Eventos de tempo limite

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11 Esportes com cavalos para conhecer e se encantar

2020.09.23 17:23 Vedovati_Pisos 11 Esportes com cavalos para conhecer e se encantar

Você conhece um ou mais esportes com cavalos?

O cavalo é uma espécie de animal amiga e companheira do homem desde os primeiros passos da humanidade e da civilização.

Sua docilidade, inteligência e versatilidade, permitiram que esses animais pudessem ser empregados em diversas atividades. Geralmente relacionadas ao trabalho, como o transporte de cargas e pessoas.

Afinal, estamos falando de animais fortes e com boa resistência para o trabalho.

No entanto, os cavalos também são empregados em atividades voltadas ao lazer e ao esporte. Neles, os cavalos são animais que costumam dar um verdadeiro show com sua inteligência e capacidade física.

Neste artigo, reunimos 11 esportes com cavalos que vale muito a pena conhecer, se encantar… E por que não, praticar algum desses esportes equestres, não é mesmo?

Sem mais delongas, vamos começar.

1# Doma Clássica: sutileza e elegância nos esportes com cavalos
Vamos começar a nossa lista de esportes equestres com a Doma Clássica.

Também conhecida por “adestramento” ou “dressage”, a doma clássica é um dos mais elegantes esportes com cavalos. Ela faz parte das modalidades de esportes de equitação que fazem parte dos Jogos Olímpicos.

Nas Olimpíadas, esta é uma das modalidades mais exigentes, tanto para cavalos quanto para seus domadores. E nas apresentações qualquer falha ou deslize é punido com a perda de pontos preciosos.

A doma clássica é o esporte equestre que tem como principal objetivo a exaltação da majestade do animal. O eixo principal deste esporte são a força, habilidade e a beleza do cavalo. E o objetivo principal do esporte é de que o cavalo consiga responder perfeitamente aos comandos do jóquei.

As provas presentes na modalidade da doma clássica devem ser executadas com estrita harmonia e equilíbrio. Que só podem ser alcançados quando existe uma grande sintonia entre o animal e seu jóquei.

Nas apresentações deste deste esporte equestre é esperado que o cavalo seja capaz de demonstrar serenidade e imponência.

O cavalo deve conseguir executar perfeitamente movimentos como piaffe, passage, pirueta e caprioli. Esses são os parâmetros introdutórios da prática de equitação formam a base para a prática e competição na doma clássica.

Essa modalidade é tida como uma das mais elegantes e nobres entre os esportes com cavalos. É extremamente charmosa e bonita de se ver, especialmente para qualquer um que ame cavalos.

2# Corrida a Galope: um dos mais tradicionais esportes equestres
A Corrida a Galope é um dos esportes com cavalos mais tradicionais que existe. Ele é intenso, e gera muita adrenalina para quem assiste uma corrida, e mais para quem participa de uma.

Também conhecida como turfe ou corrida hípica, a corrida a galope é um dos esportes equestres mais antigos que se tem registro. Ela é praticada desde a época da Grécia Antiga, o que dá uma dimensão do apreço que a civilização tem por esse esporte com cavalos.

Hoje em dia, a forma do esporte mais popular é o turfe, praticado conforme sua origem na Inglaterra durante o século XVII. Até mesmo o termo turfe vem de “Turf”, que era a palavra usada para designar as corridas de cavalo na Inglaterra.

Nesta modalidade de esporte equestre é comum que os espectadores das corridas possam apostar em seu cavalo favorito.

Na corrida a galope os competidores conjuntos formados por um cavalo e um cavaleiro ou “jóquei”. A competição se dá em pistas preparadas especialmente, em hipódromos.

Os competidores do turfe saem ao mesmo tempo de um único ponto da pista e vence quem completar o percurso em menos tempo. Os percursos variam entre provas de cancha reta com 400 metros, até 4000 metros.

E neste caso de provas com percursos maiores as corridas são denominadas de Grandes Prêmios.

No entanto, atualmente as distâncias mais frequentes nos percursos de corridas são 1000 metros, 1600 metros e 2400 metros.

Os cavalos das raças Puro Sangue e Quarto de Milha são os mais recomendados para a prática deste esporte equestre.

3# Polo com Cavalos: equinos e o seu “futebol”
O Polo é o único do esportes com cavalos que, em alguns aspectos, até lembra o futebol.

O esporte é praticado com duas equipes com quatro cavalos montados cada, dois atacantes, um meio-campo e um defensor. O objetivo é marcar gols por meio de guiar uma bola, feita de madeira ou plástico, até a baliza usando tacos de bambu da Índia.

As partidas de polo equestre duram, geralmente, menos de uma hora para terminar. Ela é dividida em períodos conhecidos como Chukkas, que duram cerca de 7 minutos e meio. A equipe vencedora num jogo de polo equestre é a que tiver marcado mais gols ao fim do último chukka.

Os jogadores precisam trocar de baliza a cada gol marcado, para evitar que condições geográficas possam favorecer um time em específico. Os cavalos precisam ser trocados a cada um dos chukkas, e cada cavalo só pode ser utilizado duas vezes por jogo.

Além disso, o polo equestre possui outras regras e requisitos, como a altura do cavalo por exemplo.

Existe certa dúvida quanto a origem deste esporte com cavalos. Muitos acreditam que o esporte surgiu na Índia, por meio de uma prática similar que tinha a finalidade de caçar pequenos roedores.

Outros já acreditam que o esporte como conhecemos hoje surgiu na China, séculos antes de Cristo.

Existem algumas raças de cavalos que são preferidas pelos praticantes de polo equestre. Entre essas raças estão o quarto de milha, mangalarga, sangue puro inglês e o cavalo crioulo.

O polo equestre é um dos esportes com cavalos mais divertidos. Se possível, vale muito a pena praticá-lo.

4# Volteio: elegância, equilíbrio e confiança entre cavalo e cavaleiro
O quarto da nossa lista de esportes equestres é o Volteio. Foi um esporte que surgiu durante os tempos de guerras, onde os cavaleiros precisavam subir e descer de seus cavalos com rapidez.

Com o tempo e a repetição destes movimentos, os cavaleiros ganhavam precisão e suavidade para descer e montar no cavalo. Muitos creditam as suas origens a Europa na Idade Média, pois atualmente o esporte é muito forte na França e Alemanha.

De acordo com a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), o volteio é uma modalidade esportiva equestre de técnica e equilíbrio. No volteio artístico, como também é conhecido, a estética e a harmonia entre animal e montador são características muito valorizadas.

Neste esporte, o volteador (quem monta o cavalo) precisa executar acrobacias em cima do lombo do animal. O que já seria uma tarefa complicada com o cavalo parado, mas neste esporte as acrobacias devem ser realizadas enquanto o cavalo galopa.

No Brasil, as categorias do volteio A, B, C e D seguem integralmente o regulamento internacional.

Porém, ainda existem mais duas categorias aceitas pela CBH, a categoria E e categoria F. Essas duas categorias extras contemplam, nas apresentações, exercícios e acrobacias mais simples de série obrigatória.

De acordo com a CBH, a razão para essas duas categorias serem aceitas é a de fomentar o esporte em todo o país com mais facilidade.

Não existe uma recomendação específica de raças de cavalos para a prática do volteio. No entanto, é recomendado que os cavalos escolhidos sejam altos, fortes e calmos.

Além dessas recomendações, também é importante que o cavalo e o volteador tenham um bom vínculo. É preciso que haja muita confiança e respeito entre o animal e a pessoa que vai montá-lo.

5# Enduro Equestre: velocidade, força e resistência
O quinto dos esportes com cavalos que trazemos hoje para você é o Enduro Equestre ou Raid.

O Enduro Equestre foi inspirado no serviço de correios dos Estados Unidos da segunda metade do século XIX, quando as entregas ainda eram feitas a cavalo.

No Brasil, a primeira competição de Enduro Equestre aconteceu em 1989, no município de Tremembé em São Paulo. No ano seguinte, o enduro foi oficializado como esporte equestre pela CBH.

De forma geral, o enduro consiste em uma corrida entre cavalos de média ou longa distância. O percurso dessa corrida pode variar entre 35 a 160 quilômetros, o que torna competições rápidas impossíveis.

As competições ocorrem entre conjuntos formados por um cavaleiro ou amazona e um cavalo ou égua. Nenhum dos membros de um conjunto podem ser trocados durante uma competição.

O enduro também é um dos esportes com cavalos que conta com modalidades diferentes. Essas modalidades são definidas segundo a velocidade praticada, que pode ser livre ou controlada.

Na modalidade livre do enduro, a luta dos competidores é contra o relógio sempre. Vence o conjunto de competidores que chegar na frente dos demais. No entanto, é importante pontuar que há pausas na competição (vet-checks) que devem ser respeitadas.

Essas pausas são usadas para descanso e verificação das condições físicas do cavalo.

Quando a corrida é controlada, estipula-se um tempo limite para a conclusão do percurso. E vence aquele que completá-lo primeiro, ou o que chegar mais perto de concluir ele ao fim do tempo.

Conforme o regulamento do FEI, cada conjunto competidor deve ter acesso ao mapa da trilha e da localização de todas as paradas obrigatórias.

Os cavalos mais indicados para a prática do enduro equestre são os da raça Puro Sangue Árabe (PSA).

6# Vaquejada: o mais brasileiro dos esportes com cavalos
A vaquejada é com certeza um dos esportes com cavalos que mais tem a cara do brasileiro. Ela é extremamente conhecida em todo o país, principalmente na região nordeste.

Este esporte movimenta o mercado onde os eventos ocorrem, gerando emprego e renda. Bem como movimenta o mercado de compra e venda de cavalos, suplementos e rações.

As vaquejadas são vistas como uma tradição cultural nordestina, o que de fato são. Afinal, elas surgiram a partir das conhecidas pegas de gado no meio do mato da região nordeste brasileira.

O gado era marcado e solto no mato, e então os vaqueiros perseguiam os animais a fim de reuni-los no meio do mato.

Muita gente a acreditar que elas só ocorrem na região, o que não é verdade. Atualmente, a vaquejada é um esporte equestre que já conta com todo um circuito nacional.

Para a prática do esporte atual é necessário dois vaqueiros, chamados de puxador e esteireiro. O boi é solto para correr na pista e ambos os vaqueiros devem acompanhar o animal.

O puxador é o vaqueiro que deve derrubar o boi no chão. Já o esteireiro fica responsável por encurralar o boi entre os dois cavalos e numa altura que ajude o puxador a derrubar o boi.

Depois de derrubarem o boi, ambos os vaqueiros precisam conduzir o animal e derrubá-lo novamente em um local indicado.

A vaquejada ainda é vítima de muitas críticas e preconceito, pois muitos acreditam ser um esporte que maltrata animais. No entanto, a ABVAQ (Associação Brasileira de Vaquejada) vigia a prática e estabelece regras para garantir o bem-estar e saúde dos animais envolvidos no esporte. Uma dessas regras é a proibição do uso de objetos cortantes na prática do esporte, como as esporas.

7# Jogo de Piquetas: velocidade, precisão e destreza com armas
O jogo de piquetas é um dos esportes equestres com origens muito antigas, medievais no mínimo. Ele é praticado em todo mundo com algumas diferenças pontuais, e é reconhecido pela Federação Equestre Internacional (FEI).

Esse é um dos esportes com cavalos que mais exige precisão e destreza de seus participantes.

O cavaleiro utiliza uma espada ou lança enquanto monta o cavalo. E com o objeto que estiver segurando ele deve conseguir recolher alguns objetos colocados no chão a certa distância.

Esses objetos são bem pequenos, como um anel ou uma fatia de limão por exemplo. O que exige uma boa visão e precisão do cavaleiro.

O jogo de piquetes costuma ser jogado em competições com dois conjuntos de cavaleiro ou amazona e seu cavalo. Eles disparam de um mesmo ponto munido de suas armas e ganha o que chegar primeiro no local do objeto e conseguir pegá-lo.

Em algumas variações do esporte, se colocam os objetos são colocados suspensos entre 1,5 a 2,5 metros.

8# Salto: um dos mais refinados e exigentes esportes com cavalos
O salto é dos esportes mais exigentes e ao mesmo tempo divertidos de todo o hipismo.

Nele, o conjunto formado entre cavaleiro ou amazona e cavalo devem percorrer todo o percurso no menor tempo possível. Ou pelo menos o mais próximo possível do tempo ideal estabelecido para a competição.

Mas isso não é tudo, o conjunto deve transpor uma série de obstáculos ao longo de uma pista feita de grama ou areia.

Ao todo, o conjunto deve transpor um total de 10 a 15 obstáculos. Esses obstáculos são:

• Cerca
• Quádruplo
• Tríplice
• Duplo
• Muro
• Oxer
• Triplo
• Cerca
• Fosso de Água
• Paralelas
Os obstáculos ficam ordenados em uma pista que varia entre 700 a 900 metros de percurso. Já a sua altura varia entre 0,40m até 1,65m dependendo da categoria da competição.

Para determinar o tempo ideal para a prova é feito um cálculo que usa a extensão do percurso em metros dividido pela velocidade da prova e multiplicado por 0,95.

O Salto faz parte dos esportes com cavalos presente nas Olímpiadas. Ele exige o máximo de perfeição possível do competidor, mas ao mesmo tempo é divertido.

9# Prova de Três Tambores: um esporte de precisão e explosão
A Prova de Três Tambores é outro dos esportes com cavalos mais emocionantes existentes. Ele requer animais fortes e rápidos e cavaleiros ou amazonas precisos e intensos.

Na Prova de Três Tambores o conjunto formado por cavalo e cavaleiro ou amazona devem realizar um percurso no menor tempo possível. Neste percurso estão dispostos três tambores de forma triangular.

O percurso começa com uma partida em alta velocidade, onde o tempo inicia quando o focinho do cavalo cruza a fotocélula. O conjunto percorre cerca 18 metros até chegar no primeiro tambor, onde devem contornar o tambor perfazendo um ângulo de 360°.

Então, o conjunto precisa contornar os outros dois tambores e encerrar a prova se dirigindo para o ponto de chegada.

A Prova de Três Tambores é uma competição de velocidade, mas que exige precisão. O conjunto não pode derrubar tambores ao contorná-los, pois são acrescidos ao tempo final 5 segundos para cada tambor derrubado.

10# Seis Balizas: agilidade e coordenação entre cavalo e cavaleiro
O próximo dos esportes com cavalos da nossa lista de hoje é a Prova de Seis Balizas. Uma modalidade onde agilidade, velocidade e coordenação entre cavalo e cavaleiro ou amazona são fundamentais.

Como a prova de três tambores, nas competições da prova de Seis Balizas vence quem completar o percurso em menos tempo.

O percurso da prova consiste em seis balizas sequencialmente colocadas, distantes 6,5 metros uma da outra.

Cavalo e cavaleiro (amazona) devem partir em linha reta até a primeira das seis balizas. Ao chegar nela, o conjunto deve contornar a primeira baliza e passar a costurar, em alta velocidade, cada uma delas.

Ao chegar na última baliza o conjunto deve voltar em alta velocidade costurando novamente entre as balizas até a primeira. Então, o conjunto finaliza a prova voltando para o ponto de chegada em uma linha reta paralela ao ponto de partida.

O tempo final é definido quando o focinho do cavalo cruza a fotocélula do ponto de chegada. Caso uma ou mais balizas sejam derrubadas, somam-se 5 segundos ao tempo final por cada baliza derrubada.

Esse é um esporte muito emocionante e que qualquer pessoa pode praticar, mesmo que apenas pela diversão.

11# Cavalgada: o mais simples e divertidos dos esportes com cavalos
Pra finalizar nossa lista com 11 esportes equestres temos a tradicional cavalgada. Considerada como um dos esportes com cavalos mais simples, divertidos e acessíveis a todos. Embora ela também possa ser realizada por razões cívicas, religiosas, lazer, etc.

A cavalga consiste no ato do cavaleiro ou amazona montar num equino e realizar um passeio. Esse passeio não possui qualquer medida de percurso obrigatória, e pode ser feito em marcha, trote ou galope.

A cavalgada é considerada o esporte com cavalo mais acessível pois qualquer pessoa pode praticar. Você não precisa ser um atleta, nem ter um cavalo altamente treinado, para participar de uma cavalgada.

Na verdade, você não precisa nem mesmo ter um cavalo no seu nome. Só precisa visitar um local onde possa montar em um e passear. O que é muito fácil, pois existem diversos Hotéis Fazenda e agências de esportes de aventura que oferecem passeios em todo o Brasil.

Os locais onde se pode cavalgar variam infinitamente. É possível fazer cavalgadas por estradas de terra, em fazendas, florestas, etc. Simplesmente não existem limitações dos locais e belas vistas que você pode apreciar em uma cavalgada.

As cavalgadas tem uma característica muito interessante que não é encontrada na maioria dos esportes com cavalos. Este esporte ajuda a promover a interação familiar, pois passeios com toda família não são apenas possíveis, como incentivados.

Na cavalgada temos as comitivas, passeios à cavalo que podem chegar a milhares de pessoas. Elas são marcadas por um espírito coletivo muito forte, e são muito divertidas para quem ama cavalos e exploração de novos lugares..

Origens da Cavalgada e qual o melhor cavalo para o esporte
As origens da cavalgada estão imediatamente ligadas a domesticação dos cavalos existentes. Ela ocorreu assim por toda a África, Europa e principalmente no Oriente Médio.

No Brasil, a cavalgada ganhou seus primeiros registros durante a época da ocupação de territórios nos séculos 17 e 18.

Este esporte não exige cavalos atléticos, extremamente preparados. No entanto, a raça Mangalarga Marchador é considerada a mais eficiente para a prática deste esporte. Outras raças que ganham a preferência de cavaleiros e amazonas para as cavalgadas são a Quarto de Milha e Marchadores.

Dentre todos os esportes com cavalos a cavalgada é o mais fácil e acessível, e é capaz de proporcionar experiências maravilhosas. Qualquer pessoa que considere praticar um esporte equestre deve ao menos experimentá-la.

Agora, independente de qual dos 11 esportes com cavalos você decida praticar, saiba que o seu cavalo precisa estar com a saúde em dia. Só assim ele poderá ter a melhor performance possível.

E você pode aprender 7 dicas para manter seu cavalo sempre saudável na nossa matéria abaixo.

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2020.09.22 03:02 RickMoraisM Imaginem que uma agência espacial descobrisse que em 20 anos a vida humana e a de outros animais entraria em extinção devido ao impacto de um gigantesco meteoro que provocaria uma drástica mudança ambiental na Terra . Seguem alguns questionamentos ...

Duas considerações antes : suponha que seria impraticável construir qualquer tecnologia que amenizasse o dano, e que não houvesse qualquer alternativa de locomoção em massa para outro planeta .
1- Você acharia ético que os cientistas que descobriram o evento o divulgassem para a mídia ?
2- Se fosse divulgado , como você acredita que as pessoas reagiriam à descoberta ao longo do tempo?
Alguns pensamentos meus sobre : 20 anos é um tempo grande na escala da vida humana . Acho que as reações iriam variar bastante a depender da fase da vida que as pessoas se encontrassem no momento da descoberta . Não que os idosos(60+) não fossem se preocupar , até porque limitar a morte para uma data fixa é mais aterrorizante do que constatar que sua vida vai provavelmente acabar antes do limite . E , além disso , praticamente todo mundo tem um conhecido a quem se tem compaixão. Não se trata apenas de saber que você vai morrer , mas que todos que amamos também vão morrer juntos . Obviamente damos uma importância maior a nós mesmos , e por isso crianças , jovens e adultos teriam um impacto psicológico maior , afinal a probabilidade de eles viverem mais 20 anos é mais alta que a de um idoso.
Eu penso que a morte por eutanásia iria crescer bastante. Provavelmente muitas barreiras éticas relacionadas à morte para aliviar um sofrimento maior seriam superadas, principalmente na proximidade do impacto. Acho que os sentimentos iriam variar muito ao longo do tempo . Nos primeiros meses haveria um grande caos , pânico e , é claro , os negacionistas tentando acalmar o povo - inclusive eles poderiam superar os cientistas na crença popular ,dada a grande dificuldade que temos em aceitar verdades inconvenientes .
Mas como o ser humano não consegue ficar nesse estado por tanto tempo ( creio eu) , aos poucos as pessoas iriam voltar à "normalidade" - como a gente enfrentando a pandemia da Covid . Claro , não seria o mesmo normal , e conforme o tempo fosse passando, a euforia voltaria a crescer , talvez exponencialmente culminando num pico de anarquia no ano do impacto .Nesse cenário penso que as pessoas iriam se arriscar mais. Elas esqueceriam muitos projetos a longo prazo e pensariam mais no presente . Pra quê trabalhar tanto para financiar uma casa cara ? Por que fazer um longo curso chato para ser rico ? O mundo poderia caminhar pra um estado de hedonismo distópico , com muitas pessoas drogadas ou viciadas em qualquer outra coisa , relacionamentos poligâmicos , e violência dos mais diversos tipos.
E quanto ao primeiro questionamento , acho que ele é válido por uma ótica utilitarista . Penso que no geral o sofrimento seria bem menor caso as pessoas simplesmente não soubessem que todas iriam morrer em 20 anos . Por outro lado , só acho ele válido por causa das considerações . Se todas as pessoas soubessem , o mundo iria se empenhar em encontrar uma solução pro problema .( Sei que esse tópico é bizarro mas me veio isso na cabeça e decidi ir digitando hahaah )
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2020.09.20 20:34 peterhatchet Fazer amigos numa cidade nova em tempos de Covid.

Olá a todos,
O título é direto, há 2 meses que me formei e há 1 mês que aceitei um primeiro emprego na área a 300km de casa. Para contexto demográfico e geográfico, tenho 21 e vivo agora em Aveiro. Em termos profissionais a vida corre-me às mil maravilhas, rapidamente arranjei trabalho naquilo que adoro fazer e saí de casa dos meus país, mas não me sinto realizado, considero-me bastante independente e resiliente, vivo bastante bem por mim próprio, mas acho que estou a atingir o meu limite e preciso de ajuda. Vim viver com mais 2 jovens trabalhadores, aluguei um quarto, mas neste primeiro mês ainda não apareceram cá em casa ( nem sei quando regressam e se regressam ) portanto, vou dizer que vivo sozinho. Sabia que ia ser difícil e foi sempre este o meu medo número 1, neste primeiro mês não fiz praticamente amigos nenhuns, exceptuando os colegas de trabalho que têm as vidas deles e estão numa faixa etária diferente. Eu sei que era expectável devido ao cenário do vírus, mas sinto que isto me está a começar a afetar. Estudei 3 anos fora, também longe de casa e de início sem amigos, mas os tempos eram outros e rapidamente tudo se estabeleceu e encaminhou, mas hoje os pontos do costume já não se aplicam... " Frequenta cafés e bares locais, vai a festas e eventos, procura grupos de atividades que gostes, ...etc.". O que tenho feito é passear aos fins de semana, aos poucos começar a conhecer a zona e os locais do meu interesse, mas não há comunicação entre as pessoas que não se conhecem, como seria de esperar. Também não sou a pessoa mais extrovertida de sempre, mas em regime normal, nunca senti dificuldades em me adaptar a um sítio novo e começar a construir círculos de amigos. Já pensei em instalar aquelas aplicações para conhecer pessoas ( não é o Tinder ) mas não queria ir por aí, e penso que a adesão também deve ter diminuído com isto do covid. Malta super social e movedora de montanhas que anda neste Reddit, têm algum conselho? O que posso fazer que não estou a fazer? Talvez seja a pior altura nos últimos 50 anos para ter tomado esta decisão, mas foi este o timing que tive e a minha geração teve, e não quis deixar escapar a oportunidade. Não me queria conformar e aceitar que não é propício conhecer pessoas novas agora, há de haver alguma solução. ( ? Assim espero ).
Obrigado a todos, cumprimentos.
Edit: Informações.
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2020.09.17 13:00 SamueleDelPapa Storia e notizie

Tutto il PMLI stretto a Mao. Monica Martenghi, molto applaudita, invita i militanti e simpatizzanti del PMLI a ispirarsi agli insegnamenti di Mao Urgo dà tutti gli elementi per capire e applicare gli insegnamenti di Mao Importanti interventi delle nuove Organizzazioni della provincia di Reggio Calabria, di Campobasso e di Nola. Quella di Putignano (Bari), non presente per motivi economici, ha inviato un impegnativo messaggio. Ricordati Melandri, Quibian e le vittime del coronavirus Grandi apprezzamenti di due compagni americani, di un filippino e di un membro del FGC di Cagliari al PMLI e a scuderi Superando anche le nuove difficoltà organizzative dettate dalle stringenti regole sanitarie per il coronavirus, il PMLI ha ricordato degnamente e con successo Mao nel 44° anniversario della sua scomparsa, avvenuta il 9 settembre 1976, con la pubblica e militante Commemorazione del grande Maestro del proletariato internazionale che, su iniziativa del Comitato centrale del Partito, si è tenuta domenica 13 settembre a Firenze, nella Sala delle ex Leopoldine in Piazza Tasso, nel quartiere popolare di San Frediano dove il Partito ha le sue storiche radici. Ogni Commemorazione di Mao è un evento politico speciale, un appuntamento militante che mobilita tutto il Partito, dai dirigenti, alle istanze di base fino ai simpatizzanti attivi, a fare uno sforzo straordinario per arricchire e proiettare in avanti la linea politica, strategica e tattica del PMLI, così da armarlo e attrezzarlo al meglio di fronte alle sfide che si aprono con la nuova stagione politica. Uno sforzo quanto mai necessario oggi, per chiarire al proletariato e alle masse lavoratrici e popolari la situazione attuale, caratterizzata da una delle più devastanti crisi, a livello sanitario, economico e sociale, che l'Italia abbia mai attraversato dal dopoguerra ad oggi. E per chiarire anche, a dispetto della propaganda del governo del dittatore antivirus Conte, che non siamo tutti nella stessa barca, che le barche sono due e distinte, quella delle forze del capitalismo e quella delle forze anticapitaliste, che la lotta di classe continua e deve continuare anche con la pandemia, e che il destino della barca del proletariato non può che essere quello di affondare la barca del capitalismo e approdare al socialismo. La rossa accoglienza Anche quest'anno il tema scelto per la commemorazione era di grande attualità e respiro strategico, “Gli insegnamenti di Mao sulla cultura del proletariato, sui marxisti-leninisti e sulla lotta per il socialismo”, brillantemente trattato a nome del Comitato centrale del PMLI dal compagno Angelo Urgo, che ha dato al Partito tutti gli elementi utili e indispensabili per capire a applicare gli insegnamenti di Mao alla situazione attuale e i nostri compiti. Risultato a cui hanno contribuito in maniera determinante anche l'importante discorso di saluto della compagna Monica Martenghi, i preziosi interventi di saluto dei delegati delle Istanze di base e dei simpatizzanti attivi del PMLI, in particolare delle nuove Organizzazioni, e i calorosi interventi di incitamento e di commento del Segretario generale, compagno Giovanni Scuderi. Ad accogliere i partecipanti, provenienti da ogni parte d'Italia, era la splendida Sala rossa addobbata con grande cura dalle commissioni di Organizzazione e di Stampa e propaganda del CC del PMLI, dal Comitato provinciale di Firenze, dalla cellula Nerina “Lucia” Paoletti di Firenze e da simpatizzanti attivi del Partito. In fondo alla Sala risaltava il rosso tavolo della Presidenza, dietro al quale campeggiava il bel pannello con il tema della Commemorazione scritto a grandi caratteri, affiancato dall'immagine di Mao sorridente che ispira le masse popolari di tutti i Paesi armate delle sue opere e degli altri grandi Maestri del proletariato internazionale. Dietro e i lati del tavolo e del podio per gli oratori, quattro gruppi di bandiere del PMLI e dei Maestri completavano la scenografia della presidenza. I muri perimetrali della Sala erano ravvivati da altre bandiere e da diversi manifesti del PMLI, tra cui quello ufficiale della Commemorazione, quelli elettorali per il No al referendum sul taglio mussoliniano dei parlamentari e per l'astensione alle elezioni regionali e comunali, quello con l'invito a firmare la petizione per riconquistare il diritto alla salute, il manifesto “Non siamo sulla stessa barca” e quello per il proselitismo. Vicino all'ingresso, ad accogliere gli intervenuti, un tavolo rosso con i libri, gli opuscoli, gli audiovisivi, le spille e altro materiale di propaganda del Partito. Un sottofondo musicale di canzoni popolari e partigiane e degli inni del Partito completava il clima di calda accoglienza dei partecipanti. Agli intervenuti, tutti dotati della prescritta mascherina, veniva misurata la temperatura ed erano invitati ad usare l'apposito gel disinfettante per le mani. Nella Sala le presenze erano limitate a 44 persone per rispettare il prescritto distanziamento, dando la precedenza alle compagne e ai compagni venuti da lontano. Gli altri partecipanti hanno dovuto restare all'esterno. Il compagno Giovanni Scuderi, facendo subito dimenticare le nuove difficoltà rispetto alle Commemorazioni precedenti, è stato come sempre sollecito e infaticabile, pur rispettando le necessarie regole di precauzione, nel voler salutare personalmente tutti i delegati e i simpatizzanti via via che arrivavano, contribuendo ad animare e riscaldare il clima di fraternizzazione che si è subito creato nella Sala, e rivolgendo a tutti parole di affetto e incitamento, e da tutti ricambiato con altrettanto affetto e calore. Il saluto di Monica Martenghi Puntualmente alle ore10, sulle note de “L'Internazionale”, i compagni dirigenti hanno preso posto al tavolo della presidenza, per necessità di distanziamento limitata a soli cinque compagni: il Segretario generale, affiancato dal compagno Urgo e dalla compagna Monica Martenghi, e alle estremità del tavolo i compagni Mino Pasca, Portavoce del PMLI e de “Il Bolscevico”, e il compagno Dario Granito, Responsabile della Commissione di organizzazione del CC del PMLI. Monica Martenghi, Direttrice responsabile de “Il Bolscevico” e Responsabile della Commissione donne del CC del PMLI, a nome del Comitato centrale del Partito ha aperto la Commemorazione per dare il benvenuto ai partecipanti e ha pronunciato un importante e applauditissimo discorso, pubblicato integralmente su questo numero del giornale. La compagna ha esordito ricordando le oltre 35 mila vittime del coronavirus, ma anche “del capitalismo e dei suoi governanti centrali, regionali e comunali che in questi ultimi trenta anni hanno distrutto la sanità pubblica”, invitando i partecipanti ad osservare un minuto di silenzio. Ha poi ricordato i compagni deceduti che hanno dato la loro vita alla causa del PMLI, del proletariato e del socialismo: Lucia, alias Nerina Paoletti; Battista Bruni, alias Tino; Cirano Biancalani; Angelo Cimmino; Vincenzo Falzarano; Giuseppe Lepore; Marco Marchi; Ferruccio Panico; Ferdinando Puglia; Lorenzo Santoro; Fabio Zannelli; Salvatore Zunica e Franco Melandri. A quest'ultimo compagno, essendo deceduto dopo la precedente Commemorazione, Martenghi ha tributato un toccante ricordo, tracciandone la biografia politica e mettendone in luce la grande umiltà, generosità e dedizione al PMLI e alla causa del socialismo: “Compagno Melandri, tu continuerai a combattere con noi per sempre, incoraggiandoci ad andare fino in fondo sulla via dell'Ottobre verso l'Italia unita, rossa e socialista”, ha detto la compagna tra gli applausi commossi della Sala, che subito dopo ha osservato un minuto di silenzio in suo onore, rispondendo al termine col grido “presente!” e a pugno chiuso al suo nome pronunciato forte da Martenghi. La compagna ha poi ricordato il compagno panamense Quibian Gaytan, anch'egli scomparso dopo la precedente Commemorazione, definendo la sua scomparsa “una grave perdita per il PC(ML)P, il PMLI, i marxisti-leninisti dell'America Latina e di tutto il mondo”: “Questo grande e stimato compagno, questo esemplare marxista-leninista, antirevisionista e internazionalista proletario, questo sostenitore appassionato del PMLI e de “Il Bolscevico”, non c'è più fisicamente ma spiritualmente sarà per sempre nella mente, nel cuore e nell'azione dei marxisti-leninisti italiani con i quali era in perfetta sintonia”, ha detto la compagna dopo averne tracciato con parole commosse la figura umana e politica, e anche in suo onore le compagne e i compagni hanno tributato un minuto di silenzio in piedi e il grido “presente!” a pugno chiuso. Successivamente Martenghi ha ringraziato tutti i presenti, e in particolare chi era venuto da molto lontano sopportando disagevoli e costosi viaggi; le compagne e i compagni, militanti e simpatizzanti del PMLI, che insieme alle Commissioni centrali e al Comitato provinciale di Firenze hanno permesso la realizzazione della manifestazione; chi non aveva potuto venire ma aveva inviato un messaggio di saluto; le compagne e i compagni che durante il lockdown hanno permesso a “Il Bolscevico” e al sito del Partito di continuare ad essere aggiornati; e ha stigmatizzato il vergognoso silenzio stampa che anche stavolta i media servi del capitalismo hanno osservato sulla Commemorazione. Un saluto particolare ha inviato alle nuove istanze nate dopo la precedente Commemorazione, le organizzazioni di Reggio Calabria, Campobasso, Nola (Napoli) e Putignano (Bari), ai due “valorosi e coraggiosi compagni americani” che hanno inviato calorosi messaggi pieni di elogi al PMLI e al Segretario generale, e al compagno filippino che nel suo messaggio ha definito “splendido” il discorso di Scuderi “Da Marx a Mao”. La presentazione di Urgo e il discorso di Martenghi Martenghi ha poi presentato il compagno Angelo Urgo, Segretario della cellula Mao di Milano e responsabile del Comitato lombardo del PMLI, tracciandone la biografia politica e mettendone in luce alcuni dei suoi principali contributi al Partito in Lombardia e a livello centrale. Ricordando che in un rapportino del 1995 il compagno rimpiangeva di non aver ancora potuto partecipare ad una Commemorazione pubblica del PMLI, la compagna ha così concluso tra gli applausi: “Ebbene, oggi eccolo qua, non solo come partecipante, ma addirittura come oratore, a nome del CC del PMLI, della commemorazione di Mao. Un bell'esempio per i giovani e giovanissimi che si sono avvicinati al Partito e che non sono riusciti ad essere oggi qui con noi. Ne ha fatta di strada”! Martenghi ha quindi svolto l'ultima parte del suo sintetico ma intenso discorso introduttivo, sottolineato ripetutamente dagli applausi calorosi della Sala e da esclamazioni di “brava, brava!” da parte del Segretario generale, denunciando con forza il governo del dittatore antivirus Conte come “il nemico principale del proletariato che bisogna combattere senza tregua fino ad abbatterlo. Come andranno combattuti e abbattuti i governi successivi, qualsiasi siano le loro formule e composizione e qualsiasi sia il premier – Draghi o l’aspirante duce d’Italia Salvini”. E ha invitato a non farsi illudere dalle briciole da esso concesse alle masse lavoratrici e popolari, ma a soffiare sul fuoco “perché l'autunno sia veramente caldo e che divampi la lotta di classe”. Ribadendo l'indicazione del compagno Scuderi che non siamo sulla stessa barca e incitando a respingere il “Grande patto per l'Italia” lanciato dal presidente di Confindustria Bonomi, la compagna ha incitato anche a convincere le elettrici e gli elettori a votare No al referendum sul taglio dei parlamentari, e in questo quadro ha espresso la solidarietà di tutto il Partito ai compagni Gianni Vuoso e Luigi Prodromo, identificati provocatoriamente dai carabinieri a Ischia mentre diffondevano il volantino del PMLI sul referendum. Infine, accompagnata da ininterrotti e scroscianti applausi, Martenghi ha concluso invitando a prendere esempio da Mao per dare un senso proletario rivoluzionario e marxista-leninista alla nostra vita, mettendo al primo posto la lotta di classe e gli interessi del Partito, del proletariato e della causa del socialismo. Il lancio delle parole d'ordine, ripetute due volte dai presenti a pugno chiuso, “Mao, Mao, Mao” e “PMLI, PMLI, PMLI”, senza soluzione di continuità con i calorosi applausi tributati alla compagna, ha chiuso degnamente il suo importante discorso. I calorosi messaggi al PMLI e a Scuderi Subito dopo Martenghi ha annunciato che una delegazione si accingeva ad andare a deporre l'omaggio floreale del Partito alla lapide dedicata ai martiri di Piazza Tasso trucidati dai fascisti repubblichini il 17 luglio 1944, invitando i presenti a salutarla con un applauso. Ha poi espresso il rammarico del Partito per il disagio di dover assistere in piedi o all'esterno della Sala a causa delle misure antivirus imposte dal Quartiere 1 di Firenze, comunicate solo cinque giorni prima, e ha dato notizia di un calorosissimo messaggio di saluto inviato dai compagni Vittorio Vaggelli e Maria Maltesi, cofondatori del PMLI, assenti per la prima volta dopo 44 anni a causa di un importante day hospital. I due preziosi compagni sono stati salutati con un affettuoso applauso. Prima di dare la parola ai delegati delle istanze di base selezionate dalla Commissione per il lavoro di organizzazione del CC del PMLI, tenuti presenti i contenuti, le necessità del momento del Partito e la rappresentatività e non prendendo in considerazione i saluti arrivati dopo la scadenza del termine - interventi purtroppo necessariamente limitati nel numero di nove e nella durata di due minuti ciascuno a causa del poco tempo a disposizione - la compagna ha letto, ringraziandole, nell'ordine: la lista delle Istanze di base del Partito a cui non è stato possibile dare la parola per mancanza di tempo; la lista delle istanze di base del Partito assenti per motivi di salute, professionali o economici e che hanno inviato un messaggio di saluto. Tra questi anche quello che avrebbe dovuto leggere alla Commemorazione il compagno operaio Andrea Bartoli, di Borgo San Lorenzo (Fi), purtroppo assente per la scomparsa del padre avvenuta la mattina stessa. Il compagno Scuderi gli ha inviato a nome di tutti le condoglianze per la dolorosa perdita. Seguivano poi la lista dei simpatizzanti e degli amici del PMLI che hanno inviato un messaggio di saluto e che non erano presenti e la lista dei simpatizzanti e degli amici del Partito che erano presenti. Tra i simpatizzanti non presenti un ringraziamento molto sentito è stato inviato al compagno Mattia del Fronte della Gioventù Comunista di Cagliari, per il suo caloroso saluto che esalta i meriti del PMLI. Cogliendo l'occasione il Segretario generale ha detto: “Viva i compagni sinceramente comunisti ovunque attualmente siano collocati. Auguri compagni, lavoriamo insieme per la comune causa del socialismo”. Chiudeva l'elenco la lista dei compagni esteri che hanno inviato un messaggio di saluto e che non erano presenti, tra cui quello di un compagno filippino pieno di elogi per il PMLI e Scuderi, citato anche nel discorso da Urgo. La compagna ha poi letto brani degli importanti messaggi di due valorosi ed esemplari compagni americani “che operano con grande coraggio e spirito di sacrificio negli Stati Uniti sotto la dittatura fascista e razzista di Trump”. Messaggi pieni di entusiasmo e ammirazione per il PMLI e il compagno Giovanni Scuderi, che ha così voluto ricambiare il loro caloroso spirito internazionalista: “Viva i compagni marxisti-leninisti americani e filippini, viva i compagni marxisti-leninisti di tutto il mondo”! Per ognuna delle suddette liste la compagna ha proposto un applauso, informando che tutti i saluti, letti e non letti, sarebbero stati pubblicati su questo numero de “Il Bolscevico”. Il saluto delle istanze di base e dei simpatizzanti Sono quindi iniziati gli interventi dei nove delegati di base e un simpatizzante per il saluto alla Commemorazione. Tutti gli interventi sono riusciti ad esprimere in maniera militante e corale la compattezza di tutto il Partito attorno a Mao e la sua risolutezza a mettere in pratica i suoi insegnamenti nella lotta di classe. Ciascun intervento, ascoltato con grande attenzione e applaudito calorosamente alla sua conclusione, ha centrato esattamente il tema della manifestazione, cercando di dare un contributo generale ma al tempo stesso, pur nella ristrettezza del tempo a disposizione, si è sforzato anche di offrire un contributo radicato nella vita concreta della propria istanza. In ciò si sono ammirevolmente prodigati i rappresentanti delle nuove Organizzazioni del PMLI nate in questo ultimo anno politico: le Organizzazioni della provincia di Reggio Calabria, che ha aperto gli interventi, di Nola, di Campobasso, che li ha chiusi, e di Putignano (Bari). Quest'ultima, non presente per motivi economici, ha inviato un importante messaggio. Questo duplice sforzo è emerso fin dal primo importante saluto, quello del compagno Francesco Monti, rappresentante dell'Organizzazione della provincia di Reggio Calabria, che ha invitato a stringersi intorno a Mao e applicarlo, acquisendo la sua concezione proletaria del mondo, che nel concreto della situazione attuale significa calarsi nella lotta astensionista per le elezioni comunali di Reggio, per far sì che il voto astensionista non resti un semplice voto di protesta ma diventi un voto consapevole dato al PMLI e al socialismo. Lo stesso ha fatto il rappresentante dell'Organizzazione di Nola, compagno Vincenzo Napolitano, che ha messo l'accento sull'esaurirsi della cultura di classe in Italia per colpa del revisionismo e sulla necessità, seguendo la strada indicata da Mao per combattere la cultura borghese con la cultura proletaria, di combattere in questo momento contro le illusioni elettorali, parlamentari e pacifiste e contro il revisionismo dei partiti falso comunisti. Il rappresentante dell'Organizzazione di Campobasso, compagno Giovanni Colagiovanni, a sua volta ha esortato, imparando dall'esempio di Mao, a non lasciarsi mai andare al pessimismo, come il grande Maestro del proletariato internazionale ha dimostrato affrontando difficoltà ben più gravi delle nostre. E paragonando il PMLI a una scuola, che per funzionare bene deve essere guidata dagli elementi più attivi e capaci, ha incitato a diffonderla con umiltà e tenacia in tutte le città. Centratissimo e molto applaudito il saluto del compagno Alberto Signifredi, simpatizzante di Parma del PMLI. Non possiamo per ragioni di spazio dare conto di tutti gli importanti interventi, tutti del resto pubblicati integralmente su questo numero de “Il Bolscevico”. Ma va sottolineato che tutti, variamente e in maniera corale, hanno messo in risalto la necessità di imparare e applicare i preziosi insegnamenti di Mao sulla cultura proletaria e la cultura borghese, di cambiare noi stessi per cambiare il mondo, di praticare nel concreto la lotta di classe e stando tra le masse, di far rivivere nel proletariato e tra le masse l'ideale del socialismo, di dare al PMLI un corpo da gigante rosso, di impegnarsi assiduamente nella lotta per far vincere il No al referendum sul taglio dei parlamentari e far avanzare l'astensionismo alle elezioni regionali e comunali. Il discorso di Angelo Urgo Alla fine degli interventi di saluto la compagna Martenghi ha dato la parola al compagno Urgo per il suo discorso commemorativo tenuto a nome del CC del PMLI, informando i presenti che per stare nei tempi previsti ne avrebbe letta una versione ridotta, invitando a leggere la versione integrale pubblicata su questo numero de “Il Bolscevico” e sul sito del Partito. Il compagno Urgo ha quindi preso la parola per tenere il suo importante ed educativo discorso commemorativo, trattando con profondità e rigore marxisti-leninisti i tre campi in cui spaziava il tema di quest'anno – la cultura del proletariato, i marxisti-leninisti e la lotta per il socialismo – restando sempre saldamente ancorato all'esempio e agli insegnamenti di Mao, attraverso costanti e appropriate citazioni dalle sue opere, non tralasciando quelle degli altri Maestri del proletariato e del compagno Giovanni Scuderi. Urgo ha descritto, difeso ed esaltato, alla luce degli insegnamenti di Mao sulle “due scuole”, la cultura proletaria e le sue caratteristiche, opposte e antagoniste a quelle della cultura borghese, ribadendo i capisaldi della cultura del proletariato, la lotta di classe e la strenua opposizione al sistema capitalista: “Per combatterlo e distruggerlo”, ha precisato con forza suscitando l'applauso entusiasta dei presenti. In questo quadro ha esaltato la classe operaia e ribadito la necessità che si riappropri della propria cultura, cancellata gradualmente dall'opera nefasta del revisionismo e del riformismo, riarmandola con la concezione proletaria del mondo che è un nostro imprescindibile compito. A questo scopo ha esortato ogni membro del PMLI a cambiare la propria concezione del mondo acquisendo la cultura proletaria e marxista-leninista, senza la quale ricadiamo inevitabilmente sotto l'influenza di quella borghese. E per trasformare la nostra concezione del mondo – ha sottolineato il compagno tra gli applausi della Sala – “non c'è altro modo che leggere e studiare le opere dei Maestri del proletariato sul materialismo dialettico e storico e applicarle nella vita del Partito, nei rapporti con le masse e i nostri alleati e nella lotta di classe”. Sottolineando che “occorre consolidare ed elevare la propria concezione del mondo attraverso un sistematico e appassionato studio del marxismo-leninismo-pensiero di Mao”, il compagno ha aggiunto che tutti i membri del Partito, ad ogni livello, devono studiare, facendo “duri sforzi” secondo gli insegnamenti di Mao, specialmente i compagni impegnati nei fronti culturale e giornalistico, affinché il PMLI sia all'altezza dei suoi compiti. Urgo ha messo altresì in rilievo che il primo e più importante mezzo per la divulgazione della nostra cultura proletaria e linea politica siamo noi stessi, nel radicarci tra le masse, nei luoghi di lavoro, di studio e di vita e con l'esempio della nostra coerenza tra quel che diciamo e quel che facciamo. Cosa fondamentale, questa, per il lavoro di fronte unito, come la nostra partecipazione al Coordinamento unitario delle sinistre di opposizione: un'iniziativa “inedita e storica”, ha detto il compagno suscitando l'applauso dei presenti, a cui si è aggiunto il commento di Scuderi “Viva l'unità dei partiti con la bandiera rossa e la falce e martello!”. Iniziativa che però per noi deve sfociare necessariamente in un unico movimento sindacale rivendicativo e di classe. La situazione politica e sindacale odierna richiede lo scioglimento di tutti i sindacati attuali e la costituzione di “un unico sindacato basato sulla democrazia diretta e sul potere sindacale e contrattuale delle assemblee dei lavoratori e dei pensionati”, ha aggiunto Urgo accompagnato dagli applausi scroscianti dei presenti. Urgo ha poi svolto una serrata denuncia delle responsabilità dei governi centrale e locali nell'emergenza sanitaria, chiedendo con forza le dimissioni del presidente della Lombardia Fontana e delle sua giunta fascioleghista, denunciando i pieni poteri assunti dal dittatore antivirus Conte e i vari piani di rilancio dell'economia che mettono sempre al centro le imprese e non i lavoratori. A questo proposito ha rivendicato invece le tre priorità di sanità, scuola e Mezzogiorno, un forte piano di investimenti pubblici per l'occupazione, la nazionalizzazione dell'Ilva di Taranto, il blocco permanente dei licenziamenti, la cassa integrazione a salario pieno e il diritto alla sicurezza nelle scuole. In questo quadro, mentre auspichiamo una manifestazione nazionale contro il governo promossa dalle sinistre di opposizione, ha lanciato la proposta di uno sciopero generale di otto ore con manifestazione a Roma indetto da tutti i sindacati, confederali e non, con la parola d'ordine: “Il lavoro prima di tutto”. Proposta salutata con un caloroso applauso del pubblico e di Scuderi, che ha esclamato “Viva lo sciopero generale”! Dopo aver ribadito e spiegato il concetto espresso da Scuderi che non siamo sulla stessa barca e che non bisogna mai mettere da parte la lotta di classe, avviandosi alle conclusioni Urgo ha detto che il socialismo finirà inevitabilmente per sostituire il sistema capitalista, poiché è una legge oggettiva della storia, e ha rivolto un caloroso invito a tutti i sinceri comunisti a non restare nel frattempo con le mani in mano, ma ad impugnare la zappa, seguendo l'esempio di Yu Kung in un famoso apologo di Mao, per spianare, insieme al proletariato e al PMLI, le due montagne della dittatura della borghesia e del capitalismo. Ed ha chiuso, tra gli scroscianti e ininterrotti applausi dei partecipati in piedi, con questo magistrale invito che ben sintetizza lo spirito del suo discorso: “Studiamo con impegno, allo scopo di applicarlo, il marxismo-leninismo-pensiero di Mao e diffondiamolo tra il proletariato e le larghe masse popolari, specie giovanili”. Le conclusioni della manifestazione Al termine del bel discorso di Urgo, mentre le compagne e i compagni gli tributavano un lungo, affettuoso e meritato applauso, il Segretario generale si è complimentato calorosamente con lui per aver superato brillantemente la prova di tenere per la sua prima volta il discorso commemorativo e per il grande contributo personale dato a tutto il Partito. Se nelle prossime settimane tutte le istanze del partito sapranno studiare, discutere, approfondire e applicare questo importante ed educativo documento, che fornisce tutti gli elementi per capire e applicare gli insegnamenti di Mao, tutto il PMLI sarà più armato e attrezzato per affrontare al meglio le battaglie di classe del nuovo anno politico che già si preannunciano, e ciò farà fare un deciso passo avanti al processo per diventare un gigante rosso anche nel corpo. Dopo il lancio delle parole d'ordine, “Mao,Mao, Mao” e “PMLI, PMLI, PMLI”, scandite ciascuna due volte, tutti i partecipanti in piedi e a pugno chiuso ha intonato in coro i tre Inni del Partito: “L'Internazionale”, “Bandiera Rossa” e “Il Sole Rosso”. Seguiti subito dopo dalle parole d'ordine del Partito, di cui la prima è stata coniata per la situazione attuale e che, come annunciato da Scuderi e da Martenghi, sarà portata senz'altro anche nelle piazze: “Dittatura antivirus, non ne possiamo più. Governo Conte buttiamolo giù!”; “Sempre sulla via dell'Ottobre, verso l'Italia unita, rossa e socialista!”; “Viva Marx, viva Engels, viva Lenin, viva Stalin, viva Mao Zedong!”; “Coi Maestri e il PMLI vinceremo!”. La compagna Martenghi, nel dichiarare la Commemorazione di Mao del 2020 vittoriosamente conclusa, ha ringraziato tutti i partecipanti, e in particolare tutti coloro che hanno versato dei contributi economici, anche durante la Commemorazione, che “per noi – ha detto - sono come il pane, l'acqua e l'aria. Siamo commossi e grati per questa premura verso le necessità finanziarie del nostro amato Partito”. Ha invitato tutti i simpatizzanti e gli amici presenti a inviare a “Il Bolscevico” le loro impressioni sulla Commemorazione, e ha augurato a tutti buona salute e un buon ritorno a casa. Il compagno Scuderi ha rivolto ai partecipanti, tra cui molti in procinto di intraprendere lunghi e faticosi viaggi di ritorno, un breve saluto, con queste affettuose parole: “Bravi, bravi, grazie. Auguri, auguri. Specialmente alla nuove Organizzazioni e ai nuovi compagni e ai nuovi simpatizzanti. Grazie di tutto alle compagne e ai compagni che ci hanno assistito, anche sul piano sanitario, che è un evento storico per il Partito. Auguri, buon ritorno a casa e buona salute”. 16 settembre 2020 cc
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2020.09.17 13:00 SamueleDelPapa Storia e notizie

Tutto il PMLI stretto a Mao. Monica Martenghi, molto applaudita, invita i militanti e simpatizzanti del PMLI a ispirarsi agli insegnamenti di Mao Urgo dà tutti gli elementi per capire e applicare gli insegnamenti di Mao Importanti interventi delle nuove Organizzazioni della provincia di Reggio Calabria, di Campobasso e di Nola. Quella di Putignano (Bari), non presente per motivi economici, ha inviato un impegnativo messaggio. Ricordati Melandri, Quibian e le vittime del coronavirus Grandi apprezzamenti di due compagni americani, di un filippino e di un membro del FGC di Cagliari al PMLI e a scuderi Superando anche le nuove difficoltà organizzative dettate dalle stringenti regole sanitarie per il coronavirus, il PMLI ha ricordato degnamente e con successo Mao nel 44° anniversario della sua scomparsa, avvenuta il 9 settembre 1976, con la pubblica e militante Commemorazione del grande Maestro del proletariato internazionale che, su iniziativa del Comitato centrale del Partito, si è tenuta domenica 13 settembre a Firenze, nella Sala delle ex Leopoldine in Piazza Tasso, nel quartiere popolare di San Frediano dove il Partito ha le sue storiche radici. Ogni Commemorazione di Mao è un evento politico speciale, un appuntamento militante che mobilita tutto il Partito, dai dirigenti, alle istanze di base fino ai simpatizzanti attivi, a fare uno sforzo straordinario per arricchire e proiettare in avanti la linea politica, strategica e tattica del PMLI, così da armarlo e attrezzarlo al meglio di fronte alle sfide che si aprono con la nuova stagione politica. Uno sforzo quanto mai necessario oggi, per chiarire al proletariato e alle masse lavoratrici e popolari la situazione attuale, caratterizzata da una delle più devastanti crisi, a livello sanitario, economico e sociale, che l'Italia abbia mai attraversato dal dopoguerra ad oggi. E per chiarire anche, a dispetto della propaganda del governo del dittatore antivirus Conte, che non siamo tutti nella stessa barca, che le barche sono due e distinte, quella delle forze del capitalismo e quella delle forze anticapitaliste, che la lotta di classe continua e deve continuare anche con la pandemia, e che il destino della barca del proletariato non può che essere quello di affondare la barca del capitalismo e approdare al socialismo. La rossa accoglienza Anche quest'anno il tema scelto per la commemorazione era di grande attualità e respiro strategico, “Gli insegnamenti di Mao sulla cultura del proletariato, sui marxisti-leninisti e sulla lotta per il socialismo”, brillantemente trattato a nome del Comitato centrale del PMLI dal compagno Angelo Urgo, che ha dato al Partito tutti gli elementi utili e indispensabili per capire a applicare gli insegnamenti di Mao alla situazione attuale e i nostri compiti. Risultato a cui hanno contribuito in maniera determinante anche l'importante discorso di saluto della compagna Monica Martenghi, i preziosi interventi di saluto dei delegati delle Istanze di base e dei simpatizzanti attivi del PMLI, in particolare delle nuove Organizzazioni, e i calorosi interventi di incitamento e di commento del Segretario generale, compagno Giovanni Scuderi. Ad accogliere i partecipanti, provenienti da ogni parte d'Italia, era la splendida Sala rossa addobbata con grande cura dalle commissioni di Organizzazione e di Stampa e propaganda del CC del PMLI, dal Comitato provinciale di Firenze, dalla cellula Nerina “Lucia” Paoletti di Firenze e da simpatizzanti attivi del Partito. In fondo alla Sala risaltava il rosso tavolo della Presidenza, dietro al quale campeggiava il bel pannello con il tema della Commemorazione scritto a grandi caratteri, affiancato dall'immagine di Mao sorridente che ispira le masse popolari di tutti i Paesi armate delle sue opere e degli altri grandi Maestri del proletariato internazionale. Dietro e i lati del tavolo e del podio per gli oratori, quattro gruppi di bandiere del PMLI e dei Maestri completavano la scenografia della presidenza. I muri perimetrali della Sala erano ravvivati da altre bandiere e da diversi manifesti del PMLI, tra cui quello ufficiale della Commemorazione, quelli elettorali per il No al referendum sul taglio mussoliniano dei parlamentari e per l'astensione alle elezioni regionali e comunali, quello con l'invito a firmare la petizione per riconquistare il diritto alla salute, il manifesto “Non siamo sulla stessa barca” e quello per il proselitismo. Vicino all'ingresso, ad accogliere gli intervenuti, un tavolo rosso con i libri, gli opuscoli, gli audiovisivi, le spille e altro materiale di propaganda del Partito. Un sottofondo musicale di canzoni popolari e partigiane e degli inni del Partito completava il clima di calda accoglienza dei partecipanti. Agli intervenuti, tutti dotati della prescritta mascherina, veniva misurata la temperatura ed erano invitati ad usare l'apposito gel disinfettante per le mani. Nella Sala le presenze erano limitate a 44 persone per rispettare il prescritto distanziamento, dando la precedenza alle compagne e ai compagni venuti da lontano. Gli altri partecipanti hanno dovuto restare all'esterno. Il compagno Giovanni Scuderi, facendo subito dimenticare le nuove difficoltà rispetto alle Commemorazioni precedenti, è stato come sempre sollecito e infaticabile, pur rispettando le necessarie regole di precauzione, nel voler salutare personalmente tutti i delegati e i simpatizzanti via via che arrivavano, contribuendo ad animare e riscaldare il clima di fraternizzazione che si è subito creato nella Sala, e rivolgendo a tutti parole di affetto e incitamento, e da tutti ricambiato con altrettanto affetto e calore. Il saluto di Monica Martenghi Puntualmente alle ore10, sulle note de “L'Internazionale”, i compagni dirigenti hanno preso posto al tavolo della presidenza, per necessità di distanziamento limitata a soli cinque compagni: il Segretario generale, affiancato dal compagno Urgo e dalla compagna Monica Martenghi, e alle estremità del tavolo i compagni Mino Pasca, Portavoce del PMLI e de “Il Bolscevico”, e il compagno Dario Granito, Responsabile della Commissione di organizzazione del CC del PMLI. Monica Martenghi, Direttrice responsabile de “Il Bolscevico” e Responsabile della Commissione donne del CC del PMLI, a nome del Comitato centrale del Partito ha aperto la Commemorazione per dare il benvenuto ai partecipanti e ha pronunciato un importante e applauditissimo discorso, pubblicato integralmente su questo numero del giornale. La compagna ha esordito ricordando le oltre 35 mila vittime del coronavirus, ma anche “del capitalismo e dei suoi governanti centrali, regionali e comunali che in questi ultimi trenta anni hanno distrutto la sanità pubblica”, invitando i partecipanti ad osservare un minuto di silenzio. Ha poi ricordato i compagni deceduti che hanno dato la loro vita alla causa del PMLI, del proletariato e del socialismo: Lucia, alias Nerina Paoletti; Battista Bruni, alias Tino; Cirano Biancalani; Angelo Cimmino; Vincenzo Falzarano; Giuseppe Lepore; Marco Marchi; Ferruccio Panico; Ferdinando Puglia; Lorenzo Santoro; Fabio Zannelli; Salvatore Zunica e Franco Melandri. A quest'ultimo compagno, essendo deceduto dopo la precedente Commemorazione, Martenghi ha tributato un toccante ricordo, tracciandone la biografia politica e mettendone in luce la grande umiltà, generosità e dedizione al PMLI e alla causa del socialismo: “Compagno Melandri, tu continuerai a combattere con noi per sempre, incoraggiandoci ad andare fino in fondo sulla via dell'Ottobre verso l'Italia unita, rossa e socialista”, ha detto la compagna tra gli applausi commossi della Sala, che subito dopo ha osservato un minuto di silenzio in suo onore, rispondendo al termine col grido “presente!” e a pugno chiuso al suo nome pronunciato forte da Martenghi. La compagna ha poi ricordato il compagno panamense Quibian Gaytan, anch'egli scomparso dopo la precedente Commemorazione, definendo la sua scomparsa “una grave perdita per il PC(ML)P, il PMLI, i marxisti-leninisti dell'America Latina e di tutto il mondo”: “Questo grande e stimato compagno, questo esemplare marxista-leninista, antirevisionista e internazionalista proletario, questo sostenitore appassionato del PMLI e de “Il Bolscevico”, non c'è più fisicamente ma spiritualmente sarà per sempre nella mente, nel cuore e nell'azione dei marxisti-leninisti italiani con i quali era in perfetta sintonia”, ha detto la compagna dopo averne tracciato con parole commosse la figura umana e politica, e anche in suo onore le compagne e i compagni hanno tributato un minuto di silenzio in piedi e il grido “presente!” a pugno chiuso. Successivamente Martenghi ha ringraziato tutti i presenti, e in particolare chi era venuto da molto lontano sopportando disagevoli e costosi viaggi; le compagne e i compagni, militanti e simpatizzanti del PMLI, che insieme alle Commissioni centrali e al Comitato provinciale di Firenze hanno permesso la realizzazione della manifestazione; chi non aveva potuto venire ma aveva inviato un messaggio di saluto; le compagne e i compagni che durante il lockdown hanno permesso a “Il Bolscevico” e al sito del Partito di continuare ad essere aggiornati; e ha stigmatizzato il vergognoso silenzio stampa che anche stavolta i media servi del capitalismo hanno osservato sulla Commemorazione. Un saluto particolare ha inviato alle nuove istanze nate dopo la precedente Commemorazione, le organizzazioni di Reggio Calabria, Campobasso, Nola (Napoli) e Putignano (Bari), ai due “valorosi e coraggiosi compagni americani” che hanno inviato calorosi messaggi pieni di elogi al PMLI e al Segretario generale, e al compagno filippino che nel suo messaggio ha definito “splendido” il discorso di Scuderi “Da Marx a Mao”. La presentazione di Urgo e il discorso di Martenghi Martenghi ha poi presentato il compagno Angelo Urgo, Segretario della cellula Mao di Milano e responsabile del Comitato lombardo del PMLI, tracciandone la biografia politica e mettendone in luce alcuni dei suoi principali contributi al Partito in Lombardia e a livello centrale. Ricordando che in un rapportino del 1995 il compagno rimpiangeva di non aver ancora potuto partecipare ad una Commemorazione pubblica del PMLI, la compagna ha così concluso tra gli applausi: “Ebbene, oggi eccolo qua, non solo come partecipante, ma addirittura come oratore, a nome del CC del PMLI, della commemorazione di Mao. Un bell'esempio per i giovani e giovanissimi che si sono avvicinati al Partito e che non sono riusciti ad essere oggi qui con noi. Ne ha fatta di strada”! Martenghi ha quindi svolto l'ultima parte del suo sintetico ma intenso discorso introduttivo, sottolineato ripetutamente dagli applausi calorosi della Sala e da esclamazioni di “brava, brava!” da parte del Segretario generale, denunciando con forza il governo del dittatore antivirus Conte come “il nemico principale del proletariato che bisogna combattere senza tregua fino ad abbatterlo. Come andranno combattuti e abbattuti i governi successivi, qualsiasi siano le loro formule e composizione e qualsiasi sia il premier – Draghi o l’aspirante duce d’Italia Salvini”. E ha invitato a non farsi illudere dalle briciole da esso concesse alle masse lavoratrici e popolari, ma a soffiare sul fuoco “perché l'autunno sia veramente caldo e che divampi la lotta di classe”. Ribadendo l'indicazione del compagno Scuderi che non siamo sulla stessa barca e incitando a respingere il “Grande patto per l'Italia” lanciato dal presidente di Confindustria Bonomi, la compagna ha incitato anche a convincere le elettrici e gli elettori a votare No al referendum sul taglio dei parlamentari, e in questo quadro ha espresso la solidarietà di tutto il Partito ai compagni Gianni Vuoso e Luigi Prodromo, identificati provocatoriamente dai carabinieri a Ischia mentre diffondevano il volantino del PMLI sul referendum. Infine, accompagnata da ininterrotti e scroscianti applausi, Martenghi ha concluso invitando a prendere esempio da Mao per dare un senso proletario rivoluzionario e marxista-leninista alla nostra vita, mettendo al primo posto la lotta di classe e gli interessi del Partito, del proletariato e della causa del socialismo. Il lancio delle parole d'ordine, ripetute due volte dai presenti a pugno chiuso, “Mao, Mao, Mao” e “PMLI, PMLI, PMLI”, senza soluzione di continuità con i calorosi applausi tributati alla compagna, ha chiuso degnamente il suo importante discorso. I calorosi messaggi al PMLI e a Scuderi Subito dopo Martenghi ha annunciato che una delegazione si accingeva ad andare a deporre l'omaggio floreale del Partito alla lapide dedicata ai martiri di Piazza Tasso trucidati dai fascisti repubblichini il 17 luglio 1944, invitando i presenti a salutarla con un applauso. Ha poi espresso il rammarico del Partito per il disagio di dover assistere in piedi o all'esterno della Sala a causa delle misure antivirus imposte dal Quartiere 1 di Firenze, comunicate solo cinque giorni prima, e ha dato notizia di un calorosissimo messaggio di saluto inviato dai compagni Vittorio Vaggelli e Maria Maltesi, cofondatori del PMLI, assenti per la prima volta dopo 44 anni a causa di un importante day hospital. I due preziosi compagni sono stati salutati con un affettuoso applauso. Prima di dare la parola ai delegati delle istanze di base selezionate dalla Commissione per il lavoro di organizzazione del CC del PMLI, tenuti presenti i contenuti, le necessità del momento del Partito e la rappresentatività e non prendendo in considerazione i saluti arrivati dopo la scadenza del termine - interventi purtroppo necessariamente limitati nel numero di nove e nella durata di due minuti ciascuno a causa del poco tempo a disposizione - la compagna ha letto, ringraziandole, nell'ordine: la lista delle Istanze di base del Partito a cui non è stato possibile dare la parola per mancanza di tempo; la lista delle istanze di base del Partito assenti per motivi di salute, professionali o economici e che hanno inviato un messaggio di saluto. Tra questi anche quello che avrebbe dovuto leggere alla Commemorazione il compagno operaio Andrea Bartoli, di Borgo San Lorenzo (Fi), purtroppo assente per la scomparsa del padre avvenuta la mattina stessa. Il compagno Scuderi gli ha inviato a nome di tutti le condoglianze per la dolorosa perdita. Seguivano poi la lista dei simpatizzanti e degli amici del PMLI che hanno inviato un messaggio di saluto e che non erano presenti e la lista dei simpatizzanti e degli amici del Partito che erano presenti. Tra i simpatizzanti non presenti un ringraziamento molto sentito è stato inviato al compagno Mattia del Fronte della Gioventù Comunista di Cagliari, per il suo caloroso saluto che esalta i meriti del PMLI. Cogliendo l'occasione il Segretario generale ha detto: “Viva i compagni sinceramente comunisti ovunque attualmente siano collocati. Auguri compagni, lavoriamo insieme per la comune causa del socialismo”. Chiudeva l'elenco la lista dei compagni esteri che hanno inviato un messaggio di saluto e che non erano presenti, tra cui quello di un compagno filippino pieno di elogi per il PMLI e Scuderi, citato anche nel discorso da Urgo. La compagna ha poi letto brani degli importanti messaggi di due valorosi ed esemplari compagni americani “che operano con grande coraggio e spirito di sacrificio negli Stati Uniti sotto la dittatura fascista e razzista di Trump”. Messaggi pieni di entusiasmo e ammirazione per il PMLI e il compagno Giovanni Scuderi, che ha così voluto ricambiare il loro caloroso spirito internazionalista: “Viva i compagni marxisti-leninisti americani e filippini, viva i compagni marxisti-leninisti di tutto il mondo”! Per ognuna delle suddette liste la compagna ha proposto un applauso, informando che tutti i saluti, letti e non letti, sarebbero stati pubblicati su questo numero de “Il Bolscevico”. Il saluto delle istanze di base e dei simpatizzanti Sono quindi iniziati gli interventi dei nove delegati di base e un simpatizzante per il saluto alla Commemorazione. Tutti gli interventi sono riusciti ad esprimere in maniera militante e corale la compattezza di tutto il Partito attorno a Mao e la sua risolutezza a mettere in pratica i suoi insegnamenti nella lotta di classe. Ciascun intervento, ascoltato con grande attenzione e applaudito calorosamente alla sua conclusione, ha centrato esattamente il tema della manifestazione, cercando di dare un contributo generale ma al tempo stesso, pur nella ristrettezza del tempo a disposizione, si è sforzato anche di offrire un contributo radicato nella vita concreta della propria istanza. In ciò si sono ammirevolmente prodigati i rappresentanti delle nuove Organizzazioni del PMLI nate in questo ultimo anno politico: le Organizzazioni della provincia di Reggio Calabria, che ha aperto gli interventi, di Nola, di Campobasso, che li ha chiusi, e di Putignano (Bari). Quest'ultima, non presente per motivi economici, ha inviato un importante messaggio. Questo duplice sforzo è emerso fin dal primo importante saluto, quello del compagno Francesco Monti, rappresentante dell'Organizzazione della provincia di Reggio Calabria, che ha invitato a stringersi intorno a Mao e applicarlo, acquisendo la sua concezione proletaria del mondo, che nel concreto della situazione attuale significa calarsi nella lotta astensionista per le elezioni comunali di Reggio, per far sì che il voto astensionista non resti un semplice voto di protesta ma diventi un voto consapevole dato al PMLI e al socialismo. Lo stesso ha fatto il rappresentante dell'Organizzazione di Nola, compagno Vincenzo Napolitano, che ha messo l'accento sull'esaurirsi della cultura di classe in Italia per colpa del revisionismo e sulla necessità, seguendo la strada indicata da Mao per combattere la cultura borghese con la cultura proletaria, di combattere in questo momento contro le illusioni elettorali, parlamentari e pacifiste e contro il revisionismo dei partiti falso comunisti. Il rappresentante dell'Organizzazione di Campobasso, compagno Giovanni Colagiovanni, a sua volta ha esortato, imparando dall'esempio di Mao, a non lasciarsi mai andare al pessimismo, come il grande Maestro del proletariato internazionale ha dimostrato affrontando difficoltà ben più gravi delle nostre. E paragonando il PMLI a una scuola, che per funzionare bene deve essere guidata dagli elementi più attivi e capaci, ha incitato a diffonderla con umiltà e tenacia in tutte le città. Centratissimo e molto applaudito il saluto del compagno Alberto Signifredi, simpatizzante di Parma del PMLI. Non possiamo per ragioni di spazio dare conto di tutti gli importanti interventi, tutti del resto pubblicati integralmente su questo numero de “Il Bolscevico”. Ma va sottolineato che tutti, variamente e in maniera corale, hanno messo in risalto la necessità di imparare e applicare i preziosi insegnamenti di Mao sulla cultura proletaria e la cultura borghese, di cambiare noi stessi per cambiare il mondo, di praticare nel concreto la lotta di classe e stando tra le masse, di far rivivere nel proletariato e tra le masse l'ideale del socialismo, di dare al PMLI un corpo da gigante rosso, di impegnarsi assiduamente nella lotta per far vincere il No al referendum sul taglio dei parlamentari e far avanzare l'astensionismo alle elezioni regionali e comunali. Il discorso di Angelo Urgo Alla fine degli interventi di saluto la compagna Martenghi ha dato la parola al compagno Urgo per il suo discorso commemorativo tenuto a nome del CC del PMLI, informando i presenti che per stare nei tempi previsti ne avrebbe letta una versione ridotta, invitando a leggere la versione integrale pubblicata su questo numero de “Il Bolscevico” e sul sito del Partito. Il compagno Urgo ha quindi preso la parola per tenere il suo importante ed educativo discorso commemorativo, trattando con profondità e rigore marxisti-leninisti i tre campi in cui spaziava il tema di quest'anno – la cultura del proletariato, i marxisti-leninisti e la lotta per il socialismo – restando sempre saldamente ancorato all'esempio e agli insegnamenti di Mao, attraverso costanti e appropriate citazioni dalle sue opere, non tralasciando quelle degli altri Maestri del proletariato e del compagno Giovanni Scuderi. Urgo ha descritto, difeso ed esaltato, alla luce degli insegnamenti di Mao sulle “due scuole”, la cultura proletaria e le sue caratteristiche, opposte e antagoniste a quelle della cultura borghese, ribadendo i capisaldi della cultura del proletariato, la lotta di classe e la strenua opposizione al sistema capitalista: “Per combatterlo e distruggerlo”, ha precisato con forza suscitando l'applauso entusiasta dei presenti. In questo quadro ha esaltato la classe operaia e ribadito la necessità che si riappropri della propria cultura, cancellata gradualmente dall'opera nefasta del revisionismo e del riformismo, riarmandola con la concezione proletaria del mondo che è un nostro imprescindibile compito. A questo scopo ha esortato ogni membro del PMLI a cambiare la propria concezione del mondo acquisendo la cultura proletaria e marxista-leninista, senza la quale ricadiamo inevitabilmente sotto l'influenza di quella borghese. E per trasformare la nostra concezione del mondo – ha sottolineato il compagno tra gli applausi della Sala – “non c'è altro modo che leggere e studiare le opere dei Maestri del proletariato sul materialismo dialettico e storico e applicarle nella vita del Partito, nei rapporti con le masse e i nostri alleati e nella lotta di classe”. Sottolineando che “occorre consolidare ed elevare la propria concezione del mondo attraverso un sistematico e appassionato studio del marxismo-leninismo-pensiero di Mao”, il compagno ha aggiunto che tutti i membri del Partito, ad ogni livello, devono studiare, facendo “duri sforzi” secondo gli insegnamenti di Mao, specialmente i compagni impegnati nei fronti culturale e giornalistico, affinché il PMLI sia all'altezza dei suoi compiti. Urgo ha messo altresì in rilievo che il primo e più importante mezzo per la divulgazione della nostra cultura proletaria e linea politica siamo noi stessi, nel radicarci tra le masse, nei luoghi di lavoro, di studio e di vita e con l'esempio della nostra coerenza tra quel che diciamo e quel che facciamo. Cosa fondamentale, questa, per il lavoro di fronte unito, come la nostra partecipazione al Coordinamento unitario delle sinistre di opposizione: un'iniziativa “inedita e storica”, ha detto il compagno suscitando l'applauso dei presenti, a cui si è aggiunto il commento di Scuderi “Viva l'unità dei partiti con la bandiera rossa e la falce e martello!”. Iniziativa che però per noi deve sfociare necessariamente in un unico movimento sindacale rivendicativo e di classe. La situazione politica e sindacale odierna richiede lo scioglimento di tutti i sindacati attuali e la costituzione di “un unico sindacato basato sulla democrazia diretta e sul potere sindacale e contrattuale delle assemblee dei lavoratori e dei pensionati”, ha aggiunto Urgo accompagnato dagli applausi scroscianti dei presenti. Urgo ha poi svolto una serrata denuncia delle responsabilità dei governi centrale e locali nell'emergenza sanitaria, chiedendo con forza le dimissioni del presidente della Lombardia Fontana e delle sua giunta fascioleghista, denunciando i pieni poteri assunti dal dittatore antivirus Conte e i vari piani di rilancio dell'economia che mettono sempre al centro le imprese e non i lavoratori. A questo proposito ha rivendicato invece le tre priorità di sanità, scuola e Mezzogiorno, un forte piano di investimenti pubblici per l'occupazione, la nazionalizzazione dell'Ilva di Taranto, il blocco permanente dei licenziamenti, la cassa integrazione a salario pieno e il diritto alla sicurezza nelle scuole. In questo quadro, mentre auspichiamo una manifestazione nazionale contro il governo promossa dalle sinistre di opposizione, ha lanciato la proposta di uno sciopero generale di otto ore con manifestazione a Roma indetto da tutti i sindacati, confederali e non, con la parola d'ordine: “Il lavoro prima di tutto”. Proposta salutata con un caloroso applauso del pubblico e di Scuderi, che ha esclamato “Viva lo sciopero generale”! Dopo aver ribadito e spiegato il concetto espresso da Scuderi che non siamo sulla stessa barca e che non bisogna mai mettere da parte la lotta di classe, avviandosi alle conclusioni Urgo ha detto che il socialismo finirà inevitabilmente per sostituire il sistema capitalista, poiché è una legge oggettiva della storia, e ha rivolto un caloroso invito a tutti i sinceri comunisti a non restare nel frattempo con le mani in mano, ma ad impugnare la zappa, seguendo l'esempio di Yu Kung in un famoso apologo di Mao, per spianare, insieme al proletariato e al PMLI, le due montagne della dittatura della borghesia e del capitalismo. Ed ha chiuso, tra gli scroscianti e ininterrotti applausi dei partecipati in piedi, con questo magistrale invito che ben sintetizza lo spirito del suo discorso: “Studiamo con impegno, allo scopo di applicarlo, il marxismo-leninismo-pensiero di Mao e diffondiamolo tra il proletariato e le larghe masse popolari, specie giovanili”. Le conclusioni della manifestazione Al termine del bel discorso di Urgo, mentre le compagne e i compagni gli tributavano un lungo, affettuoso e meritato applauso, il Segretario generale si è complimentato calorosamente con lui per aver superato brillantemente la prova di tenere per la sua prima volta il discorso commemorativo e per il grande contributo personale dato a tutto il Partito. Se nelle prossime settimane tutte le istanze del partito sapranno studiare, discutere, approfondire e applicare questo importante ed educativo documento, che fornisce tutti gli elementi per capire e applicare gli insegnamenti di Mao, tutto il PMLI sarà più armato e attrezzato per affrontare al meglio le battaglie di classe del nuovo anno politico che già si preannunciano, e ciò farà fare un deciso passo avanti al processo per diventare un gigante rosso anche nel corpo. Dopo il lancio delle parole d'ordine, “Mao,Mao, Mao” e “PMLI, PMLI, PMLI”, scandite ciascuna due volte, tutti i partecipanti in piedi e a pugno chiuso ha intonato in coro i tre Inni del Partito: “L'Internazionale”, “Bandiera Rossa” e “Il Sole Rosso”. Seguiti subito dopo dalle parole d'ordine del Partito, di cui la prima è stata coniata per la situazione attuale e che, come annunciato da Scuderi e da Martenghi, sarà portata senz'altro anche nelle piazze: “Dittatura antivirus, non ne possiamo più. Governo Conte buttiamolo giù!”; “Sempre sulla via dell'Ottobre, verso l'Italia unita, rossa e socialista!”; “Viva Marx, viva Engels, viva Lenin, viva Stalin, viva Mao Zedong!”; “Coi Maestri e il PMLI vinceremo!”. La compagna Martenghi, nel dichiarare la Commemorazione di Mao del 2020 vittoriosamente conclusa, ha ringraziato tutti i partecipanti, e in particolare tutti coloro che hanno versato dei contributi economici, anche durante la Commemorazione, che “per noi – ha detto - sono come il pane, l'acqua e l'aria. Siamo commossi e grati per questa premura verso le necessità finanziarie del nostro amato Partito”. Ha invitato tutti i simpatizzanti e gli amici presenti a inviare a “Il Bolscevico” le loro impressioni sulla Commemorazione, e ha augurato a tutti buona salute e un buon ritorno a casa. Il compagno Scuderi ha rivolto ai partecipanti, tra cui molti in procinto di intraprendere lunghi e faticosi viaggi di ritorno, un breve saluto, con queste affettuose parole: “Bravi, bravi, grazie. Auguri, auguri. Specialmente alla nuove Organizzazioni e ai nuovi compagni e ai nuovi simpatizzanti. Grazie di tutto alle compagne e ai compagni che ci hanno assistito, anche sul piano sanitario, che è un evento storico per il Partito. Auguri, buon ritorno a casa e buona salute”. 16 settembre 2020 cc
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2020.09.11 15:56 Pepezoom1221 Minha recaída com o Nofap

Primeiramente, Bom dia. Tenho 16 anos e "pratico"(tento, paro, tento, paro... é foda) o nofap a um ano, nesse meio tempo eu venho me preparando e treinando para este evento anual em conscientização com o setembro amarelo. Porem em todo o meu percurso, só consegui uma streak de no máximo 6 dias(tenho problemas de auto controle), apenas agora em setembro que eu consegui arrancar determinação do rabo e já estou a 11 dias sem o fap... e isso pra min está sendo difícil.
Depois desse resumo da minha vida, vou direto ao ponto. Ontem eu tive uma recaída brava, basicamente eu entrei voluntariamente(não foi sem querer) no instagram pra ver fotos de umas minas que eu seguia. Só me toquei do que estava fazendo quando a minha mão já estava no ziper da minha calça, nessa hora eu parei, respirei fundo, joguei meu celular pra longe e fui treinar(de mascara é claro). Não resetei meu contador pois eu ainda estou na retenção seminal, mas aquilo foi um erro..
Uma simples imagem de alguem de biquíni conseguiu praticamente ativar todos os meus receptores de dopamina. Como medida de segurança eu desistalei todos as minhas redes sociais e instalei mais de um bloqueador(mas creio que nem vai adiantar), também estabeleci limites para usar o celular...
Creio que vou conseguir aguentar até o dia 20 ou 25, mas alcançar 30 dias eu acho difícil... mas tenho esperanças enquanto minha mente ainda está sóbria.
Assim, deus me ajude!
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2020.09.06 17:54 napoleonc espy

Dons e habilidades específicas de IP

Esses gráficos fornecerão apenas o bônus que esses dons / habilidades dão ao sistema de IP. Para todos os bônus / dons / habilidades oferecidos por IP / SA, consulte o gráfico acima.

Como funciona!

Quando uma cena é postada, desde que não esteja ocorrendo em um exército em movimento (exércitos em fortalezas / cidades / etc. Serão lançados neste sistema), um moderador rola em um canal público de rolagem para determinar se um espião ouviu o conteúdo.
Este teste é acionado por um pedido do jogador. Basta enviar o seguinte formato:
**IP Rolagem Requerente** **Alvo:** [Cena] 
Os parâmetros para cenas públicas são os seguintes:
Os parâmetros para cenas privados são os seguintes:
Cenas públicas x privadas geralmente se resumem a se uma conversa está ocorrendo a portas fechadas ou ao ar livre. Por exemplo, em Porto Real, uma discussão ocorrendo nos jardins da Fortaleza Vermelha é considerada pública. Uma discussão ocorrendo nas câmaras do Pequeno Conselho é considerada privada.

Determinando quem recebe informações

Após um IP roll bem-sucedido, uma lista de espiões presentes é lançada em um randomizador de lista.
Um teste é feito em um d20 para determinar quantos anéis presentes, em uma escala de porcentagem, aprendem sobre os eventos do segmento.
Os parâmetros são os seguintes:
Digamos, por exemplo, que Lady Redwyne e Lord Roxton estão conversando nos mercados fora de Jardim de Cima e o IP é bem-sucedido. O resultado do teste acima é um 20 natural, o que significa que 50% dos anéis na Campina aprenderão as informações neste tópico (de uma forma ou de outra). Se houver 20 anéis ao alcance, 10 deles aprenderão. Para determinarmos quais 10 aprenderam sobre esse tópico, a lista de 20 anéis é enviada ao gerador de lista aleatória. Um 10d20 é lançado, 10 representando quantos anéis aprenderão da informação e 20 representando o número total de anéis presentes. Os 10 números resultantes gerados pelo teste serão então comparados com a lista aleatória. Digamos que os resultados sejam 1, 9, 11, 5, 12, 11, 20, 19, 15, 5. Os proprietários desses anéis serão notificados com uma pequena sinopse no sabor de um relatório de espionagem sucinto isso diz a eles o que aprenderam.
Se um jogador tem mais de 1 anel em uma área, e eles rolaram duas vezes, não haverá relançamento. Isso representa o poder do personagem em uma área; quanto mais anéis você tem em uma área, mais chances você tem de aprender sobre um tópico e menos chances de outros mestres espiões aprenderem sobre uma cena.
A lógica por trás de ter uma boa quantidade de anéis aprendendo informações não é que eles estarão todos presentes naquela cena em si, mas que esses espiões aprenderão sobre essas informações através de suas conexões subterrâneas. A notícia se espalha, mesmo que seja sobre algo relativamente inofensivo. A intriga desempenha um grande papel no Grande Jogo.
Aqueles que aprenderem sobre o conteúdo das cenas saberão de tudo, incluindo conversas que continuam após a rolagem.

Anéis defensivos

Se a sua cena for espionada e você tiver anéis na área em que essa cena está ocorrendo (mesmo que você esteja apenas participando da cena) e seu anel for um daqueles rolados para receber a informação, você será informou que espiões tentaram (e podem ter) fugido com algumas informações. Isso representa uma espécie de sistema anti-espionagem.

Ações de IP na Virada de Turno

Devido à abordagem minimalista que adotamos com este sistema, a única participação ativa dos membros é através da virada de turno.
A virada de turno é onde você poderá mover seus anéis de uma região para outra. Não há negativos para mover seus anéis.
Lembre-se: Se você criar um personagem ou aprender uma habilidade que forneça anel (eis) para você, envie um ModMail ou mensagem para um adm com a localização do (s) seu (s) anel (eis).
Você DEVE enviar uma ficha a cada lua para manter seu status de atividade de IP. Se você não mover nenhum de seus anéis, use o formato de Atividade abaixo.
Formato de solicitação de movimento de anel único:
**Nome do Personagem:** **Movendo Anel:** [Região atual] para [Região de destino] Formato de solicitação de movimento do anel múltiplo: **Nome do Personagem:** **Movendo Anel:** [Região Atual 1], [Região Atual 2] para [Região de Destino] Formato Ativo (se você não quiser mover nenhum anel, poste este): **Nome do Personagem:** **Todos Anéis Parados:** 
Exemplo para solicitação de movimento de anel único:
Nome do personagem: Qarl Frey
Mova o Anel: Tridente para Porto Real
Exemplo para solicitação de movimento de vários anéis:
Nome do personagem: Qarl Frey
Move Rings: 2 anéis norte, 2 anéis Tridente para Porto Real
Exemplo 2 para solicitação de movimento de vários anéis:
Nome do personagem: Qarl Frey
Mover anéis: 1 anel norte para Tridente
Move Rings: 2 Anéis Vale, 2 Porto Real rings para Terras da Coroa
Mover anéis: 2 anéis de Porto Real para Dorne

Subterfúgio Ativo

A inteligência passiva é apenas metade do sistema, se tanto. O restante reside em subterfúgio ativo e suas ações relacionadas, incluindo Assassinatos, Sabotagem e Espionagem Militar.
A inteligência passiva e o subterfúgio ativo não se misturam. Este é um sistema separado de seus anéis passivos de coleta de inteligência. Seus anéis IP têm impacto direto zero em qualquer uma das mecânicas do Active Subterfuge abaixo.
Para participar do sistema Active Subterfuge, você precisa de um dos três tipos de Agentes: Assassino, Sabotador e Mole. Presentes e habilidades fornecem a você esses agentes, conforme listado abaixo. Ao contrário do IP, SA concentra-se em áreas / cidades / locais específicos e não em regiões como um todo.
Para utilizar seus agentes, você deve se envolver com a virada de turno. Subterfúgio Ativo é estritamente um sistema baseado em virada de turno, diferente da solicitação final assim que você estiver pronto para iniciar. Seus agentes criam níveis de infiltração em locais estáticos. Mais sobre isso abaixo.

Dons e habilidades específicas do SA

Esses gráficos fornecerão apenas o bônus que esses dons / habilidades proporcionam ao sistema SA. Para todos os bônus que os dons / habilidades de IP / SA oferecem, consulte o gráfico no topo desta página.

Infiltrações

Para sequer pensar em utilizar seus agentes e seus dons / habilidades, você deve ter agentes infiltrados em uma área / exército. Você só pode solicitar 1 infiltração por lua por agente que você possui. Você NÃO pode empilhar seus agentes em uma área para ter várias chances de aumentar seu nível de infiltração. Apenas um agente por área é permitido.
Você pode empilhar UM Assassino e UM Sabotador em um local, mas não mais de um agente de cada tipo em um local.
Seus agentes começarão sem atribuição. Você DEVE ter sucesso em um teste de infiltração para que seus agentes sejam estabelecidos em um local.
Seus agentes DEVEM permanecer na área / região para aumentar os níveis de infiltração. Se eles forem transferidos para outra área, seus níveis de infiltração serão redefinidos. Por exemplo, se na Lua 1 você usar com sucesso um agente para construir infiltração em Rochedo Casterly, e então na lua 2 você usar esse agente com sucesso em Winterfell, você perderá seu (s) nível (is) de infiltração em Rochedo Casterly.
Ao contrário do PI, você deve especificar um local, não uma região. Os dons e habilidades terão efeitos nos testes e serão listados em suas respectivas seções abaixo. Os parâmetros para infiltrações são os seguintes:
Cada tipo de subterfúgio terá seus próprios requisitos de infiltração. Por exemplo, você precisa completar 6 infiltrações antes de solicitar uma jogada de assassinato contra o rei. Não é tão fácil quanto parece.
As infiltrações são a substituição para os requisitos de prontidão, coleta de informações / ação não destrutiva / destrutiva do sistema antigo.
O sabor dentro do universo para infiltrações são seus agentes lentamente, ao longo do tempo, construindo suas informações sobre o alvo. Isso poderia ser memorizar as rotas de patrulha de guarda, memorizar as rotas para entrar e sair facilmente, obter um disfarce, preparar materiais, etc. O subterfúgio não foi feito para ser fácil e isso representa o trabalho árduo dos agentes e seus espiões em tentativas de subterfúgio .
Nota: Se o seu pedido de subterfúgio for bem-sucedido, seus níveis de infiltração na área serão eliminados completamente até 0.

Interrogando Agentes Capturados

Sempre que um Agente é capturado, seja nas infiltrações ou nos testes de tentativa Ativos, 2 testes serão feitos usando os seguintes parâmetros:
Se o espião mestre do Agente tiver o dom insidioso:
1: O lançamento deve ser um 20 natural , ou seja , o lançamento básico sem quaisquer modificadores.
Se os espiões mestres tiverem colaborado e um agente for pego na tentativa, o primeiro conjunto de parâmetros aqui será utilizado mesmo se algum dos mestres espiões envolvidos tiver o dom Insidioso. Se o interrogatório for bem-sucedido, o mestre espião que tem o dom Insidioso não será revelado, a menos que o teste seja um 20 natural.
Se todos os mestres espiões envolvidos tiverem o dom Insidioso, o segundo conjunto de parâmetros será usado.

Ações de SA na Virada de Turno

A virada de turno é onde você solicitará suas jogadas de infiltração e moverá seus agentes.
Observação: mover o agente com sucesso perderá todos os níveis de infiltração em sua localização atual. Você deve solicitar uma tentativa de infiltração para obter níveis de infiltração.
Aqui está o layout para a configuração inicial de seus agentes:
**Nome do Personagem:** **Dons/Habilidades:** **Ação:** [Tipo de Agente], Infiltração [Local] 
Se o procedimento acima for bem-sucedido, você ganhará 1 nível de infiltração no local. Para continuar a construir níveis de infiltração , você deve enviar a seguinte ação:
**Nome do Personagem:** **Dons/Habilidades:** **Ação:** [Tipo de Agente e Local], Infiltrado, [Nível da Infiltração atual] 
Para mover seus agentes , você deve enviar a seguinte ação:
**Nome do Personagem:** **Dons/Habilidades:** **Ação:** [Tipo de Agente e LOcal], Infiltração [Novo Local] 
Nota: Se o teste acima for bem-sucedido, você perderá todos os níveis de infiltração em seu local original .
Exemplo para configuração inicial de agentes:
Nome do personagem: Qarl Frey
Dons / Habilidades: Subversivo / Sabotagem (e), Investigar
Ações: [Sabotador], Infiltrar [Correrrio]
Exemplo para construir níveis de infiltração:
Nome do personagem: Qarl Frey
Dons / Habilidades: Subversivo / Sabotagem (e), Detetive
Ações: [Sabotador Correrrio], Infiltrar-se, [1]
Exemplo para movimentação de agentes:
Nome do personagem: Qarl Frey
Dons / Habilidades: Subversivo / Sabotagem (e), Detetive
Ações: [Sabotador de Correrrio], Infiltrar [Harrenhall]

Assassinatos

Se você está construindo níveis de infiltração de assassinos em um local, presume-se que você, bem, deseja assassinar alguém lá. Existem custos de infiltração específicos para seus alvos que você deve trabalhar. Conforme a meta fica mais importante, o custo de infiltração aumenta. É objetivamente mais difícil assassinar um Lord Suserano ou Rei do que um Lord menor ou um Plebeu..
O alvo não precisa ser nomeado até a solicitação de rolagem final (enviada ao Homem Comum). Esteja avisado, se você não tiver infiltração suficiente salva, sua solicitação será negada se for determinado que seu alvo é um nível superior ao que você salvou.
Para os parâmetros de infiltração, consulte a seção Infiltrações acima.

Dons / habilidades específicas para assassinato

Este gráfico fornece apenas o bônus que esses dons / habilidades podem fornecer para testes de infiltração de Assassínio e testes de tentativa de Assassínio.

Tentativa de Assassinato

O dia chegou. O dia que você, junto com possíveis co-conspiradores, planejou para muitas luas. No final das contas, isso realmente não se resume a um único teste ... porque cada teste de infiltração foi um planejamento meticuloso e paciência. A dificuldade vem do planejamento, não da ação final.
Aqui estão os parâmetros básicos de tentativa:
Se sua tentativa de assassinato for contra um personagem com uma guarda de PERSONAGEM DE JOGADOR especificada, como o Rei / Rainha ou um membro da Família Real com uma Guarda Real / Guarda Rainha atribuída a eles for bem-sucedida, um teste adicional será necessário:
Para representar o treinamento de um Assassino, seu limite de duelo será 60/3

sabotar

Existem vários tipos diferentes de sabotagem em que seus agentes podem participar. Abaixo estão os vários níveis de infiltração necessários para várias ações de sabotagem.
Abaixo está uma descrição sucinta sobre a que cada um dos tipos de Sabotagem pode ser aplicado:
Ler uma carta fornecerá a você o conteúdo da carta, mas alertará o destinatário de que a carta foi lida. Ler os planos de guerra fornecerá a você apenas a ordem de movimento inicial se originado do local em que seu Sabotador está (por exemplo, Lannister movendo uma quantidade X de tropas de Rochedo Casterly para Porto Real).
Para os parâmetros de infiltração, consulte a seção Infiltrações acima.

Sabotar dons / habilidades específicas

Este gráfico fornece apenas o bônus que esses dons / habilidades podem fornecer para testes de infiltração de Assassinato e testes de tentativa de Assassinato.

Tentativa de Sabotagem

O dia chegou. O dia que você, junto com possíveis co-conspiradores, planejou para muitas luas. No final das contas, isso realmente não se resume a um único teste ... porque cada teste de infiltração foi um planejamento meticuloso e paciência. A dificuldade vem do planejamento, não da ação final.
Aqui estão os parâmetros básicos de tentativa:

Solicitação de tentativas de assassinato / sabotagem

Enquanto as jogadas de infiltração são solicitadas através da virada de turno, você deve notificar o Homem Comum com sua solicitação para usar os níveis de infiltração do seu agente.
O formato da ficha deve ser o seguinte:
**Nome do Personagem:** **Dons/Habilidades:** **Localização do Agente e nÍVEL DE iNFILTRAÇÃO:** **aÇÃO rEQUESITADA:** [List one of the sabotages, or Assassination] **Action Target:** [Who/where will be the target?] **Notas:** [Anything relevant to use for flavor purposes in writing the attempt up.] 
Exemplo de solicitação de tentativa de sabotagem:
Nome do personagem: Qarl Frey
Dons / Habilidades: Subversivo / Sabotagem (e), Investigar
Localização do agente e nível de infiltração: Correrrio, 5
Ação solicitada: Destruição Principal
Alvo de ação: armazenamento de alimentos em Correrrio
Notas: Este será um incêndio criminoso que atinge as lojas de alimentos e queima as colheitas armazenadas para o inverno.
Exemplo de solicitação de tentativa de assassinato:
Nome do personagem: Qarl Frey
Presentes / Habilidades: Cruel / Assassino (e),Investigar
Localização do agente e nível de infiltração: Correrrio, 5
Ação solicitada: assassinato
Alvo da ação: Lord Tully
Notas: Se for bem-sucedido, o assassino estrangulará Lorde Tully em seu sono e então cortará sua orelha.

Espionagem Militar

O funcionamento da Espionagem Militar é passivo em relação à coleta de informações, ao invés de ativo. Existem níveis de espionagem militar, cada um abrindo mais informações para o espião mestre.
Um espião mestre DEVE rolar para se infiltrar em sua Mole a cada turno , mesmo no nível 5. Isso ocorre porque a coleta de informações é constante e, portanto, sempre deve haver uma chance de capturar o espião. Se o espião mestre perder um segmento de turno, seu nível de infiltração diminuirá em 1 (para não ser inferior a 1).
Abaixo está uma lista de quais informações cada camada de infiltração fornece:

Dons / habilidades específicas para espionagem militar

Espionagem Militar Turn Thread Action

Essas ações de sequência de turnos não são diferentes de Assassinato e Sabotagem, elas requerem apenas uma informação adicional.
Para determinar com qual exército seu Mole está, você deve incluir um link para o comentário de ordem de movimento do segmento de turno mais atual desse exército em seu link. Mover sua Mole fará com que você perca todas as camadas.
**Nome do Personagem:** **Dons/Habilidades:** **Ação:** Mole, Infiltração [Local] 
Se você quiser mover sua Mole para outro exército, você pode fazer isso usando a seguinte solicitação de ordem:
**Nome do Personagem:** **Dons/Habilidades:** **Ação:** Mole [Exército], Infiltração [Novo Exército] 
Nota: mover sua Mole de um exército fará com que você perca todos os níveis de infiltração.
Exemplo de solicitação de infiltração de toupeira:
Nome do personagem: Qarl Frey
Presentes / habilidades: Schemer / Espionagem (e), Detetive
Ações: Toupeira, Infiltrar [Exército Tully]
Link do tópico de virada do Exército: [link para o pedido mais recente do tópico de virada do Tully Army]
Exemplo de solicitação de movimento de toupeira:
Nome do personagem: Qarl Frey
Presentes / habilidades: Schemer / Espionagem (e), Detetive
Ações: Tully Army Mole, Infiltrate [Stark Army]
Link do tópico de virada do Exército: [link para o pedido mais recente do tópico de virada do Exército Stark]
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2020.09.02 19:29 miopolar procedural game generator

3: Geracao de cenarios


A definicao do que cada tecla faz e o resultado de ultilizacoes combinadas dessas teclas seria algo extremamente importante e seria com base nisso que os cenarios e
desafios seriam criados, construidos e definidos

Existiria varios tipos de cenarios cada um com seus sistemas de geracao individual

Existiria uma grande quantidade de mecanismos para a geracao de cenarios sendo que algums desses mecanismos seriam ultilizados apenas em determinados tipos de jogos
ou determinada parte do jogo. nao existiria no programa um sistema unico para a geracao de cenarios e sim varios

Os cenarios seriam gerados por meio de uma quantidade limitada de recursos como inimigos, objetos, chefes etc

Os cenarios poderiam ser tratado como um circuito eletrico onde os seus componentes seriam conectados por diferentes tipos de fios que poderiam transmitir sinais entre
os diferentes objetos sendo que esses fios e objetos teriam coisas como portas logicas, loops, poderiam guardar e ler informacoes, variaveis e dados diversos como o
que o jogador fez. esse sistema seria ultilizado em diferentes maneiras e para diferentes coisas como puzzles, lutas contra chefes etc os fios e objetos poderiam ser
organizados como se fossem estruturas


Os cenarios seriam gerados com base na geometria, teoria doss grafos, noise(para deixar o cenario mais natural), grmatica de computadores, celular automata e combinatoria
alem de estruturas de logica e outras coisas. a teoria dos grafos seria usada em uma forma onde cada ponto poderia representar uma coisas como objeto, evento ou outro
conjunto de grafos. eles seriam organizados em diferentes camadas e dimensoes. geometria seria usada para criar cenarios menos depende de objetos soltos e mais solido
sendo que a geometria seria usada tambem para definir onde cada objeto deveria ser colocado e isso poderia ser usado para coisas como gerar cidades, florestas e cavernas
a inteligencia artificial seria usada para testagem e tambem usada para testar o jogo medindo coisas como a dificuldade e coisas como precisao, reflexos necessarios
para passar de determinado ponto, quantos objetos o jogador deveria acompanhar(para se esquivar de balas), quantas coisas ocorrem ao mesmo tempo etc


Os elementos da interface seriam considerados e tratados como se fossem objetos do cenario que ficariam camadas acima dos outros objetos e que moveriam conforme
o movimento da camera. a interface seria toda feita para que ela seja controlada completamente por bottoes


No jogo existiria um contador que indicaria o quao avancado o jogador estaria no jogo isso seria usado para aumentar a dificuldade alem de fazer coisas como
aumentar o preco nas lojas do jogo(alem de desbloquear novos items para comprar) aumentar a taxa de experiencia e dinheiro ganho ao derrotar inimigos etc

O sistema de geracao de cenarios deveria ser capaz de prever o comportamento e efeitos das acoes dos objetos com o tempo como plataformas que se movem e sao
destruidas, inimigos capazes de destruir o cenario etc esse sistema deveria ser usado para prever as transformacoes do cenario com o tempo e evitar erros
por causa dessas transformacoes e variacoes

A dificuldade dos puzzles seria calibrada pela quantidade de movimentos necessarios para completar o puzzle e quais dentre os movimentos que o jogador poderia
realizar seria corretos

Posicionamento organico sera a capacidade do programa colocar coisas no cenario nao porque seriam necessarias mais sim para melhorar a experiencia do jogador
por exenplo coisas que o jogador poderia usar para se curar em areas nao tao dificeis ou coletaveis e power ups que nao seriam importantes ou obrigatorios para o
jogador prosseguir

Contrucao defensiva seria uma serie de diretrizes de construcao de cenario quem impossibilitaria o jogador de fazer alguma besteira que causaria perdas ou incapacidade
de progresso

Refinamento seria que em certas partes do jogo e eventos o jogo seria construido para dar sensacoes especificas para o jogar e variacao bem como mudancas de jogabilidade
e rotina

Sistemas anti-extresse seria sistemas que impediria o usuario de ficar extressado ou entediado seja por mandar ele fazer coisas repetitivas e dessiteressante, dificuldade
facil ou irrelevante ou perda de progresso alem de desilusao e outras coisas

Dificuldade nos jogos de estrategia seria calibrada com base nas posicoes inicias das unidas e territorios proximos das posicoes iniciais bem como quantidade de recursos
que seriam a quantidade de unidades(como as de advanced wars ou os personagems de final fantasy tatics) e recursos para dar supporte a essas unidades como geradores de
unidades etc e tambem o quao facil seria do jogador ou para a ia completar objetivos


O programa deveria ter um sistema de geracao de desafios diversos do tipo dos desafios de captain toad Treasure Tracker. esse sistema se basearia em o programa saber
o que o jogador pode fazer, o que ele quer fazer e obter , o que ele nao quer fazer, o que ele prefere, o que ele tem, o que ele pode ter, o que poderia acontecer.
que o jogo tem, o que poderia ocorrer, o que poderia nao ocorrer, o que o jogador nao pode fazer, coisas que ele possa escolher, o que ele nao quer fazer, o que ele
nao quer que aconteca, o que ele pode saber, o que ele fez, o que ele tem que fazer, quais seriam suas vantagems e desvantagems, como o jogador poderia tirar mais
proveito da situacao, o que ele poderia perder, resultado de acoes, que nao e necessario, quais sao os bonus que ele quer fazer, o que ele pode sacrificar e trocar
quais sao as chances que o jogador tem, quais sao as escolhas do jogador


Deveria existir operacoes envolvendo tillesets como trocar um tile por outro, delizar tile, um tile empurrar o outro, fazer tile desaparecer\aparecer, criar tiles


Uma inteligencia artificial jogaria o jogo e ela estaria com contadores que contaria diversas qualidades dos jogos e de partes dos jogos. esse contadores seriam usados
para resolver problemas como se o jogo for muito repetitivo(esses contadores contariam coisas repetitivas) dificuldade(a informacao obtida por esses contadores poderia
ser usada para saber a media de dificuldade e corrigila se for muito facil ou dificil ou se houver um aumento muito acentuado de dificuldade de uma parte do jogo para
outra) contadores de que as acoes fazem com o jogador(fazem o jogador fazer varias tarefas ao mesmo tempo, fazem o jogador sempre usar a mesma estrategia, fazem o jogador
ser induzido a erros, mudancas muito constante etc)


Puzzles seriam gerados por uma techinica onde o programa geraria o puzzle completado e depois ele desmontaria o puzzle criando assim o dessafio do jogador ter de completar
o puzzle e depois do puzzle ser gerado ele seria testado por uma inteligencia artificial e depois aprimorado alem de ter diversos erros corrigidos. esse sistema seria chamado
de geracao inversa onde primeiro ele geraria o puzzle completo e depois o desafio do jogador ter de montalo. na parte de refinamento o puzzle seria testado varias vezes pela
inteligencia artificial para cada mudanca. deveria existir outros algoritimos para outros tipos de puzzles como os puzzles de point and click e os puzzles de zelda e uncharted

O gerador de cenarios ultilizaria uma inteligencia artificial para colocar objetos no cenario e deixalo mais dinamico, esses objetos seriam usados para completar objetivos

Os jogos teriam uma parte responsavel por organizar os dados, mudancas e acoes que ocorreram dentro dos jogos como pegar um power up, mudanca de level, completar uma
missao etc isso seria extremamente importante para varios fatores como mudancas temporarias ou registro de eventos, registrar condicoes de coisas que foram completadas
coisas como a possibilidade do jogador customizar o nome dos personagems em jogos de rpg e simulacao


O gerador de cenarios deveria se adequar automaticamente a todos os tipos de pespequitiva como top-down, side-view isometric, diametric, beat em up pespequitive etc
nao deveria haver execoes ou modificacoes para o gerador de cenarios trabalhar com cenario de angulo de visao


O gerador de cenarios deveria se adequar automaticamente a todos os tipos de pespequitivas isso seria por que mesmo que os jogos fossem 2D os graficos seriam gerados
apatir de modelos 3D organizados em um espaco 3D e o programa nao deveria abrir execoes ou modificacoes para o programa trabalhar em um angulo de camera especifico
e outras coisas. sendo que esse sistema deveria ter algumas propriedades. 1 ele deveria ter a capacidade de converter a posicao de varios modelos 3D para a mesma
posicao quando o jogo for renderizado em 3D por exenplo os objetos no espaco 3D estao em alturas diferentes e quando esses objetos sao renderizados em 2D eles deveriam
ficar na mesma altura e qualquer movimento que iria para cima ou para baixo no caso dos jogos com camera topdown ou que iria para o fundo e para frente como no caso
dos jogos side-scrolling, seriam cancelados



A explorer ai seria uma inteligencia artificial especializada em extrair informacao sobre os diversos objetos e sistemas gerados pelo programa e enviar essas
informacoes para o gerador de cenarios para que ele saiba o que cada objeto poderia fazer e os seus limites, a explore ai funcionaria simulando diversas mecanicas
e sistemas alem de combinacoes e interacoes dessas mecanicas e sistemas alem de interacoes entre objetos, por exenplo o programa geraria um personagem jogavel
e a explorer ai entenderia o que cada bottao seria capaz de fazer e o resultado de combinacoes desses bottoes(como correr e depos pular ou pular e depois usar dash etc)
entao a explorer ai saberia o limite maximo de distancia vertical e horizontal que um personagem poderia se mover usando uma combinacao de bottoes e o resultado
de interacoes entre objetos como o que acontece quando o personagem usa um ataque especifico em um inimigo especifico ou o que aocnteceria se o personagem fosse
atacado por um inimigo ou o que aconteceria se o personagem estivesse entre dois ou mais inimigos\obstaculos diferentes etc ou o que aconteceria quando um personagem
realize uma acao especifica em condicoes especificas ou como o personagem sofreria de um combo de ataques de inimigos etc a explorer ai tambem deveria checar o
comportamento de estruturas de objetos, a explorer ai tambem poderia ser usada para criar mecanicas e sistemas que daria supporte a outras mecanicas e sistemas
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2020.09.01 19:36 hmmild Meu feedback sobre New World

I – INTRODUÇÃO

1.Olá, primeiramente, queria dizer que eu sou apenas um cara que gosta de jogar e ajudar as pessoas e, que as vezes algumas ideias surgem à mente, e assim aconteceu durante esse primeiro contato com o jogo e, por oportuno, explicar que aqui são apenas algumas ideias iniciais, que precisam ser trabalhadas, veja bem, ideias, um ponto de vista pessoal, ou seja, apenas uma opinião pessoal como jogador.

2.Eu começo dizendo ainda: difícil não é você conseguir players para um novo jogo, mas sim mantê-los.

3.Aqui estão apenas algumas idéias e análises pessoais de um jogador comum. Muitas coisas que estarão aqui são ideias iniciais e esboços prematuros. Antes de começar, queria deixar uma visão rápida sobre o que eu penso da realidade dos MMORPGs ao longo do tempo:

  1. O mundo já não é mais como era há 10, 20 anos atrás. As tecnologias e as informações estão cada vez mais intensas e aceleradas. Dito isso, na minha análise como jogador há mais de 20 anos, eu percebo que muitas "empresas tradicionais" não acompanharam essa revolução tecno-científica no mesmo ritmo em que elas aconteceram, tanto é que muitas delas, precursoras de alguns gêneros, somam mais prejuízos do que lucro.

  1. Na primeira década do século, podíamos contar nos dedos de uma das mãos os grandes e pioneiros jogos de MMORPG, dentre outros gêneros semelhantes.

  1. Muitos de nós, hoje com seus trinta e poucos anos, ou quase lá, de existência, estávamos na adolescência e começando a engajar nesse universo dos MMORPG, passando horas e horas do nosso tempo imersos em determinado game da espécie.

  1. Pois bem, o tempo passou, e aquela galera que crescia junto com os primeiros MMORPGs foram se ocupando com seus empregos, estudos, família, enfim, já não tinham mais tanto tempo livre para despender aos MMORPG da época, que exigiam e recompensavam os jogadores mais imersivos e dedicados exclusivamente ao jogo.

  1. Nesse contexto, juntamente com o avanço acelerado da globalização, algumas empresas foram rápidas e perspicazes ao perceberem a tempo essas mudanças no mercado. Eis então que surgem e se popularizam gêneros como por exemplo: os mobas, battle royale, os hack and slash, os action rpgs entre outros.

  1. Aqui não vou me alongar muito sobre o tema, apenas dizer que esses gêneros conseguiram contemplar uma gama muito maior de jogadores, como, por exemplo, aqueles que não tem muito tempo para dispor ao game e, também obtiveram uma fatia maior ainda de mercado. Consequentemente, por obterem êxito com essa façanha, muitos jogos explodiram e se popularizam virando fenômenos, trazendo cada dia mais e mais adeptos ao seu nicho.

  1. Agora, no cenário atual, o jogador que joga 12 horas por dia e o jogador que joga apenas duas horas, estão num cenário de igualdade. Uma vez que o mundo e o mercado mudou, o foco dos games mudou, as pessoas mudaram, as tecnologias mudaram. Porém, muitas empresas, que desprezaram até a própria comunidade, não conseguiriam enxergar isso e foram à falência, já dizia Cássia Eller: “Mudaram as estações e nada mudou...♫”

  1. É possível perceber, que esses novos jogos buscam manter sempre um cenário justo, equilibrado, alinhado a diversão, interação e o constante progresso, valorizando outros aspectos em detrimento ao tempo gasto com o jogo e execuções de ações massivas, repetitivas e cansativas. Agora há um equilíbrio natural, o principio fim é, por exemplo, a habilidade individual e o raciocínio de cada jogador, e não mais nos itens e nas vantagens dos leveis que o jogador adquiriu jogando 25 horas por dia. Agora, para você conseguir progredir no game e estar entre os melhores, não é preciso ser um “crackudo” e totalmente aquém da realidade.

  1. Dito isso, deixo algumas questões? Qual caminho New World quer seguir? O que New World quer contemplar? Qual o público alvo do New World?

  1. Eu acredito que assim como algumas novas empresas estão fazendo e, conseguindo sucesso com isso, a Amazon, com o New World, pode focar o máximo possível na igualdade e num sistema justo de progressão, encaminhar as dificuldade e os desafios dentro do jogo para o ponto certo, e não mais ficar na mesmice falida de sempre.

  1. Se a Amazon conseguir isso, New World tem um potencial enorme de crescimento e de dar um passo importante para uma nova era dos gêneros de MMORPGs . Mas para isso, na minha singela opinião, é preciso deixar de lado alguns preceitos ultrapassados que já não se enquadram mais no mercado atual.

  1. Dessa forma, é necessário reinventar e criar novos paradigmas e, antes de mais nada, é fundamental ter muita coragem e não ter medo de errar, para que no fim, não seja apenas mais um no meio de tantos jogos horríveis que já existem, e que ainda insistem na mesmice ultrapassada de outrora.


II – OBSERVAÇÕES INICIAIS SOBRE NEW WORLD


  1. Acredito que New World precisa ter um proposito inicial mais conciso, seja para atrair novos jogadores, seja para mantê-los. É preciso haver uma ideia central que faça com que o game não se torne algo repetitivo, enjoativo e com um fim precoce.

  1. Como fazer isso? Primeiro de tudo, o game deve ter um sistema justo e igualitário para todos. Como assim? Deve recompensar dentro das proporções todos os jogadores de maneira igual, seja o que joga sozinho, seja o que joga em grupo, seja o que joga 20 horas por dia, seja o que joga duas horas, ponto.

  1. O quesito, por exemplo, da "sorte aleatória", pode ser bem melhor trabalhado para esse aspecto. Abordo esse tema melhor no item VIII do tópico. Isso possibilita que os jogadores tenham em mente que em New World a qualquer momento a sua sorte pode mudar, e que mesmo você jogando pouco tempo, você pode ter a chance de ser agraciado de alguma forma com a sorte.

  1. Outra fundamental observação é que devem existir temporadas sazonais, sempre com atualizações e novidades, em busca de a cada nova temporada aprimorar o conteúdo que já existe.

  1. Eu não acredito que o jogo deveria ter uma transição engessada, por exemplo: começa aqui, vai pra ali, e depois terminar lá, mas também não deve ser algo desorganizado e sem sentido, é preciso limitar algumas progressões precoce demais, criar um sistema de penalidades de ganho de experiência, assim tudo terá seu devido tempo para acontecer. O que eu mais tenho observado são players leveis baixos correndo e atravessando para áreas que tecnicamente deveria ser mais perigosa ou restritas para eles no momento. Acredito que as busca pelo level máximo não deva ser algo com grande impacto dentro do jogo, mas também não deve ser desprezado tão facilmente, o foco do jogo não deve ser farmar, farmar, farmar, farmar, farmar, tal área, ou tal monstro. O foco não deve ser o level máximo e suas vantagens extrapoladas. Sinceramente, existem infinitos e melhores aspectos a serem exploradas do que isso.

  1. Dá pra perceber que o jogo mistura um pouco a história da alta e baixa idade média juntamente com o início da formação dos primeiros burgos. O território se divide numa espécie de suserania e vassalagem e mistura a ideia de um feudo/burgo.

  1. Um grande problema que deu pra perceber nesse primeiro teste, é justamente a questão territorial, aparentemente os players tendem a se agrupar na facção que possui mais domínio de terras e mais faccionados afim de buscar mais facilidade dentro do jogo. Isso é preciso ser corrigido, criando algum sistema de equilíbrio natural, fazendo com que esta questão não tenha tanto impacto no jogo.

  1. Acredito que toda facção devia ter pelo menos 1 território permanente e estável sob seu domínio. E que essa questão territorial não influencie significativamente na progressão individual dos jogadores e nas conquistas de desempenho.


III – FLANDERS

  1. Eu acho que seria genial, desde logo, mostrar ao jogador de New World, que o mundo, ao qual ele pertence, é um universo de constante e incansáveis guerras, paralelo a luta pela sobrevivência e a oportunidade de ter seu nome na história, de ser reconhecido no universo a qual ele pertence, seja pelos seus feitos, maestrias, conquistas, habilidade, enfim.

  1. Antes de falar sobre o que acho sobre o sistema de guerra de New World, quero começar pelo sistema de “zona de Flanders”. Para quem não conhece, Flanders (atual Bélgica) foi uma região de intensa batalha entre França e a Inglaterra pelo controle do Canal da Mancha, um local de comercio lucrativo e ponto estratégico para quem o dominasse, e que deu contornos a “Guerra dos 100 anos”.

  1. New world poderia trazer áreas de intensas batalhas e diversas disputas, essas áreas seriam zonas neutras de pvp obrigatório, monstros e bosses de extrema dificuldade e difíceis de matar, porém o foco dessas áreas jamais poderia ser a experiência de leveling ou loot, mas sim a sobrevivência e o combate frenético. As facções estariam em intensas disputa, estariam preocupados em matar os super Bosses, matar as facções rivais e sobreviver. Não podem por exemplo ser aceito formação de grupo nessas áreas (precisa ser estudado). No final, conseguem as recompensas pela morte do Boss, se conseguirem mata-lo, apenas os membros da facção que causou mais dano à ele. Deve ser uma área com desafios difíceis pela sobrevivência. Para essas áreas podem haver por exemplo 3 divisões, até o lvl 20, do lvl 21 ao 40, e do level 41 ao 60, restringindo o acesso de cada area pelo level e títulos (vou falar sobre eles abaixo) dos jogadores. Novamente, o equilíbrio é tudo. Acho que pra uma ideia inicial nesse sentindo é isso.


IV – RANK E ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PVP

  1. Um sistema de rank das mais variadas categorias deve haver em new world, é mais um objetivo a ser almejado pelos jogadores. Desde da divisão por quantidade de abate, até a divisão de level de colheita e ouro.

  1. Por exemplo, um divisão para o rank de abates e mortes, com algumas peculiaridades. Uma ideia inicial nesse sentindo seria: para cada abate que você conseguir no mundo aberto você soma 2 pontos no rank, para cada morte você diminui -1 ponto. Abater jogadores 10 leveis menores que o seu, você não pontua, morrer para jogadores 10 leveis menores que você, você perde -5 pontos. Matar jogadores com 10+ leveis maiores que o seu você soma 5 pontos. Deve haver também um sistema que pontue a assistência nos abates, para contemplar todos, principalmente aqueles que querem focar seus personagens em cura e proteção por exemplo.

  1. É preciso estudar também, como funcionaria o abate e a morte do jogador estando em um grupo.

  1. Durante a guerra os abates não contabilizam, há tão somente uma nota geral pela vitória ou pela derrota.

  1. O pvp em mundo aberto: deve acontecer num cenário mais justo possível, se o jogador for abatido por um grupo, o jogador que morreu não deve ter tantos prejuízos, isso se eles estiver solo, e o grupo que o matou não deve ter tantos benefícios, no fim o jogo deve contemplar sempre um ambiente justo e equilibrado. Consegue êxito por exemplo, aquele que tem uma melhor habilidade de combate, independente apenas dos itens que carrega, que montou uma emboscada bem sucedida, que atacou na hora certa, que conhece os limites do seu personagem, que sabe usar um contra-ataque, que combinou melhor seus pontos de habilidade, enfim. E na guerra vai vencer o que tem uma melhor estratégia, uma melhor tática, que sabe a hora de atacar, recuar. É preciso criar um sistema justo, durante o tópico vou deixar algumas outras ideias de como poderia ser isso.

  1. Basicamente é deixar claro que você ter um item lendário, não deve lhe tornar uma lenda.

  1. O jogo deve primar sempre pelo justo e o equilíbrio.

  1. Ayrton Sena e eu, cada um com uma Ferrari igual, mas no final a gente sabe o resultado, o melhor sempre ganha é claro, que nesse caso seria eu, obviamente, :rofl:. Mas deixando a brincadeira de lado, o que eu quero dizer com isso é que a vitória deve acontecer não porque o carro desse ou daquele é melhor, e sim porque naquele momento, naquela disputa, quem estava no volante foi melhor. Mantendo a analogia, na realidade atual, quem ganha é quem tem o melhor carro. Agora eu pergunto, atualmente, quem assiste, se entretém e se empolga com a Formula 1? É apenas uma analogia exemplificativa.


V – SISTEMA DE CONDUTA

  1. ​​Minha ideia principal neste item é o sistema de conduta junto com o faccionado renegado.

  1. Para entender minha ideia, primeiro quero que você entenda um pouco como ela é desenhada em minha mente. Eu dividi a conduta dos jogadores em duas, vou chamá-las de conduta azul e vermelha.

  1. Faço parte de uma facção, mas não gostei e quero mudar, posso? Depende, você está disposto a pagar o preço? Você será caçado por sua traição, seu nome estará nos murais das cidades e uma recompensa por sua cabeça será imposta, os membros da sua atual facção irão lhe caçar em busca da recompensa e de vingar sua traição.

38.CONDUTA AZUL: você ganharia pontos de conduta azul quando trabalhar em prol da facção, para cada boa conduta você ganha pontos de conduta azul, por exemplo, participação em guerras e invasões, abate de membros de outra facção, etc.

39.CONDUTA VERMELHA: seria o oposto da conduta azul, a cada “sabotagem” você perde a conduta azul, zerando sua conduta azul, ela fica negativa e começa a ficar vermelha, ao atingir uma certa quantidade de conduta vermelha você pode trocar de facção. Para ativar os pontos negativos de perda de conduta e ganho de conduta vermelha, você precisa encontrar um NPC que aparece em áreas aleatórias de vez em quando. Não pode ser previsível. Você fará uma missão que lhe permitirá realizar atos de traição ou sabotagem, como, por exemplo, matar membros de sua facção atual, a partir do momento em que você faz o primeiro ato de traição em busca de ativar a conduta vermelha, você já está marcado para morrer por causa da traição. Quanto mais atos de traição você fizer, maior será a recompensa por sua cabeça. Quando você trabalha contra a facção em busca de ser um renegado, sua cabeça está em alta e as punições são severas, ainda é preciso trabalhar nessa ideia, é apenas um esboço inicial.

  1. Uma das muitas consequências dentro da mudança de facção pode ser que o jogador perca todo o progresso de classificação, conquista e itens dentro dos armazéns de sua antiga facção, algo mais ou menos nesse sentido.

  1. Marechais e membros de altos cargos não podem mudar de facção. É preciso encontrar um título ou um limite em que a mudança é possível e o jogador se torna um renegado.


VI – TÍTULOS

  1. Acho que isso é uma oportunidade única.

  1. Implementar um sistema de títulos é um desafio e objetivo adicional para os jogadores almejarem dentro do jogo. Mas não é qualquer sistema. É um sistema único, grandioso e revolucionário.

  1. O que seriam os títulos? Primeiro, os nomes aqui são apenas para exemplificar algo que pode ser muito melhor trabalhado.

  1. Em primeiro lugar, cada facção deve ter seu “Marechal”, é mais um objetivo para os jogadores perquirirem dentro do jogo.

  1. O título de Marechal de uma facção nada mais é do que seu representante de honra e comandante máximo dentro do jogo, e esse título deve ser temporário e obtido por meio de eleição e / ou disputa em um grande evento de batalha entre os integrantes da facção, que preenchendo alguns requisitos e outros títulos pré-existentes poderão disputar essa posição.

  1. Mas para você ser um Marechal, você precisará primeiro ter alguns outros títulos, só então você poderá competir pela vaga de Marechal, em um grande coliseu, por exemplo.

  1. Todos os jogadores que foram inscritos para competir pela vaga do Marechal, competiram em um campeonato de disputa 1vs1 pelo título, até que remanesçam apenas dois que disputarão o confronto final pelo título de Marechal.

  1. Como você se qualifica para competir pelo título de Marechal?

  1. Para entender isso, você deve primeiro entender como isso é desenhado em minha cabeça:

  1. New World, a meu ver, tem uma grande oportunidade de revolucionar os jogos MMORPG. Uma chance de ouro. Faltam apenas alguns ajustes e um propósito único, grandioso e consistente.

  1. Minha ideia consiste em alguns “planos de carreira”, novamente são apenas nomes exemplificativos. Se você ama pvp, venha jogar New World, se você ama pve, venha jogar New World, sem você adorar criar e construir, venha jogar New World, se você gosta de andar pelo mapa e ser um explorador, venha jogar New World, se você quer ser muito rico e exibir suas conquistas, venha jogar New World.

  1. Em New World não deve existir aquela mesmice engessada de sempre, mago, cavaleiro, curandeiro, arqueiro, não, não e não. Em New World cada jogador montará sua própria “classe” de acordo com seu perfil, estilo de jogo e objetivos dentro do jogo. Por exemplo, você adora o pvp? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nesse quesito. Você ama o craft? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nisso. Você é um jogador mais focado no pve? Faço o mesmo, busque seus títulos e conquistas para você conseguir se destacar nessa area. O que eu quero dizer com isso é que com um sistema único e infinito você pode finalmente moldar seu personagem de acordo com suas pretensões, nenhum personagem será igual ao outro. Você quer usar bastões mágicos com foco no pve? Você então buscará dentro do jogo quais conquistas e títulos combinaram com sua maestria, itens, perfil, status, pretensões, enfim, as possibilidades são infinitas.

  1. Eu acredito que cada facção precisará de jogadores das mais diversas áreas, jogadores com habilidades de pvp, jogadores com habilidades de pve, jogadores com habilidades de artesanato, jogadores com muito dinheiro para financiar a manutenção das cidades e guerras, todos são importantes dentro de New World, independente do level e perfil do jogador, todos têm um papel dentro do jogo.

  1. Se o jogador quiser ser um expert em combate pvp, ele vai buscar uma carreira ideal que se encaixe com o seu perfil e lhe proporcione isso, primeiro focar em um titulo máximo e nas combinações de conquistas adjacentes que ele achar melhor para seu estilo, como por exemplo: General ( mais focado em combate corpo a corpo), Alquimista-mor( mais focado em dano magico e bastões mágicos), Mestre-Sacerdote (dano magico e cura), etc... São apenas alguns nomes exemplificativos.

  1. Se o jogador quiser se especializar em lutar contra bosses e monstros épicos e lendários, ele buscará o título e os caminhos para ser um Mestre Caçador.

  1. Se o jogador quiser ser um Mestre Artesão, com crafts poderosos, valiosos e exclusivos, que só ele pode fazer, então seguirá este caminho profissional.

  1. Se o jogador quiser ter muito dinheiro, com grandes aquisições, vantagens comerciais, casas, ele buscará o título de Barão-mineiro.

  1. As possibilidades são infinitas, as combinações de maestria, armas, estilo de jogo, títulos, interesses, objetivos, tudo, é um imenso mundo a ser explorado.

  1. Com alguns ajustes aqui e ali, este jogo se torna o melhor.

  1. Exemplo disso? Se você quer ser um artesão, seus serviços serão solicitados, pois somente você poderá fabricar certos itens com a possibilidade de conseguir modificações raras e valiosas, por exemplo, somente você poderá esfolar certos monstros que precisam um alto grau de maestria, e esse nível apenas os artesãos podem alcançar.

  1. Neste ponto do item, seria um mundo extraordinário, se New World seguisse esse caminho: Se ao invés de todos os monstros soltarem o mesmo item por exemplo: “couro cru”, por que não soltar itens específicos, como: couro de lobo, couro de coelho, couro de crocodilo, isso iria expandir um universo de craft extraordinário, um mercado único, os jogadores quem quiserem ser artesões teria algumas vantagens ao escolher essa carreira, só eles que poderiam esfolar alguns monstros e manejar crafts mais complexos. Esses comentários são apenas algumas ideais e exemplos que precisam ser explorados e trabalhados.

  1. O mesmo vale para o jogador que quer ser um Barão-mineiro, você com esse título máximo, pode ir até o nível 100 de mineração por exemplo. Sem o título, você só pode ir até 50, por exemplo. São ideias e combinações infinitas.

  1. O mais importante é que cada título tenha um “Plano de Carreira”.

  1. Por exemplo, se o seu forte é o combate corpo a corpo e você é focado no pvp, eu diria que você ia querer seguir a carreira de General, começando com o primeiro título de soldado, depois de algumas conquistas torna-se sargento e assim por diante até chegar ao último posto de general. Os nomes são apenas exemplares. Se esse é o seu propósito dentro do jogo, estar focado na guerra, combate corpo a corpo e no pvp, você vai buscar fazer conquistas e adquirir os melhores títulos que combinem com seu personagem, itens, maestria, etc.

  1. Ou talvez você queira dominar a arte da magia ou da cura e seguir a carreira de curandeiro ou mago. De qualquer forma, as possibilidades são imensas.

  1. O segredo e o desafio seria encontrar a melhor construção para o seu perfil, entre seus títulos, maestria, equipamentos, atributos e finalidades, por exemplo, você é um grande jogador de pvp, a lenda do combate, porém, em uma invasão de monstros os jogadores mais focados no pve, que são especialistas em abater monstros, teriam uma pequena vantagem nesse quesito, já que essa seria sua especialização. Mas cuidado, não são apenas os caçadores que poderão matar ou impactar os lendários bosses e monstros, apenas terão uma ligeira vantagem neste aspecto, pois essa seria sua carreira e função dentro do jogo, eles nasceram para isso.

  1. Se um jogador quer estar focado no pvp, mas também quer uma melhor performance para matar monstros, por exemplo, ele deve investir um pouco mais para ter uma melhor performance na luta contra monstros, e encontrar qual combinação de títulos é melhor para ele. Existem desafios e possibilidades a serem estudados, que cada jogador terá que descobrir dentro do jogo, qual o seu perfil?!.

  1. Por exemplo como seria um modelo disso na minha cabeça:

Exemplo 1
Eu quero ser um jogador focado no pvp e combate corpo a corpo:

Carreira de General
I - Título de soldado: +3 de força
II - Título de sargento: +2% de dano com arma de uma mão contra players
III - Título de tenente: +2% de resistência física e magica contra jogadores
IV - Título de capitão: +5 de força
V – General: +5% de danos contra player segurando arma de uma mão ou escudo

Exemplo 2
Eu quero ser um jogador focado no PVE e combate a distância:

Carreira de Grão Mestre Caçador
I – Título caçador 1: +3 de destreza
II –Título caçador 2: +5% de dano contra monstros
III – Título caçador 3: +5% de resistência contra monstros
IV – Título caçador 4: +5 de destreza
V – Grão Mestre Caçador: +10% de dano a distância contra monstro

  1. Os bônus dos títulos dentro do jogo, é algo a ser estudado e trabalhado cuidadosa e profundamente.

  1. Neste sistema, novamente, apenas um exemplo, cada jogador só poderia habilitar um único grande título principal ou plano de carreira principal e ter um número limitado de especializações menores. É um universo a ser explorado.


VII – LIMITES E PENALIDADES

  1. Aqui não tem muito segredo, o jogo precisa ser o mais amplo possível, não deve haver muitas restrições de uso de itens, você pode usar o que quiser, desde que preencha alguns requisitos.

  1. Os status precisam ser melhor trabalhados. Combinar determinada quantidade de atributo necessário para usar um item e/ou upar uma habilidade de maestria é algo que pode ser bem melhor trabalhado. Pode acrescentar também combinações com os títulos e plano de carreia. São muitas possibilidades.

  1. É preciso haver sistema de penalidades para ganho de experiência e formação de grupo, tanto para pve como pvp. Isso evita uma serie de problemas dentro do jogo, por exemplo, que players inexperientes e leveis baixos sejam “carregados” por outros jogadores até um momento do jogo ao qual eles não deveriam estar.


VIII – ÁREAS EXPLORÁVEIS E MONSTROS MISTERIOSOS

  1. Em primeiro lugar, para entender como isso está em minha mente, isso deve ser encarado como algo extremamente raro e completamente aleatório.

  1. A ideia não é algo: “Eu vou entrar no jogo e fazer isso”. NÃO, você não vai.

  1. É algo assim: você está caminhando no mundo aberto, no meio do nada, não é um lugar específico, não é um monstro específico, não é um momento específico, é simplesmente aleatório, não é um respawn fixo, não é você quem decide, não há cálculo, não há uma forma de você “farmar” isso, é algo totalmente imprevisível, ao acaso e por sorte.

  1. De repente você vê, não sei, um coelho diferente (monstro mistérioso), você mata e quando analisa e você tem a POSSIBILIDADE de conseguir algo valioso, veja só, eu disse que você tem a POSSOBILIDADE, por exemplo, de conseguir uma pedra valiosa, ou um componente que pode ser usado para um craft valioso, etc. Veja bem, e atenção, além desses monstros misteriosos aparecerem de maneira totalmente aleatória, a chance de conseguir alguma coisa deles também é totalmente dependente da sorte.

  1. Outra coisa que poderia existir com a mesma ideia, são áreas e / ou objetos exploráveis. Uma gruta misteriosa por exemplo, uma garrafa no meio do rio, um arbusto, coisas que o jogador tem a opção de explorar ou entrar. Mas, novamente, são coisas totalmente aleatórias, que não estão disponíveis para sempre, possuem um curto período de tempo para serem exploradas.


IX – OUTRAS IDEIAS POSSÍVEIS


  1. Futuramente, caso a comunidade e o jogo queiram implementar montarias, ou algo do tipo, é preciso criar um sistema totalmente equilibrado e muito bem elaborado, e que não tenha grande impacto na jogabilidade, eu tenho uma ideia inicial para esse sistema, onde a montaria serve ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE para o deslocamento. E o jogador terá que pensar com muito cuidado se vale a pena usá-la para uma determinada viagem.

  1. O jogador não poderá usar a montaria o tempo todo.

  1. Haverá restrições de área para montarias.

  1. O cavalo terá uma barra de energia que tem um tempo de recarga considerável, se o jogador quiser ir para uma área muito longe o cavalo pode ficar cansado, se não tiver condições para suportar a viagem, e assim ele entrará em “tempo de recarga”. O cavalo ficará na mesma velocidade de um jogador se movimentando, até que ele possa novamente desenvolver velocidade, ele poderá fazer isso somente após um determinado percentual de energia recuperada. O jogador não poderá realizar ações em cima do cavalo. Se o cavalo ou o jogador for abatido, o jogador cai e terá que decidir se corre atrás do cavalo, foge ou vai para o duelo. O jogador precisa ir até o cavalo caso perca o controle dele e o animal saia correndo pela floresta. O jogador não pode fazer algo como assobiar e o cavalo aparecer misteriosamente. Caso o jogador se perca do seus cavalo ao fugir dos inimigos por exemplo, passado algum tempo o cavalo dará respawn na cidade onde o jogador tenha feito seu “check-in”.

84.Os acampamentos devem ter estábulos para o cavalo descansar e recuperar as energias mais rapidamente, porém não deve ser algo instantâneo. De qualquer forma, há muitas variáveis em mente para isso.


X – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Eu tenho várias outras ideias, mas por enquanto acho que é isso.

O mais importante é que o jogo entregue uma gama infinita de possibilidades alinhadas as mais variadas formas e estilos de jogos. Se você gosta do pve, você vai ter suas inúmeros funções e caminhos para de divertir e crescer dentro do jogo, benefícios de craft, farms, você pode ter um papel de destaque nas invasões de monstros e lidar com bosses difíceis, você pode conseguir riqueza e gloria nesse seguimento e estilo de jogo, igualmente se você gosta de pvp, com as intensas guerras e os espólios das batalhas pvp. Acredito que em New World toda facção vai precisa de bons jogadores de pve, com os benefícios que estes jogadores podem ter para lidar com monstros poderosos, crafts, colheitas, mineração, como também precisar do talento de bons jogadores de pvp para as batalhas e guerras. Basta encontrar o equilíbrio do sucesso.

Essas são minhas considerações em face desse primeiro contato com o jogo.

Espero profundamente que o jogo não seja apenas mais um no meio de tantos outros horríveis que já existem.

A Amazon tem plena capacidade e poder para revolucionar mais esse mercado.

Espero que alguma coisa aqui tenha contribuído com algo, e torço pelo sucesso do jogo.

E continuem sempre olhando para o Brasil, aqui também tem mercado e pessoas capacitadas para fazer muita coisa pelo mundo, tanto real como virtual. Abraços!
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2020.08.25 15:45 digodk Eu tive um sonho no começo de 2019

Brasil, 2021, Março

> Governo percebe o potencial nos comentários de parte do eleitorado e cria um novo esporte, a ginástica moral

Brasil, 2022, Maio

> País sedia a primeira competição internacional de ginástica moral e vence, a moral no país é alta, o que é muito bom em ano eleitoral

Outubro

> Governo Bolsonaro já eleito e com terceira reeleição já em vista
(o limite de dois termos foi extinto em 2020 pelo Moro, que defendeu que presidente pode ficar quanto tempo quiser desde que peça desculpas à constituição, STF disse que tudo bem desde que eles ganhem um aumento para cada termo a mais)

Novembro

> Copa do mundo Qatar
> Brasil oitavas de final
> Jogo contra Alemanha
> David Luiz é o técnico
> Um grande profissional que surpreendeu a todos
> Estuda começar uma campanha política para governador do Rio com o slogan “alegria para o povo”
> A campanha da seleção é fraca
> Os jogadores têm dificuldade em adaptar o tripé brasileiro de Churrasco, Cerveja e Futebol às leis do Qatar
> Resultado: Alemanha 7×2 Brasil
> Segundo gol de David Luiz que invadiu o campo aos 46 do segundo tempo, mas o VAR não registrou então o gol é válido
> VAR não viu quem fez o primeiro gol também, então entra um herói anônimo para história
> Galvão morre de infarto no jogo
> David chora, dessa vez pensando em sua campanha
> Mais um especial na televisão mostrando como a Alemanha treinou sua base de jogadores
> Mostram a Alemanha construindo hotéis no Qatar e no Brasil
> No Brasil, revoltas
> Governo deposto após a batalha de Juiz de Fora
> É permitido que Maia permaneça como presidente do congresso
> Temer assume como governo interino por determinação do STF
> Novas eleições, esperanças de renovação na política
> Muita discussão sobre quem e como deveria governar
> Sai a lista de candidatos
> Aécio
> Dilma
> Empatados nas pesquisas, é 2014 de novo
> O povo frustrado por ter que escolher entre um playboy e uma síndica de condomínio
> Acontece um levante por melhores candidatos
> Ocorre um evento com mais de 3 milhões confirmados no facebook: #novembrada
> Parte da população discorda e ocorre outro evento, o #nãovembrada
> Marina Silva, desaparecida desde 2019 reaparece para as primeiras eleições democráticas
> Revela que estava vivendo na selva como uma ninja indígena, protegendo as poucas terras que restaram para o seu povo e matando e prendendo capatazes de fazendeiros
> Especial no fantástico sobre isso
> Comoção nacional
> Pausa nas eleições para natal e ano novo

Brasil, 2023, Janeiro

> Segue eleições
> Disputando contra dois candidatos tradicionais, o calor de janeiro e a aproximação do carnaval, Marina é conclamada rainha do povo em primeiro turno, mas por um placar um pouco apertado
> Posse acontece em uma balsa no Solimões
> No discurso de posse, uma notícia
> Seu plano é contratar a Alemanha pra dar um jeito no Brasil
> Fortes resistências ao seu plano se revelam, porém em seu lado pesa o resultado da copa
> Por um lado, Marina negocia duramente até que os alemães concordam em realizar a obra a preço de tapioca
> Fortemente criticada pela oposição em casa, ela defende seu plano com maestria
> Marina ganha o apelido pelos desgostosos de Marionete Silva
> Povo defende ferozmente o novo projeto

Março

> Detalhes do plano são acertados
> A empresa das obras é selecionada por licitação
> Blumenau é a nova capital
> Casas Bahia anuncia mudança de nome para BuchtHaus
> Havan remove as estátuas de liberdade e coloca mini auschwitz

Abril

> Trabalhos começam e terminam com eficiência e carisma típicos alemães
> Pessoas comentam “Ich lieg’ gern im Gras und schau’ zum Himmel rauf!” (Eles até nos deram um estádio de brinde!)
> “Schaun die ganzen Wolken nicht lustig aus!” (E vão cobrar só 200 reais a entrada!)
> Porém, forte resistência na Alemanha
> “Wo ist der orangefarbene Fahrer?” (Como assim vão gastar dinheiro da Alemanha para investir no Brasil?)
> “Der Fahrer erscheint nicht, weil er schuld ist” (Absurdo!)
> Merkel se vê envolvida com diversas acusações

Agosto

> Alemanha em turbulência política
> No Brasil, acaba a euforia e as coisas começam a mudar
> Povo reclama da dificuldade em sonegar
> Alemão obrigatório e português opcional em todas as escolas

Setembro

> Logo a Alemanha começa a lançar atualizações
> Povo tem dificuldade em encontrar Brahma, Skol e Itaipava
> Agora as cervejas artesanais dominam o mercado
> A situação se torna insustentável
> Carnaval é cancelado no Brasil
> Prática de ginástica moral é proibida
> Feriados foram cortados pela metade
> Eficiência do trabalhador brasileiro sobe 130%
> Ninguém mais faz pausas desnecessárias no expediente
> Sertanejo, agora morto, é lembrado como uma ode à ineficiência e preguiça

Brasil, 2025, Janeiro

> Dois anos após o início do projeto, surge o movimento #NövemBradt como resistência à mudança
> Em contrapartida vem o movimento de apoio #NeimVemBradt
> Na Alemanha, problemas quando abrem os arquivos no BAD (Banco Alemão de Desenvolvimento)
> Descobrem que a Alemanha emprestou dinheiro para o Brasil em troca de exportação de políticos para o programa alemão Mehr Politiker
> A crise entre as nações começa a se instalar

Março

> Marina Silva resolve se anteceder a problemas
> Comunicado em rede nacional às 20 horas, horário de Rio Branco
> Dävid Luiz aparece ao fundo
> Em vista do clamor popular e da crise recente, ela decide…
> Pausa dramática
> O país está em suspense
> Todos olham para a tela...
> Marina denomina Oktoberfest como novo carnaval Brasileiro
> Um brado retumbante se ouve no país
> O começo de uma nova era de esperanças e alegrias para o povo
> Dävid chora “Esse é o país que eu quero” (o português passa a ser permitido novamente)
> Ginástica moral passa a ser o esporte nacional
> Aquele dia é proclamado como feriado nacional
> David é eleito governador nas próximas eleições com o slogan “Relativização para o povo”
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2020.08.11 17:43 zetech5162 CRIANDO SPAWN DE CARRO PERSONALIZADO

CRIANDO SPAWN DE CARROS PERSONALIZADOS
PRIMEIRO PASSO
NAVEGUE ATÉ A PASTA dayzOffline.chernarusplus/db E COLE ESSE EVENTO ANTES DO COMANDO LOCALIZADO NA ULTIMA LINHA DO ARQUIVO

 10 7 13 300 0 500  500  200   fixed mixed 1       
SEGUNDO PASSO VOLTE ATÉ A PASTA dayzOffline.chernarusplus, LOCALIZER O ARQUIVO cfgeventspawns.xml
EDITE E COLE O SEGUINTE TRECHO DO CODIGO ABAIXO ANTES DO COMANDO
     

ESPERO TER AJUDADO !!!! SERVER BRASIL_HUNTERS OFICIAL
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2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


https://preview.redd.it/cgjgskwklhf51.png?width=5000&format=png&auto=webp&s=e412088494be7f98ae0232ab947550b3f8077b2d
Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
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2020.08.04 22:42 Mr_Libertarian Meia entrada, inteira estupidez, nenhuma vergonha

Por: Paulo Kogos
A legislação concernente ao “direito à meia-entrada” engloba uma quantidade desanimadora de projetos de lei, de medidas provisórias e de decretos-lei — um verdadeiro emaranhado jurídico. Trata de temas como emissão de carteiras estudantis, qualificação jurídica de estudante, definição dos tipos de estabelecimento e eventos que serão enquadrados. É a prova de que o estado, ao interferir nas trocas voluntárias das pessoas, gera erros que antes não existiam. Potencializa falhas que os legisladores insistem em remendar com leis adicionais, as quais geram novas falhas, sendo que bastava apenas revogar as anteriores. Defendo aqui a revogação da lei da meia-entrada.
Deparei-me com diversos sites de movimentos estudantis, e nele estão resumidos os sentimentos bárbaros que permeiam a mentalidade daqueles que aprovam essa determinação.
O primeiro argumento é o de que a meia-entrada é lei, como se algumas das maiores atrocidades da História não houvessem sido cometidas em nome das leis impostas pelos estados. Elas violam os direitos naturais dos indivíduos. Trata-se de legislação criminosa. É impossível concluir que há o dever de cumpri-la por meio de um argumento legal positivista. Ao contrário: há um dever moral de descumpri-la. Conforme lembra Thomas Jefferson, quando a injustiça se torna lei, a resistência se torna um dever. Uma solução bonita já praticada em alguns eventos é estender a meia-entrada a todos, afinal não há legislação que impeça isso. Basta dizer que o preço base é o dobro do preço praticado e não há nada que os legisladores possam fazer a respeito.
Outro bordão repetido constantemente é: “meia-entrada: um direito do estudante brasileiro”. Falácia. O estudante não possui direito à meia-entrada. Aliás, ele sequer possui o direito de entrar em um cinema ou teatro. Uma casa de espetáculos é propriedade privada do seu dono, assim como uma residência, plantação ou consultório médico. O uso econômico que o proprietário faz de seu imóvel não altera sua natureza privada e ele deve poder decidir quem nele entra. Ninguém tem o direito de entrar na residência de uma pessoa, e o mesmo vale para um cinema.
É possível, contudo, que o proprietário de um estabelecimento, ao buscar o lucro, firme um contrato com um indivíduo, permitindo que ele adentre o local mediante um pagamento. O dono do local tem o direito de exigir a quantia que quiser, e o consumidor decide se aceita ou não a oferta. O preço justo é aquele que resulta de um acordo voluntário entre as partes. Obrigar o empreendedor a adotar uma determinada política de preços é um ato de agressão. É uma violação do seu direito à propriedade privada, um direito negativo que impõe aos agentes externos a obrigatoriedade de não violá-lo. Direitos positivos tais como “direito à meia-entrada” impõe a terceiros uma obrigação de supri-los, conflitando com o direito negativo à propriedade. A lei deve proteger os direitos negativos apenas. Conforme nos explica Frédéric Bastiát em A Lei, um uso alternativo da legislação terá efeitos indesejáveis:
Quando a lei e a força mantém um homem dentro dos limites da justiça, elas o impõe nada mais que uma mera negação. Apenas o obrigam a se abster de causar dano. (…) Mas quando a lei, por intermédio de seu agente necessário – a força – impõe uma forma de trabalho, um método ou matéria de ensino, uma crença, uma adoração, ela não é mais negativa, ela age positivamente sobre os homens (…) Eles não mais terão necessidade de consultar, comparar ou prever; a lei faz tudo por eles. O intelecto se torna um fardo inútil; eles deixam de ser homens; eles perdem sua personalidade, sua liberdade, sua propriedade.
Há um órgão chamado Delegacia da Meia-Entrada, da UJE (União dos Jovens e Estudantes), cuja função é incitar estudantes a denunciar os estabelecimentos culturais e esportivos que não se adequarem à legislação da meia- entrada. Uma sirene de polícia serve como vinheta para o vídeo institucional do órgão. O empreendedor é visto como um inimigo em potencial, senão como um criminoso, sendo que tudo o que ele faz é sacrificar seu tempo e arriscar seu capital para fornecer serviços de entretenimento e cultura ao consumidor, visando o lucro. No auge da opressão socialista na Alemanha Oriental, um em cada seis adultos era informante do governo. A atitude dos movimentos estudantis lembra a dos informantes da Stasi, a polícia secreta da República Democrática Alemã.
Thomas Sowell certa vez disse que “A primeira lei da economia é a escassez. A primeira lei da política é ignorar a primeira lei da economia”.
A constatação de Sowell é clara no que diz respeito à Lei da Meia Entrada. Cinemas, teatros e shows são escassos. Qualquer intervenção estatal nos preços do setor gerará distorções que prejudicarão produtores e consumidores dos serviços de entretenimento.
Podemos deduzir da praxeologia que as empresas de cinema, teatros e shows estão lucrando menos do que lucrariam na ausência da lei, pois do contrário seus gestores aplicariam suas determinações voluntariamente. Empresários buscam maximizar o lucro de suas empresas. Menor lucratividade em um setor da economia implica necessariamente menor reinvestimento, menor atratividade para potenciais concorrentes e menores salários.
Menor reinvestimento acarreta redução na implantação de novas tecnologias e de métodos gerenciais que aumentariam a qualidade dos serviços prestados ou que reduziriam custos devido ao aumento na eficiência das operações. A menor atratividade reduz a concorrência, que é justamente a força que pressiona as organizações a inovar, abaixar seus preços e melhorar seus serviços. Pequenos empreendedores ficarão de fora do mercado. Hoje algumas poucas empresas controlam a quase totalidade dos cinemas. Salas baratas em bairros de periferia ou cidades do interior enfrentam dificuldades de se manter, sendo que muitas fecharam as portas. Antes desta legislação não só havia salas de cinema mais acessíveis como também era comum que pessoas de baixa renda fossem às mesmas salas frequentadas por pessoas de alta renda. Hoje, o Brasil, único país com lei de meia-entrada, apresenta os ingressos mais caros do mundo. Uma ida ao teatro, por exemplo, requer certo grau de planejamento financeiro.
Os menores salários pagos aos empregados do setor, um efeito que a esquerda estudantil se recusa a comentar, afetam todos os salários da economia. Os assalariados de outra indústria poderiam querer migrar para o ramo de eventos se a remuneração fosse maior, o que forçaria os empregadores a aumentar os salários daquela indústria se quisessem reter a mão-de-obra.
A lei da meia-entrada nada mais é que uma discriminação de preços imposta pelo estado. Essa prática já é adotada voluntariamente por empreendedores em diversos mercados. Casas noturnas costumam cobrar um ingresso menor de mulheres. Uma maior proporção de mulheres aumenta a atratividade da balada e o dono do local aufere maiores lucros ao discriminar preços por gênero. O mesmo acontece com as promoções do tipo “leve 3, pague 2”. Aqui a discriminação é relativa à quantidade comprada. O comerciante percebe uma elevada elasticidade na demanda de parte da sua clientela e lucra com esse tipo de oferta. Alguns estabelecimentos americanos oferecem descontos para veteranos de guerra. O motivo pode ser um apelo de marketing ou o patriotismo do empresário, mas o fato relevante para a economia é que, sendo uma decisão voluntária, é ela que maximiza a utilidade dos agentes envolvidos na troca.
Cabe ao empreendedor decidir se adotará uma estratégia de discriminação de preços, qual será ela, qual será o público-alvo e como ela será implantada. Em um mercado desregulamentado de cinemas, por exemplo, poderia haver cinemas especializados no público infantil, que exibiriam animações e ofereceriam descontos às babás. Outros seriam voltados para pessoas idosas e teriam maior facilidade de acesso. Haveria promoções de dia dos namorados, com filmes românticos o dia inteiro e desconto para os homens. Poderíamos nos deparar com salas especializadas em filmes cult ou mesmo em documentários. Estas seriam as principais candidatas a ter parcerias com escolas e universidades, oferecendo descontos aos estudantes de forma voluntária (e com uma genuína razão de existir).
O modus operandi estatal, porém, engloba todos os indivíduos com uma regulação que mina a iniciativa, a flexibilidade e a imaginação empreendedora. A precisão do cálculo econômico do empreendedor, sua propensão a assumir riscos e a necessidade de inovar são prejudicados, dificultando a existência desses arranjos.
Quando o estado força uma política de discriminação de preços, ele está se apoderando do papel do empresário, mas sem o seu incentivo de alocar recursos eficientemente para auferir lucros, e sem o conhecimento específico do mercado onde ele atua. O burocrata é um ignorante de todos os mercados. A lei da meia-entrada é um ato de planificação econômica que necessariamente terá um efeito predatório sobre a economia.
Engana-se o estudante que acredita estar obtendo alguma vantagem com a meia-entrada. A legislação não pode alterar os custos do produtor. Se o governo obrigá-lo a cobrar meio ingresso de uma pessoa, ele aumentará o preço base do ingresso para minimizar a perda de receita. Todos os outros pagantes arcarão com o custo. No Brasil, quase a totalidade dos ingressos vendidos em cinemas, teatros e shows são meias-entradas, que por isso custam praticamente o dobro do que poderiam custar imediatamente após a revogação dessa lei. O mercado ainda absorveria efeitos benéficos adicionais advindos da desregulamentação, que reduziriam ainda mais os preços.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que limita a meia-entrada a 40% dos ingressos vendidos. Segundo os autores do projeto, a imprevisibilidade da demanda por meias-entradas é assim mitigada, permitindo que o empresário reduza os preços da admissão. Embora este argumento seja verdadeiro, o projeto de lei não resolve o problema. A agressão continua existindo, juntamente com todos os efeitos encarecedores do ingresso gerados pela menor lucratividade do setor e pelo ajuste do preço para mitigar a perda de receita.
Haverá ainda outra consequência nefasta. As pessoas correrão para comprar os ingressos com antecedência antes que a cota de 40% acabe. É provável que haja um esgotamento mais rápido de todos os ingressos, o que exigirá do consumidor um maior gasto com informação e planejamento. A corrida também poderá induzir um aumento dos preços, bem como a maior presença de cambistas.
Uma pessoa racional deve enxergar a hipocrisia por trás desta legislação, que diz proteger o idoso e o estudante, mas faz exatamente o contrário. Esta segregação das pessoas em categorias é uma mera abstração, que serve apenas à estratégia do estado de dividir para conquistar. Na prática, todos arcam com os custos do intervencionismo, mais cedo ou mais tarde. Um estudante não será estudante para sempre. Durante a maior parte da sua vida ele não o será, sendo obrigado a pagar um ingresso maior que o de um mercado desimpedido, seja o preço maior inteiro para si próprio ou a metade de um preço maior para os seus filhos.
O idoso pagará metade de um preço maior utilizando a poupança que acumulou ao longo da vida. Esta poupança é menor do que seria sem a lei da meia-entrada, pois ele passará a maior parte da vida pagando o preço maior inteiro. Aritmeticamente a legislação não faz o menor sentido.
Por derradeiro, refuto a ideia de que a lei da meia-entrada incentiva à educação. Tal afirmação é autocontraditória. Consideremos que a sólida ciência econômica e o forte senso de ética e moral fazem parte de um bom processo educativo. Uma legislação baseada em falácias econômicas e que incita à aquisição de vantagens gratuitas mediante agressão é, logicamente, antieducativa.
Mas nem todos saem perdendo. As organizações emissoras da carteirinha de estudante, que terão seu oligopólio assegurado pelo novo projeto de lei, ganharão muito dinheiro. Os políticos e burocratas também se beneficiam com os votos do curral eleitoral estudantil. É este o único objetivo dos legisladores. Se a intenção fosse nobre, bastaria reduzir os impostos, que são responsáveis por quase metade do preço dos ingressos. Os defensores de uma lei de meia-entrada, com ou sem cotas, estão apoiando estes interesses impudicos e indo contra os interesses legítimos dos indivíduos honestos.
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2020.07.27 02:33 RealityCompetitive24 Como se relacionar amorosamente sendo jovens e com a vida muito instável

(Conta throw away pois meu namorado me segue na minha conta principal)
Gente primeiramente queria dizer que essa é uma questão minha que trato na terapia tem um tempo, mas também queria saber a opinião de vocês.
Estou em um relacionamento de 9 meses com um menino que amo muito e gosto do nosso namoro em vários aspectos. Porém tem um problema que pesa bastante pra gente: estamos em momentos da vida muito diferentes e sentimos dificuldade em conciliar nossos objetivos individuais com os objetivos de casal, tanto ele como eu.
Eu nasci em uma cidade x do nordeste e faço faculdade e estagio numa cidade y do sudeste. Antes da pandemia, voltava geralmente 2x pra minha cidade natal ver amigos e familia. Atualmente estou temporariamente na casa dos meus pais na minha cidade x, trabalhando em homeoffice e com aulas ead, vim pra cá bem no inicio da pandemia. Assim que minhas aulas ou o estagio voltarem, pretendo regressar a cidade y.
Meu namorado é da minha cidade x e mora com a mãe. Apesar de frequentarmos um ciclo social próximo, nós nos conhecemos a distância quando eu estava na cidade y. Nosso namoro começou quando ele resolveu viajar pra me conhecer na cidade y. Desde então, revezamos nossos encontros... ele passa um mes comigo la, nas minhas ferias volto pra minha cidade (sim haja dinheiro pra passagem risos). Porém a distância sempre foi um problema pra nós e sempre que tentamos fazer planos para ficarmos definitivamente juntos no futuro, algo no presente acaba não saindo como o esperado.
Estamos passando a pandemia juntos na casa da minha mae desde que cheguei em março, esta sendo o maior tempo que já passamos juntos. No inicio do relacionamento ele tinha planos de morar comigo na cidade y. E no inicio estava tudo certo, porem ele começou a enfrentar alguns problemas familiares que o fez começar a considerar outras possibilidades.
Para ele se mudar pra cidade y, precisa de apoio financeiro da familia e isso está completamente fora de questão agora. Eu também sinceramente não queria voltar a minha cidade natal e gostaria de fazer minha vida na cidade y, pois tambem tenho muitos problemas na minha família e nao gosto da minha cidade natal, apesar de suporta-la. Eu tenho meu dinheiro, mas também dependo da minha família financeiramente em alguns aspectos... tenho sonhos de aqui a algum tempo fazer um intercambio também. Já estou perto de me formar e sinceramente nao sei bem o que vou fazer depois disso, estava pensando em arranjar um outro trampo na cidade y e tentar me manter financeiramente por lá (inclusive estou fazendo varias entrevistas pra tentar mudar de estagio)... mas tudo isso depende de circunstancias externas, se eu nao conseguir um emprego talvez precise voltar para a cidade x.
Nós ja nos abrimos e conversamos bastante sobre isso e nao conseguimos um consenso sobre o nosso futuro como casal... parece que os caminhos e quereres estão divergindo demais. Porém, nos amamos e temos um sentimento forte um pelo outro e ai que fode tudo, principalmente pra mim.
O x da questao é: A ideia de um término é insuportável pra mim. Mesmo que ele não precise ser agora, a minha mente acaba antecipando esse evento e eu me sinto triste. Nós já conversamos sobre isso abertamente e deixamos como possibilidade no futuro. Mas é simplesmente uma ideia que me da um nó gigante na garganta. É algo tipo "Não quero terminar com voce de jeito nenhum mas as circunstâncias externas não estão ajudando e não estou conseguindo enxergar outras saídas a muito longo prazo." Eu sei que talvez pareça besteira, eu me sinto muito besta inclusive. Mas é uma questão muito delicada pra mim. Só de pensar as lágrimas começam a cair. Estamos dispostos a fazer tudo o possivel dentro de um limite pra que a relação dure, mas só a vontade e o amor não são suficientes, dependemos de outras circunstancias.
Esse não é o primeiro relacionamento que tive, mas é o primeiro que tenho na fase adulta e mais concreto. Eu nunca tive um relacionamento que durasse mais de um ano, mas os terminos ate entao foram por questoes pessoais minhas e não por circunstâncias externas. Sinceramente, nao sei muito bem como fazer as relações durarem nesse sentido e me pego pensando como é dificil se relacionar, principalmente no inicio da fase jovem adulta.
Enfim é isso gente, em suma: tenho muita dificuldade de lidar com essas incertezas no relaciomento e com as frustrações dos meus planos de vida a 2, mas a ideia de terminar o relacionamento também é assustadora pra mim... parece que estou aproveitando o tempo que tenho com ele pra deixar a vida definir nossos destinos, mas essa ideia do termino é um monstrinho que fica assolando minha mente e me faz ficar triste.
Eu cheguei a um ponto que ele nota que fico triste sempre que ele fala do futuro dele sem me incluir. Dai ele me pergunta se ta tudo bem e se eu quero conversar com ele... e eu nego e explico que nao tem o que conversar pois ja conversamos sobre o assunto... Pq cara o que vou fazer sabe? O que eu vou falar? Entendo que é um sentimento que tenho que lidar sozinha, mas sinceramente não sei como.
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2020.07.23 10:07 diplohora Bruno Rezende : mesu estudos para o CACD Parte II – O CACD

Parte II – O CACD
O Concurso
O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) é, como o nome indica, o concurso público de entrada no cargo de diplomata do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O CACD é, há algum tempo, realizado anualmente, composto por quatro etapas e realizado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe – site: http://www.cespe.unb.br). Para poder assumir o cargo, as principais exigências, são: ser brasileiro nato e possuir diploma universitário de qualquer formação (há mais pré-requisitos, mas esses são os mais importantes). Essas exigências, entretanto, aplicam-se apenas aos aprovados, para que possam assumir o cargo. Qualquer pessoa pode, independentemente de já possuir o diploma em mãos, fazer o concurso (isso é comum a pessoas que tentam o CACD durante a universidade, por exemplo). Nesse caso, se for aprovado, o candidato deverá apresentar o diploma. Obviamente, se não o fizer, perderá a vaga.
O CACD é dividido em quatro fases, que são as seguintes:
· 1ª FASE: duas provas objetivas (com questões de Certo ou Errado e de múltipla escolha, com penalização para erros) com questões de: Português, Inglês, História Mundial, História do Brasil, Geografia, Política Internacional, Noções de Direito e de Direito Internacional Público e Noções de Economia6. De 2008 a 2010, a prova valia 80 pontos; em 2011, voltou a valer 65 pontos (o número de pontos equivale ao número de questões; questões de Certo ou Errado são compostas por quatro itens; questões de múltipla escolha têm cinco alternativas). As duas provas são realizadas no mesmo dia, normalmente um domingo, pela manhã e pela tarde. A primeira fase também é conhecida como TPS (Teste de Pré-Seleção), seu antigo nome – que, apesar de abandonado pela banca organizadora, continua no vocabulário dos cursinhos preparatórios e de muitos candidatos.
· 2ª FASE: uma prova discursiva de Português, que consiste de uma redação sobre tema geral (80-120 linhas), com valor de 60 pontos, e de duas interpretações, análises ou comentários sobre temas específicos (15-25 linhas), valendo 20 pontos cada, com valor total de 100 pontos. Para ser aprovado, o candidato precisa fazer, no mínimo, sessenta pontos na prova.
· 3ª FASE: seis provas discursivas de: Geografia, História do Brasil, Inglês, Noções de Direito e de Direito Internacional Público, Noções de Economia e Política Internacional. Essas provas, exceto Inglês, consistem de quatro questões (os números de linhas variam entre as matérias: duas questões de 90 linhas e duas de 60 linhas para as provas de Geografia, de História do Brasil e de Política Internacional; duas questões de 60 linhas e duas de 40 linhas para as provas de Direito e de Economia; uma redação em Inglês de 45 a 60 linhas, uma versão do Português para o Inglês com cerca de 150 palavras, uma tradução do Inglês para o Português com cerca de 150 palavras e um resumo de até 200 palavras de um texto de cerca de 1000 palavras7 para a prova de Inglês). Cada prova da terceira fase tem o valor de 100 pontos. Para ser aprovado na terceira fase e ter suas notas da quarta fase divulgadas, o candidato precisa somar, ao menos, 360 pontos no total das seis provas, independentemente da distribuição desses pontos em cada uma dessas provas. Se não conseguir esse limite mínimo, o candidato está, automaticamente, desclassificado
6 O termo “noções” para as provas de Direito e de Economia n~o significa, obviamente, que sejam provas fceis ou que não seja necessário estudar tanto, apenas indica que a cobrança não é tão aprofundada quanto nas demais.
· 4ª FASE: provas discursivas de Francês e de Espanhol (cada prova contém, normalmente, dez questões de interpretação de texto, cada questão valendo 5 pontos; são, normalmente, um ou dois textos para interpretação; o valor total de cada prova é de 50 pontos, somando 100 pontos as duas provas juntas). Os candidatos devem fazer as provas dos dois idiomas, não é possível escolher apenas um. Não é necessário atingir um mínimo de pontos na quarta fase, raz~o pela qual ela é chamada de “classificatória”, n~o “eliminatória”. Nos últimos concursos, entretanto, essa fase tem tido grande relevância, sendo decisiva para definir os aprovados no concurso e a classificação final no certame. Passar para a quarta fase não significa estar aprovado no concurso (afinal, há um limite de vagas). É necessário somar as notas da segunda, da terceira e da quarta fases, para obter a pontuação final do concurso e para calcular a colocação final.
Logo após a primeira fase, o Cespe libera o gabarito preliminar (cerca de dois dias após a realização da prova). Após a liberação do gabarito preliminar, os candidatos têm, normalmente, outros dois dias, para elaborar os recursos ao gabarito preliminar das questões (na última seção da Parte III, tratarei dos recursos mais detidamente). A banca examinadora do concurso leva cerca de três semanas, para, então, divulgar o gabarito definitivo e o resultado final da primeira fase do concurso. Questões anuladas têm a pontuação concedida a todos os candidatos, e questões com alteração de gabarito também têm efeito para todos os candidatos (ou seja, sua nota pode variar para cima ou para baixo entre o gabarito provisório e o gabarito final da primeira fase, de acordo com as modificações no gabarito).
É desnecessário dizer que não há como prever qual será a nota necessária à aprovação na primeira fase, uma vez que são aprovados, como regra geral, os trezentos primeiros candidatos (em caso de empate na última colocação, são convocados todos os candidatos empatados com aquela pontuação). Desse modo, antes da divulgação dos resultados finais da primeira fase, não há como ter certeza da aprovação para a próxima fase. De qualquer forma, veja a porcentagem mínima (valores arredondados da nota do 300º colocado) para aprovação na primeira fase dos últimos concursos realizados na tabela ao lado. Vale observar que, em 2007, não houve questões de Economia e de Direito na primeira fase, o que pode justificar a nota de corte mais elevada em relação aos demais anos.

Os cursinhos costumam elaborar rankings (também disponíveis em grupos como o “Instituto Rio Branco”, no Facebook, e o “Coisas da Diplomacia”, no Orkut) com as notas obtidas pelos candidatos, de acordo com o gabarito preliminar. Esses rankings, obviamente, não são precisos, e, visto que grande parte dos candidatos em condições de ir à segunda fase fica com pontuações muito próximas (no chamado “limbo”), passar ou n~o passar pode dever-se a poucos décimos (ou seja, para muitos, as mudanças no gabarito oficial fazem toda a diferença). Apesar disso, com base nesses rankings, é possível ter uma noção de como o candidato está em relação aos demais, para saber se deve estudar para a segunda fase. Isso é extremamente importante, pois o resultado oficial da primeira fase sai, normalmente, na mesma semana da prova da segunda fase. Assim, se o candidato não começar a preparar-se com antecedência, não terá tempo suficiente para fazê-lo apenas após o resultado oficial da primeira fase.
7 Os números aproximados de palavras das traduções e do texto para resumo foram baseados na prova de 2011. Nada impede que esse valor mude de um ano para o outro. Em concursos anteriores, já houve textos maiores e menores. Vide provas anteriores (todas as provas de 2003 para c est~o disponíveis no “REL UnB”: http://relunb.wordpress.com).
Os cursinhos preparatórios também costumam divulgar uma previsão de margem de erro (ex.: de x% a y%, há alguma chance; de y% a z%, há boas chances etc.). Mesmo que você não tenha feito cursinho (ou queira saber as médias dos candidatos de um cursinho que você não frequentou), basta ligar em algum deles e perguntar. Outros candidatos disponibilizam essa informação na fóruns virtuais como a comunidade “Coisas da Diplomacia” (Orkut) e o grupo “Instituto Rio Branco” (Facebook). Se vir que tem alguma chance de ser aprovado, não perca tempo e comece a estudar para a segunda fase (especialmente para a segunda fase, considero o cursinho essencial, mas digo isso apenas com base em minha experiência; cada um, é claro, deve saber o que é melhor para si, dentro de suas condições). Acho que é melhor estudar e não ser aprovado que não estudar e ser aprovado no susto, desperdiçando a oportunidade. De qualquer modo, não é conhecimento perdido. Ainda que não seja aprovado, você já adianta os estudos para a segunda fase do concurso seguinte. Há, também, alunos que, mesmo sabendo que não passaram (ou mesmo nem havendo feito o concurso), matriculam-se nos cursos intensivos, para não ter de fazer os cursos regulares, que duram vários meses.
Na primeira fase, o Cespe divulga os nomes e as pontuações apenas dos aprovados. Teoricamente, as folhas de respostas de todos os candidatos também são divulgadas. Para as fases seguintes, os respectivos resultados finais apresentam os nomes e as notas de todos os candidatos que foram aprovados para aquela fase, ainda que não tenham obtido a pontuação mínima exigida. Erro comum (principalmente de amigos e de familiares desavisados) é achar que só porque o nome do candidato saiu na relação do Cespe significa que foi aprovado naquela fase. Não é bem assim. Na segunda e na terceira fases, é necessário fazer o mínimo de 60% na nota total da respectiva fase. Além disso, o resultado final do concurso também apresenta as notas finais dos candidatos classificados, com a respectiva classificação. Ser classificado não significa ser aprovado no concurso. É necessário observar o número total de vagas oferecidas. O número de candidatos classificados é divulgado em edital (em 2011, 60 candidatos foram classificados), o que significa que, caso haja uma expansão das vagas, o número máximo de convocados será igual ao número de classificados (em 2011, houve grande expectativa em relação a isso, já que, com a iminência de aprovação de um projeto de lei que prevê a expansão das vagas para a carreira diplomática, os candidatos classificados no concurso – aqueles que não foram aprovados, mas que ficaram entre a 27ª e a 60ª colocação – poderiam ser chamados8).
Com relação à segunda fase, se você olhar os resultados dos últimos concursos, verá que uma “simples” prova de Redação pode ser muito mais complicada do que parece. Não vou me estender quanto às idiossincrasias da banca, disponíveis aos montes em vários fóruns na internet. Ressalto apenas o seguinte: não se deixe enganar, achando que Redação é algo tranquilo ou que “se n~o sou bom em Português, compenso em outras matérias”. Na segunda fase, isso n~o é possível. Muita gente boa não passa na segunda fase por um motivo que, no fim das contas, é relativamente simples. A segunda fase não é uma prova que testa toda a criatividade e a capacidade inventiva dos candidatos. Pelo contrário, é uma prova bastante técnica. Você não está fazendo uma redação para entrar em uma universidade, ocasião em que se quer provar sua capacidade de raciocínio e sua criatividade, cobrando-se narrações, fábulas ou dissertações politicamente engajadas. Trata-se de uma redação para ser admitido em um concurso público, e, como tal, a avaliação visa a verificar a capacidade de os candidatos lidarem com a modalidade culta da língua portuguesa de maneira (por falta de termo melhor) “diplomtica”. Isso envolve, entre inúmeras outras coisas, n~o usar linguagem conotativa, evitar preciosismos, ter argumentos claros e explícitos em cada parágrafo etc. Olhe as melhores respostas dos Guias de Estudos dos concursos anteriores, para ter uma noção do “estilo” de escrita preferido pela banca (todos os Guias de Estudos podem ser encontrados na pgina do Instituto Rio Branco, no site do Cespe ou no “REL UnB”9, uma página com diversos textos úteis sobre Relações Internacionais e sobre o CACD – falarei mais sobre essa página na seção de leituras recomendadas, na Parte IV).
8 Até o fechamento deste documento, não havia maiores novidades com relação a esse tema. O Projeto de Lei que cuida dessa temática é o PL 7579/2010. Atualmente (agosto/2001), o PL está em tramitação na Câmara dos Deputados.
Entre a realização da segunda fase e o início das provas da terceira fase, há um intervalo relativamente grande, de quase dois meses. Nesse período de tempo, ocorrem: correção da prova da segunda fase, divulgação dos resultados provisórios, período para interposição de recursos à correção, análise dos recursos interpostos e divulgação do resultado final da segunda fase.
Os candidatos aprovados na segunda fase (ou seja, aqueles que fizerem mais de 60 pontos de 100 na prova de Redação) passam à terceira fase, na qual são avaliados conhecimentos mais específicos nas seis provas que a compõem. A terceira fase é aplicada, normalmente, em três finais de semanas consecutivos, com uma prova no sábado e outra no domingo. Assim, esgotam-se as seis provas. A aplicação da quarta fase costuma ser concomitante à da terceira (em 2011, por exemplo, as duas provas da quarta fase foram aplicadas na tarde do último domingo de provas da terceira fase, mas isso pode variar; em 2010, por exemplo, as duas provas foram feitas em dias separados) – embora só sejam divulgadas as notas das provas da quarta fase dos candidatos que obtiverem o somatório mínimo de 360 pontos na terceira fase, como já indicado anteriormente. Em síntese, a terceira e a quarta fases são aplicadas em três finais de semana consecutivos, mas a ordem das provas costuma variar todos os anos.
O resultado final do concurso é dado pelo somatório das notas da segunda, da terceira e da quarta fases (como se pode ver, a nota da primeira fase é descartada, contando apenas como último critério de desempate, após vários outros). A seguir, veja uma tabela com as pontuações de alguns candidatos dos últimos concursos realizados. Estão discriminadas as pontuações totais dos candidatos que ficaram no 1º, no 25º, no 50º, no 75º e no 100º lugar, nos últimos seis concursos.

Dúvidas Frequentes: o concurso
- Ainda há entrevista/prova oral? Não existe mais.
- É possível passar no concurso enquanto trabalha 8h por dia? Já vi vários casos assim. É óbvio que isso deve requerer uma disciplina ainda maior, estudos ainda mais puxados etc., mas nem todo mundo que passa no CACD teve tempo de estudos integral. Casos de quem é aprovado com 6 ou 8 horas diárias de trabalho são mais frequentes do que se imagina.
- Quanto vou gastar com cursinho? É impossível fazer uma estimativa, tudo depende muito de diversos fatores, entre eles: a quantidade de matérias que você irá cursar, o cursinho que irá frequentar (há grande diferença de preços e de qualidade, não necessariamente proporcionais), o tempo gasto até a aprovação, as eventuais despesas de morar fora etc. Mesmo se alguém quiser só uma estimativa, uma margem de gastos, não tem como dar. Você pode gastar R$2.000, R$10.000, R$20.000 ou mais só com cursinho, então, infelizmente, essa informação é muito relativa.
- Vou começar a estudar do “zero”. Por onde começo? Não sei o que dizer nessa situação. Talvez, por História Mundial. Fazer uma prova de primeira fase antiga, só para ter uma noção geral do nível da prova, pode ajudar (mas também pode desanimar, e muito). Tente equilibrar as coisas: um pouco de História, Geografia e Português (que são revisões dos tempos de colégio), passe para as demais disciplinas (Economia e Direito) e acho que Política Internacional pode deixar para começar um pouco depois, já que muita coisa depende de conhecimentos de todas as outras disciplinas. Só não se esqueça de dar atenção, também, às línguas: Inglês, Francês e Espanhol têm sido essenciais. Não as despreze.
- Posso ter tatuagem? N~o h nenhuma proibiç~o. Alguns diziam: “mas eles podem implicar na hora da entrevista”. Problema resolvido, pois n~o h mais entrevista. H, apenas, exame médico e psicológico, que só impedem a posse se houver alguma doença séria que incapacite o candidato ao eficaz exercício da profissão.
- Preciso fazer Direito ou Relações Internacionais? Não. Qualquer curso superior reconhecido pelo MEC é válido. De todo modo, acho que predominam, entre os aprovados, os formados nessas áreas. Em 2011, foram 9 graduados em Direito e 7 graduados em Relações Internacionais. Apesar disso, houve, também, aprovados graduados em: Filosofia, Comunicação, Psicologia, Publicidade, Antropologia, Economia, Jornalismo, Administração e Letras – Alemão.
- Se eu tiver mais de uma graduação/especialização/mestrado/doutorado/PhD, levo vantagem no concurso? Não. Ter mais de uma graduação, especialização, mestrado, doutorado, PhD, experiência profissional, tudo isso não acrescenta nada à pontuação do candidato no concurso. A única coisa que conta para a aprovação é a nota nas provas do concurso e ponto. Não sei se existe uma estatística quanto à parcela dos aprovados que tem um adicional à formação do curso superior, mas eu, mesmo, não tenho nada além de minha graduação e não acho que isso tenha prejudicado ou dificultado em absolutamente nada minha preparação.
- No CACD, é possível escolher entre Francês OU Espanhol? Não! Francês E Espanhol. Não sei se muitos se confundem porque, há alguns anos, era diferente, mas ambas as línguas são obrigatórias na quarta fase (em 2011, as provas das duas línguas foram realizadas simultaneamente, com as questões de 1 a 10 de Espanhol e de 11 a 20 de Francês).
- Há cotas no concurso? Mais ou menos. Não há reserva de vagas para afrodescendentes, se é o que você pensou. Em 2011, o concurso passou a contar com um bônus para afrodescendentes. No momento da inscrição, os candidatos podiam declarar-se afrodescendentes. Além de convocar para a segunda fase os 300 candidatos mais bem colocados na primeira fase, os próximos 30 candidatos que se houvessem declarado afrodescendentes também foram convocados, com um total de 330 aprovados na primeira fase (mais os aprovados portadores de deficiência, mas eles têm reserva de vaga, os afrodescendentes não). Da segunda fase em diante, não houve qualquer vantagem para os candidatos afrodescendente que foram aprovados na primeira fase entre as trinta vagas adicionais, competindo de igual para igual com os demais.
- E as bolsas de estudos para afrodescendentes? Todos os anos (normalmente, no segundo semestre do ano), o Instituto Rio Branco realiza um processo seletivo para candidatos à carreira diplomática que se considerem afrodescendentes e que necessitem de ajuda financeira, para bancar os estudos (“Bolsa-Prêmio de Vocação para a Diplomacia”), que d bolsa de estudos de R$25.000 aos selecionados. Maiores informações podem ser conseguidas na página do Instituto Rio Branco (http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-bprograma_de_acao_afirmativa.xml) ou no site do Cespe (página do processo de 2010: http://www.cespe.unb.bconcursos/IRBRBOLSA2010/)
Várias outras perguntas frequentes são respondidas no site do Instituto Rio Branco, no endereço: http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-bperguntas_freq%C3%BCentes.xml
Consulte, também, a “FAQ do Godinho”, indicada anteriormente e disponível no endereço:
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2020.07.07 04:57 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 2)

No prólogo de A Fúria dos Reis vemos Stannis pela primeira vez. Sua austeridade e dureza são representados por suas roupas e palavras. Mas pouco se vê de seu senso de justiça e dever. Sua rispidez é a tônica geral da introdução do personagem.
A arrogância de Baratheon é contrastada pelo modo carinhoso como Cressen pensa no rei. A disparidade se acentua conforme o meistre oferece conselhos ponderados e, por lealdade, decide arriscar a própria vida para evitar a corrupção de Stannis.
Durante o capítulo, vemos Cressen perdendo lugar ao lado do rei, enquanto Melisandre ascende rapidamente. Fala-se abertamente em um projeto de poder que envolve magia e fratricídio. Por fim, Cressen sofre humilhações em público com a conivência do próprio homem que está tentando salvar.
Sendo o rei um homem vaidoso, ambicioso e suscetível, não é difícil detestar Stannis.
Porém, George está nos enganando.
Na cena em que o conhecemos, Stannis acaba de passar uma péssima madrugada com Davos. Nela, ele recebe um desastroso relato de que os senhores das Terras da Tempestade não apoiarão sua pretensão ao Trono de Ferro contra os Lannisters.
É como o preveni. Não se levantarão, Meistre. Por ele, não. Não gostam dele.
[…]
Não poderia lhe trazer alguma esperança?
Só do tipo falso, e eu não faria isso – Davos respondeu. – De mim, ouviu a verdade.
Portanto, se o leitor conhecesse minimamente o rei quando Cressen entra no Tambor de Pedra e o encontra sentado atrás da Mesa Pintada, saberia que suas palavras são decorrente de um orgulho ferido. A visão de Cressen entrando pela porta irrita Stannis não porque Baratheon o detesta, mas porque é um sinal de que a notícia de sua “humilhação” estava se espalhando:
– Eu sabia que você viria, velho, fosse convocado ou não […]. – Eu sabia que você descobriria em breve o que Davos tinha a dizer. É sempre assim, não é?
– Eu não lhe teria nenhuma utilidade se assim não fosse – Cressen respondeu. – Encontrei Davos na escada.
– E ele contou tudo, suponho. Devia ter encurtado a língua do homem junto com os dedos.
É uma péssima primeira impressão para o leitor. Além da linguagem corporal, a composição da cena passa a sensação de antagonismo. Depois de termos visto o renascimento dos dragões, de termos vislumbrado o nascimento da chance de Daenerys poder reclamar o Trono de Ferro, ver Stannis sentado na cadeira de Aegon planejando uma invasão a Westeros é a quintessência do usurpação. Os Baratheons não apenas tiraram de Daenerys o trono como o futuro enredo.
A situação de Stannis se emparelha com a de Daeneyrs por ambos perdido o trono e não terem forças suficientes para retomá-lo. Porém, uma avaliação mais profunda revela que, em contraste com Daenerys, Stannis está apenas reclamando de barriga cheia.
O novo rei tem milhares de homens de armas, dezenas de navios, algum dinheiro à disposição e diversos aliados nobres que reconhecem sua pretensão. Daenerys está sendo aconselhada por um espião e várias aliados incertos, enquanto Stannis está cercado de conselheiros em sua maioria extremamente leais. Além disso, Porto Real está a poucos dias de distância de Pedra do Dragão, ao passo que Daenerys está do outro lado do mundo.
Mesmo diante destas facilidades, Stannis se comporta como uma pessoa acuada, que desesperadamente dá ouvidos a planos de assassinato. De alguma forma, o novo rei lembra seu antecessor na mesa do pequeno conselho que, diante da notícia da gravidez de Daenerys, acatou as mais desonrosas sugestões para garantir o trono.
Entretanto, bastava olhar para Stannis para saber que ele não era igual ao irmão. A própria descrição física já deveria sinalizar que ele é a antítese de Robert. Enquanto a barba de Robert era uma “coisa emaranha, espessa e feroz”, Stannis “como que em resposta Stannis mantinha suas suíças bem aparadas”. Doze anos em Porto Real tornaram Robert cinquenta quilos mais gordo (AGOT, Eddard I), mas Stannis permanecera largo e forte com “bochechas secas e ossudas”. Portanto, enquanto para Robert o cargo era sinônimo de permissividade, para Stannis era sinônimo de responsabilidade.
De fato, em A Guerra dos Tronos, vimos em primeira mão como Robert delega todas as suas atribuições, enquanto Stannis, desde a primeira impressão, parece lidar pessoalmente com tudo. Curiosamente, essa impressão não vem apenas das palavras de Stannis (“Fiz parte de seu conselho durante quinze anos, ajudando Jon Arryn a governar o reino, enquanto Robert bebia e visitava prostitutas”), mas da menção ao briquismo do rei.
O ranger de dentes de Stannis pode parecer um detalhe aleatório. Contudo, o fato de que este hábito não é totalmente voluntário acaba por nos dar um insight sobre a mente de um personagem não-POV. Em outras palavras, o briquismo indica de que Stannis não é leviano em suas reclamações. As frustrações o afetam a nível subconsciente. Seu stress é constante.
As palavras de Cressen podem levar o leitor a pensar que o rei é apenas carrancudo. Afinal é dito que Stannis desde pequeno. Por exemplo, Lorde Steffon falava de trazer um bobo para ensinar Stannis a rir quando o garoto já tinha 14 anos. Mas somente no primeiro capítulo de Davos ficamos sabendo o quanto o novo rei é passional e permeável à dor.
Stannis fala que a experiência de ver o navio dos pais afundar o transformou. Cressen fala disso passageiramente no Prólogo, mas a profundidade do sentimento somente vem a tona depois:
Deixei de acreditar em deuses no dia em que vi o Orgulho do Vento quebrar-se do outro lado da baía. Jurei que quaisquer deuses que fossem monstruosos a ponto de afogar minha mãe e meu pai nunca teriam a minha adoração.
Robert estava ao lado de Stannis e não parece ter sido afetado pela experiência na mesma medida que Stannis. O fato de Stannis ainda guardar rancor do acontecido, aos quase 35 anos de idade, é revelador.
A evidência mais forte que Stannis não estava em seu estado normal durante a conversa no Tambor de Pedra pode ser vista em dois trechos. O primeiro acontece quando Cressen chama Stannis pelo pronome de tratamento correto e o rei encara como provocação:
Vossa Graça – Stannis rebateu amargamente. – Zomba de mim com o tratamento devido a um rei, mas sou rei de quê? Pedra do Dragão e um punhado de rochedos no mar estreito, eis o meu reino.
O segundo trecho que indica que há algo errado ocorre quando Cressen sugere prometer a Robb vingar a morte de Ned Stark, para que eles possam assim formar uma aliança:
Por que eu deveria vingar Eddard Stark? O homem não era nada para mim.
Não há nenhuma mentira nas palavras de Stannis, mas elas foram ditas em um arroubo de raiva. Com efeito, mais tarde, quando está mais calmo, Stannis diz justamente o contrário:
Não tenho qualquer dúvida de que Cersei teve um dedo na morte de Robert. Obterei justiça por ele. Sim, e por Ned Stark e Jon Arryn também.
(ACOK, Davos II)
Quando Cressen deixa a presença do rei, Stannis estava dando ouvidos ao papo de Selyse sobre Melisandre ter visto Renly morto nas chamas. No caminho de volta a seus aposentos, Cressen está alarmardo pelo que ouviu de Stannis e pela forma como está sendo afastado dos eventos. Isso dá ao leitor a falsa sensação de que algo está fora do prumo.
Entretanto, essa sensação é incorreta. Como bem descreve u/arthurmaia em um excelente texto para o portal Gelo & Fogo, Cressen não estava sendo excluído, nem Stannis estava sendo especialmente desagradável com ele. Nenhum dos outros conselheiros do rei havia sido convocado e Stannis é igualmente desagradável com Selyse quando ela aparece.
Eu ainda acrescentaria que o próprio Cressen comentou que Pylos estava ali para substituí-lo quando morresse. Portanto, a substituição de um pelo outro no banquete noturno não era nenhuma grande conspiração contra o velho meistre. Talvez uma desfeita bem leve por parte de Stannis, já que a substituição não ocorreria antes da morte de Cressen, mas ainda assim feita com boas intenções:
É culpa dele que o velho tenha morrido? – Stannis deu uma olhada para o fogo. – Nunca quis Cressen naquele banquete. Sim, ele tinha me irritado, tinha me dado maus conselhos, mas não o queria morto. Tive esperança de que lhe pudessem ser concedidos alguns anos de tranquilidade e conforto. Merecia pelo menos isso, mas… – rangeu os dentes – morreu. E Pylos serve-me com competência.
(ACOK, Davos I)
A urgência de Cressen parece ter sido despertada pela convergência dos fatos. A eclosão da guerra, morte de Robert, Stannis e Renly prestes a se enfrentarem, acúmulo de eventos naturais augorentos e Melisandre conqustando mentes e corações em Pedra do Dragão. Como homem responsável pela criação dos Baratheon e por ser um meistre da Cidadela, é natural que Cressen sinta-se aflito e no dever de se envolver em todas estas questões.
Todavia, a forma como o velho meistre joga toda a culpa da questão em Melisandre é muito precipitada. É claro que não sabemos a quanto tempo ele deve estar testemunhando Melisandre enchendo a cabeça dos ilhéus de Pedra do Dragão e da Senhora Selyse. Ainda, Martin escolhe justamente o momento da conversão de Stannis para nos apresentar à situação, o que agrava a sensação de “causa perdida”.
Stannis, contudo, também está mostrando sinais de desespero com a falta de apoio para sua pretensão. A mulher vermelha não havia conseguido chegar até Stannis (e ficamos sabendo em seu POV em Dança dos Dragões o quanto ela trabalhou para conseguir se aproximar dele).
Assim, enquanto Cressen corria de um lado para evitar que Melisandre tonificasse as ambições de Stannis e levasse irmão a matar irmão, Stannis estendia a mão à mulher de Asshai como quem tinha pouco a perder. O banquete da noite seria aos vassalos e a Melisandre, portanto aquele era o momento tão esperado para a sacerdotiza “vender o seu pão”. Stannis deveria estar bem ciente disto.
Por esta razão que a entrada de Cressen no recinto veio como uma visita inesperada e incômoda. Tudo piora quando o meistre passa a antagonizar com Melisandre quando a feiticeira o estava ajudando a se levantar. Fica ainda pior quando Cressen, em público, o chama de Lorde ao invés de Rei. Aconselhar o rei em público sobre fazer comum com Starks e Arryns é ainda mais constrangedor. Negar o poder do Deus ao qual o rei está querendo se converter também não ajuda a imagem de Stannis.
Quando Cressen está claramente fazendo papel de tolo, Selyse ordena que Cressen volte a utilizar o elmo do bobo. Somente quando Cara-Malhada não entregue o balde é que Stannis interveem:
Sim – concordou a Senhora Selyse. – O elmo do Malhada. Cai bem em você, velho. Volte a colocá-lo, eu ordeno. [...]
Os olhos de Lorde Stannis estavam na sombra das suas pesadas sobrancelhas, sua boca, apertada, enquanto o maxilar trabalhava em silêncio. Rangia os dentes sempre que se zangava.
Bobo – ele rosnou por fim –, a senhora minha esposa ordena. Dê o elmo a Cressen.
Como era de se esperar, o velho meistre ficou horrorizado com Stannis ter feito parte da gozação para com ele. Stannis não deu a mesma ordem que Selyse, é verdade. A julgar por suas palavras, o rei estava mais incomodado de ver a rainha desobedecida do que participando da brincadeira. Mas com esta atitude ambígua por parte de Stannis, GRRM testa os limites da farsa que está montando. Talvez por isso que Martin fez com que Baratheon se redimisse logo a seguir:
Talvez ele deva, daqui para a frente, cantar os seus conselhos – disse a Senhora Selyse.
Foi longe demais, mulher – repreendeu-a Lorde Stannis. – É um velho, e serviu-me bem.
Com a morte de Cressen, o plano de evitar a conversão do rei ao R’hllorismo falha absolutamente. Na verdade, Cressen acaba dando palco para que Davos ficasse ciente dos poderes da mulher de Asshai e passasse a temê-la também. Da parte de Stannis, a morte de Cressen, de tão inexplicável, pareceu decorrer de sua idade.
Não é afirmado qual foi o veredito de Pylos sobre a morte do velho. Mas uma vez que era o novo meistre era bem jovem, possivelmente não deve ter detectado um veneno tão específico como o estrangulador (no caso de Joffrey, a idade e o conhecimento de Pycelle devem ter ajudado o diagnóstico).
Por outro lado, Stannis já estava substituindo Cressen por Pylos. É possível até que goste mais do rapaz “solene” e “sempre correto” do que do velho meistre. Cressen pensava em formas de tornar Pedra do Dragão um lugar mais leve, mas Stannis provavelmente pensava o contrário. “Pylos serve-me com competência”, disse o rei. E para Stannis, competência era metade do caminho andado.
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2020.07.02 04:49 altovaliriano A segunda vida de Jon Snow

ENTERTAINMENT WEEKLY: Então, por que você matou Jon Snow?
GRRM: Ah, você acha que ele está morto?
ENTERTAINMENT WEEKLY: Bem, eu acho. Sim. Foi assim que eu entendi. Do jeito que foi escrito, parecia que ele estava mortalmente ferido - e, sabe, é você [escrevendo]!
GRRM: Bem. Não vou falar se ele está morto ou não. [...]
21/07/2011
Graças à série da HBO, hoje temos certeza que a história de Jon não termina em A Dança dos Dragões. Na TV, depois de assassinado, Melisandre trouxe Jon de volta a vida quase que instantaneamente. Porém, temo motivos para acreditar que o mesmo não ocorrerá nos livros.
A Dança dos Dragões começa com o POV estranho de Varamyr Seis-Peles morrendo. No meio de detalhes sobre as consequências da derrota de Mance, sua relação com seus animais e memórias de sua vida, Varamyr nos conta que um troca-peles passa a habitar seu companheiro animal quando morre.
É a primeira vez que ouvimos falar sobre a "segunda vida". Exatamente no mesmo livro que Jon é morto. E a última palavra sussurrada por Jon Snow antes de morrer é justamente “Fantasma”. GRRM queria ser pouco sutil. Talvez para que não pensássemos que o ganho [cliffhanger] fosse se Jon estava morto ou não, mas o que aconteceria com Jon uma vez que entrasse em Fantasma.
Portanto, quando falamos na segunda vida de Jon nos referimos ao tempo em que Jon habitará Fantasma.
Os prenúncios [foreshadows] que temos são de que esta situação não será permanente. Melisandre tem uma visão nas chamas em “primeiro ele era um homem, depois um lobo, no fim um homem novamente” (ADWD, Melisandre). Assim, há uma indicação que Jon voltará a ser humano depois de um tempo.
Mas quanto tempo seria? Menos de uma semana? Várias semanas? Meses? Segundo A Mais Precisa Linha do Tempo, os eventos em A Dança dos Dragões ocorre em um lapso de tempo de aproximadamente seis meses. Dessa forma, penso que este seria o limite temporal máximo em Ventos do Inverno. Ninguém pensa que Jon ficará o próximo livro inteiro no lobo. Então tem que ser menos do que isso.
O ínterim que fera e homem dividirão o mesmo corpo tem implicações muito relevantes. O espaço de tempo teria relação direta com o estado de decomposição de seu corpo.
Existem um consenso de que o corpo de Jon seria jogado nas celas de gelo na Muralha. A razão disse é que Jon pediu que a neve que barrava o acesso à celas fosse limpa e que havia cadáveres de selvagens lá, à espera de que voltassem a vida para estudo:
Os cadáveres. Jon quase se esquecera deles. Esperara aprender algo dos corpos que trouxera do bosque de represeiros, mas os mortos haviam teimosamente permanecido mortos. – Precisamos desencavar essas celas.
(ADWD, Jon XIII)
Ao ter atirado esses cadáveres nas celas, Jon pode ter colocado na cabeça de Marsh e outros intendentes que ali era um bom local para manter corpos que pudessem se levantar. Não que Marsh suspeite que Jon vá ressuscitar, mas seria um bom local para isolar um corpo do resto da Patrulha.
De fato, ao mesmo tempo em que as celas são o local ideal para preservar um corpo, o acesso às celas é barrado pelas nevascas de Inverno, sendo necessário “dez intendente e dez pás” para o serviço. Além disso, o trabalho teria que ser renovado, até mesmo para que eventuais prisioneiros continuem vivos:
– Essas celas estarão enterradas novamente pela manhã. Melhor tirarmos os prisioneiros antes que sufoquem.
(ADWD, Jon XIII)
Portanto, um corpo jogado nas celas de gelo seria conservado tanto pelo frio quanto pela limitação da quantidade de ar disponível. Fica claro que Martin está dando dicas de que o ambiente perfeito para que os motineiros abandonem o corpo de Jon, tirando-o de vista de todos e obstando o acesso a ele.
Ao mesmo tempo, o corpo decomporia muito lentamente, o que possibilitaria Jon retornar a seu corpo com poucas modificações em suas feições. Eu, pessoalmente, até acredito que ele se tornaria pálido, suas mãos e pés ficariam pretos em razão do fluxo de sangue que ocorrerá enquanto o corpo não for reanimado e os ferimentos das punhaladas nunca cicatrizarão por completo.
Fora a decomposição do corpo humano morto, a outra consequência do tempo que Jon ficará em Fantasma é o que Jon faria ou presenciaria enquanto estiver no lobo.
No Casamento Vermelho, sabemos que os homens Frey correram para matar Vento Cinzento, que foi libertado por Raynald Westerling (AFFC, Jaime VII). Poderia algo semelhante ocorre durante o Motim em Castelo Negro? Existe um troca-peles recém-chegado na Muralha que pode ter a sensibilidade de perceber que Jon está vivendo agora em seu lobo e correr para libertá-lo antes que os motineiros se lembrem de Fantasma.
Entre os cavaleiros, vinha um homem a pé, com um grande animal trotando em seus calcanhares. Um javali, Jon viu. Um javali monstruoso. [...].
Borroq. – Tormund virou a cabeça e cuspiu.
Um troca-peles. – Isso não era uma pergunta. De algum modo, ele sabia.
(ADWD, Jon XII)
Borroq, inclusive, já havia sido prenunciado no prólogo de Varamyr, quando ele conta sobre um encontro de troca-peles que ele presenciou quando tinha 10 anos de idade:
[…] Haggon o levou a um encontro. Os wargs eram os mais numerosos no grupo, os irmãos-lobos, mas o garoto achou os outros estranhos e mais fascinantes. Borroq se parecia tanto ao seu javali que só lhe faltavam as presas, Orell tinha sua águia, Briar, seu gato-das-sombras (no momento em que os viu, Lump desejou um gato-das-sombras para si), a mulher-cabra Grisella…
(ADWD, Prólogo)
Ele demonstrou saber dos poderes inconscientes de Jon, ser cordial com o Lorde Comandante e ter em mente um senso de urgência em relação a ameaça que os Outros representam:
– Irmão – disse Borroq.
– É melhor você ir. Estamos prestes a fechar o portão.
– Faça isso – Borroq falou. – Feche bem e apertado. Eles estão vindo, corvo. – Sorriu o sorriso mais feio que Jon já vira e seguiu para o portão. O javali seguiu atrás dele. A neve que caía cobriu seus rastros.
(ADWD, Jon XIII)
Foi Borroq quem deu a deixa para Jon Snow falar da Carta Rosa no Salão dos Escudos, após o Lorde Comandante falar que Tormund seguiria para Durolar:
– E onde você estará, corvo? – Borroq trovejou. – Escondido aqui em Castelo Negro com seu cachorro branco?
– Não. Eu cavalgarei para o sul. – Então Jon leu para eles a carta que Ramsay Snow escrevera.
(ADWD, Jon XIII)
E é Borroq a razão pela qual Fantasma não estava presente no Salão dos Escudos:
Fantasma o teria seguido também, mas quando o lobo começou a caminhar atrás dele, Jon o agarrou pelo cangote e o arrastou para dentro. Borroq poderia estar entre os reunidos no Salão de Escudos. A última coisa que precisava agora era seu lobo atacando o javali do troca-peles.
(ADWD, Jon XIII)
Entretanto, o javali de Borroq também não estava presente:
Borroq estava recostado contra uma parede em um canto escuro. Felizmente, seu javali não estava em evidência em lugar algum.
(ADWD, Jon XIII)
Assim, Borroq pode muito bem ter saído do Salão para procurar seu javali após o discurso de Jon, para acompanhar o Lorde Comandante e ter acompanhado o motim de longe. Isso daria tempo hábil para que o troca-peles chegasse a Fantasma antes dos motineiros e o libertasse.
Uma vez solto, Fantasma conseguiria muito bem passar despercebido. O lobo gigante é conhecido por não produzir quase nenhum som, sendo extremamente furtivo. Por outro lado, sua pelagem branca fornece uma camuflagem ideal para a neve que agora caí aos borbotões em Castelo Negro. Em outras palavras, Fantasma poderia escolher tanto partir para longe quanto espreitar nas redondezas.
Mas o que Jon-Fantasma faria longe de Castelo Negro? Partiria para Winterfell e tentaria matar Ramsay? Ou ficaria no Castelo espreitando o motineiros? Borroq o levaria a algum lugar específico? Jon tentaria ir para algum dos castelos para os quais enviou seus amigos, a fim de obter ajuda deles? Procuraria Melisandre? Seguiria ao Sul para se unir a Nymeria? Bran entraria em contato? O corvo de Mormont o guiaria?
GRRM tem experiência em escrever capítulos dos pontos de vistas de lobos, mas este seriam capítulo bem trabalhosos. Eu, pessoalmente, veria acharia interessante se Jon deixasse de ser um personagem POV, mas dificilmente isso ocorrerá.
O mais capaz é que Martin entre em capítulos extremamente detalhados e complexos de Jon percebendo o mundo através dos olhos de um animal, enquanto sua consciência desvanece lentamente dentro do bicho. Porém, isso não indica que os capítulos de Jon serão chatos. Há alguns eventos que podem render bons conflitos mesmo dentro do lobo gigante.
[SPOILERS de Ventos do Inverno]Jeyne Poole está vindo para Castelo Negro sob o disfarce de Arya. Como Jon morto, mesmo que ele perceba a farsa, não poderá contar a ninguém. Isso pode dissuadí-lo de tentar enfrentar Bolton e fazê-lo mudar de rumo. Ou ele não conseguiria entender a situação do ponto de vista de Fantasma?
Por outro lado, caso permaneça nas redondezas, como Jon-Fantasma reagiria à queima de Shireen? Tudo indica que este evento ocorrerá enquanto ele estiver “morto”. Fantasma tentaria intervir? Ele conseguiria entender a situação estando dentro do lobo?
Por fim, existe a possibilidade de que os Outros cheguem a Castelo Negro antes que Jon consiga ser trazido de volta a seu corpo. Nestas circunstâncias, seu corpo poderia ser reanimado pelos Outros, enquanto sua consciência ainda estava dentro de Fantasma?
Eu tenho uma suspeita de que os Outros não conseguem reanimar troca-peles, pois no prólogo de A Dança dos Dragões, Varamyr vê o corpo reanimado de Cynara como retorna ao acampamento já vivendo uma segunda vida em Um-Olho, mas não vê seu próprio corpo perambulando morto-vivo.
Talvez os Outros necessitem que as consciências ainda estejam no corpo para reanimá-los, o que explicaria Varamyr ter visto seu próprio corpo (e criaria uma boa justificativa futura para os Outros não conseguirem ressuscitar corpos mortos há muito tempo – como aqueles na cripta de Winterfell ou no cemitério de Castelo Negro).
O que vocês acham destas questões?
(Na próxima “Quarta de Ventos do Inverno”, pretendo escrever sobre o método de ressurreição em si, seus efeitos sobre Jon e o que ele fará após ser ressucitado)
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2020.06.29 03:32 clathereum2 Déjà vu e Psicanálise

Freud, S. 2012 [1914], "Sobre a fausse reconnaissance [o 'déjà raconté'] no trabalho psicanalítico", pp. 265-271
"...Ocorre com certas pessoas, até mesmo repetidamente, de elas se apegarem com teimosia à afirmação de que já contaram isso ou aquilo, quando as circunstâncias tornam absolutamente impossível que elas tenham razão. O que elas pretendem já haver contado uma vez, e nesse momento veem como algo velho, que também o médico [psicanalista] teria de saber, são recordações de alto valor para a análise, confirmações há muito tempo esperadas, soluções que concluem toda uma seção do trabalho, e de que o médico analista certamente faria o ponto de partida para uma minuciosa discussão. Em vista dessas considerações, o paciente logo admite que sua recordação deve tê-lo enganado, ainda que não saiba explicar a nitidez dela.
O fenômeno que o paciente apresenta nesses casos merece a denominação de fausse reconnaissance [falso reconhecimento], e é inteiramente análogo àqueles outros casos em que temos espontaneamente a sensação de já ter estado em certa situação, de já tê-la vivido (o déjà vu [já visto]), sem que possamos validar essa convicção reencontrando na memória aquela vez anterior.
(...)
Sabe-se que a expressão déjà vu abrange toda uma série de fenômenos análogos, como o déjà entendu [já escutado], o déjà éprouvé [já experimentado], o déjà senti [já sentido]." (pp. 266-268)
---------------------------------------------------------
Lacan, J. 1986 [1953-1954], O seminário, livro 1, Os escritos técnicos de Freud, pp. 66-76
"Até uma certa data, a alucinação foi considerada um fenômeno crítico em torno do qual se colocava a questão do valor discriminativo da consciência - não podia ser a consciência que estava alucinada, devia ser outra coisa. De fato, basta que nos introduzamos na nova fenomenologia da percepção, tal como ela se depreende do livro do Sr. Merleau-Ponty, para vermos que a alucinação é, ao contrário, integrada como essencial à intencionalidade do sujeito.
A alucinação, contentamo-nos de hábito com um certo número de registros, com o do princípio do prazer, para explicar a sua produção. Consideramo-la assim o primeiro movimento na ordem da satisfação do sujeito. Não podemos nos contentar com uma teorização tão simples.
Lembrem-se do exemplo que lhes citei da última vez no Homem dos lobos. O progresso da análise do sujeito em questão, as contradições que apresentam os traços através dos quais seguimos a elaboração da sua situação no mundo humano, indicam uma Verwerfung, uma rejeição - plano genital sempre foi para ele como se não existisse, literalmente. Essa rejeição, fomos levados a situá-la no nível, eu diria, da não-Bejahung, porque não podemos colocá-la, absolutamente, no mesmo nível do que uma denegação.
O que é chocante é o que se segue. À luz das explicações que lhes foram dadas hoje em torno de Die Verneinung, ela será bem mais compreensível. De um modo geral, com efeito, a condição para que alguma coisa exista não é a negação da negação. O que é que se passa quando essa Bejahung não se produz e quando nada é, pois, manifestado no registro simbólico?
Vejamos o homem dos lobos. Não houve para ele Bejahung, realização do plano genital. Não há traço desse plano no registro simbólico. O único traço que dele tenhamos, é a emergência, de modo algum na sua história, mas verdadeiramente no mundo exterior, de uma pequena alucinação. A castração, que é precisamente o que para ele não existiu, manifesta-se sob a forma do que ele imagina - ter-se cortado o dedinho, tão profundamente que só se segura por um pedacinho de pele. Fica então submerso pelo sentimento de uma catástrofe tão inexprimível que não ousa nem mesmo falar disso para a pessoa ao seu lado. Aquilo de que não ousa falar, é isso - é como se essa pessoa à qual ele imediatamente refere todas as suas emoções, estivesse anulada. O outro não existe mais. Há uma espécie de um mundo exterior imediato, manifestações percebidas no que chamarei um real primitivo um real não-simbolizado, apesar da forma simbólica, no sentido corrente da palavra, que toma esse fenômeno.
O sujeito não é de modo algum psicótico. Só tem uma alucinação. Poderá ser psicótico mais tarde, não o é no momento em que tem essa vivência absolutamente limitada, nodal, estranha à vivência da sua infância, inteiramente desintegrada. Nesse momento da sua infância, nada permite classificá-lo como um esquizofrênico, mas se trata de um fenômeno de psicose.
Há pois aí, ao nível de uma experiência inteiramente primitiva, nesse ponto de origem em que a possibilidade do símbolo abre o sujeito para uma certa relação ao mundo, uma correlação, um balanceio que eu lhes peço que compreendam - o que não é reconhecido faz irrupção na consciência sob a forma de visto.
Se vocês aprofundarem essa polarização particular, parecer-lhes-á muito mais fácil abordar o fenômeno ambíguo que se chama o déjà-vu, e que se situa entre esses dois modos de relação, o reconhecido e o visto. Com o déjà-vu, algo no mundo exterior é levado ao limite, e surge com uma pré-significação especial. A ilusão retrospectiva reporta esse percebido dotado de uma qualidade original ao domínio do déjà-vu. Freud não nos fala de nada além disso quando nos diz que toda experiência do mundo exterior se refere implicitamente a algo que já foi percebido no passado. Isso se aplica ao infinito - de certa maneira, toda espécie de percebido comporta necessariamente uma referência a um percebido anterior." (pp. 73-74)
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Freud, S. 2012 [1914], "Sobre a fausse reconnaissance [o 'déjà raconté'] no trabalho psicanalítico", pp. 265-271
"Há outro tipo de fausse reconnaissance que não raramente aparece na conclusão do tratamento, para satisfação do terapeuta. Depois que se conseguiu, contra todas as resistências, fazer o paciente aceitar o evento reprimido (de natureza real ou psíquica), reabilitando-o, por assim dizer, o paciente diz: Agora tenho a sensação de que sempre soube disso. Com isso está encerrado o trabalho analítico." p. 270
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2020.06.28 23:21 MAD-PT [AMA] Após quatro anos nos arredores de Zurich, acabei de sair da Suíça.

Boas pessoal,
Visto que já fiz vários comentários sobre a minha estadia na Suíça e tive várias pessoas a enviarem-me mensagens com várias perguntas, decidi criar um AMA (Ask Me Anything) / Pergunte-me Qualquer Coisa.
Muito do que vou escrever já escrevi noutros posts/mensagens e é com base na minha ou na experiência de pessoas conhecidas/amigas. Acredito que nem toda a gente tenha passado pelo mesmo que eu passei por isso convido a todos os que vivem / já viveram na Suíça a partilharem a vossa experiência e darem os vossos conselhos.
Espero que isto ajude a todos os que estejam a ponderar mudar-se para a Suíça e aos que chegaram há pouco tempo. Estejam à vontade para perguntar o que quiserem.
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Pequena intro:

Despesas:

Troques e dicas:

Como é viver na Suíça:

Coisas que me aconteceram (e a conhecidos meus):
TL;DR;
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2020.06.23 09:30 geo_chan_uwu Ele correu atrás de mim durante o ano inteiro e quando conseguiu o que queria... terminou comigo.

Olá Luba, editores e pessoas em geral que estão a ver esse post, (RESPEITEM A QUARENTENA) Vim aqui para destacar a minha imensa indignação por um garoto que era apaixonada e hoje só quero quebrar a cara.
Isso tudo iniciou-se no ano de 2019 quando eu estava me recuperando de um término conturbado e vários problemas pessoais,foi então que me chamaram para um evento da igreja (Eu precisava me distrair,estava mentalmente esgotada,então acabei aceitando). O evento durava TREIX dias (até ai tudo bem),mas no segundo dia houve uma apresentação sobre a comunidade LGBT e como isso era contra a igreja (detalhe não tão importante para a história: sou bi) e após isso fizeram com que nos uníssemos em grupos e lá eu conheci o segundo maior erro da minha vida,vamos chamá-lo de CARLS; No final da apresentation,o menino e eu ficamos batendo papo como quem não quer nada até que acabamos trocando os nossos números. No terceiro e último dia,após a finalização do evento,CARLS apresentou-se para minha mãe e acabou nos acompanhando até em casa.
O tempo passou e ficamos um tempo sem nos falar,mas do nada voltamos e isso durou tanto tempo que acabei me acostumando com a presença dele em minha vida....CARLS me levava em casa,me levava ao curso,me ajudava com física....para resumir ele era o boy magia que eu sempre quis. Um dia ele se convidou para me buscar no colégio e quando estávamos indo embora ele tirou um anel do bolso e me pediu em namoro (é agora que a desgraça começa,meus amigos). Eu fiquei meio em choque,então pedi um tempo para pensar (clássico). Só para constar: pensar para mim significa chamar as friends e surtar analisar com elas a situação,após feito isso,a trouxa aqui mandou uma cartinha estilo "Para todos os garotos que já amei" e o aceitei em namoro.
AGORA PULAMOS PARA A PARTE EM QUE O AMOR DEIXA DE SER BELO E SE TORNA UM INFERNO:
Em pouco tempo de namoro ele começou a fazer algumas exigências como mudar meu jeito agitado para ser mais quieta e recatada,até ai eu aceitei,afinal quem nunca mudou algo em si para satisfazer o parceiro? Mas isso não era tudo,Carls era extremamente ciumento (no começo pq depois ele me largou de lado),ninguém podia sequer olhar para mim que ele ficava todo rabugento comigo o dia inteiro... EU NEM SEQUER PODIA SAIR COM AS MINHAS AMIGAS SEM ELE caso ao contrário ele ficava chateado e como me importava muito com ele eu não saía com elas sem o bendito,o que FARLS,minha melhor amiga, muito irritada e com uma pulga atrás da orelha em relação a ele.
O relacionamento chegou ao limite quando o Carls chegou em minha HUMILDE residência e chamou meus pais para conversar dizendo o seguinte: "Senhor Trals,a atitude infantil de MOLEQUE (Ele usou esta exata palavra pq dizia que via meu pai como uma criança) que o senhor acaba transmitindo para a sua filha acaba a afetando e eu acho que o senhor deveria ser mais sério,ser o homem da casa."
ELE TAMBÉM FALOU NA CARA DOS MEUS PAIS QUE EU OS ODIAVA.
Meu pai ficou tão irritado que jogou a garrafa no chão e saiu de casa e para piorar o CARLS foi atrás dele para continuar mostrando sua visão sobre o meu pai e suas atitudes em relação a mim (Eu estava tão assustada que não conseguia falar ou sequer defender o meu pai;fiquei com tanta raiva de Carls por ter dito tantas coisas desnecessárias e fiquei ainda mais rancorosa com ele quando o meu pai veio me perguntar CHORANDO se eu não o amava mais)
Eu obviamente não queria mais falar ou sequer olhar para Carls e ele exigia que eu passasse mais tempo com ele (mesmo depois do que o DESGRAÇADO fez e mesmo que estivéssemos em quarentena) sendo que ele mesmo dizia,quando eu ligava,que preferia ficar SOZINHO...
As coisas finalmente chegaram ao fim de fato no dia 21/06/2020,quando ele me mandou um print de uma conversa que estava tendo com algum amigo falando que não estava sentindo a mesma coisa que eu (no caso oq eu estava sentindo era ódio,mas tudo bem),então eu liguei para ele e nós começamos a falar sobre o assunto,foi ai que ele falou da seguinte maneira: "EU ESTOU COMEÇANDO A ACHAR QUE O QUE A MINHA MADRINHA ME DISSE SOBRE VOCÊ NÃO ME MERECER É REAL." (Nesse momento eu fiquei em prantos *nota da amiga que está escrevendo:prantos significa que ela ficou me mandando áudio chorando e fez com que eu me queimasse de tanta preocupação*)
Observação da amiga Farls parte 2: ELE TINHA 18 anos e ela 15 QUANDO COMEÇARAM A NAMORAR e hoje a amiga maravilhosa que está escrevendo (brink's) recebeu uma mensagem do BENDITO CARLS e devido a isso a senhorita que sofreu todo esse drama de telenovela mandou um áudio muito "amigável" para ele *segue os prints - estão na ordem* https://imgur.com/lkiRCDz - https://imgur.com/JwrdcDU - https://imgur.com/mCugeOX - https://imgur.com/oLjeZlf (e só para lembrar,enquanto estavam em ligação ele a instigou a terminar com ele pq ele mesmo não tinha CULHÕES para terminar com ela!Ele a fez parecer como a culpada da história e agora fica mandando mensagem para todos os nossos amigos dizendo que ainda não acabou e que quer falar com ela mesmo ela tendo dito antes de bloqueá-lo que se ele quisesse falar mais alguma coisa deveria falar naquela hora,pois não haveria mais chances.
submitted by geo_chan_uwu to TurmaFeira [link] [comments]


2020.06.12 14:07 1quotethrav3n Sobre provas virtuais e as provas presenciais no Brasil em 2020

Provas virtuais: O que vocês tem pensado a respeito dessa nova modalidade?
Espero que seja algo passageiro, não vejo muito sentido nessas provas. Porém acho que seria interessante usar as provas virtuais como "pré seleção" para provas voltada para a Elite A e B. Sejam essas provas exclusivas ou provas com um numero designado para tais atletas. Mas que se limite para provas exclusivas para não tirar toda a graça da corrida que é correr sem se preocupar com tempo.
Provas presenciais Brasil 2020: Rola ou não rola?
Mantive minha inscrição para os 10KM da A Tribuna que foi adiado para Novembro. Embora eventos dessa magnitude estejam fora do Plano SP, acho que em Novembro teriamos condições de ter essa prova, mas como é ano eleitoral e prefeito nenhum quer por o rabo na reta, acredito que não vai rolar.
Qual a perspectiva de vcs?
submitted by 1quotethrav3n to Corrida [link] [comments]


2020.06.06 07:52 Anoymous_Un4 A História NeoNazista e como eu impedi um massacre

Bom dia/tarde/noite Luba e Turma, não vou enrolar porque meu assunto é muito complicado e estou com muita vontade de falar isso pra todos, apesar de poder me ferrar um dia, por isso o perfil "anonymous" (não faço parte da legião, roubei apenas o nome por questão de segurança) eu vou contar e provavelmente será a minha última vez nesse sub Reddit por questões legais e eu desejo a minha sorte pra que isso não me de problemas futuros. se for ler isso, leia com paciência pra nao entender nada errado. peço que por favor não me leve a mal e não entenda errado, enfim. vamos a história: sou um adolescente, e essa história aconteceu a um tempo atrás, sou de uma escola rigorosa e legalmente "certinha", eu era novato e logo no primeiro dia de aula eu ja fiz muitas amizades, mas só uma importa, o nome dele era "Carls". desde o começo eu achava ele muito estranho e um pouco perturbado, mas nós éramos novatos e tava tudo de boa um achar o outro estranho. mas ao longo dos dias ele começou a ficar muito estranho, principalmente dps de um ocorrido. Eu sou fascinado por história e sei de cór os maiores acontecimentos da humanidade, principalmente a Segunda guerra mundial, e por isso eu tinha muito sobre o que falar de nazismo (apesar de não concordar com nada nazista, eu conheço da história) e por isso eu tinha muito meme sobre a história nazista no meu celular, um dia esse menino pegou meu celular e ficou fascinado com aquilo e achou que brincar sobre o nazismo era legal. enfim, na segunda semana de aula algumas garotas começaram a brincar sobre política na sala de aula, e o Carls teve a brilhante ideia de se intitular um Fascista, ngm curtiu a ideia, ngm achou graça e do nada de dentro dele surgiu uma vontade de falar sobre o nazismo, e por isso se rotulou um NAZISTA na sala de aula na frente de todos. a história se espalhou, obviamente pq era um negócio sério. enfim alguns dias dps no twitter, falaram desse menino lá... e aí começa a merda mesmo eu sou um adolescente que é muito fácil de ser reconhecido, a escola inteira me conhece e modéstia a parte, eu sou muito bonito e fácil de reconhecer. por isso, como eu andava com Carls, eu estava meio que metido na história. enfim, teve uma vez que o Carls olhou pra uma menina e começou a zuar com a cara dela "xingando" ela de feminista e comunista e a menina ficou muito MUITO pistola, e chamou os gados dela pra defender ela, entraram na sala com o maior escândalo pra interrogar o Carls. e adivinha?? sobrou pra mim. eu era amigo dele, coube a mim a explicar a situação, só que eu tava com o controle na mão até q o Carls mandou geral tomar no c* e se escondeu. eu consegui acalmar as meninas mas infelizmente meu nome já tava sujo, e nesse mesmo dia uma menina que estava na confusão teve a ideia de criar um evento no twitter com todos da escola pra bater nesse menino. no dia seguinte a gente tava de boa andando no intervalo e literalmente a escola inteira tava em cima da gente, deram um puta sermão em nós (principalmente pq a maioria da escola é negra, homossexuais e etc) e eu controlei a situação até o Carls pedir desculpa pra escola inteira (felizmente ngm apanhou). ele pediu mas não foi o suficiente. dps do intervalo veio um moleque barbado de fora e entrou na sala de aula e ameaçou de morte o Carls, e nós não podíamos fazer absolutamente nada, só podia ficar quieto no canto e tudo bem. dps disso fizeram corredor polonês na porta da sala. não podíamos sair da nossa própria sala de aula. e o Carls endoidou, ele começou a estudar sobre o nazismo e o que era uma brincadeira pra chamar atenção virou verdade! o menino virou NeoNazista e literalmente inventou uma espécie de tese dizendo que Hitler estava certo, eu já fiquei puto pq aquilo já tava passando dos limites, já deu uma grande confusão no nosso primeiro mês de aula e o menino ainda insistia naquilo!!!!!! e Luba, não parece ser verdade isso mas cara ainda vem o pior. O Hitler Jr. vulgo Carls, além de falar disso começou a falar coisas mais pesadas ainda, como zoar religião, atrapalhar alunos na aula, xingar professores nas costas, inventar histórias mentirosas, e pior, começou a ameaçar a cometer suicidio, mas antes disso ele jurou pela alma dele que antes de se matar ele iria levar mais pessoas com ele. começou a dizer que era a favor de tortura (eu tenho prints!! mas por questões legais eu não posso disponibilizar) começou a dizer que matar era legal, quis tentar me empurrar da escada, falava que ele teria coragem de matar e só precisava da arma, dps ele quis proteger vários ideiais fascistas como censura, porte de armas, tortura, enforcamento em lugares públicos. dps começou a fazer saudações nazistas e gritar "heil fürher" no meio da escola... logo dps disso, eu avisei meu pai sobre tudo isso, e meu pai mandou eu ficar longe desse menino e ficar quieto que uma hora ele ia parar, que era só "drama de adolescente" eu tentei me afastar, e nessa hora meu nome já tava sujo como o Nazista junto com o NeoNazista. e como eu fui o único que aturou ele na escola, ele começou a me perseguir, onde eu ia ele ia atrás mesmo eu falando na cara dele que não queria ele perto de mim, dps começou a ameaçar pessoas perto de mim e tentar me machucar ou me ofender, zoando minha religião e crenças. dps de um longo tempo de sofrimento, de ameaças e tentativas de ele me machucar e várias saudações a Hitler dps a merda da direção chama a gente na escola. e sabe como eles nos descobriram?? pela minha aparência. que chama muita atenção e por isso era fácil de saber quem era, era só falar "a o fulano que tem tal coisa tal coisa é nazista", enfim, ficamos mais de 1 hora pra explicar a situação e eu tentei me livrar do meio, e dps o diretor explica pra gente que isso que a gente tava fazendo era um crime, que daria 5 anos de cadeia eu tava tremendo de medo, quase chorando na frente do diretor pq eu não era nada disso!! eu tava sendo acusado de fazer apologia ao nazismo por ter meme sobre e "andar" com um NeoNazista. enfim, e ele sem forçar nada, o diretor nem obrigou nem se esforçou pra ele falar, ele foi e admitiu que gostava do nazismo e que era legal. o diretor ficou muito surpreso e na hora chamaram meus pais e os pais dele, mas antes me chamou primeiro pq viu que eu tava sendo sincero que eu não tinha nada q ver com o assunto. ele conversou com meu pai no whatsapp e eu fui com ele no mesmo dia na escola conversar sobre, e ficamos 3 horas lá dentro arrumando tudo. mas aí piora meu pai ficou pistola pela escola não ter uma segurança boa e não ter visto a confusão acontecendo antes quando tava na raiz do problema, e aí ele começou a ameaçar a processar a escola, e começou a xingar o diretor e perdeu a cabeça lá dentro dizendo que ia mandar demolir a escola (digamos que... meu pai tenha um certo poder na sociedade... ele pode realmente fazer isso) e nesse momento que a escola resolveu agir pq viu que meu pai tava certo, e aí eu tive que reconhecer o rosto de todo mundo que começou a confusão que queria bater no Carls e tbm quem ameaçou matar ele e etc. e dps disso eu falei pro diretor o que Carls falava sobre cometer suicidio, mas antes um massacre, contei tudo, dedurei o moleque pelo bem da escola. o diretor começou a tremer de raiva pq ngm da escola viu aquilo antes, e aí ele pediu pra eu ir no twitter, mostrar o que aconteceu mostrar os memes nazistas, mostrar as conversas, eu Tive que tirar print e mandar pra ele. enfim eu falei tudo o que ele precisava ouvir. totalmente em anonimato, ele não falou que era eu (outro motivo por eu ser anônimo aqui) enfim. dias dps eu ouvi o diretor conversando com todos os professores sobre, e todos estavam muito estressados por aquilo tá acontecendo, a gente literalmente mudou a carga horária de uma escola, isso é praticamente impossível e eu tinha 15 anos na época!!!!! começaram a ter reuniões todo santo dia, inclusive com advogados e etc. enfim. dps daquele dia o diretor enviou uma ordem jurídica pra ele ficar não sei quantos metros de distância de mim, pq ele tava denegrindo a minha imagem lá dentro além dele ser uma ameaça pra mim. meu pai continua querendo processar a escola. e eu tive que abrir queixa contra ele e livrei meu nome de nazista (legalmente falando. pros alunos eu ainda sou um nazista de merda). felizmente não sei o que aconteceu com o Carls só sei que a escola disponibilizou terapia pra gente todos os dias. a ordem jurídica ainda tá em pé e provavelmente ele vai ser expulso e mandado pra algum lugar pq ele literalmente cometeu 6 crimes (apologia ao nazismo, racismo, homofobia, além tbm de ser misógino, difamação, tentativa de homicídio, ameaça de tentativa de assassinato em massa) felizmente eu avisei antes de acontecer algo sério porém eu ainda corro risco de ser morto por dedurar o Carls, ele é um psicopata, não sei o que ele pode fazer. e tbm não posso dizer mais detalhes (sim tem mais coisa) pq se não eu literalmente posso me ferrar judicialmente ;;-; graças a Deus não aconteceu nada comigo e nada com nenhum colega escolar ele tá proibido de encostar em mim, pq se não a polícia federal entra no meio ;-; o mais difícil agora vai ser limpar pros alunos o meu título de nazista Veja pelo lado bom, eu evitei a morte de pessoas ;-; mas isso pode custar minha vida. e a KKK além disso eu ganhei terapia de graça e um curso de alemão KKK (sim, a coordenadora me deu um curso de alemão, achei genial) enfim luba espero que tenha entendido, a muito tempo eu quis falar isso a público porém eu não podia, isso é muito estranho pq aconteceu no primeiro semestre de aula de um garoto de 15 anos e até hj eu estou no caso, tenho ajuda psicologica pra aguentar todas as ameaças e tudo o que aconteceu. isso eu queria que fosse fic, mas infelizmente não é. muito obrigado tbm por ser uma válvula de escape, e me sinto bem em falar (mesmo que em anonimo) pq eu estou raumatizado, ouvir alguém me chamar de nazista me faz ter crises pesadas até porque, eu não disse antes ;-; mas eu sou descendente de judeu...
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