balvin & Willy William Produced By - Willy William Written By - Dj Assad, Ashadally Adam, Mohombi, Willy William, Rolo & J... ROSALÍA, J Balvin - Con Altura (Letra / Lyrics) ft. El Guincho ROSALÍA & J. Balvin - “Con Altura“ (Official Video) Download & Stream “Con Altura”: http://sma... Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.